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O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, começou a prestar depoimento no início da tarde desta quinta-feira à Polícia Federal, em Brasília, no inquérito que investiga a conduta dele em relação à crise sanitária no Amazonas.

O inquérito foi aberto por determinação do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), que atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República.

Lewandowski avaliou que, por se tratar de uma fase inicial das investigações, Pazuello poderia escolher data, horário e local do depoimento. O ministro depôs no hotel militar onde mora.

No pedido do inquérito, a PGR argumentou que o Ministério da Saúde recebeu informações sobre um possível colapso do sistema de saúde na capital do Amazonas ainda em dezembro, mas só enviou representantes ao estado em janeiro deste ano.

Ainda em janeiro, o sistema de saúde do estado entrou em colapso, com a disparada dos casos de Covid-19. *Bahia Notícias.

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Em plena pandemia, com todo mundo contando os dias para o início da vacinação, ainda aparece quem queira aproveitar o momento para aplicar golpe nas pessoas.

O alerta sobre essa tentativa de golpe foi feito pelo próprio Ministério da Saúde, por meio de nota publicada em seu site.

O golpe estaria funcionando assim: alguém liga para o celular da vítima e pede dados pessoais para agendar a vacinação. Para isso, claro, pede para a pessoa confirmar os dados.

É a oportunidade de os criminosos clonarem seus dados e o número do seu aplicativo de mensagens. Por isso, fique atento e não caia nessa!

A vacinação contra a covid vai ser igual às outras, como a da gripe ou da febre amarela, por exemplo. A pessoa vai aos postos de saúde, ou pontos utilizados em campanhas de imunização, e lá será identificada e cadastrada na hora.

Não precisa cadastro prévio no posto de saúde, nem no aplicativo Conecte SUS Cidadão. O aplicativo só facilita a identificação no momento de tomar a vacina.

Então, se você receber ligações ou mensagens pelo celular, com promessa de agendamento de vacinação, e solicitando dados pessoais ou outras informações, não forneça qualquer dado e denuncie a autoridades competentes. *Rádio Agência Nacional 

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O Ministério da Saúde iniciará a distribuição de doses da vacina contra  Covid-19 às 7h desta segunda-feira (17). O anuncio foi feito pelo titular da pasta, Eduardo Pazuello, em coletiva após reunião extraordinária da Anvisa que aprovou o uso emergencial das vacinas Coronavac e de Oxford neste domingo (17).

 

A apreciação do uso emergencial e temporário das vacinas contra a Covid-19 Coronavac e de Oxford pela Anvisa terminou com cinco votos favoráveis.

Os pedidos foram apresentados pelo Butantan e Fiocruz, respectivamente, para a análise do órgão. Os dois imunizantes foram aprovados com ressalvas sob condição de apresentarem dados e informações complementares e acompanhamento pós uso à Anvisa.

 

A reunião extraordinária foi iniciada às 10h e seguiu pela tarde deste domingo. Votaram favoravelmente, acompanhando a relatora, o presidente da Anvisa Antonio Barra, Cristiane Jourdan, Romison Mota e Alex Campos.

 

Durante a coletiva o ministro destacou que a vacinação no Brasil acontecerá de forma igualitária e simultânea, “sem deixar brasileiros para trás”. *Bahia Notícias

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O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciou em entrevista coletiva, nesta quinta-feira (7) a assinatura de um contrato com o Instituto Butantan para o fornecimento de 100 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19. Seriam elas, 46 milhões até abril e outros 54 milhões até o fim do ano.

Pazuello disse que, toda a produção do Butantan será incorporada ao Plano Nacional de Imunização, para distribuição em todo o país.

O ministro também pregou união entre os brasileiros. “A realidade é dura. A Europa vem enfrentando altas taxas. Os Estados Unidos também. Estamos em uma guerra”, disse.

 

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O Ministério da Saúde disse nesta terça-feira (29) que deverá começar a vacinação entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro de 2021, mas que precisa que “os fabricantes obtenham o registro [das vacinas da Covid-19] junto à Anvisa. As declarações do secretário-executivo Élcio Franco ocorrem após posicionamento da Pfizer feito nesta segunda-feira (28), que disse que o Brasil exige “análises específicas” que deixam o processo mais lento.

“Nós precisamos que os fabricantes obtenham o registro junto à Anvisa, e que eles entreguem doses suficientes para que sejam distribuídas. Se o distribuidor obter o registro e eventualmente não tiver dose para distribuir… entenda. O Ministério da Saúde enquanto Ministério da Saúde tem feito a sua parte, fizemos o plano [nacional de imunização], estamos com a operacionalização pronta, nos preparando para esse grande dia, mas precisamos que os laboratórios solicitem o registro“.

As declarações ocorrem enquanto dezenas de países já começaram suas companhas de vacinação – Estados Unidos, China, Canadá, Rússia, assim como a União Europeia. Nesta terça-feira, a Argentina começou a vacinar a população. O Brasil, apesar de ter contrato com a vacina da AstraZeneca e da Universidade de Oxford (produção pela Fundação Oswaldo Cruz), ainda não conseguiu aprovar o produto e iniciar a imunização.

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O empresário Carlos Wizard disse, na noite deste domingo (8), que está deixando o conselho do Ministério da Saúde.
Wizard também afirmou que não irá assumir a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos da pasta, convite feito pelo ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello.
Wizard agradeceu Pazuello pela confiança, mas disse que pretende se dedicar aos trabalhos sociais que conduz desde 2018 em Roraima. Foi lá, inclusive, que o empresário conheceu o general. Na ocasião, o oficial do Exército na época atuava na Operação Acolhida.
No comunicado, Wizard pediu desculpas pelas declarações polêmicas que deu nos últimos dias.
Recentemente, o empresário disse que o governo não pretendia “desenterrar mortos” ao falar sobre a possibilidade de recontagem de vítimas pelo Ministério da Saúde. Carlos também afirmou que foram identificadas fraudes em dados de alguns estados e municípios, sem citar quais locais seriam.
“Temos uma equipe de inteligência no ministério. Essa equipe encontrou indícios de que alguns municípios e estados estão inflacionando os dados para receber benefícios federais, isso é lamentável”, declarou.
Wizard também defendia o uso da cloroquina para o combate ao coronavírus. Sua nomeação para chefiar a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde era prevista para esta segunda-feira.
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Após dois dias seguidos com recorde de mortes e divulgação tardia dos números, o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido)  justificou a mudança na metodologia de divulgação sobre vítimas da Covid – que pode significar, na prática, a divulgação de números de mortes menores.

 

Em uma nota postada por Bolsonaro nas redes sociais, o Ministério da Saúde afirma que o formato usado desde o início da pandemia não oferece uma representação do “momento do país”.

Questionado sobre a mudança da metodologia na manhã deste sábado (6), durante uma visita que fez a Formosa (GO), Bolsonaro não quis responder.

O novo modelo já começou a ser usado no boletim da noite desta sexta-feira (5), quando foi divulgado que o país registrou 1.005 óbitos nas últimas 24 horas. O boletim do Ministério da Saúde não informou o total de mortes e nem o total de casos confirmados da Covid desde o início da pandemia.

A pasta também deixou de divulgar o total de casos em investigação para a doença, que até quinta-feira (4) era de 4.159. O portal do Ministério da Saúde com as informações consolidadas saiu do ar.

As mudanças acontecem depois do país registrar dois dias seguidos com recorde de mortes em um intervalo de 24 horas. Na quarta-feira, foram 1.349 óbitos.

No dia seguinte, quando o Brasil teve um novo recorde de mortes (1.473), atingindo a marca de um morto por minuto em decorrência da Covid-19.

A nota do Ministério da Saúde indica que a pasta vai passar a divulgar apenas os números de mortes e casos de infecção pelo coronavírus registrados nas últimas 24 horas, o que resultaria em números muito inferiores aos atuais.

Desde o início da pandemia, o Ministério vem divulgando com destaque os números de mortes e casos que foram confirmados para a Covid-19 nas últimas 24 horas, incluindo casos de mortes ocorridas em outras datas, mas cuja confirmação para o coronavírus tenha ocorrido no último dia.

 

O modelo que será abandonado também é usado na divulgação dos dados por praticamente todos os países do mundo.O texto da nota argumenta que a divulgação dos dados de 24 horas permite acompanhar a realidade do país neste momento e definir as melhores estratégias para o atendimento da população.

“A curva de casos mostra as situações como os cenários mais críticos, as reversões de quadros e a necessidade de preparação”, informou o texto, que em seguida critica o modelo anterior de divulgação dos dados.

“Ao acumular dados, além de não indicar que a maior parcela já não está com a doença, não retratam o momento do país. Outras ações estão em curso para melhorar a notificação dos casos e confirmação diagnóstica”, afirma o texto da nota.

O Ministério também defendeu a divulgação dos dados tarde da noite, após as 22h. Na nota postada por Bolsonaro, a pasta argumenta que havia o risco de subnotificação quando os boletins do coronavírus eram tornados públicos às 17h (durante a gestão do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta) e às 19h (gestão de Nelson Teich). Com informações do Bahia Notícias.

 

Na primeira vez em que houve atraso na divulgação dos dados, na quarta-feira (3), o Ministério da Saúde havia informado que excepcionalmente os números seriam informados às 22h, devido a “problemas técnicos”. Naquele dia, o país registrou um recorde de 1.349 mortes em 24 horas.

 

No dia seguinte, quando o Brasil teve um novo recorde de mortes (1.473), atingindo a marca de um morto por minuto em decorrência da Covid-19, a pasta novamente divulgou o boletim após às 22h.

 

O horário de divulgação, portanto, se dá após a conclusão dos principais jornais diários e também após a transmissão dos telejornais do período da noite.

 

Ao comentar a questão, na sexta-feira (5), o presidente não confirmou ter dado a ordem para a mudança de horário e alegou que os números sairiam mais “consolidados” às 22h. Por outro lado, comentou que “acabou matéria no Jornal Nacional”, em referência ao telejornal da Rede Globo.

 

“Não interessa de quem partiu [a ordem para modificar o horário], é justo sair às 22h, é o dado completamente consolidado. Muito pelo contrário, não tem que correr para atender a Globo”, disse.

 

A nota postada por Bolsonaro também afirma que está havendo adequamento de rotinas e fluxos para melhorar extrair os dados diários, o que necessitaria, afirma o texto, aguardar os relatórios vindos das secretarias de saúde dos estados e chegarem os dados.

 

“Para evitar subnotificação e inconsistências, o Ministério da Saúde optou pela divulgação às 22h, o que permite passar por esse processo completo. A divulgação entre 17h e 19h, ainda havia risco de subnotificação”, afirma o texto.

 

A mudança no horário de divulgação não foi a única mudança registrada após as sucessivas trocas de ministros da Saúde. Após a saída de Luiz Henrique Mandetta, por exemplo, as entrevistas coletivas para explicar os números e apresentar as medidas de combate à pandemia deixaram de serem diárias.

 

O fluxo de entrevistas diminuiu ainda mais após a saída de Nelson Teich, que permaneceu menos de um mês no cargo. Teich deixou a pasta por divergência com o presidente a respeito do protocolo para a administração da cloroquina e hidroxicloroquina para pacientes que não estejam em estágio grave da Covid.

 

Com o atual ministro interino, o general Eduardo Pazuello, as entrevistas coletivas passaram a contar apenas com técnicos da pasta de segundo escalão, como secretários substitutos. O formato também mudou. Os presentes deixaram de responder questões sobre a previsão de pico da pandemia no Brasil.

 

O secretário substituto de vigilância em saúde, Eduardo Macário, também já havia criticado as perguntas sobre o atual estágio da pandemia no Brasil e criticou a imprensa por usar as expressões “recorde de mortes”.

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O empresário Carlos Wizard, fundador da rede Wizard de escolas de inglês, foi convidado pelo ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, para assumir o comando da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE). A equipe da pasta já foi avisada sobre a nomeação do novo chefe. A assessoria de Wizard confirmou a informação.

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Poucos minutos após surgir a informação da saída de Nelson Teich do Ministério da Saúde, o ex-ministro da pasta, Luiz Henrique Mandetta, usou o Twitter para se manifestar. Ele pediu orações, ciência e paciência.

“Oremos. Força SUS. Ciência. Paciência. Fé! #FicaEmCasa”, escreveu.

Mandetta foi demitido da pasta no dia 16 de abril após uma série de divergências com o presidente Jair Bolsonaro sobre as medidas para conter a proliferação do novo coronavírus. Um dia depois, Teich assumiu o cargo em seu lugar.

No momento, de acordo com o último boletim do Ministério da Saúde, o Brasil tem 13.993 mortes e 202.918 casos confirmados relacionados à doença.

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O ministro da Saúde, Nelson Teich, anunciou nesta quarta-feira (22) Eduardo Pazuello como novo secretário-executivo do Ministério da Saúde.

General do Exército, Pazuello assumirá o cargo no lugar de João Gabbardo, que chefiou a secretaria-executiva da pasta na gestão de Luiz Henrique Mandetta.

Pazuello se reuniu na manhã desta terça com o presidente Jair Bolsonaro e passará a ocupar a função em meio à pandemia do novo coronavírus.

Como secretário-executivo, o general atuará como número dois do ministro Nelson Teich, que tomou posse na semana passada.

Perfil

O novo secretário-executivo nasceu no Rio de Janeiro, formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras em 1984. Bolsonaro também se formou na instituição.

Na academia, fez cursos de operações na selva, paraquedista e aperfeiçoamento de oficiais.

Na academia, fez cursos de operações na selva, paraquedista e aperfeiçoamento de oficiais.

General de Divisão desde 2018, Pazuello atuou como coordenador operacional da Força-Tarefa Logística Humanitária Operação Acolhida, responsável pelos trabalhos relacionados aos cidadãos venezuelanos que chegaram ao Brasil por Roraima, fugindo na crise no país vizinho.

Ex-comandante da Base de Apoio Logístico do Exército, o novo secretário-executivo do ministério trabalhou como coordenador logístico das tropas do Exército na Olimpíada de 2016.

Militares no governo

Em fevereiro deste ano, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que havia montado um governo “todo militarizado”.

Isso porque os quatro ministros com gabinetes no Palácio do Planalto são militares: Braga Netto (Casa Civil), Jorge Oliveira (Secretaria-Geral), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo).

Além deles, há outros ministros militares, entre os quais Fernando Azevedo e Silva (Defesa), Bento Albuquerque (Minas e Energia) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia).

O aproveitamento de quadros militares no governo era defendido por Bolsonaro desde a campanha eleitoral. O próprio presidente, deputado federal por 28 anos, é capitão reformado do Exército.O vice, Hamilton Mourão, é general da reserva.

fonte: G1.com

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