O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, informou nesta quinta-feira (2) que o Brasil registrou até então 12 casos confirmados de intoxicação por metanol e mais 47 que estão sendo investigados. O total de ocorrências foi de 59.
A partir do aumento no número de casos de bebidas adulteradas, principalmente em São Paulo, a Câmara dos Deputados aprovou a urgência para um projeto de lei que aumenta as penas para o crime de falsificação de bebidas. O crime, que atualmente cobre uma pena entre quatro e oito anos de reclusão, passaria a penalizar os infratores de seis a doze anos.
A intoxicação por metanol em bebidas alcóolicas provocou casos de internação grave, perda de visão e até mortes no estado de São Paulo.
Em publicação feita em seu perfil no Twitter nesta segunda-feira (1º), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que o Brasil vai receber um antiviral para combate ao surto de varíola dos macacos no país.
Uma pesquisa publicada na revista científica “The Lancet Infectious Diseases”, do grupo “The Lancet”, apontou que o antiviral tecovirimat se mostrou promissor em reduzir a duração dos sintomas e o tempo em que pacientes com a varíola dos macacos são capazes de infectar outras pessoas.
Os pacientes tratados com o tecovirimat, segundo o estudo, tiveram duração menor dos sintomas e expeliu vírus por menos tempo pelo trato respiratório superior (nariz, faringe, laringe e parte superior da traqueia).
O g1 questionou o Ministério da Saúde quando ocorrerá a distribuição do medicamento, quantas doses serão importadas e quais grupos, de fato, serão contemplados, mas ainda não obteve resposta da pasta.
Segundo a última atualização do Ministério da Saúde, até o momento, o Brasil registra 1.369 casos confirmados de varíola dos macacos no país.
Por estados, a divisão fica assim: São Paulo (1.031), Rio de Janeiro (169), Minas Gerais (63), Distrito Federal (20), Paraná (21), Goiás (18), Bahia (11), Ceará (4), Rio Grande do Norte (2), Espírito Santo (2), Pernambuco (7), Tocantins (1) , Acre (1), Amazonas (1), Rio Grande do Sul (6), Mato Grosso do Sul (5), Amazonas (1), e Santa Catarina (7).
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse na noite deste domingo (17), em cadeia de rádio e TV, que o governo irá publicar nos próximos ato normativo colocando fim na emergência sanitária provocada pela Covid-19.
Em sua fala, o ministro destacou investimentos federais na pandemia e prestou solidariedade às vítimas da doença.
Desde fevereiro o ministro vem tratando publicamente do assunto. Nos bastidores pesam há muito tempo nesse sentido a pressão do Palácio do Planalto, tendo em vista que o presidente Jair Bolsonaro (PL) irá disputar a reeleição, e a expectativa do ministro de ser reconhecido como o gestor que terminou com a crise sanitária no Brasil.
A chamada Espin (Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional) dá lastro ao uso emergencial de vacinas, compras sem licitação e outras regras ligadas à pandemia.
Somente no Ministério da Saúde, 170 regras podem ser impactadas com o fim da emergência sanitária.
Entre as mais sensíveis está a autorização de uso emergencial de vacinas e remédios.Pessoas que têm trabalhado no assunto dizem que estudam um meio de não prejudicar o uso da Coronavac, que tem autorização emergencial.
As vacinas da Pfizer, Janssen e AstraZeneca/Oxford já têm o registro definitivo e não sofreriam nenhum impacto com o fim da emergência sanitária.
Desde o seu início, a pandemia de Covid-19 causou oficialmente a morte de mais de 660 mil brasileiros. Bolsonaro sempre foi um crítico das medidas preconizadas pela Organização Mundial da Saúde, alegando supostos malefícios mais graves com a paralisia da economia, e estimulou discursos e práticas negacionistas por vários meses, entre elas o uso de medicamentos comprovadamente ineficazes contra a doença.
No final de março, a Saúde finalizava um documento que seria entregue ao ministro para que ele tomasse a decisão sobre a possível revisão no estado de emergência. Nele, estavam sendo considerados dados epidemiológicos, da rede de assistência do SUS e as normas que sofreriam impacto com a decisão.
Gestores do SUS afirmam que não são contra o fim da emergência sanitária em decorrência da redução do número de mortes e casos de Covid-19 no país, mas tentam convencer o Ministério da Saúde que seja adotado um prazo de transição de 90 dias. Além disso, propõem um plano de comunicação de risco e um plano de retomada da normalidade.
O Conass (Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde) defende disse que esse plano contenha três eixos.
Indicadores de controle (definição de uma taxa de novos casos e internações que possam representar risco para a região), um sistema de vigilância integrado entre casos de Covid-19 e influenza (nesse ponto pedem que a vacina da Covid-19 seja incorporada ao Programa Nacional de Imunizações) e a avaliação da capacidade instalada dos estados para dar assistência aos casos de Covid longa e outras condições que pressionam o serviço de saúde.
Depois de prometer declarar o fim da pandemia da Covid-19, tarefa que cabe apenas à OMS (Organização Mundial da Saúde), Queiroga modulou o discurso e passou a trabalhar nos preparativos para encerrar a Espin, datada de fevereiro de 2020.
“Devemos, a partir do início do mês que vem, com a decisão do ministro da Saúde de colocar fim à pandemia, voltarmos à normalidade no Brasil”, disse Bolsonaro em meados de março.
Queiroga e Bolsonaro chegaram a prometer acabar com a pandemia no Brasil e declarar que a Covid-19 se tornou uma endemia.
O plano era reforçar a versão de que o governo venceu a crise sanitária, além de desestimular o uso de máscaras e outras medidas de proteção contra o vírus.
Como mostrou a Folha, o ministro Queiroga modulou o discurso ao ser alertado por auxiliares que não tem poder de encerrar a pandemia. O ministro conseguiria apenas revogar a Espin. Esse seria o principal caminho para esvaziar as restrições contra a Covid.
A Saúde passou então a mirar o fima de regras que são tidas como desnecessárias neste momento,
Algumas independem da Espin. O governo federal já recomendou dispensar o uso de máscaras em ambientes de trabalho de estados e municípios com número de casos da Covid considerado “baixo” ou “moderado”.
As mudanças foram feitas em portaria conjunta do Ministério do Trabalho e do Ministério da Saúde.
Queiroga, inclusive, vai trabalhar sem máscara no Ministério da Saúde desde março. O ministro deixou de usar a proteção em decorrência do decreto do governador Ibaneis Rocha (MDB), que flexibilizou o seu uso no Distrito Federal.
Pela regra, a máscara deixou de ser obrigatória em locais abertos e fechados. Outros estados e municípios também já realizaram a flexibilização.
O governo estado de emergência em saúde pública no dia 4 de fevereiro de 2020. Essa medida pode ocorrer em casos de emergências epidemiológicas (como o coronavírus), desastres e desassistência à população.
Desde então, uma série de ações foram tomadas, como a aprovação do uso emergencial de uma vacina pela primeira vez no país, que ocorreu em janeiro de 2021.
Além disso, houve contratações sem licitações e a emissão de créditos extraordinários, que não são computados dentro do teto de gastos.
Em maio de 2021, a Secovid (Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19) foi criada, por meio de um decreto, para coordenar as ações durante a emergência em saúde pública. Na prática, ele perde sua função caso haja o fim da emergência sanitária.
O ex-ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, passeou por um um shopping de Manaus, no Amazonas, sem máscara na tarde deste domingo (25). O momento foi flagrado pelo site de notícias Vocativo.
De acordo com a reportagem, pessoas que também estavam no local se aproximaram e questionaram o ex-titular da Saúde sobre o equipamento de proteção individual e a reposta foi irônica.
O agora integrante da pasta Secretaria-Geral do Exército respondeu que teria que comprar. “Pois é. Tem de comprar, né? Sabe onde tem pra vender?”, teria dito.
Pazuello será um dos alvos da CPI da Pandemia, que vai investigar omissões o governo federal na condução do enfrentamento à crise sanitária. Enquanto o general esteve no comando do Ministério, a pasta defendia tratamento precoce, não fechou com antecedência contratos com fornecedoras de vacinas, além de não incentivar à adoção de medidas restritivas para reduzir o contágio pela Covid-19.
O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, fez um alerta nesta quarta-feira sobre a real capacidade de os laboratórios internacionais entregarem ao Brasil grandes volumes de vacinas contra a covid-19. De acordo com ele, quando as negociações avançam, a quantidade disponível para o estabelecimento de um cronograma confiável se mostra muito abaixo do esperado.
“Ficou muito óbvio que são muito poucas as fabricantes que têm a quantidade e o cronograma de entrega efetivo para o nosso país. Quando a gente chega no final das negociações e vai para cronograma de entrega e fabricação, os números são pífios”, afirmou ele em audiência no Congresso Nacional.
O ministro também fez críticas à propaganda feita em torno das vacinas, que sugere que já estaria tudo pronto para o início da imunização. “Na campanha publicitária está tudo bem e maravilhoso, mas, quando você vai apertar, é bem diferente”, criticou Pazuello. “Quando você vai efetivar a compra, não tem aquilo que tu quer (sic), o preço não é bem aquele”, completou o ministro, sem citar nenhum laboratório específico.
Pazuello informou que o país começará a receber em janeiro de 2021 um lote de 15 milhões de doses da vacina do laboratório AstraZeneca, desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). As entregas, segundo ele, devem acontecer até fevereiro.
O acordo para essa vacina prevê a chegada de 100 milhões de doses no primeiro semestre. Após a transferência de tecnologia, o Brasil estaria apto para produzir outras 160 milhões de doses durante a segunda metade do ano. Esse acordo foi fechado por R$ 1,9 bilhão.
Pazuello citou ainda a participação do Brasil no consórcio Covax Facility, que reúne dez laboratórios. Nesse acordo, o país teria já assegurado mais 42 milhões de doses, levando o total já negociado para pouco mais de 300 milhões de doses.
O ministro ainda disse que o custo também é um fator importante para a escolha da vacina que será comprada pelo governo para a imunização contra a covid-19.
Em audiência no Congresso, ele ressaltou que a vacina desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford terá custo de US$ 3,75 a dose. O valor, segundo ele, representa um terço das demais vacinas, em média.
“Quando há vacinas a US$ 18, US$ 20 a dose, nós precisamos ficar atentos. Os valores também fazem parte do nosso processo decisório”, afirmou o ministro.
Ele disse ainda que o governo pretende lançar uma ampla campanha de conscientização, mas que não quer que a vacina seja obrigatória. Lembrou, entretanto, que a decisão caberá ao Supremo Tribunal Federal (STF).
O volume de testes atualmente em estoque no país é compatível com o tamanho da população brasileira, segundo o ministro. De acordo com ele, a logística em torno do tema está sendo bem conduzida.
O ministro explicou que os estoques são explicados em parte pela queda no número de casos de covid-19 entre agosto e outubro, o que derrubou a demanda por testes. Ele garantiu, no entanto, que o planejamento está sendo feito de forma correta.
O ministro da Saúde, Nelson Teich, deixou o cargo nesta sexta-feira (15), antes de completar um mês à frente da pasta. Em nota, a pasta informou que ele pediu demissão.
Teich tomou posse em 17 de abril. Essa é a segunda saída de um ministro da Saúde em meio à pandemia do coronavírus. Teich havia substituído Luiz Henrique Mandetta.
Assim como Mandetta, Teich também apresentou discordâncias com o presidente Jair Bolsonaro sobre as medidas para combate ao coronavírus.
Nos últimos dias, o presidente e Teich tiveram desentendimentos sobre:
Teich foi chamado para uma reunião no Palácio do Planalto nesta manhã. Ele esteve com Bolsonaro e depois voltou para o prédio do Ministério da Saúde. A demissão foi anunciada logo depois.
Após um primeiro contato na última segunda-feira (20), os governadores do Nordeste vão ter uma nova reunião com o novo ministro da Saúde, Nelson Teich. Em entrevista à Record Bahia nesta quarta (22), o governador Rui Costa comentou o encontro inicial e disse esperar respostas no novo encontro, que acontecerá ainda nesta semana.
“Já na sexta-feira enviamos uma carta ao ministro pedindo uma reunião e ele prontamente atendeu. Fica o nosso agradecimento. Fizemos uma longa reunião onde ele fez questão de ouvir cada relato. Ele nos disse que não tinha condições de ver as questões e pediu uma segunda reunião. Hoje vamos alinhar o horário e vamos ouvir as respostas do ministro. Vários estados brasileiros abriram unidades. Tivemos uma reunião com o ministro anterior e ele nos que a gente poderia abrir os serviços que eles seriam credenciados”, declarou.
Rui comemorou e apontou a importância da reabertura do Hospital Espanhol para atender pacientes infectados pelo novo coronavírus.
“Fiquei muito feliz e emocionado. Até postei nas redes sociais que esse momentos dão emoção e orgulho. Estava fechado há anos e conseguimos reabrir em dias. Quero agradecer aos trabalhadores que fizeram isso ser possível. Agora vão entrar os trabalhadores da saúde e quero desejar sorte. Ao todo, são 220 leitos, com 140 tendo respiradores”, explicou.
O último boletim da Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) apontou 1.504 casos confirmados da doença no estado.
Informações: Bahia Notícias.
O governador Rui Costa participou de uma videoconferência nesta segunda-feira (20) com os demais governadores da região nordeste e o novo ministro da Saúde, Nelson Teich. No encontro virtual foi abordado o pedido dos gestores para que o Ministério da Saúde possa atender uma série de demandas para o combate à Covid-19.
Entre os pontos citados, a possibilidade de colapso no sistema de saúde em virtude do coronavírus, a necessidade de mais médicos para atendimento à população, além de equipamentos e insumos para o combate à doença.
OUÇA:
Anunciado como substituto de Luiz Henrique Mandetta (DEM) no comando do Ministério da Saúde nesta quinta-feira (16), o médico oncologista e empresário Nelson Teich tem pontos de vista próximos aos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre políticas de isolamento social e o equilíbrio entre quarentenas e retomada da atividade econômica. Teich e Bolsonaro se reuniram mais cedo hoje.
Teich teve o apoio da classe médica e contou a seu favor a boa relação com empresários do setor da saúde. O argumento pró-Teich no Ministério da Saúde é o de que ele trará dados para destravar debates “politizados” sobre a COVID-19.
O novo ministro assume o cargo no momento em que o Brasil se prepara para enfrentar as semanas de pico da pandemia. Segundo o boletim do Ministério da Saúde divulgado nesta quinta-feira (16), o país passou dos 30 mil casos de COVID-19 e chegou quase 2 mil mortos pela doença.
Teich é formado pela Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e tem mestrado em Economia da Saúde pela Universidade de York, na Inglaterra. Ele chegou a ser cotado para assumir a Saúde logo após a eleição de Bolsonaro, em novembro de 2018, mas o lobby do DEM — partido de Onyx Lorenzoni (ministro da Cidadania, ex-Casa Civil), Ronaldo Caiado (governador de Goiás) e Mandetta — falou mais alto. Ele já foi sócio de Denizar Vianna, atual secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos do Ministério da Saúde.
Nesta manhã, Mandetta participou de uma live do FIS (Fórum de Inovação Saúde) e não citou Teich nominalmente, mas comentou sobre “um dos nomes que está saindo aí”. “O Denizar conhece bem, eu também o conheci em Londres, é um pesquisador. Mas não conhece bem o SUS”, opinou.
Saiba mais sobre o que Teich já disse sobre as principais questões no enfrentamento da COVID-19.
Isolamento inteligente
Em texto publicado em seu LinkedIn, Teich defende um “isolamento inteligente”. Ele diz que o chamado “isolamento vertical”, defendido por Bolsonaro e aliados, “tem fragilidades e não representaria solução definitiva”.
Para ele, a melhor estratégia seria um modelo semelhante ao aplicado na Coreia do Sul, com testagem em massa e “estratégias de rastreamento e monitorização, algo que poderia ser rapidamente feito com o auxílio das operadoras de telefonia celular”.
Medida semelhante foi adotada por alguns governadores, como em Santa Catarina e São Paulo, sob duras críticas dos primeiros-filhos Carlos e Eduardo Bolsonaro, que chegaram a dizer que a ação é “ditatorial”.
O MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações), que havia planejado ação parecida em nível nacional semanas antes, apagou a publicação no Twitter em que fazia o anúncio.
Saúde ou economia?
Para Teich, a estratégia atual é desastrosa, porque trata temas “complementares como se fossem antagônicos”. “A situação foi conduzida de uma forma inadequada, como se tivéssemos que fazer escolhas entre pessoas e dinheiro, entre pacientes e empresas, entre o bem e o mal” , escreveu.
No entanto, ele não detalha qual seria seu plano de ação. Para ele, uma visão polarizada e a adoção de “posições radicais” só atrapalhariam o entendimento da situação.
Na publicação, Teich defende a criação de um sistema de dados, que integraria os estados e possibilitaria um gerenciamento melhor de leitos e insumos. Ele também advoga por um alinhamento entre as orientações dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Bolsonaro x Mandetta
Desde o início da crise do coronavírus, Mandetta e o presidente vinham se desentendendo sobre a melhor estratégia de combate à doença. Enquanto Bolsonaro defende flexibilizar medidas como fechamento de escolas e do comércio para mitigar os efeitos na economia do País, permitindo que jovens voltem ao trabalho, o agora ex-ministro manteve a orientação da pasta para as pessoas ficarem em casa.
A recomendação do titular da Saúde segue o que dizem especialistas e a Organização Mundial de Saúde (OMS), que consideram o isolamento social a forma mais eficaz de se evitar a propagação do vírus.
Os dois também divergiram sobre o uso da cloroquina em pacientes da COVID-19. Bolsonaro é um entusiasta do medicamento indicado para tratar a malária, mas que tem apresentado resultados promissores contra o coronavírus. Mandetta, por sua vez, sempre pediu cautela na prescrição do remédio, uma vez que ainda não há pesquisas conclusivas que comprovem sua eficácia contra o vírus.
As últimas atitudes do ex-auxiliar elevaram a temperatura do confronto e, na visão de auxiliares, o estopim da nova crise foi a entrevista dada por Mandetta ao programa “Fantástico”, da Rede Globo, na noite de domingo. O tom adotado pelo ministro foi considerado por militares do governo e até mesmo por secretários estaduais da Saúde como uma “provocação” ao presidente.
Fonte: CNN Brasil
Com informações do Estadão Conteúdo
O presidente Jair Bolsonaro avalia aumentar a pressão sobre o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, a partir desta semana, segundo o jornal Folha de São Paulo.
A intenção do presidente é forçar o ministro a pedir demissão do governo, o escanteando de reuniões e retirando ele de decisões importantes sobre o combate à Covid-19.A decisão de Bolsonaro se deu após Mandetta perder o apoio da ala militar do governo em função da entrevista que concedeu ao Fantástico, da TV Globo, no domingo, partindo para o confronto contra o presidente.
Ainda de acordo com a publicação, Bolsonaro ainda não quer demitir Mandetta para evitar que ele deixe o governo com a imagem de mártir.
Informações: Bahia notícias.