Neste sábado (15), o governador Jerônimo Rodrigues (PT) que está na cidade de Rio de Contas, na Chapada Diamantina, participou da abertura do carnaval 2025 no interior da Bahia e anunciou a realização do Carnaval da Bahia 2025 por meio de uma série de ações e serviços.
Na oportunidade, o chefe do executivo estadual destacou que 4 milhões de turistas irão desembarcar no estado para curtir as festas de carnaval no interior.
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Durante o evento, o governador destacou ainda o caráter acolhedor e amigável dos baianos para com os turistas que se difere de outros lugares do país.
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Por último, Jerônimo Rodrigues falou sobre a grande estrutura que está sendo montada para que a folia aconteça da melhor maneira possível, bem como as obras de infraestrutura que estão sendo preparadas para a realização do evento.
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Luiz Caldas foi o anfitrião da festa em Rio de Contas, comemorando os 40 anos do Axé Musica.
E fez-se o som. E dele, os acordes. E com pés descalços, unhas pintadas e muito deboche, fez-se o Axé. E não haveria ninguém além de Luiz César Pereira Caldas, ou apenas Luiz Caldas, para conduzir pelos quatros cantos do Brasil, e pelo mundo, um ritmo genuinamente baiano. Nesta quinta-feira (19), o pai do Axé Music festeja 60 anos.
Com história, alegria, baianidade e deboche, o menino Luiz saído de Feira de Santana, cidade a 100 quilômetros de Salvador, celebra idade nova com mais de 50 anos de carreira no papel de um libertador de ritmos, uma espécie de revolucionário do Axé.
Na história da Bahia, a cidade de Feira de Santana tem o protagonismo de quem nasce fadado a revolucionar, a mudar. A histórica personagem Mária Quitéria, uma das heroínas baianas da luta pela Independência do Brasil na Bahia é a representação maior dessa máxima. Mas se coube a ela pegar em armas, coube a seu conterrâneo, Luiz Caldas, revolucionar por seus acordes.
Ao longo da carreira, Luiz contou diversas vezes que o surgimento da sua relação com a música veio muito cedo. Aos quatro anos, em Feira de Santana, ele costumava sentar na cozinha e assistia a mãe, Zuleika, em seus afazeres. Enquanto isso, eles ouviam música. Luiz diz que ficava paralisado enquanto ouvia aqueles sons que saía do rádio.
“Sem música, a vida seria um erro”, diz Luiz Caldas.
Erro que impediria o mundo de ter a genialidade de Luiz Caldas. Por isso mesmo, Luiz começou cedo, mas antes rodou pela Bahia. Em parte, por conta da transferência do pai, Durval Caldas, que era policial rodoviário, para Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia.
Foi na “Suíça baiana” que Luiz começou a observar o irmão Durval Ângelo após aulas de música. Mas cumprindo o destino de quem está veio para mudar, Luiz se tornou autodidata. Tirava “de ouvido” as músicas que ouvia na rádio e fez da rua a sua melhor escola musical.
Aos sete anos, veio a primeira apresentação e desde então, o menino de Feira de Santana ganhou o mundo. Luiz ainda viveu em São Paulo e no Rio de Janeiro, antes de voltar para a Bahia. A primeira apresentação de carnaval foi ainda em Vitória da Conquista, em 1975. Ele ainda passaria por Ipiaú, Ubaitaba e Itabuna, no sul baiano.
Foi anunciada, nesta terça-feira (20), a lista final de indicados ao Grammy Latino 2022 pela Recordin Academy. Entre os candidatos ao concorrido gramofone está o artista baiano Luiz Caldas com o álbum de forró “Remelexo Bom” na categoria Melhor Álbum de Raízes em Língua Portuguesa. Lançado em junho de 2021, o disco integra o projeto de lançamentos mensais que Luiz Caldas realiza desde 2013.
A cerimônia que irá revelar os vencedores do maior prêmio da Música Latino Americana será no dia 17 de novembro em Las Vegas. Este é o segundo ano consecutivo que Luiz Caldas é indicado ao Grammy Latino. No ano passado, foi o álbum “Sambadeiras” que mereceu a indicação, também na categoria Melhor Álbum de Raízes em Língua Portuguesa.
“Para mim, é uma coisa maravilhosa, uma sensação muito boa. Apesar de saber que, de uma certa forma, em termos de quantidade, eu tenha uma certa vantagem à frente dos meus colegas e concorrentes, afinal, eles gravam um disco por ano, ou mais, enquanto todo ano eu faço 12. Então, nesse cassino musical, eu aposto mais fichas que os outros. Mas isso tudo numa boa, qualquer um que vencer será super legal. Claro que quero ser o vencedor, mas se não for dessa vez novamente, ser indicado duas vezes consecutivas já é maravilhoso, um grande prêmio”, comemora ele.
Discípulo do amigo saudoso e para sempre mestre Luiz Gonzaga, Luiz Caldas preserva o forró na sua originalidade no álbum “Remelexo Bom”. Com a contribuição de quatro sanfoneiros de peso – Marquinhos Café, Jussiê do Acordeon, Daniel Novaes e Theus Oliveira -, e participação Carlinhos Brown numa das canções, o disco traz 10 faixas que compõem uma trilha sonora preciosa para quem busca fruir esse gênero musical saído das mãos de quem cultiva o forró nas suas fórmulas originais.
“O álbum é como um rio que molha a raiz do forró, deixando-a mais fértil e saudável. O que eu quero dizer é que eu estou usando fórmulas originais e antigas que sempre foram usadas no forró. É um disco com um instrumental cem por cento acústico, nada eletrônico, e eu trago um pouco da coisa jocosa nas letras”, comenta ele.
O álbum conta com a Co-produção de Nagib Barroso, parceiro de Luiz Caldas em vários projetos.
Tribuna On-line.

Foto: Rafael Martins
Com canções que vão do jazz ao rock, o mestre baiano Luiz Caldas se prepara para lançar, próximo dia 1º de novembro (domingo), o álbum instrumental Mínima – nome que faz referência à nota musical que representa uma pequena pausa –, 105º disco do seu projeto de lançamentos mensais de discos. A ocasião é especialíssima uma vez que o artista baiano conseguiu reunir um time de peso de 25 respeitados músicos para a gravação das 10 faixas do novo álbum, uma delas dedicada ao amigo e parceiro Carlinhos Brown, Mister Brown.
Basta citar alguns dos convidados, como o saxofonista respeitado mundialmente Léo Gandelman; o multi-instrumentista e cantor André Abujamra; o compositor, arranjador e baixista Luciano Calazans; o diretor musical e tecladista Yacoce Simões; o baixista e compositor Gigi Cerqueira – músico da banda de Ivete Sangalo –; o baterista e produtor musical Kuki Stolarski – do time de Zeca Baleiro –; o diretor musical, baterista e percussionista Tito Oliveira e seu filho Caio Oliveira (bateria), além de Márcio (percussão e bateria) e Victor Brasil (bateria), para se ter uma ideia de como o pai da Axé Music está bem acompanhado nessa nova empreitada musical.
“A emoção de gravar um disco instrumental é sempre muito especial, primeiro porque eu sou multi-instrumentista. E esse disco tem um sabor a mais porque é um disco de reencontro, sendo esse o nome da música, batizada por Cesinha, que eu toco junto com Léo Gandelman. Sou eu na guitarra, ele no sax, Fernando Nunes no baixo e Cesinha na bateria. Inclusive eu, Léo e Fernando já estivemos juntos lá atrás na gravação de uma canção da Axé Music no início da minha carreira, e Cesinha tocou comigo no Acordes Verdes, então realmente é um delicioso reencontro”, comenta ele.
Parceiro de palco no Trio Tapajós, também volta a dividir uma faixa (Alvos e Flechas) com Luiz Caldas o baixista Levi Pereira. Ainda estão no disco Diego Freitas (baterista), Kainã do Jêje e Cítnes Dias (percussão), Luã Almeida (teclados), Luciano PP (baixo), André Magalhães (teclados), Daniel Novaes (teclados, sax tenor, trompete e trombone), Léo Brasileiro (guitarra), Cleriston Cavalcanti (teclado), Lucas (bateria), Beto Martins (bateria).
Reunir esses músicos foi algo muito importante pra mim, porque são músicos muito bons, muitos deles diretores musicais de vários artistas, amigos de muito tempo. Já outros venho fazendo amizade por conta do projeto. Estou muito feliz porque esse projeto me mantém mentalmente e musicalmente alegre e saudável. Cada dia, venho somando novos parceiros para fazer o que a gente mais gosta: música!”
Ficha Técnica
Direção, Produção, Gravação, Arranjos,
Guitarras e Violão – Luiz Caldas
Produção Executiva – Alan Barboza
Mixagem e Masterização – Marcelo Machado
Assistente de Produção – Paulinho Caldas
Capa – Akauan Caldas e Violeta Campos
Participações Especiais:
Léo Gandelman – Sax
André Abujamra – Guitarras, Baixo, Percussão, Orquestra e Duduk
Léo Brasileiro – Guitarra
Claudinho Guimarães – Teclados
André Magalhães – Teclados
Yacoce Simões- Teclados
Luã Almeida – Teclados
Cleriston Cavalcanti – Teclados
Daniel Novaes- Teclados e Metais
Luciano PP – Baixo
Luciano Calazans- Baixo
Fernando Nunes – Baixo
Levi Pereira – Baixo
Gigi Cerqueira- baixo, programação
Cesinha – Bateria
Kuki Stolarski – Bateria
Beto Martins – Bateria
Victor Brasil – Bateria
Lucas – Bateria
Tito Oliveira – Bateria, percussão e Eletrônicos
Caio Oliveira- Bateria
Diego Freitas – Bateria
Marcio Brasil – Bateria e Percussão
Kainã do Jêje – Percussão
Cítnes Dias – Percussão
Gravado no estúdio M. A. Artes para o mês de novembro de 2020.
Dez canções e nove artistas em torno de um ritmo historicamente associado ao protesto social. É nesse clima de produção coletiva que Luiz Caldas lança o álbum de reggae Pó de Estrelas, o 104º do seu projeto de lançamentos mensais, nesta quinta-feira (1º), nas plataformas digitais e em seu site www.luizcaldas.com.br. As letras abordam a desigualdade social e o desrespeito ao próximo que nasce da intolerância diante das diferenças. ” As pessoas deveriam sacar que o que torna tudo bonito é exatamente o fato de nada nem ninguém ser igual um ao outro, a diversidade é o grande barato”, comenta Luiz.
Para cantar esse gênero musical que incita a mobilização em torno de justiça social, Luiz Caldas decidiu reunir diferentes vozes e talentos, num total de sete músicos, todos da cidade baiana de Vitória da Conquista, onde iniciou sua carreira. “É um disco em que retorno para onde comecei minha história com a música, revisitando músicos de lá, alguns parceiros antigos, como Nagib, outros mais novos e que tocam pra caramba”. São eles Daniel Novaes, Luciano PP, Arthur Fabiano, Koalla Ball, Cláudia Rizzo, Jorginho Nascimento. A faixa Vem do Tambor ainda traz a participação de Emissário Raell.
“Os arranjos foram assinados coletivamente, e um total de três estúdios foram envolvidos na gravação, o maior número desde que iniciei esse projeto. O resultado ficou muito legal e bem no clima de coletividade, que eu queria muito pra esse álbum de reggae”, comemora Luiz.
A capa do disco traz arte assinada por Bianca Lopes, que é resultado da colagem de pequenos recortes de fotos do artista. A montagem foi fotografada por Roberto Faria.
Ficha Técnica
Direção, Produção, Guitarras, Teclados e Voz- Luiz Caldas
Produção Executiva – Alan Barboza e Nagib
Arregimentação – Nagib
Mixagem e Masterização – Marcelo Machado
Trompete, Sax Tenor e Trombone – Daniel Novaes
Baixo – Luciano PP
Bateria – Arthur Fabiano
Percussão – Koalla Balla
Vocal – Cláudia Rizzo e Jorginho Nascimento
Foto – Roberto Faria
Arte da Capa – Bianca Lopes
Arranjos – Coletivo
*Part. Esp. Na música – Vem do Tambor –
Emissário Raell
Disco gravado nos estúdios M. A. Artes, LuArt Studio e DN Studio para o Projeto de discos mensais do mês de outubro de 2020
O clima de balada dançante invadiu o estúdio de Luiz Caldas e inspirou a produção de “Paleta de Cores”, projeto que o artista lança na próxima terça-feira (1). Este é o 103º álbum da série ininterrupta que ele lança mensalmente há sete anos.
“Neste disco, eu viajei na dança e o nome é porque ele traz uma mescla de estilos musicais, com referências a grupos clássicos das pistas de dança.” comenta Luiz.
A ideia, segundo ele, é presentear seu público com um disco alegre mesmo neste momento difícil. “Esse é o papel da arte, oferecer um atalho para nos conduzir a outras frequências”, diz.
O cantor e compositor Luiz Caldas, que celebra 50 anos de carnaval, comanda dois dias de pipoca no Circuito Dodô (Barra-Ondina), na folia de Salvador. As apresentações ocorrem no sábado (22), às 21h15, e no domingo (23), às 20h45. Na segunda-feira (23), o artista se apresenta no camarote Harém.
Depois de comandar três edições da Festa Magia, o cantor Luiz Caldas se prepara para subir no trio elétrico sem cordas, com um repertório dedicado ao folião.
A seleção de canções está sendo feita para agitar as ruas, com grandes clássicos do artista e de outros grandes compositores carnavalescos, além de músicas novas que ele vem compondo nos últimos anos e que integram o seu projeto de lançamento mensal de álbuns, que soma mais de 1000 canções de 2013 até 2020.
Pipoca
Pipoca
Camarote
“Volta Pra Casa João” é o título do primeiro single do álbum “Balbúrdia”, anunciado pela banda conquistense Dona Iracema. A música, de autoria da vocalista Balaio e do baixista Diegão Aprígio, ganhou um videoclipe, lançado nesta sexta-feira (9) no YouTube, e que conta com a participação do emblemático cantor e compositor baiano Luiz Caldas.
O videoclipe tem a direção de Duane Carvalho e conceito de Paulo Koi, que buscou remontar, por meio de imagens antigas, os carnavais da época em que a Axé Music ascendeu Brasil afora, especialmente com o “fricote” de Luiz Caldas.
A voz e a guitarra presentes na música são características. “Luiz Caldas agregou a guitarra baiana que é a cara dele e da Bahia. A gente achou que seria a cereja do bolo e foi mais do que isso. Ele trouxe todo o tempero”, detalhou o baterista Oscar.
“É uma música que soa antiga e moderna ao mesmo tempo. Houve uma sensibilidade em colocar pessoas da comunidade LGBT+, pois este detalhe dialoga diretamente com a letra da música. Ela fala de liberdade de expressão e do convite a uma roda de caatincore a um determinado grupo de pessoas”, explica Balaio. “Fala em estar à vontade em espaços nos quais eu me sinto excluída”, destaca a vocalista, se referindo à sua luta pelas causas das pessoas LGBT.
Este é o primeiro álbum da banda, após ter lançado 4 EPs autorais ao longo de 7 anos de carreira: “Dona Iracema” (2013), “Um pouco de CD” (2014), “Máquina de Amarrar Jegue” (2016) e “Caatincore Iracemático” (2018). Dessa vez, a produção é assinada por André T, produtor musical responsável por registros de bandas como Cascadura, Retrofoguetes e Baiana System.
A Dona Iracema é composta por Balaio (vocal), Diegão Aprígio (vocal e contrabaixo), Anderson Gomes (vocal e guitarra) e Oscar Sampaio (vocal e bateria).
Assista ao videoclipe “Volta pra casa João” (2019):
FICHA TÉCNICA
Música: Volta Pra Casa João
Participação: Luiz Caldas
Álbum: Balbúrdia
Ano: 2019
Gravada no Studio T, Salvador (BA)
Produção, Mixagem e Masterização: André T
Direção e Edição: Duane Carvalho
Filmagens: Duane Carvalho, Luiz Henrique Girarde e Dona Iracema
Conceito: Paulo Koi