A Caixa Econômica Federal realiza nesta sexta-feira (27) o pagamento da parcela do mês de fevereiro do novo Bolsa Família para os beneficiários que possuem o Número de Inscrição Social (NIS) terminado em 9.
A menor quantia que os beneficiários devem receber é de R$ 600, com a inclusão do adicional, a média dos pagamentos vai para R$ 668,65. Conforme as informações do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, em dezembro o número de famílias e valor investido passa a ser maior, portanto, o Bolsa Família beneficiará 20,5 milhões de famílias, sendo um investimento total de R$ 13,7 bilhões.
Além do valor base, três adicionais serão inseridos. O Benefício Variável Familiar Nutriz oferece seis parcelas de R$ 50 para mães de crianças de até 6 meses. O programa também inclui um adicional de R$ 50 para famílias com gestantes e filhos na faixa etária de 7 a 18 anos, além de um bônus de R$ 150 para aquelas com filhos de até 6 anos.
Os beneficiários que moram na cidade do Rio Grande do Sul, impactados pelas enchentes que ocorreram entre abril e junho, assim como os habitantes de São Paulo, Pará, Paraná, Amazonas e Rondônia receberam o pagamento do Bolsa Família na terça-feira (18), independentemente do número do NIS.
Os pagamentos do Bolsa Família referentes ao mês de março começam nesta terça-feira (18) para os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) final 1, e seguirão até o dia 31, quando os beneficiários com NIS final 0 receberão. Para ingressar no programa, é necessário ter uma renda de até R$ 218 por integrante da família e estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico), com cadastramento realizado em postos de assistência social municipais.
Desde sua recriação em março de 2023, o Governo Federal garante um valor mínimo de R$ 600 por família inscrita, além de oferecer benefícios complementares de acordo com a composição familiar.
Calendário – Março de 2025
Calendário anual do Bolsa Família 2025
Beneficiários do Bolsa Família começam a ser pagos nesta segunda-feira (17) pela Caixa Econômica Federal. Os pagamentos estão marcados até o dia 28, segundo o Número de Identificação Social (NIS). Quem estiver em emergência ou estado de calamidade irá receber o auxílio no primeiro dia do calendário.
Ainda será pago neste mês o pagamento do primeiro Vale Gás do ano, que é pago a cada dois meses. O valor que será pago para quem recebe o Vale Gás é definido com base no preço médio do botijão de 13 kg nos últimos seis meses, medido pela ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).
Na última quinta-feira (13) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afrmou que o governo está concluindo um projeto de lei que irá oferecer gás de cozinha gratuito para 22 milhões de famílias. O plano integrará o programa Gás Para Todos, que vai substituir o atual Auxílio Gás.
Final do NIS Data de pagamento
1 17 de fevereiro
2 18 de fevereiro
3 19 de fevereiro
4 20 de fevereiro
5 21 de fevereiro
6 24 de fevereiro
7 25 de fevereiro
8 26 de fevereiro
9 27 de fevereiro
0 28 de fevereiro
A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Semdes), por meio da Coordenação de Renda e Cidadania, informa que os atendimentos do Cadastro Único e do Programa Bolsa Família estarão suspensos em todos os postos avançados e na sede da Semdes, no período de 31 de janeiro a 3 de fevereiro. O retorno acontece na terça-feira, 4, às 8h.
Essa suspensão será realizada devido a indisponibilidade do sistema em todo o território nacional, necessária para que a Caixa Econômica Federal realize o processo de manutenção.
Durante esse período, a equipe do Cadastro Único estará em trabalho interno. Em caso de dúvida, a população pode entrar em contato com a Coordenação de Renda e Cidadania pelo telefone (77) 3429-9437.
O governo informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não tem como proibir o uso de recursos de benefícios sociais, como o Bolsa Família, em sites de apostas, conhecidos também como bets. A Advocacia-Geral da União (AGU) reúne pareceres de diversos órgãos do governo e conclui “impossibilidades técnicas e operacionais” de cumprir a decisão.
De acordo com o documento, não é possível distinguir um benefício recebido pelo cidadão e a renda proveniente do trabalho, por exemplo. A AGU alerta ainda que tentativas anteriores de controlar o uso do dinheiro não deram certo, aumentando custos operacionais e abrindo margem para erros e judicialização.
Com isso, o governo não pode impedir que as verbas dos benefícios sociais sejam usadas para fins específicos, como nas “bets”. “Uma vez que o valor do benefício é repassado, a posse passa a ser do titular do benefício e o poder público perde qualquer poder em relação ao usufruto.”
A AGU solicita que o STF esclareça de que forma esses obstáculos podem ser superados e se benefícios sociais estaduais também se incluem na decisão. O ministro Luiz Fux deu liminar em novembro, obrigando o governo federal a tomar providências imediatas para vetar apostas com dinheiro de benefícios.
A medida foi referendada por unanimidade no plenário da Corte. O recurso do advogado-geral da União, Jorge Messias, deve ser examinado pelo relator.
A Caixa Econômica Federal paga nesta quarta-feira (23) a parcela de outubro do novo Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 4.

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas, com o novo adicional, o valor médio do benefício sobe para R$ 678,46. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês, o programa de transferência de renda do governo federal alcançará 20,73 milhões de famílias, com gasto de R$ 14,03 bilhões.
Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até 6 meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.
No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
Moradores do Rio Grande do Sul, afetados por enchentes de abril a junho, do Amazonas e do Acre, afetados pela seca, receberam o pagamento do Bolsa Família de forma unificada no último dia 18, independentemente do número do NIS. O pagamento unificado também beneficiou 62 municípios do Amazonas, 52 de Rondônia e 22 do Acre afetados pela estiagem e pela vazante dos rios, 45 municípios de São Paulo atingidos por incêndios florestais e oito municípios de Sergipe afetados por fortes chuvas.
A partir deste ano, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).
Cerca de 2,88 milhões de famílias estão na regra de proteção em outubro. Em vigor desde junho do ano passado, a regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante fique com o equivalente a até meio salário mínimo. Para essas famílias, o benefício médio ficou em R$ 371,42.
Desde julho do ano passado, passa a valer a integração dos dados do Bolsa Família com o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). Com base no cruzamento de informações, cerca de 200 mil famílias foram canceladas do programa neste mês por terem renda acima das regras estabelecidas pelo Bolsa Família. O CNIS conta com mais de 80 bilhões de registros administrativos referentes a renda, vínculos de emprego formal e benefícios previdenciários e assistenciais pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Em compensação, 400 mil de famílias foram incluídas no programa em outubro. A inclusão foi possível por causa da política de busca ativa, baseada na reestruturação do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e que se concentra nas pessoas mais vulneráveis que têm direito ao complemento de renda, mas não recebem o benefício.
Nesta sexta-feira (18), a Caixa Econômica Federal inicia o pagamento da parcela de outubro do Bolsa Família. Os beneficiários cujo Número de Inscrição Social (NIS) termina em 1 que receberão o valor.
No Rio Grande do Sul, todos os beneficiários serão pagos nesta sexta, seja qual for o número do NIS. Essa medida vai beneficiar cerca de 620 mil moradores do RS. Além disso, residentes de cidades, em outros estados, em situação de fatalidade ou tragédia pública também receberão o Bolsa Família nesta data, mesmo que não seja de final 1..
O menor valor do benefício é de R$ 600. Além desse montante, há a inclusão de três adicionais: o Benefício Variável Familiar Nutriz, que oferece seis parcelas de R$ 50 para mães de crianças até 6 meses de vida, a fim de garantir a alimentação dos seus filhos. O programa ainda concede um adicional de R$ 50 para famílias com gestantes e filhos entre 7 e 18 anos, além de um bônus de R$ 150 para famílias com crianças com até 6 anos de idade.
No formato tradicional do Bolsa Família, os pagamentos são realizados nos últimos dez dias úteis de cada mês. Os usuários podem consultar dados sobre as datas que serão pagas, os valores e a estruturação das parcelas por meio do aplicativo Caixa Tem, que é utilizado para gerenciar as contas poupança digitais do banco.
A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Semdes), por meio da Coordenação de Renda e Cidadania, informa que os atendimentos do Cadastro Único e do Programa Bolsa Família estarão suspensos em todos os postos avançados e na sede da Semdes, nesta quinta (29/08) e também na sexta-feira (30/08). Os atendimentos serão retomados normalmente na próxima segunda-feira (02/09).
Essa suspensão será realizada devido à indisponibilidade do sistema em todo o território nacional, que é necessária para que a Caixa Econômica Federal efetue o processo de integração de dados em relação à renda dos usuários, a partir da base de dados do Cadastro Nacional de Informações Sociais (Cnis).
Em caso de dúvida relacionada ao Cadastro Único ou ao Programa Bolsa Família, a população pode entrar em contato com a Coordenação de Renda e Cidadania pelo telefone (77) 3429-9437.
A Caixa Econômica Federal paga nesta sexta-feira (26) a parcela de abril do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 8.
O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 680,90. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 20,89 milhões de famílias, com gasto de R$ 14,19 bilhões.
Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.
No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
A partir deste ano, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).
Desde julho do ano passado, passa a valer a integração dos dados do Bolsa Família com o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). Com base no cruzamento de informações, cerca de 130 mil de famílias foram canceladas do programa neste mês por terem renda acima das regras estabelecidas pelo Bolsa Família. O CNIS conta com mais de 80 bilhões de registros administrativos referentes a renda, vínculos de emprego formal e benefícios previdenciários e assistenciais pagos pelo INSS.
Em compensação, outras 120 mil de famílias foram incluídas no programa neste mês. A inclusão foi possível por causa da política de busca ativa, baseada na reestruturação do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e que se concentra nas pessoas mais vulneráveis que têm direito ao complemento de renda, mas não recebem o benefício.
Cerca de 2,68 milhões de famílias estão na regra de proteção em abril. Em vigor desde junho do ano passado, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Para essas famílias, o benefício médio ficou em R$ 370,87.
O país tem 18,1 milhões de crianças de 0 a 6 anos de idade, segundo dados do Censo 2022. Cerca de 670 mil (6,7%) estão em situação de extrema pobreza (renda mensal familiar per capita de até R$ 218).
Esse número, no entanto, poderia ser muito pior (8,1 milhões ou 81%) sem o auxílio de programas de transferência de renda, como o Bolsa Família. Essa é a conclusão de um estudo feito pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal (FMCSV).
O Perfil Síntese da Primeira Infância e Famílias no Cadastro Único leva em consideração dados de outubro de 2023 do CadÚnico, sistema que reúne informações das famílias de baixa renda no país (renda mensal per capita de até R$ 660). Na primeira infância, de 0 a 6 anos, são 10 milhões de crianças (55,4%) classificadas nessa categoria.
“Esse estudo demonstra o potencial do Cadastro Único para a identificação de vulnerabilidades na primeira infância, a relevância de seu uso para a elaboração de iniciativas para esse público e a importância do Bolsa Família no combate à pobreza”, diz Letícia Bartholo, secretária de Avaliação, Gestão da Informação e Cadastro Único.
O estudo traz outros recortes, como o fato de que 43% dos responsáveis por famílias com crianças de 0 a 6 anos não têm nenhuma fonte de renda fixa. Para 83% deles, a principal fonte de renda é o Bolsa Família.
Cerca de três a cada quatro famílias com crianças na primeira infância são chefiadas por mães solo. A maioria delas é parda e tem idade entre 25 e 34 anos.
Em relação ao perfil das crianças, 133,7 mil (11,1%) são indígenas; 81,3 mil (6,7%) são quilombolas, e 2,8 mil (0,2%) estão em situação de rua.
“Ao lado de outras políticas públicas, o Bolsa Família tem um enorme potencial de equacionar as desigualdades do país. A criação do Benefício Primeira Infância é o primeiro passo para chamar a atenção de gestores, gestoras e população em geral para a importância dessa fase na vida”, diz Eliane Aquino, secretária Nacional de Renda de Cidadania (Senarc).
Ao considerar as regiões do país, o levantamento aponta a existência de desigualdades. Segundo o Censo, o Nordeste tem 5,1 milhões de crianças na primeira infância: 3,7 milhões (72%) estão registradas do CadÚnico. No Norte, há 1,9 milhão de crianças na primeira infância: 1,4 milhão (73%) registradas no CadÚnico.
Por outro lado, na Região Sudeste, quase metade do total de crianças entre 0 e 6 anos, estão registradas no programa. São 6,8 milhões de crianças na região, das quais 3,1 milhões estão no CadÚnico.
“A disparidade socioeconômica entre crianças na primeira infância exige ações imediatas e uma política nacional integrada que aborde as necessidades específicas das famílias mais vulnerabilizadas. O Cadastro Único é um importante instrumento para nortear uma política que sirva como alavanca para equidade”, diz Mariana Luz, diretora da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal.
O estudo faz um recorte municipal, a partir de uma classificação em três grupos. O primeiro inclui cidades onde há mais crianças migrantes, em situação de rua e em domicílio improvisado coletivo. O segundo, onde há maior precariedade habitacional, é primeira infância na área rural e de populações tradicionais e específicas. O terceiro, crianças em situação de trabalho infantil, fora da pré-escola e em precariedade habitacional.
Os dados mostram que 71% dos municípios da região Norte não tem saneamento adequado. No Sudeste, o índice é de 20%. No Nordeste, 9% dos municípios não têm energia elétrica.
Os dados fazem parte da série Caderno de Estudos, do MDS, que desde 2005 busca construir conhecimento científico e gestão de políticas públicas. Na nova edição, o caderno apresenta uma série de publicações voltadas para a primeira infância, como pesquisas sobre o impacto do programa de Cisternas na saúde infantil e os desafios enfrentados por mães no mercado no trabalho após terem o primeiro filho.