Final de semana com muitas ocorrências policiais em Vitória da Conquista. O destaque desta segunda-feira (5), vai para o caso do homem que foi mordido pelo cachorro do vizinho no bairro Alto Maron e a história foi parar na delegacia. OUÇA os detalhes deste e de outros casos policiais com o repórter João Melo.
O Vitória da Conquista voltou a perder na Série D. Pela segunda vez consecutiva, o Bode foi derrotado pelo Potiguar por 4 a 2, no Lomantão, na tarde deste domingo (4), pela quarta rodada da Série D. Fagner e Luís Henrique marcaram para o time baiano. Enquanto Romeu marcou duas vezes, Wilson e Lucas, contra, balançaram as redes para os visitantes.
O Bode segue na segunda colocação do Grupo A4 com seis pontos. Já o time do Rio Grande do Norte somou cinco e encontra-se no quinto lugar.
O próximo desafio do Vitória da Conquista será contra o Central-PE no domingo (11), às 15h, no Larcedão, pela quinta rodada. No mesmo dia, o Potiguar enfrenta o ABC, às 15h30, no Leonardo Nogueira, em Mossoró.
A vizinha cidade Anagé está em choque pela morte precoce de um jovem, Aos 19 anos, vítima de uma tragédia na BA-262, faleceu Kelvyn da Silva Souza. Ele faria 20 anos no próximo dia 15 de outubro. Pelas Redes Sociais foi possível observar as mensagens direcionadas a Kelvyn como essa em destaque: “Descanse em paz. Não dá pra acreditar”. O funeral acontece em Anagé, nesta segunda-feira (5).
Nesse momento de dor nos solidarizamos com amigos e familiares.
Ao menos 1,6 milhão de mesários devem trabalhar no 1º turno destas eleições. A estimativa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) considera a norma que determina, no mínimo, quatro mesários por seção eleitoral. No total, há 401.364 seções eleitorais no Brasil. Além disso, há também 406 locais específicos para justificativa de voto, onde devem ajudar quatro mesários cada. O total estimado, portanto, é de 1.607.080 mesários.
Os números foram fornecidos pelo TSE por meio da Lei de Acesso à Informação. O número exato de mesários só deve ser oficializado após o 1º turno das eleições, de acordo com o TSE. Em 2018, a estimativa foi de 1,9 milhão de mesários.
Para ser mesário, o eleitor precisa completar 18 anos até o 1º turno das eleições e tem de estar em dia com a Justiça Federal. Candidatos e os respectivos parentes não podem ser mesários. Os Tribunais Regionais Eleitorais estimulam que os eleitores se voluntariem para a atividade pelo programa “Mesário Voluntário”.
Neste ano, em razão da pandemia da Covid-19, os mesários foram convocados por e-mail ou por mensagem no WhatsApp. A mensagem continha uma senha que devia ser inserida no site do TRE e que confirmava a participação do mesário. Quando não houve resposta, a Justiça Eleitoral enviou uma carta a quem foi convocado ou se voluntariou para a função.
O estado com o maior número de mesários deve ser novamente São Paulo, onde 343.168 pessoas vão ajudar no primeiro turno das eleições. Os mesários devem atuar nas 85.792 seções eleitorais de SP. As justificativas devem ser feitas preferencialmente pelo site ou pelo aplicativo e-Título.
Depois de o médico da Casa Branca, Sean Conley, afirmar neste sábado (3) que Donald Trump, 74, está “passando bem”, o chefe de gabinete do presidente dos EUA, Mark Meadows, disse a jornalistas que o líder republicano está passando por um período “muito preocupante” e que as próximas 48 horas serão vitais para a recuperação do americano.
As informações contraditórias -divulgadas com minutos de diferença e cercadas de polêmicas- deixaram o mundo sem saber qual é o real estado de saúde do presidente americano.
A declaração de Meadows foi inicialmente repassada sob condição de anonimato a um grupo de jornalistas que tem acesso direto aos eventos oficiais e é responsável por distribuir informações da Casa Branca aos demais repórteres.
Ao longo do dia, porém, diferentes veículos de imprensa dos EUA confirmaram que o chefe de gabinete era o responsável pela informação.
“Os sinais vitais do presidente nas últimas 24 horas foram muito preocupantes e as próximas 48 horas vão ser críticas em termos de seu tratamento”, disse Meadows a jornalistas logo após Conley dar uma entrevista coletiva que ia pelo caminho contrário.
O médico da Casa Branca afirmou instantes antes que não teve febre nas 24 horas anteriores, mas foi evasivo ao ser questionado sobre o uso suplementar de oxigênio pelo presidente e deixou dúvidas sobre a data exata do diagnóstico de Covid-19 dado ao líder republicano.
“Estamos extremamente felizes com o progresso do presidente”, disse, em frente ao hospital militar Walter Reed, para onde Trump foi transferido no fim da tarde de sexta-feira para receber atendimento médico imediato caso seja necessário. Não há, entretanto, segundo o médico, uma previsão de alta para o líder americano.
De acordo com Conley e outros membros da equipe que atende o presidente, Trump teve febre baixa, tosse e congestão nasal, mas o médico da Casa Branca deu respostas vagas quando questionado se o republicano precisou de oxigênio suplementar.
Mais de uma vez, Conley afirmou que Trump não estava usando oxigênio neste sábado, mas, diante de perguntas mais específicas dos jornalistas presentes, ele evitou cravar uma resposta definitiva.
“Quinta-feira, sem oxigênio. Nenhum neste momento, e ontem [sexta-feira (2)], enquanto estávamos todos aqui, ele não estava recebendo oxigênio”, disse o médico.
A afirmação levantou dúvidas sobre o uso de oxigênio suplementar pelo presidente ainda na Casa Branca, antes da internação no hospital militar. O jornal The New York Times afirmou já neste sábado que Trump precisou receber oxigênio na sexta na residência oficial da Presidência e que, por isso, ele foi internado.
Um dos nossos maiores escritores, Ignácio de Loyola Brandão, escreve esta carta aberta ao ministro da educação, publicada no jornal O Estado de São Paulo:
29 de setembro de 2020 | 08h58
Ministro Milton Ribeiro, deixe-me apresentar. Sou escritor, publiquei 46 livros, jornalista desde 1952, hoje cronista e pertenço a duas Academias, a Brasileira e a Paulista. Este breve curriculum se deve a quê? Aos professores que tive.
Todos de primeira linha, dedicados, cultos, apaixonados. Desde 1975, junto a outro escritor e acadêmico da Brasileira, Antonio Torres, atravessamos o Brasil. Convidados por professores, discutimos a formação de leitores e literatura. Estive várias vezes no Mackenzie, sua escola, levado por quem? Por professores que adoram seu ofício.
Ao longo destes 50 anos, conhecemos e nos relacionamos com mais de dois ou três mil professores que desdenharam outras profissões. Poderiam ter sido médicos, engenheiros, advogados, ministros, astronautas, cientistas, artistas, executivos, banqueiros, e daí em diante. Preferiram ser mestres. Ninguém vai ser professor sem paixão pelo ensino.
Deste modo, ao ler sua entrevista neste jornal, recentemente, levei um susto com sua escorregadela: “Hoje, ser professor é ser quase que uma declaração que a pessoa não conseguiu fazer outra coisa”. Ou seja, são pessoas que fracassaram. Em seguida, percebendo, o senhor tentou consertar: “É preciso a gente olhar com carinho maior para os professores”. Ou seja, uma no prego e outra na ferradura. Um tapa, um beijo. Afago e beliscão.
Existem zilhões de profissões. Mesmo assim, o que se depreende de sua fala é que milhões acabaram sendo professores por incapacidade, preguiça, deficiência mental, incompetência, ignorância, burrice, analfabetismo? Exagero?
Como escritor, trabalhando com a imaginação exacerbada, conhecendo o absurdo da realidade tornei-me, segundo me definem curiosamente, “vidente”, profeta. Está em meu livro Desta Terra Nada Vai Sobrar…, publicado em 2018: “O Ministério da Educação foi eliminado, porque o governo decidiu que quem quiser estudar, estude onde quiser, como quiser, como puder, onde conseguir, se tiver vontade.” Antecipei Bolsonaro e o desmantelamento do Ensino. Há dois anos vivemos o caos educacional.
O senhor, Ministro, pertence a uma escola de elite em São Paulo, reconhecida pela qualidade. Quer dizer que os professores que dão aulas ali, e em todas as escolas do Estado, do País, foram dar aulas porque não acharam mais o que fazer? Ou é gente que sonhou e se formou para isso, estudou, batalhou à exaustão, conseguiu nível de excelência? Ou porque idealizaram mudar cabeças, melhorar o País e isso se consegue com educação?
Sei – e o senhor sabe – que o número de professores no país, em 2017, passava de 2,5 milhões, segundo revelou Carolina Gonçalves, da Agência Brasil. A maior parte dos professores é da educação básica, seguindo os do ensino superior, além dos que estão na zona rural.
Será que este número enorme é de gente que não conseguiu outro trabalho? Não puderam ser célebres no cinema, nem cientistas, caminhoneiros, artistas, garis, bombeiros, mestres de cozinha, modelos, publicitários, jornalistas, bailarinos, futebolistas, taxistas, assessores de políticos, de imprensa horticultores, balconistas, metalúrgicos, motoboys, vidraceiros, caftens, marceneiros, pedreiros, chapeiros de hambúrguer, agrimensores, bicheiros, pianistas, donos de papelaria ou de pastelaria?
Andou pelo Brasil, Ministro? Saiu dessa confortável poltrona em que o vejo sentado na foto do jornal? Esteve nas escolas rurais de Pirenópolis, interior do Goiás, onde professoras madrugam para dar aulas a filhos de camponeses? Embarcou nos barcos bibliotecas que partem de Macapá levando livros para escolas ribeirinhas sobre o Amazonas? Esteve com as professoras que conseguiram ensinar alunos rebeldes, tresloucados, filhos de marginais, na Casa Meio Norte, em Teresina, hoje modelo premiado?
Esteve – como estive – na escola da aldeia dos índios da tribo Canindé, no Ceará, e viu os jovens mantendo tradições e manipulando computadores com o pé no futuro? Ou acha, como o presidente, que os índios estão só queimando matas? Conviveu com professores dando aulas ao ar livre em Rio Branco, Acre, rodeados por jovens?
Testemunhou o trabalho monumental, voluntário, dos professores que a cada ano são voluntários nas Feiras de Livros de Ribeirão Preto, que chega à sua 20ª edição? Ou do esforço feito em Passo Fundo pelas Jornadas de Literatura de Tania Rösing e sua equipe? Jornadas extintas por dificuldades financeiras. Assombre-se, elas reuniam em cada sessão – e eram três por dia – seis mil professores formadores de leitores.
Ministro, não ignore o fundamento de uma nação, o professor. Esse que é mal pago, desconsiderado, violentado, processado por pais, agredido por alunos. Sou escritor por ter tido professores dignos. Percorra a nossa história e verá quantas figuras fundamentais (ou não) foram formadas por eles. Peça desculpas a essa gente, base da nação. Seu cargo é mais importante que o do presidente da nação. Não misture alhos com bugalhos, libere-se dos preconceitos e entre para a história colocando ordem na casa.
LOYOLA É JORNALISTA E ESCRITOR, AUTOR ‘ZERO’ E ‘NÃO VERÁS PAÍS NENHUM’
Guedes quase fora do governo, manda recado para Bolsonaro e detona ministro.
ASSISTA:
Após 13 anos, a apresentadora e atriz Maísa deixará o SBT. Em comunicado divulgado na manhã deste sábado (3), a emissora informou que a artista preferiu não renovar o contrato, que se encerra em outubro.
“Foi uma decisão muito difícil, mas a apresentadora sai pela porta da frente e com imensa gratidão a toda a família Abravanel e todos os profissionais que participaram de sua jornada durante esse período onde cresceu e se desenvolveu como artista, apresentadora e influenciadora”, disse o SBT em comunicado oficial.
Ainda segundo o canal, a saída foi motivada pelo desejo de Maísa de investir em outros projetos “pessoais e profissionais”. A apresentadora cumprirá normalmente seus compromissos com o canal e seguirá parceira do SBT no Teleton e participações especiais em programas da casa.
A emissora ainda encerrou o comunicado desejando à apresentadora ainda mais “sucesso e realizações em seus novos caminhos”. Veja abaixo o posicionamento completo do SBT:
“O SBT informa que, após 13 anos de emissora, a apresentadora Maisa comunicou a emissora sobre a não renovação de seu contrato, que vence em Outubro. Foi uma decisão muito difícil, mas a apresentadora sai pela porta da frente e com imensa gratidão a toda a família Abravanel e todos os profissionais que participaram de sua jornada durante esse período onde cresceu e se desenvolveu como artista, apresentadora e influenciadora. A decisão foi tomada por conta de novos projetos pessoais e profissionais que Maisa tem vontade de fazer. Sua parceria com a emissora continua através do Teleton e participações especiais nos programas da casa, como Programa Silvio Santos, Domingo Legal, projetos digitais, entre outros. Será o início de um novo ciclo na vida de Maisa. A diretoria e todos os colegas do SBT desejam à apresentadora ainda mais sucesso e realizações em seus novos caminhos.”
O Parque Municipal da Lagoa das Bateias foi atingido por um incêndio na tarde dessa sexta-feira (02). Desde o momento que a Secretaria Municipal de Meio Ambiente soube do incidente, providências são tomadas pela Prefeitura de Vitória da Conquista.
Nesta manhã de sábado (03), começou uma ação conjunto entre as secretarias de Meio Ambiente, Serviços Públicos, Deserg e Emurc. Cerca de 200 servidores e máquinas estarão fazendo aceiros e roçagem de áreas que podem pegar fogo novamente. A Fiscalização Ambiental está investigando o incêndio na Lagoa, além de outros quatro focos detectados ontem, pois há indícios que sejam criminosos.
VEJA:
Incêndio – Segundo relato do administrador do Parque, José Renato de Sousa, o fogo começou por volta das 13h. O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e a equipe conseguiu apagar o primeiro foco. Porém o fogo recomeçou e por conta do vento forte se alastrou rapidamente. Desta vez, a Brigada de Incêndio do Meio Ambiente atuou junto com o Corpo de Bombeiros. Servidores e máquinas do Deserg e da Secretaria de Serviços Públicos também trabalharam até a noite.
“Estamos aqui até agora, mas a dificuldade de apagar é grande porque o fogo está nas taboas. Essa área é alagada e não sabemos com precisão sua fundura, então pode acontecer um afogamento. O fogo não chegou nas árvores, mas infelizmente muitas aves e répteis que estavam dentro das taboas não conseguiram fugir e morreram por causa desse incêndio”, relatou a secretária de Meio Ambiente, Ana Cláudia Passos, na noite de ontem.