Um levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) relatou quais são os nomes mais comuns no país. De acordo com a pesquisa, os dez nomes mais comuns do país são, do menos comum, para o mais comum: Luiz, Lucas, Carlos, Pedro, Francisco, Antônio, João, Ana, José e Maria.
Dentre os três mais frequentes, o nome Ana representa 3,9 milhões de habitantes, José 5,1 milhões e Maria, nome mais comum do país, 12,2 milhões. Pela primeira vez o IBGE divulgou os sobrenomes mais comuns do país. Os mais populares, segundo o instituto, são Silva, que representa 16,7% do país, e Santos, que representa 10,5%.
As informações foram divulgadas por meio do site Nomes do Brasil, onde é possível consultar as tendências de nomes por décadas e pesquisar dados oficiais sobre qualquer nome ou sobrenome.
A Bahia segue na quarta posição em estado mais populoso do país. Os dados são da projeção de estimativa do IBGE, divulgada nesta quarta-feira (28) e que levam em conta o número da população até 1° de julho deste ano. De acordo com o instituto, o estado cresceu em torno de 5% em relação ao ano passado. Saiu de 14,1 milhões para 14,8 milhões de moradores.
A alta é maior que a alcançada pelo país. Em todo território nacional, a população saiu de 203 milhões no passado para aproximadamente 212,6 milhões em 2024. No quesito capital, Salvador continua na quinta posição, com 2,5 milhões moradores. A capital baiana teve crescimento de 6,24% em relação ao ano passado, quando registrou 2,4 milhões de habitantes.
Os estados mais populosos continuam sendo São Paulo [46 milhões]; Minas Gerais [21,3 milhões] e Rio de Janeiro [17,2 milhões. Já as capitais com maior número de moradores seguem com São Paulo (SP) [11,9 milhões]; Rio de Janeiro (RJ) 6,7 milhões; Brasília [incluindo cidades satélites, 2,9 milhões]; Fortaleza [quase 2,6 milhões] e Salvador [2,5 milhões].
O prazo para as inscrições do processo seletivo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com mais de 7,5 mil vagas temporárias em todo o país termina às 23h de quarta-feira (19).
As oportunidades são cargos de nível médio para duas funções diferentes:
Para o cargo de agente de pesquisas, é preciso ter ensino médio completo. Já para a função de supervisor de coleta também tem a exigência de ter carteira nacional de habilitação (CNH) no mínimo categoria B
Há reserva de vagas para pessoas pretas e pardas e pessoas com deficiência.
O IBGE abriu inscrições, nesta terça-feira (4), em dois processos seletivos. São oferecidas vagas para Agente de Pesquisas e Mapeamento (APM) e Supervisor/a de Coleta e Qualidade (SCQ), nos 26 estados do país e no Distrito Federal.
Na Bahia, há vagas em Salvador e outros 47 municípios. Na estado, estão abertas 443 vagas, sendo 392 para APM e 51 para SCQ. Na capital baiana, serão 183 vagas, sendo 159 para APM e 24 para SCQ.
Nacionalmente, são oferecidas 7.548 oportunidades, sendo 6.742 para APM, que exige o Ensino Médio completo, e 806 para SCQ, que, além do Ensino Médio, requer Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no mínimo categoria B. Há reserva de vagas para pessoas pretas e pardas e pessoas com deficiência.
As inscrições serão exclusivamente pela internet. É possível se inscrever desde 10h de hoje, 4 de julho, até 23h (horário de Brasília) do dia 19 de julho. O link para as inscrições é o do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), empresa organizadora da seleção. A taxa de inscrição será de R$ 42,20 para ambos os cargos.
A remuneração é de R$ 1.387,50 para APM e R$ 3.100,00 para SCQ, além de benefícios como auxílio-alimentação (de R$ 658,00), auxílio-transporte e auxílio-saúde. Nos dois casos, a previsão de duração do contrato é de até um ano, podendo ser prorrogado por mais dois anos, conforme inciso II do parágrafo único do art. 4º da Lei no 8.745/1993. A jornada de trabalho será de 40 (quarenta) horas semanais, sendo 8 (oito) horas diárias para ambos os cargos.
As seleções terão prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, que será realizada dia 17 de setembro. O resultado final está previsto para 23 de outubro.
Entre as atribuições de um/a SCQ estão organizar, planejar e executar atividades estabelecidas no cronograma de trabalho; gerenciar os trabalhos desenvolvidos nas agências de coleta; acompanhar o desenvolvimento da coleta dos dados das pesquisas e levantamentos, buscando a qualidade da informação; controlar a produção e a qualidade das atividades de coleta e levantamentos, entre outras.
Já as funções de um/a APM são visitar domicílios e estabelecimentos de qualquer natureza, em locais selecionados de acordo com o tema pesquisado, para a coleta de dados, visando à realização de pesquisas de natureza estatística, entre outras.
O Brasil tem 203.062.512 de habitantes, segundo o Censo Demográfico 2022, realizado mais de dez anos após a edição anterior da pesquisa. Os primeiros resultados foram divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Instituto de Geografia e Estatística (IBGE).
O número veio abaixo das projeções anteriores do órgão. Em 2021, o prognóstico apontava que país teria ao menos 213 milhões de habitantes. Em dezembro de 2022, já com dados prévios do levantamento, o IBGE revisou a estimativa para 207,7 milhões, ou 4,7 milhões de pessoas acima do cálculo final.
O que é o Censo? É uma pesquisa realizada pelo IBGE para fazer uma ampla coleta de dados sobre a população brasileira. Ela permite traçar um perfil socioeconômico do país, já que conta os habitantes do território nacional, identifica suas características e revela como vivem os brasileiros.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quarta-feira (28) o Censo Demográfico de 2022, revelando um aumento significativo na população de Vitória da Conquista. O município registrou um crescimento populacional que o coloca em destaque no cenário nacional.
Conquista registrou um aumento expressivo no número de habitantes e se mantém como uma das principais do estado. Com uma população de 370.868 habitantes em 2022, o município ocupa a terceira posição no ranking dos municípios mais populosos da Bahia. As primeiras posições continuam sendo ocupadas por Salvador, com 2.418.005 habitantes, e Feira de Santana, com 616.279 habitantes.
De acordo com os dados divulgados, a Bahia continua sendo o quarto estado mais populoso do país, mas apresentou um crescimento abaixo da média nacional. A população estimada atual da Bahia é de 14.136.417 pessoas, representando um aumento de apenas 0,9% em relação ao censo anterior realizado em 2010. Esse percentual coloca a Bahia como o terceiro estado com o menor crescimento populacional, ficando atrás apenas do Rio de Janeiro (0,03%) e Alagoas (0,02%).
No período de 12 anos entre os dois censos, a Bahia registrou um acréscimo de 119.511 novos habitantes, o que representa um aumento de 0,07% ao ano. Apesar do crescimento modesto, a Bahia continua liderando a região Nordeste desde a década de 1980, quando o censo teve início no país. Pernambuco ocupa a segunda posição, com 9.058.155 habitantes, enquanto Sergipe é o estado com menor população da região, contando com 2.209.558 pessoas.
O censo também revelou que a Bahia é composta principalmente por municípios de pequeno porte em termos populacionais. Aproximadamente 61,6% dos municípios baianos possuem até 20 mil habitantes. No entanto, existem duas cidades de grande porte na Bahia: Salvador e Feira de Santana, com mais de 500 mil habitantes cada uma.
Além disso, o censo apontou algumas mudanças nesse grupo de cidades mais populosas da Bahia. Juazeiro subiu da sexta para a quinta posição, com 235.816 habitantes, enquanto Lauro de Freitas também subiu de oitavo para sexto lugar, com 203.334 habitantes. Já Itabuna caiu da quinta para a sétima posição, com 186.708 habitantes, e Ilhéus passou de sétimo para oitavo município mais populoso do estado, com 178.703 habitantes.
Duas novidades no ranking dos municípios mais populosos da Bahia em 2022 foram Porto Seguro, que ocupou a nona posição com 167.955 habitantes, e Barreiras, na décima posição
A ministra do Planejamento, Simone Tebet, estava certa. Em audiência nesta semana realizada pelas comissões de Infraestrutura e Desenvolvimento Regional do Senado, ela afirmou que a inflação oficial ficaria abaixo da estimativa inicial. Na manhã desta sexta-feira (12), o IBGE divulgou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de abril, que foi de 0,61%.
Segundo o IBGE, o índice oficial que mede a inflação brasileira ficou 0,10% abaixo da taxa de 0,71% registrada em março. No ano, o IPCA acumula alta de 2,72% e, nos últimos 12 meses, de 4,18%, abaixo dos 4,65% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em abril de 2022 a variação havia sido de 1,06%.
Os produtos alimentícios registraram alta de 0,61% em abril, após queda de 0,07% em março, como mostrou o IBGE nesta sexta-feira. Nos produtos não alimentícios, foi registrada alta de 0,50%, desacelerando em relação ao resultado de 0,87% observado em março.
Na audiência da terça-feira (9) no Senado, a ministra Simone Tebet disse que sua previsão sobre a redução da inflação se baseava em previsões do mercado financeiro, e não em antecipação de informações reservadas. Realmente o mercado havia projetado no início desta semana a queda do IPCA, mas a redução não chegou a ser na medida que era aguardada pelos analistas de instituições financeiras.
O Boletim Focus do Banco Central, que concentra as estimativas de mais de 100 analistas de instituições do mercado, saiu na última segunda-feira (8) com previsão para o IPCA de 2023 cedendo de 6,05% para 6,02%, após cinco semanas de alta. O Focus antecipou a tendência de queda do indicador, entretanto, o mercado esperava um avanço de 0,54% na base mensal e de desaceleração a 4,10% na anual, e os números oficiais mostraram uma inflação mensal de 0,61% e 4,18% na anual.
Em relação aos índices regionais medidos pelo IPCA, todas as áreas tiveram alta em abril, como mostrou o IBGE. A maior variação foi na cidade de Campo Grande (0,89%), em função do aumento da energia elétrica residencial (6,11%), enquanto em Salvador esse índice ficou em 0,50% (em abril a variação da inflação havia sido de 0,44% na capital baiana). A menor variação foi registrada em Recife (0,16%), influenciada pelas quedas da gasolina e nos consertos de automóveis.
Já no cálculo da inflação acumulada nos últimos 12 meses, a cidade de Salvador desponta com o segundo maior índice entre as 16 capitais pesquisadas pelo IBGE (5,18%, abaixo apenas de São Paulo, com 5,18%). No ano de 2023, a capital baiana registra inflação de 2,87%, a quarta maior, atrás apenas de Vitória (3,03%), Goiânia (2,91%) e São Paulo (2,88%).
Para o cálculo do índice do mês, foram comparados os preços coletados no período de 30 de março a 28 de abril de 2023 (referência) com os preços vigentes no período de 1º de março a 29 de março de 2023 (base). O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 40 salários-mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília.
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) afirmou no início da noite desta quarta-feira (3) que dados da população levantados no Censo Demográfico 2022 serão divulgados “impreterivelmente” no dia 28 de junho.
O órgão também menciona que a etapa final de apuração do Censo, que envolve coletas pontuais, irá até 28 de maio. A confirmação das datas vem após uma série de atrasos na pesquisa e de um impasse sobre o período de divulgação.
Em uma nota publicada no dia 31 de março e atualizada posteriormente em seu site, o Ministério do Planejamento e Orçamento havia afirmado que o IBGE anunciaria os dados preliminares do Censo em 5 de maio. Ou seja, na próxima sexta-feira (5).
A questão é que o calendário do instituto não prevê a divulgação de pesquisas nesta semana. Consultada pela reportagem, a assessoria de imprensa do Planejamento indicou que caberia ao próprio IBGE confirmar a data de publicação do Censo.
O instituto está sob o guarda-chuva da pasta no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), depois de integrar a estrutura do Ministério da Economia na gestão de Jair Bolsonaro (PL).
Na terça (2), o presidente interino do IBGE, Cimar Azeredo, foi questionado sobre a data de divulgação do Censo em um seminário organizado pelo Instituto de Economia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Azeredo disse que “quarta-feira, sem falta, a gente vai estar dando essa data para vocês”.
A contagem do Censo começou no dia 1º de agosto de 2022. Inicialmente, o IBGE planejava encerrar essa etapa em três meses, até outubro.
O instituto, porém, enfrentou uma série de dificuldades para realizar os trabalhos. Na fase inicial da coleta, recenseadores reclamaram de atrasos em pagamentos e de valores recebidos abaixo do esperado. Isso gerou ameaças de greve e desistências de parte da categoria.
Não bastassem os problemas com os pagamentos, o IBGE também encontrou recusas de parte da população em responder aos questionários e até fake news sobre a pesquisa em meio à corrida eleitoral do ano passado.
Em 1º de março, oficialmente, o instituto anunciou o fim da coleta do Censo, após sete meses de trabalho. Desde então, o levantamento passa pela etapa de apuração, que representa uma espécie de pente-fino sobre os dados.
Além de checar a consistência das informações já apuradas, essa fase também prevê retornos pontuais de recenseadores a endereços onde a coleta não teve respostas. O IBGE já realizou força-tarefa para ampliar a cobertura em locais como condomínios de alta renda e favelas.
IBGE CITA RESTRIÇÃO DE VERBA COMO OBSTÁCULO
Azeredo reconheceu na terça que a escassez de recursos impactou o Censo em áreas como a de publicidade. Inicialmente, a diretoria do instituto não apontava esse fator como um dos principais obstáculos para o avanço da pesquisa.
“A falta de recursos, ela aconteceu. É importante que vocês saibam que 80% de todo o dinheiro do Censo é para pagar os recenseadores. Qualquer aumentozinho que você dá no recenseador, isso vai impactar de forma efetiva o orçamento”, disse o presidente interino.
“Foi pouco [o orçamento], a gente não tem dúvida disso. Afetou sobretudo a parte de publicidade. A gente recebeu R$ 60 milhões para fazer publicidade. Esse número é muito baixo. É uma gota no oceano”, acrescentou.
Além de citar a restrição orçamentária, Azeredo também associou os atrasos a uma “irresponsabilidade” de parte da população que não quis responder ao Censo. Ao tocar nesse ponto, ele citou os bairros de alta renda Itaim Bibi, em São Paulo, e Leblon, no Rio de Janeiro.
No Itaim Bibi, segundo Azeredo, 25% dos moradores não responderam ao Censo. “Não é só o governo dar o recurso. Não é só o IBGE fazer o trabalho dele. A sociedade tem de participar também”, avaliou.
O Censo costuma ser realizado a cada dez anos. A versão anterior foi realizada em 2010. A edição atual estava prevista para 2020, mas foi adiada pelas restrições da pandemia de Covid-19.
Em 2021, houve novo adiamento, mas dessa vez em razão do corte de verbas para o IBGE no governo Bolsonaro. Assim, a pesquisa ficou para 2022.
Especialistas já alertaram para o longo período de coleta do Censo, o que distanciou o término do trabalho da data de referência da pesquisa.
O IBGE, contudo, indicou que o uso de ferramentas tecnológicas ajudaria a mitigar os riscos de eventuais inconsistências.
“Hoje, a gente tem um Censo com muito mais acompanhamento. A gente consegue rastrear muito mais os problemas”, disse Azeredo na terça.
Prefeituras, especialmente em municípios de menor porte, também já sinalizaram preocupação com os resultados do Censo. O motivo é o risco de queda na população a partir dos dados da pesquisa.
Isso poderia gerar perda de recursos via FPM (Fundo de Participação dos Municípios), já que a contagem dos habitantes baliza os repasses para as prefeituras.
O IBGE divulga hoje (28) a prévia da população dos municípios com base nos dados coletados pelo Censo Demográfico 2022 até o dia 25 de dezembro, que mostra que o Brasil chegou a 207.750.291 habitantes este ano. Veja a lista completa aqui.
A divulgação tem como objetivo cumprir a lei que determina ao Instituto fornecer, anualmente, o cálculo da população de cada um dos 5.570 municípios do país para o Tribunal de Contas da União (TCU). Seguindo um modelo estatístico, o IBGE entrega um resultado prévio do ano de 2022 a partir dos 83,9% da população recenseada.
“Este modelo adotado foi bastante estudado e aprovado pela Comissão Consultiva do Censo 2022, que olhou detalhadamente o processo desenvolvido para fornecer ao TCU e à sociedade os melhores dados técnicos e reais possíveis”, afirma o diretor de Pesquisas do IBGE, Cimar Azeredo.
IBGE adotou modelo estatístico para gerar a prévia da população
O Instituto estudou propostas para cumprir as obrigações legais em relação à divulgação das populações municipais. Após análises, a equipe do IBGE concluiu que o melhor modelo é o que utiliza os dados do Censo 2022 nos municípios onde a coleta já havia terminado e uma combinação de dados coletados e estimativas para os demais municípios. “A missão do IBGE é retratar a realidade. Com a discussão das propostas, escolhemos a que chega o mais próximo possível da realidade populacional nos domicílios do país”, explica o coordenador técnico do Censo, Luciano Duarte.
As informações divulgadas foram entregues hoje (28) ao TCU para fins de cálculo de distribuição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), feita de acordo com o número de habitantes. A tabela com a prévia da população para cada município será publicada no Diário Oficial da União (D.O.U.). A nota metodológica e as estimativas das populações para os 5.570 municípios brasileiros e para as 27 unidades da federação podem ser consultadas aqui.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) inicia hoje (19) a devolução de R$ 2,82 milhões para os candidatos inscritos no concurso de seleção para trabalhar no próximo Censo. A pesquisa, que seria realizada neste ano, foi adiada para 2021 devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19).
Por isso, a seleção para contratar temporariamente 208.695 pessoas foi cancelada em março deste ano.
A devolução será feita por meio do aplicativo Carteira Digital BB, do Banco do Brasil, que pode ser baixado em celulares com sistema Android ou iOS. Não é necessário ser correntista do banco para usar o aplicativo e receber o dinheiro.
A escolha pelo aplicativo foi feita para evitar que as pessoas se desloquem até uma agência bancária e se formem aglomerações. Cerca de 100,7 mil candidatos pagaram as taxas, que variam de R$ 23,61 (para candidatos a recenseador) a R$ 35,80 (para agente censitário).
O Censo é feito, regularmente, a cada década, a fim de se conhecer, por meio de pesquisas no próprio domicílio, a realidade da população brasileira.
Agência Brasil.