Novo Paraiso
Camara de Vereadores - Eleições
CORTINA E CIA COLCHÕES
VickPark 1

Uma publicação nas redes sociais da página ‘Passando a régua’ tem chamado a atenção dos internautas que acessam o Facebook, alunos de uma escola municipal fizeram uma linda homenagem a professora no momento da lista de chamada.

Veja: 

https://fb.watch/hcN1UT7uYn/?mibextid=v7YzmG

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O jogo foi nervoso, mas deu Brasil! Nesta quinta-feira (24), a Seleção Canarinho venceu a Sérvia por 2 a 0 na estreia da Copa do Mundo. O show foi de Richarlison, que marcou os dois gols, sendo o segundo um golaço de voleio.

 

O Brasil dominou o jogo, mas teve algumas dificuldades diante da forte marcação sérvia. Após um primeiro tempo zerado, a equipe de Tite voltou com tudo na segunda etapa e fez o placar da vitória.

Fica a preocupação com Neymar, que sentiu saindo dores no tornozelo e chorando. A Seleção Brasileira ainda não se pronunciou sobre a situação do craque.

 

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Erasmo Carlos morreu nesta terça-feira (22/11). O cantor e compositor havia sido internado hoje de manhã no Hospital Barra Dór, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, às pressas.

Erasmo havia recebido alta no início do mês após ficar internado por nove dias no hospital, com um quadro de edema.

O músico  tinha 81 anos e vinha há alguns meses tratando uma síndrome edemigênica, doença que ocorre quando há um desequilíbrio bioquímico, dificultando a manutenção dos líquidos dentro dos vasos sanguíneos. Geralmente é causada por doenças cardíacas, renais ou dos próprios vasos.

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O Brasil está na final do Mundial de Vôlei feminino. Nesta quinta-feira (13), a seleção comandada por José Roberto Guimarães bateu a Itália por 3 sets a 1, na semifinal, e garantiu vaga na decisão. As parciais foram de 25/23, 22/25, 26/24 e 25/19.

O jogo pelo título será contra a Sérvia, que venceu os Estados Unidos na semifinal, também por 3 sets a 1. O evento acontece no próximo sábado (15), às 15h, em Apeldoorn, na Holanda.

A disputa da medalha de bronze, entre Estados Unidos e Itália, ocorre no mesmo dia e local, às 11h.

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Em suas andanças por Vitória da Conquista, o repórter João Melo conversou com dona Edite, ela reclama que  está sem atendimento odontológico no posto de saúde do bairro Guarani há cerca de três anos, por falta de profissionais de saúde que atendam a população. João Melo conversou também com moradores da Vila Serrana que reclamam da falta de médicos nas unidades de saúde do local.

Ouça a reportagem:

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A CBF anunciou nesta quarta-feira o calendário de competições para 2023. A principal mudança é nas finais da Copa do Brasil, que serão aos domingos e não mais às quartas-feiras. Os jogos serão nos dias 17 e 24 de setembro.

O Campeonato Brasileiro começa no dia 15 de abril e termina no dia 3 de dezembro, um domingo. A CBF promete que não haverá jogos de competições de clubes nas datas Fifa – períodos em que as seleções se reúnem e a liberação de jogadores convocados é obrigatória.

Os campeonatos estaduais continuam a ter 16 datas, como nos últimos anos. Eles começam em 15 de janeiro e serão as primeiras competições da temporada 2023. A Supercopa do Brasil será disputada em jogo único no dia 28 de janeiro.

O calendário específico para a Copa do Nordeste a a Copa Verde será divulgado pela CBF até o dia 17 de outubro.

Confira as datas:

  • Campeonatos estaduais: 15 de janeiro a 9 de abril
  • Copa do Brasil: 22 de fevereiro a 24 de setembro
  • Supercopa do Brasil: 28 de janeiro
  • Campeonato Brasileiro – Série A: 15 de abril a 3 de dezembro
  • Série B: 15 de abril a 25 de novembro
  • Série C: 22 de abril a 12 de novembro
  • Série D: 30 de abril a 29 de outubro

 

Competições internacionais

  • Recopa Sul-Americana: 8 e 15 de fevereiro
  • Copa Libertadores: 8 de fevereiro a 11 de novembro
  • Copa Sul-Americana: 8 de março a 28 de outubro
  • Mundial de Clubes: a definir

Fonte: Globo.com

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A Bahia foi o estado brasileiro que registrou a maior quantidade de mortes violentas no primeiro semestre de 2022, conforme mostra o índice nacional de homicídios criado pelog1, com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (25).

Em números absolutos, o estado contabilizou 2.630 mortes violentas (homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte) entre janeiro e junho deste ano. Destas, 2.557 foram enquadradas como homicídio doloso, 43 como latrocínio e 30 como lesão corporal seguida de morte.

O mês mais violento de 2022, conforme o Monitor da Violência, foi março, com 498 crimes, seguido do mês de maio, que contabilizou 461 mortes violentas.

O estado que teve a segunda maior quantidade de mortes violentas em 2022 foi Pernambuco, com 1.854 casos. São Paulo, com 1.592 casos. Em seguida vieram São Paulo (1.592) e Rio de Janeiro (1.515).

No primeiro semestre de 2021, a Bahia também registrou maior quantidade de mortes violentas, com 2.931 casos. Em comparação com os dados do mesmo período no ano passado, o estado teve queda de 10,26%, com 301 mortes violentas a menos.

O Nordeste com 9.160 mortes no primeiro semestre de 2022, teve uma queda de 4,7% em comparação ao mesmo período de 2021, quando registrou 9.609. Entre janeiro e junho deste ano, a Bahia foi responsável por 28,71% dos casos na região.

Os dados apontam que:

  • Houve 2.630 assassinatos no primeiro semestre de 2022, o que significa 301 mortes a menos que no mesmo período de 2021;
  • Queda em um ano foi de 10,26%;
  • Mês mais violento foi o de março, com 498 crimes. G1

 

Veja quantidade de mortes violentas na Bahia neste ano

Crimes JAN/22 FEV/22 MAR/22 ABR/22 MAI/22 JUN/22
Feminicídio 10 7 3 8 8 6
Homicídio doloso 388 404 484 419 444 376
Lesão corporal seguida de morte 5 4 5 5 4 7
Latrocínio 4 8 6 8 5 12
Total de mortes 407 423 498 440 461 401
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Atual presidente da Câmara de Salvador, Geraldo Jr. (MDB) foi reeleito para o biênio 2023/2024, que se inicia apenas no próximo ano. A eleição foi decidida na tarde desta terça-feira (29) em uma convocação publicada no Diário Oficial do Legislativo divulgado pela manhã. A Lei Orgânica do Município e o Regimento da Câmara vetavam a recondução do presidente em uma mesma legislatura desde a gestão de Paulo Câmara (PSDB), porém Geraldo Jr. modificou ambos os textos para garantir a possibilidade de reeleição.

 

A sessão teve manifestações contrárias à forma como o processo foi conduzido. O vereador Cláudio Tinoco (UB) indicou que não era favorável à votação por aclamação – por se tratar de chapa única, essa era uma alternativa possível – o que inviabilizou um processo sem o uso da urna. Com 35 votos, Geraldo Jr. foi reeleito como presidente da Câmara de Salvador. No total, 39 dos 43 vereadores participaram da eleição. Não estavam presentes as vereadoras Ireuda Silva (Republicanos), Maria Marighella (PT), Roberta Caires (Patriota) e o vereador Isnard Araújo (PL).

 

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Durante a Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC), realizada na manhã desta sexta-feira, 25, o vereador Adinilson Pereira (MDB) iniciou a fala prestando contas da atuação do seu mandato nas zonas Urbana e Rural de Vitória da Conquista.
Dentre as ações da semana, o edil falou sobre o encaminhamento de máquinas para o bairro Lagoa das Flores, realizado em conjunto com a prefeita Sheila Lemos (DEM) e com o secretário de Agricultura, Luís Paulo. Além disso, pautou o patrolamento e cascalhamento feito no Distrito de José Gonçalves, no Povoado de Xavier.
“Tivemos também uma reunião no Povoado São Domingos, onde a comunidade nos recebeu com muita alegria. Já temos documentos encaminhados à Secretaria de Agricultura”. De acordo com o vereador, ao conversar com o secretário Luís Paulo, ele cobrou melhorias para as estradas da região, visto que as crianças estão sem aula porque os ônibus não entram na localidade devido às péssimas condições da estrada. Ainda, falou sobre a falta de iluminação, agente de saúde, médicos, postos de saúde, dentre outras demandas da comunidade.
O vereador também comemorou a instalação de energia na rua dos Esportes, no distrito de José Gonçalves, e falou sobre uma visita à obra de pavimentação asfáltica que está sendo realizada na mesma localidade, além de cobranças do seu mandato para a pavimentação de todas as ruas do distrito de São Sebastião.
“Desde o nosso primeiro mandato fizemos diversas indicações para São Sebastião e hoje comemoramos a assinatura do contrato de pavimentação asfáltica entre a BR-116 e o distrito de São Sebastião, com emendas do deputado Zé Raimundo (PT) e Waldenor Pereira (PT)”, disse.
Por último, Adinilson falou sobre a emenda de R$ 400 mil, que será aplicada nas Malvinas. “Logo, as máquinas trabalharão para trazer benefícios de qualidade de vida para os moradores do São Sebastião”, finalizou.
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O fantasma da Terceira Guerra Mundial, aquele conflito que fez Albert Einstein imaginar que a Quarta seria travada com paus e pedras, volta a assombrar o Ocidente 30 anos após aquele que parecia seu exorcismo final.
Tudo cortesia do embate subjacente à guerra que se desenrola na Ucrânia: a disputa entre Moscou e o conglomerado Estados Unidos/Otan, centrada no desenho das fronteiras de segurança do Leste Europeu. O Kremlin vê a expansão a leste de estruturas ocidentais como inaceitável.
Nesta terça (1º), o ministro da Defesa russo, Serguei Choigu, colocou em termos claros acerca do que é o “casus belli” do ataque à Ucrânia. “A principal coisa para nós é proteger a Rússia da ameaça militar dos países ocidentais, que estão usando o povo ucraniano na luta contra o nosso país”, afirmou à agência RIA-Novosti.
Os coitados que de fato sofrem com a insegurança do Donbass, as supostas “armas nucleares que Kiev quer” e outros temas ficaram de lado.
Putin é um manipulador eficaz. No dia da declaração da guerra, quinta passada (24), ele sugeriu que usaria armas nucleares se o Ocidente se metesse em sua operação. No domingo, ante uma saraivada de sanções, decretou alerta máximo das forças estratégicas russas que havia exibido num exercício uma semana antes.
A lógica diz que ele está apenas ganhando manchetes, por assim dizer, enquanto apanha por todos os lados. E que fala grosso para seu próprio público, além de riscar no chão um limite se for em frente no recrudescimento dos ataques ao vizinho.
Com efeito, não faltam analistas especulando despreocupadamente se ele usaria na Ucrânia uma bomba atômica tática, de baixa potência (ou seja, igual à de Hiroshima ou à de Nagasaki). Lógica não tem sido boa conselheira nessa crise, mas isso parece demais.
Seja como for, o tema da Terceira Guerra Mundial passou a frequentar todas as entrevistas coletivas de autoridades do outro lado com uma desassombrada naturalidade.
Qualquer um que tenha crescido entre os anos 1950 e 1980 sabe o que é viver com a ideia da aniquilação nuclear, mesmo que o risco fosse exagerado muitas vezes em favor do embate ideológico. Mesmo a crise dos mísseis de Cuba (1962) poderia resultar na obliteração dos soviéticos, mas não dos americanos, muito mais fortes à época, por exemplo.
Desde o desmantelamento da União Soviética, em 1991, o fantasma contudo tirou férias. As bombas, não, ainda que o arsenal nuclear mundial tenha caído de 70 mil ogivas para cerca de 13 mil, 90% nas mãos de Moscou e de Washington. Diferentemente de líderes do Ocidente, contudo, Putin fala sobre o espectro sem nenhum pudor.
É o que tem a fazer, para garantir que a ajuda militar da Otan não se torne mais do que imagens de comboios com munição, para desespero da Ucrânia.
O país, aliás, tem pedido insistentemente a intervenção direta da aliança militar ocidental no conflito. Tem recebidos os devidos nãos, justamente pelo temor de uma confrontação imprevisível com a Rússia. Na segunda (28), requisitou a implantação de uma zona de exclusão aérea sobre o país.
Além da admissão clara de perda de controle sobre os céus sobre seu país, o governo de Volodimir Zelenski ainda jogou ele mesmo com a carta da escalada inevitável. “Hoje é a Ucrânia, amanhã será a Otan”, disse o chanceler Dmitro Kuleba.
Por ora, ajuda militar será isso, ajuda, e restrita. Mesmo a promessa europeia de enviar caças para Kiev parece algo delirante, exceto que pilotos poloneses decolem para fazer entrega in loco de modelos MiG-29 que ucranianos operam —e arrisquem a Terceira Guerra.
Numa cena correlata na Estônia, o secretário-geral da Otan e o premiê britânico estiveram na base militar multinacional comandada por forças de Londres na pequena ex-república soviética, cuja entrada na Otan com suas irmãs bálticas Lituânia e Letônia em 2004 é o maior calo geopolítico de Putin, então um jovem presidente em primeiro mandato ensaiando boas relações com o Ocidente.
Um tanque Challenger 2 britânico e blindados de combate CV90 estonianos enfeitavam a cena, mas as autoridades ficaram nos floreios acerca da resistência ucraniana e em como a Otan irá se defender sempre e unida. Questões sobre ações contra a Rússia eram respondidas com evasivas usuais: a aliança é defensiva, não queremos brigar com o russos.
Coube à anfitriã, a primeira-ministra Kaja Kallas, tratar de realismo. “Ainda que a Ucrânia perca temporariamente o controle sobre suas cidades, isso será algo difícil de manter [para Putin]”, afirmou.
Mas há provocações outras no ar. Sempre um ente à parte na estrutura da Otan, a autossuficiente França tem adotado uma retórica mais dura, com seu ministro das finanças falando que irá “destruir a economia russa” e lutar “uma guerra econômica total” contra Moscou.
Foi admoestado pelo ex-queridinho Dmitri Medvedev, que encantava americanos com seu jeitão de liberal quando fingiu ser presidente sob o premiê Putin de 2008 a 2012, e que hoje está encostado como número 2 do Conselho de Segurança do país. “Meçam as palavras, senhores! E não esqueçam que, na história humana, guerras econômicas costumam virar reais”, postou no Twitter.
Se o fantasma dava sinais de vida nas preliminares da guerra, fazendo as potências nucleares assinarem uma promessa de nunca atacarem com armas atômicas, agora ele está no “novo normal” de que Jens Soltenberg (Otan) fala dia sim, dia sim.

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