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A maioria dos brasileiros reprova o governo Bolsonaro. É o que mostra a pesquisa Indicadores de Questões Nacionais (IQN) do Ibespe. Os dados revelam que 40,7% dos entrevistados reprovam o governo, enquanto aqueles que aprovam são 28,8%.

 

Quanto a forma como a população avalia o governo do presidente Bolsonaro, o levantamento mostra que a maior parte, 31,1%, considera “péssimo”. A classificação do governo brasileiro é “regular” para 27,1% e “bom” para 15,8%. Entre quem avaliou como “ótimo” o índice foi de 13% e “ruim” 9,6%. Outros 3,4% não responderam ou não souberam.

 

Os pesquisadores também pediram que os entrevistados dessem nota de zero a 10 ao governo de Jair Bolsonaro. A maior parcela atribuiu nota zero (22,6%), enquanto a pontuação máxima, nota 10, somou 13%.

 

Nesse item a nota média atribuída ao governo Bolsonaro foi de 4,9, de acordo com o levantamento IQN do Ibespe.

 

O estudo foi realizado no período de 31 de julho de 2020. Foram realizadas 1.068 entrevistas, divididas proporcionalmente entre os 26 estados e o Distrito Federal, estratificadas de acordo com parâmetros adotados pelo TSE em relação ao sexo, faixas etárias e escolaridade.

 

A margem de erro amostral é de 3 pontos percentuais, para cima ou para baixo, considerando um Grau de Confiança de 95%.

Matéria: Bahia Notícias

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Oito pessoas morreram e pelo menos 23 ficaram feridas em um engavetamento entre 22 veículos por volta das 22h30 de domingo (2), na BR-277, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, no sentido litoral do Paraná.

A informação foi confirmada pelos bombeiros e pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). Sete vítimas morreram no local e uma delas morreu posteriormente, no Hospital Cajuru. A informação da morte da oitava vítima foi confirmada pelo IML. O órgão confirmou ainda que ao todo são 5 mulheres e três homens que morreram.

VEJA:

Como aconteceu o acidente

De acordo com a Ecovia, empresa concessionária que administra o trecho, o engavetamento aconteceu no km 77, perto da Avenida Rui Barbosa, em São José dos Pinhais.

De acordo com o Coronel Prestes, que participou do atendimento às vítimas, o acidente envolveu cinco motocicletas, 16 carros, sendo um da Polícia Militar, e um caminhão. Todos os feridos foram encaminhados para hospitais da região.

Ainda conforme os bombeiros, tudo começou com um primeiro acidente envolvendo alguns carros, sem gravidade.

O caminhão, conforme os socorristas, vinha atrás e tentou desviar dos veículos, mas acabou atropelando quatro ocupantes dos carros que estavam aguardando na lateral da pista. Depois disso, os outros veículos envolvidos também colidiram atrás, ainda conforme os bombeiros.

Focos de fumaça e neblina no trecho

Testemunhas disseram que havia uma queimada perto do local atrapalhando a visão de quem dirigia pela estrada. A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiro e também pela PRF, que também falou sobre a intensidade da neblina no trecho.

“Os focos de fogo à beira das rodovias, eles podem gerar esse tipo de situação em qualquer rodovia do estado do Paraná e do Brasil. Estamos em um período de estiagem, temos alertado veementemente isso todo dia para que a população nos ajude cuidando dessa situação. Nossos atendimentos de incêndio florestal aumentaram 78% em relação ao ano passado”, contou o coronel Prestes.

Ele disse que se não houver uma cooperação, podem acontecer outras tragédias nas rodovias.

Ainda de acordo com a PRF, a pista no sentido litoral chegou a ficar totalmente interditada por várias horas, mas, na manhã desta segunda (3), o trecho já tinha sido liberado. Com informações do G1

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O Senado aprovou em sessão virtual a Medida Provisória (MP) nº 946 do governo de Jair Bolsonaro (ex-PSL) que extingue o Fundo do Programa de Integração Social e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) e transfere os recursos para o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Como houve mudanças no texto da MP, que havia sido aprovado pela Câmara no mesmo dia, quinta-feira (30), a proposta precisa voltar para ser votada pelos deputados até o próximo dia 4 de agosto (terça-feira), para não perder a validade.

Com a extinção do fundo do abono salarial do PIS/PASEP o trabalhador inscrito nos programas terá direito ao saque do valor total do seu saldo até 1º de junho de 2025. Após este período o dinheiro irá para os cofres da União, que decidirá qual o destino do recurso.

O valor total do PIS/PASEP na conta de 12 milhões de trabalhadores era de R$ 21 bilhões até 2019, ano em que o saque passou a ser feito a qualquer momento, seja pelo titular ou pelos herdeiros (no caso de falecimento). Ainda assim, milhões de trabalhadores não buscaram o dinheiro. Por isso, o governo decidiu dar um prazo de mais cinco anos para o saque. Depois de 2025, o valor será considerado como abandono de patrimônio.

Agora com a transferência do dinheiro do fundo do abono para o FGTS, o trabalhador que pedir o saque do Fundo de Garantia também poderá resgatar o valor da sua conta individual do PIS/PASEP. Para sacar o dinheiro do PIS basta ir até uma agência da Caixa Econômica Federal (CEF) e o do PASEP no  Banco do Brasil (BB), em ambos tem de levar documento oficial com foto.

Tem direito ao saque o trabalhador que teve carteira assinada de 1971 a 1988, já que em 1989 acabaram as contas individuais, e o dinheiro passou a financiar o seguro-desemprego, o abono anual e outros investimentos sociais.

Abono salarial do PIS/PASEP continua a ser pago

A extinção do fundo do PIS/PASEP não alterou o pagamento do abono salarial.  O calendário de pagamento teve início no dia 16 deste mês para quem nasceu em agosto e vai até julho do ano que vem quando será pago para quem nasceu em maio.

Continua a ter direito ao abono o trabalhador cadastrado há pelo menos cinco anos no programa, e que tenha recebido até dois salários mínimos (R$ 2.090,00), num empego formal no mínimo 30 dias do ano anterior ao saque.

O valor de até um salário mínimo (R$ 1.045,00) será proporcional aos meses do ano que ele tenha trabalhado. Com informações do Cut.org.br

 

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A partir desta segunda-feira (3), a gasolina vendida no Brasil deverá seguir novas especificações. Com as novidades, especialistas afirmam que o combustível ganhou em qualidade, e está mais próximo do padrão europeu, ainda que isso possa pesar mais no bolso na hora de abastecer.

As mudanças valem para a gasolina do tipo C (comum) e premium, aquela indicada pelas fabricantes de carros esportivos. A Petrobras, responsável pela produção de cerca de 90% da gasolina vendida no Brasil, diz que já segue os novos parâmetros, inclusive no padrão que só entrará em vigor em 2022.

1. O que mudou na gasolina?

Há 3 novidades nos parâmetros da gasolina. Um deles é a exigência de uma massa específica mínima.

A massa específica, ou densidade, é a quantidade de uma substância em um determinado volume. Para a gasolina, o padrão mínimo é 715 kg/m³. Isso significa que cada litro de gasolina deve pesar, no mínimo, 715 gramas. Antes, não havia um indicador.

De acordo com Everton Lopes, mentor de tecnologia em energia da SAE Brasil (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade),”Quando a massa específica é muito baixa, há menor conteúdo energético por litro, então o consumo aumenta”.

A segunda novidade é a mudança no método de contagem da octanagem da gasolina.

A octanagem é o nível de resistência da gasolina a compressão no motor. Quando a mistura de gasolina com ar entra na câmara de combustão, o pistão faz um movimento de compressão, até que a vela solta uma faísca que promove a explosão.

“Tínhamos um padrão parecido com o dos EUA. Medíamos o IAD (índice antidetonante), que é a média entre MON e RON”, disse Alex Rodrigues Medeiros, especialista em regulação da ANP.

O IAD exigido para a gasolina brasileira era de 87 octanos. Agora, segundo as novas regras, a gasolina deve ter 92 octanos, de acordo com a metodologia RON. A partir de 2022, o RON exigido sobe mais um pouco, chegando a 93 octanos.

O padrão RON é mais usado na Europa, mais adequado para motores modernos.Por fim, a ANP também introduziu a temperatura mínima de 77 °C para a destilação de 50% da gasolina. Antes, havia apenas um teto para a destilação, de 80 °C.

“A destilação garante a boa dirigibilidade, que o combustível vai ser volátil o suficiente na partida a frio para fazer a combustão”, disse Medeiros.

2. Como sei se estou abastecendo com a nova gasolina?

“Hoje, há a resolução que diz que o consumidor pode pedir ensaios de qualidade aos postos. Um deles é o de massa específica. Se, por acaso ele pedir, pode ver se está acima de 715 kg/m³”, disse Alex Medeiros, da ANP.

Com o teste, o consumidor pode ver se um dos critérios está sendo atendido.

A Petrobras, porém, afirma que já entrega o novo combustível nos postos do país. A empresa é responsável por cerca de 90% da produção de gasolina no Brasil.

“Essa gasolina já está sendo disponibilizada há muitos meses. Desde o início do ano a Petrobras já vem adequando suas refinarias e distribuidoras”, disse Rogério Gonçalves, especialista em novos produtos da Petrobras.

A companhia afirmou inclusive que já atende ao requisito de 93 octanos no padrão RON, que só vai entrar em vigor em 2022.

3. Meu carro vai ficar mais econômico?

“No consumo, todos vão sentir, em maior ou menor proporção”, disse Gonçalves, da Petrobras.

No entanto, o índice de economia de combustível não é consenso entre os especialistas, e varia de 3% a 6%.

O novo padrão da gasolina brasileira deixa os carros mais econômicos porque otimiza a queima do combustível. “Devemos observar uma menor ocorrência de batida de pino ou ignição precoce”, disse Medeiros.

“Antes, existiam gasolinas leves, voláteis. Quando adicionava o etanol, se tinha um produto com pouca energia, com poucas substâncias que proporcionam a energia necessária no motor”. Nesse caso, era necessário mais combustível para que o carro funcionasse bem.

4. Vou gastar mais para abastecer o carro?

Sim. No fim de junho, a diretora de refino e gás natural da Petrobras, Anelise Lara, disse que o litro da gasolina teria uma tendência a ficar mais caro com as novas especificações do derivado.

No entanto, a empresa não disse qual deve ser a diferença nos preços. Nesse caso, também é preciso considerar que a Petrobras já está fornecendo a nova gasolina para as distribuidoras.

No fim das contas, apesar de o motorista pagar mais pelo combustível, o veículo rodará mais quilômetros com um litro de gasolina.

Em nota, a Petrobras disse que “o ganho de rendimento de 5%, em média, proporcionado pela nova gasolina compensará uma eventual diferença no preço da gasolina”, e que “o preço do combustível é definido pela cotação no mercado internacional e outras variáveis”.

A petroleira também afirmou que “é responsável por apenas 30% do preço final da gasolina nos postos”.

5. Carros mais antigos também serão beneficiados?

Sim. Apesar de a nova gasolina ter sido pensada para motores modernos, que contam com injeção direta, por exemplo, os propulsores mais antigos também serão beneficiados com o combustível de melhor qualidade.

“Fizemos testes com veículos com injeção direta e injeção multiponto. No consumo, todos vão sentir, em maior ou menor proporção”, disse o engenheiro da Petrobras.

6. Vai ficar mais difícil adulterar a gasolina?

De acordo com os especialistas, sim.

“A nova especificação dificulta a adulteração. Normalmente, são colocados solventes leves, com baixa massa específica. Agora, como há um padrão mínimo, você evita que esses produtos leves sejam colocados”, disse Medeiros.

O especialista da ANP ainda afirma que, conforme os solventes ficam mais densos, o preço também sobe, tornando a adulteração menos rentável.

A própria ANP afirma que menos de 2% das amostras que coleta são de combustíveis adulterados. Nesses casos, a maior parte das irregularidades está na quantidade de etanol, com 57%.

Além disso, a fiscalização ficará mais fácil. “Com o parâmetro de massa específica, a ANP consegue aferir a densidade no próprio posto”, conclui Medeiros.

7. Até quando os postos poderão vender a “velha” gasolina?

Segundo a resolução da ANP, a gasolina com as antigas especificações ainda pode ser entregue nas distribuidoras até 3 de outubro, e nos postos até 3 de novembro.

Ainda assim, a Petrobras afirma já estar produzindo e entregando a nova gasolina.

8. Haverá mudanças na porcentagem de etanol?

Não. A proporção de etanol anidro (sem água) na gasolina seguirá sem alterações, em 27% na gasolina C (comum e aditivada).

9. Como fica a gasolina premium?

A gasolina comum ainda ficará abaixo do combustível premium, que passará de 91 octanos, no padrão RON, para 97. Esse tipo de combustível especial, além de ser mais caro, normalmente é recomendado pelas fabricantes de carros esportivos, que desenvolvem seus motores para essa octanagem mais alta.

Além do maior número de octanos, a gasolina premium também possui menor índice de etanol anidro de 25%.

A gasolina aditivada, como o nome já diz, um combustível comum, acrescido de aditivos, seguirá o mesmo padrão de mudanças da gasolina do tipo C.

FONTE: G1.com

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Após definir as datas do próximo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Ministério da Educação instituiu que os candidatos deverão usar máscaras desde a entrada nos locais de prova até a saída. A medida vale tanto na prova impressa quanto na digital

 

A regra foi instituída em uma retificação do edital do Enem 2020, publicada nesta sexta-feira (31). O documento indica que os participantes poderão levar máscara reserva para fazer a troca durante a aplicação, uma vez que o exame costuma durar mais de cinco horas.

Segundo informações do G1, o único momento em que a retirada do equipamento é permitida é na identificação do estudante. As exceções, quando o uso de máscara é dispensado, são para pessoas com autismo, deficiência intelectual, deficiências sonoras ou outras deficiências que impeçam o uso adequado da máscara.

Como já anunciado anteriormente, as provas impressas do Enem serão nos dias 17 e 24 de janeiro. Já as provas digitais serão em 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Os resultados serão publicados a partir de 29 de março.

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É falsa a informação divulgada por uma deputada federal por São Paulo de que o Governo Federal teria repassado R$ 831 milhões para o Governo do Estado da Bahia investir na luta contra a pandemia do novo coronavírus.

Conforme os dados da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz-BA), foram repassados ao governo baiano apenas R$ 400,6 milhões, na forma de recursos emergenciais vinculados ao enfrentamento da crise sanitária. Do total de R$ 958,2 milhões destinados até agora ao combate aos efeitos do coronavírus pelo Estado da Bahia, R$ 557,6 milhões foram provenientes de recursos próprios do Governo do Estado.

Portanto, os recursos extraordinários do Governo Federal para a Bahia equivalem a menos da metade do valor divulgado pela deputada nas redes sociais e pelo aplicativo WhatsApp de forma massiva nesta quarta-feira (29).

É importante ressaltar que esses investimentos só foram viabilizados a partir de iniciativa parlamentar, no âmbito do Congresso Nacional.

Foto: Mateus Pereira/GOVBA

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O Banco Central informou nesta quarta-feira (29) que o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou o lançamento da cédula de R$ 200, que terá como personagem o lobo-guará.

De acordo com a instituição, a nova cédula deverá entrar em circulação no final de agosto, e a previsão é que sejam impressas 450 milhões de cédulas de R$ 200 em 2020.

É a primeira vez em 18 anos que o real ganha uma cédula de novo valor. O anúncio do lançamento da nova nota provocou vários memes nas redes sociais.

A diretora de Administração do Banco Central, Carolina de Assis Barros, afirmou que a nova cédula ainda está em fase final de testes de impressão e que a “boa prática internacional” recomenda que não sejam revelados os elementos da cédula até estar pronta.

Por isso, afirmou, não foi divulgada imagem da nova nota de R$ 200 – o que será feito no final de agosto. Atualmente, há seis tipos de cédulas em circulação: R$ 2, R$ 5, R$ 10, R$ 20, R$ 50 e R$ 100.

Carolina Barros afirmou que a instituição está atenta à demanda da população por mais meio circulante. “Se [a demanda] existe, a gente precisa atender. A gente não sabe por quanto tempo essa demanda adicional por dinheiro vai durar”, declarou.

Segundo ela, em momentos de incerteza, como atualmente, durante a pandemia de coronavírus, as pessoas tendem a fazer saques e acumular dinheiro. “Isso não é um fenômeno do nosso país, e isso gerou um aumento expressivo de demanda nas casas impressoras”, declarou.

De acordo com a diretora, o Conselho Monetário Nacional autorizou nesta quarta-feira (29) o valor de R$ 113,4 milhões para impressão de 450 milhões de cédulas de R$ 200 e 170 mihões de cédulas de R$ 100.

A diretora do BC afirmou que a impressão de novas cédulas não tem relação com inflação. “Temos um sistema de metas. No momento, a inflação é baixa, estável, e controlada”, disse.

De acordo com Carolina Barros, o Banco Central fez uma pesquisa em 2001 e selecionou para as cédulas uma lista de imagens de animais ameaçados de extinção.

“Como nas demais cédulas, tem elementos de segurança robustos e capazes de proteger de falsificação. Quanto maior o valor, maior é a preocupação”, declarou a diretora.

Fonte: G1.com

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Em entrevista ao canal CNN, o secretário de vigilância em saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros, afirmou que o governo já encomendou 100 milhões de unidades da vacina experimental para a Covid-19 da AstraZeneca, desenvolvida na Universidade de Oxford, no Reino Unido.

Segundo Medeiros, o Brasil deve receber um primeiro lote, de 15 milhões de vacinas, em dezembro e, caso os testes e estudos sobre a eficácia do medicamento sejam aprovados até lá, a aplicação da imunização deverá ser iniciada. A vacina está na terceira e última fase de testes.

“Fechamos acordo para o envio de 100 milhões de doses da vacina em três lotes. O primeiro lote deve chegar na primeira quinzena de dezembro, com 15,2 milhões de doses, e o segundo chega entre dezembro em janeiro. Muito em breve, se tudo der certo, nós teremos a vacina em dezembro com a ajuda de Deus e o esforço e trabalho de toda a comunidade científica”, explicou.

O secretário lembrou do acordo feito entre o governo brasileiro e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com a Universidade de Oxford e a AstraZeneca, que garante ao Brasil a transferência da tecnologia do medicamento, que poderá ser produzido no laboratório de Bio Manguinhos, da Fiocruz. “Nessa encomenda com a Oxford e a AstraZeneca, o governo brasileiro assumiu compromisso de transferência de tecnologia para termos autonomia de produção da vacina, que será produzida no (laboratório) Biomanguinhos.”

De acordo com o secretário, os primeiros grupos a receberem a vacina serão os idosos, pessoas com comorbidades e profissionais da saúde da linha de frente no combate à pandemia. Fonte:OTempo.com

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O secretário de vigilância em saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros, afirmou, nesta terça-feira (28/7), que já estão encomedadas pelo governo 100 milhões de doses da vacina contra a covid-19 da Universidade de Oxford. A informação foi dada em entrevista à CNN Brasil.

O imunizante está na terceira fase de testes em vários países, inclusive no Brasil. De acordo com o secretário, se os resultados dos teste forem positivos, 15 milhões de vacinas já chegarão no país em dezembro deste ano.

Ainda segundo ele, o Brasil receberá mais 15 milhões de doses em janeiro e outras 70 milhões a partir de março.
O acordo firmado entre o Brasil e o Reino Unido, a Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, terá acesso a tecnologia para produzir a vacina em território nacional.
Os testes da vacina no Brasil começaram no fim do mês de junho.
Cerca de 5 mil voluntários participarão dos testes.
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O Senado pretende retomar as sessões presenciais na segunda quinzena de agosto e, para evitar a contaminação dos parlamentares pelo novo coronavírus, os senadores poderão votar de dentro do carro, por meio de um sistema instalado em uma das entradas do Congresso.

O voto no modelo “drive-thru” faz parte de um conjunto de medidas que a Secretaria-Geral do Senado implementou para possibilitar as votações de caráter secreto.

Entre essas votações, estão indicações do governo para embaixadas do Brasil no exterior; conselhos da Justiça e do Ministério Público; cargos de direção no Banco Central; e em agências reguladoras.

Por questões de sigilo e segurança, esse tipo de votação não pode ser realizada pelo sistema de videoconferência, adotado pelo Senado durante a pandemia. Por isso, os senadores deverão se dirigir à Casa.

Pelo menos 13 votações de autoridades estão na fila e aguardam análise dos parlamentares, segundo o secretário-geral do Senado, Luiz Fernando Bandeira. Cinco já passaram por sabatinas nas comissões.

Grupos de risco

O voto “drive-thru” foi pensado para viabilizar, prioritariamente, a participação de senadores que integram os grupos de risco da Covid-19, compostos por pessoas mais vulneráveis à doença.

Idosos, diabéticos, hipertensos, portadores de cardiopatias e de problemas respiratórios crônicos fazem parte dos segmentos considerados de risco. Ao menos 27 dos 81 senadores estão em conjuntos de pessoas com maior vulnerabilidade.

Os congressistas que não integram esses grupos serão orientados a utilizar o plenário ou outros pontos de votação, para que não haja um engarrafamento no “drive-thru”. Mas, segundo Bandeira, se desejarem votar de dentro do carro, não serão impedidos.

Outras medidas

Para evitar a disseminação do coronavírus, o Senado também vai disponibilizar estações de votação secreta em outras dependências da Casa.

Serão, ao todo, sete totens de votação:

  • três na entrada do Congresso popularmente conhecida como chapelaria;
  • quatro espalhados no prédio principal do Senado.

As estações, de acordo com o secretário-geral, dispõem de mecanismos que garantem a segurança do voto dos parlamentares.

A adoção do sistema, afirma Bandeira, não gera custos ao Senado, uma vez que são aproveitados equipamentos já utilizados na Casa.

As únicas despesas decorrem da aquisição de 120 metros de cabos para a integração do sistema.

Os totens também serão usados para as votações secretas nas comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e Relações Exteriores (CRE), entre outros colegiados.

Na hora do voto, telas vão exibir as imagens dos indicados para que os senadores saibam qual pessoa está sendo analisada.

Senadores que contraíram o vírus

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e, pelo menos, outros oito senadores já foram contaminados pelo novo coronavírus.

São eles: Nelsinho Trad (PSD-MS), Mara Gabrilli (PSDB-SP), Sergio Petecão (PSD-AC), Rogério Carvalho (PT-SE), Marcos do Val (Podemos-ES), Leila Barros (PSB-DF), Jayme Campos (DEM-MT), Carlos Fávaro (PSD-MT). O suplente de Cid Gomes (PDT-CE) Prisco Bezerra (PDT-CE) também contraiu o vírus.

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil tem 2.442.375 casos de Covid-19 registrados e 87.618 pessoas infectadas morreram.

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