GOVERNO DO ESTADO - EMBASA
AÇÕES BAHIA - PROJETOS INSTITUCIONAIS 0526 (2)
GOVERNO DO ESTADO - AÇÕES
AÇÕES BAHIA - PROJETOS INSTITUCIONAIS 0526 (1)

No afã de conseguir recursos para municípios onde tem base, na tentativa de se reeleger, o deputado baiano Lúcio Vieira Lima (MDB) tem lançado mão de uma estratégia para lá de inusitada. De acordo com a Veja, ele “ameaça” ministros que estão em busca da reeleição. Diz, de acordo com a publicação, que se o recursos não saírem, Geddel Vieira Lima irá gravar um vídeo diretamente da prisão para pedir votos para o político.

Geddel foi preso após a Polícia Federal encontrar R$ 51 milhões em malas em um apartamento em Salvador. Uma das “vítimas” de Lúcio foi o ex-ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, que disputará o governo do Pará.

Fonte: Metro 1

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CORTINA E CIA COLCHÕES

O Conselho de Ética da Câmara aprovou na tarde desta terça-feira 10, o parecer pela continuidade do processo por quebra de decoro parlamentar contra o deputado Lúcio Vieira Lima (MDB-BA). O colegiado terá agora 40 dias úteis para decidir se aprovará a cassação do mandato do emedebista, como pedem o PSOL e a Rede. Foram 12 votos favoráveis ao prosseguimento da representação e dois votos pelo arquivamento.

Vieira Lima terá agora 10 dias úteis para apresentar sua defesa por escrito. Houve uma mobilização em plenário para que Hiran Gonçalves (PP-RR) incluísse no seu parecer a investigação sobre os R$ 51 milhões encontrados em um bunker em Salvador, sob investigação da PGR, e que abrange seu irmão, o ex-ministro preso Geddel Vieira Lima (MDB). “Não podemos despachar essas malas”, discursou o deputado Sandro Alex (PSD-PR), que é relator do caso do deputado Celso Jacob (MDB-RJ).

Gonçalves havia apresentado um relatório a favor da continuidade do processo, mas sugeriu que a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) fosse excluída do processo disciplinar.

Em seu voto inicial, Gonçalves pediu que o escopo do processo se limitasse à investigação do desconto indevido de salários de servidores lotados em seu gabinete e o desvio de servidores para atuar em negócios particulares do parlamentar. “Os demais fatos deverão ser, se o caso for, objeto de novo procedimento, uma vez formada definitivamente a culpa do representado, após o curso de ação penal no Supremo Tribunal Federal”, dizia o parecer. O deputado Marcos Rogério (DEM-RO) apresentou um voto em separado incluindo a apuração do bunker de Salvador no processo. O parlamentar argumentou que o fato mancha a imagem do Parlamento e que a Casa precisa apurar o suposto recebimento de vantagens indevidas. “Penso que o conselho não pode negar jurisdição administrativa ao que é ponto central da representação”, disse Marcos Rogério.

O voto de Rogério ganhou o apoio da maioria do plenário e, sob pressão, o relator decidiu incorporar a sugestão ao relatório. Gonçalves disse que via nos colegas sinais de prejulgamento, criticou os que pregam a inocência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mas condenam Vieira Lima e lamentou que atualmente no País “a presunção de inocência está se quebrando”. “Salientando que aqui estamos utilizando dois pesos e duas medidas”, afirmou. Na sessão, o advogado Eduardo Ramos reconheceu que a foto pesa contra o parlamentar, mas alegou que ele pode ser cassado “pelo sobrenome”. “É uma foto ligada ao seu irmão”, argumentou o defensor.

Fonte: Estadão Conteúdo

CORTINA E CIA COLCHÕES
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“Agora que Herzem está arrumando a casa ficará melhor para que possamos buscar junto ao Governo Federal mais recursos”

O deputado federal Lúcio Quadros Vieira Lima (PMDB-BA) mantém sua agenda para atividades em Brasília e algumas cidades da Bahia, mas ainda não visitou a Prefeitura de Vitória da Conquista após o triunfo do emedebista Herzem Gusmão Pereira nas Eleições 2016.

Segundo o blog do Anderson, neste domingo (11), Lúcio Vieira Lima contou um pouco do seu atual momento político com muita expectativa que tudo seja resolvido, entre eles está a manutenção do seu mandato na Câmara dos Deputados. “Não estou de corpo presente, mas temos realizado muitas ações para Vitória da Conquista. Entre as demandas estão liberações de verbas no Ministério das Cidades para pavimentação, o andamento do Aeroporto de Vitória da Conquista, duas ambulâncias do SAMU, a Casa de Apoio à Mulher, liberação junto ao Governo Federal dos recursos que garantiram a instalação da UNACON do Hospital SAMUR, equipamentos e custeio para a saúde e muitos outros projetos em andamento, como o empenho de R$ 1,5 milhão para pavimentação que ocorrerá nesses próximos 20 dias”,comentou.

De acordo com Lúcio, “agora que Herzem está arrumando a casa ficará melhor para que possamos buscar junto ao Governo Federal mais recursos”. Quanto ao fato de a cada hora surgir uma nova pré-candidatura a deputado federal, Lúcio disse “é lógico, é natural que tenham muitos nomes , como sempre teve , tanto da situação como da oposição , uma cidade da importância e tamanho de Conquista , deve ter diversos representa, até porque o governo de Herzem é fruto de uma ampla coligação e todos partidos dessa coligação tem grandes nomes e o direito de apresentar seus candidatos , tanto a federal como a Estadual, assim como o MDB tem o direito de apresentar nosso nome como pré-candidato [a Legislação exige assim]) e terá o apoio indispensável do prefeito e amigo Herzem Gusmão”. “Logo em breve estaremos aí para ver de perto essa transformação que tem acontecido em Conquista. Sem dúvidas são mudanças necessárias para melhorar a vida do povo de Vitória da Conquista”, completou.

CORTINA E CIA COLCHÕES
Novo Paraiso

A despeito das rivalidades partidárias entre PMDB e PT, candidatos a deputado seguem fazendo acordos políticos estranhos, Bahia afora, como deve acontecer em Itambé, no Sudoeste baiano, onde o deputado federal Lúcio Vieira Lima fará dobradinha com o petista Rosemberg Pinto, seu arqui-rival.

A inusitada dobradinha tem o aval do prefeito Eduardo Gama (PMDB), que foi eleito com a ajuda providencial de Lúcio, mas que tem buscado apoio junto ao governo do estado, através Rosemberg.

Para quem não se recorda, Lúcio Vieira Lima e Rosemberg Pinto, que sempre viveram às turras, já são antigos parceiros nas eleições estaduais, como aconteceu em 2014 na cidade de Caatiba, também no Sudoeste, onde até o comitê era conjunto. Pelo visto, a velha parceria continua funcionando.

Fonte: Sudoete Hoje

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Marluce Quadros Vieira Lima, mãe do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), enviou manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) na qual afirma que o ex-assessor Job Ribeiro Brandão afirmou “inverdades” em seu depoimento à Polícia Federal.

Ela também diz que está à disposição para prestar esclarecimentos, “a fim de restabelecer a verdade”.

Ex-assessor do deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), irmão de Geddel, Job Brandão foi preso, em setembro, na operação da Polícia Federal que encontrou R$ 51 milhões em um apartamento, em Salvador, atribuído ao ex-ministro. Atualmente, Brandão está em prisão domiciliar com monitoramento eletrônico.

Em depoimento à Polícia Federal, ele afirmou que o ex-ministro e o deputado pediram a ele para destruir anotações, agendas e documentos que poderiam comprometer os dois peemedebistas.
Brandão se tornou alvo da PF porque os investigadores encontraram digitais dele no apartamento e em parte do dinheiro.

No depoimento, o ex-secretário parlamentar contou que, a pedido de Geddel, Lúcio e da mãe dos irmãos Vieira Lima, auxiliou na destruição de documentos. Segundo ele, esses documentos foram picotados e jogados em um vaso sanitário.

Brandão disse também que recebia dinheiro do ex-ministro para contar na casa da mãe de Geddel, que mora no mesmo prédio do peemedebista, em um condomínio de luxo de Salvador.

Ele afirmou aos investigadores que as quantias variavam de R$ 50 mil a R$ 100 mil e chegavam em pacotes de papel pardo. Às vezes, segundo o ex-assessor, as cédulas apareciam soltas ou envoltas em fitas.

O ex-secretário parlamentar afirmou ainda que não sabia de onde vinha o dinheiro, mas informou que contava e separava as notas para repassar a pessoas no apartamento da mãe de Geddel e Lúcio. Ele disse que chegou a contar dinheiro dentro do apartamento do deputado Lúcio Vieira Lima.

Segundo Brandão, o dinheiro ficava guardado em malas e caixas no closet do apartamento da mãe de Geddel e as caixas foram removidas, depois, para outro local, que ele desconhecia até a operação da PF que fez a apreensão histórica em setembro.

Brandão disse ainda que, de seu salário de R$ 11,8 mil, ficava somente com R$ 3,78 mil e devolvia R$ 8 mil por mês à família Vieira Lima. O dinheiro era sacado gradualmente durante o mês e entregue para mãe de Geddel e de Lúcio, e depois guardado no closet de Marluce, segundo o assessor.

Ele afirmou também que entregou parte de seu salário, várias vezes, em dinheiro vivo ao próprio deputado.

Fonte G1

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