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Vanessa da Mata aproxima literatura e canção em encontro na Chapada Diamantina

O território da Fligê foi tomado por um estado de encantamento e comunhão na quinta-feira (14). Uma multidão se apertava diante do Palco Principal, na Praça dos Garimpeiros, e todos os olhares se voltavam para o mesmo destino, atraídos pelo magnetismo sereno de Vanessa da Mata. A cantora e compositora, com uma elegância autêntica e vulnerável, retribuiu o carinho do público compartilhando histórias de vida e canções que marcaram gerações.

Durante o espetáculo, a voz de Vanessa transitou entre o mezzosoprano e o tom que as confidências têm. Ela falou sobre desencontros, amores não correspondidos, dores do corpo e da alma, e sobre o próprio processo criativo, conduzindo o público em um diálogo cúmplice entre artista e plateia. “Essas ideias permitem mostrar o lado humano do artista. Venho do povo, canto para o povo, mas nem sempre as pessoas têm contato com esse lugar de igualdade e humanidade”, disse Vanessa da Mata, em entrevista à Fligê.

A participação da artista fez parte do projeto “Conversa & Canção”, idealizado pelo produtor musical Maurício Pacheco, que propõe uma imersão no universo da música brasileira por meio de encontros que alternam bate-papo e apresentações intimistas. “Convidei a Vanessa porque ela é autora de canções que tocam as pessoas profundamente. A ideia é exaltar e valorizar a canção, que é parte essencial da nossa vida”, explicou Pacheco, lembrando a parceria de 16 anos com a cantora e a importância de apoiar emocionalmente o público na arte.

O repertório incluiu sucessos de Vanessa, como Ainda Bem, Amado, Não Me Deixe Só e Ai, Ai, Ai, além de canções que marcaram sua trajetória e a do público, como Sonho Meu (Dona Ivone Lara), Correnteza (Djavan), Lamento Sertanejo (Dominguinhos), Um Dia de Domingo (Michael Sullivan e Paulo Massadas) e o emblemático Canto das Três Raças (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro), tecendo um fio entre música, vida e memória coletiva.

O formato intimista aproximou artista e plateia. “Já era fã, mas compreender o processo criativo dela, a relação com a literatura, traz outro olhar. É nutritivo”, disse Andréa Veiga, professora de Salvador. Para Rita Moura, empreendedora e moradora de Mucugê, “a Fligê é um evento único, que incentiva a cultura de todas as idades. E a abordagem da Vanessa conecta assuntos atuais através da música, o que é muito bom”.

Samuel Vida, professor da UFBA, destacou “a ousadia do formato, que aproxima a música popular da literatura e cria um modelo que poderia inspirar outros eventos”. Já Ana Carla Portela, professora do Instituto Federal da Bahia, ressaltou a energia do público jovem: “Uma feira como essa é propulsora de energia positiva para a literatura e para as artes, de modo geral. Fora que atrai ainda mais os olhares para esse pedacinho especial da Bahia, a Chapada Diamantina”.

O encontro entre Vanessa e o público reafirmou o propósito da Feira, nutrindo o território onde literatura, arte e consciência correm juntas, recriando sentidos e conectando as experiências individuais às vivências coletivas e às questões urgentes da contemporaneidade.

Texto: Érika Camargo
Fotos: Igor Chaves @1chaaves

Este projeto foi contemplado no Edital de Apoio às Festas, Feiras e Festivais Literários (n.º 01/2024), por meio do Programa Bahia Literária, com o apoio do Governo do Estado da Bahia, através da Secretaria de Educação e da Secretaria de Cultura, via Fundação Pedro Calmon. O edital é direcionado à modalidade de fomento à execução de ações culturais, conforme o Decreto Federal n.º 11.453/2023, a Política Estadual de Cultura (Lei n.º 12.365/2011), o Plano Estadual de Cultura (Lei n.º 13.193/2014), o Plano Estadual de Educação da Bahia (Lei n.º 13.559/2016) e a Lei Federal n.º 14.133/2021. O projeto conta ainda com o apoio cultural do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (IRDEB), vinculado à Secretaria de Educação do Estado da Bahia, por meio da Rádio Educadora FM e da TVE Bahia.

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Está oficialmente aberta a oitava edição da Feira Literária de Mucugê. No início da noite desta quinta-feira, 14, em uma cerimônia que atraiu visitantes da feira e autoridades políticas, a Fligê confirmou a sua relevância diante do cenário efervescente de feiras e festas literárias no interior do estado. “É uma construção que parte também da organização de coletivos culturais locais. A gente sempre priorizou a presença do escritor e da obra literária dentro de toda a programação da feira e do diálogo da literatura com as outras artes. O envolvimento é muito grande”, apontou a curadora da feira, Ester Figueiredo.

O diretor geral da Fundação Pedro Calmon, Sandro Magalhães, enfatizou que a Fligê serve de inspiração para outras iniciativas. “A Fligê inspirou muitas feiras literárias na Bahia, eu posso dizer que a Fligê inspirou o Programa Bahia Literária, que percorre 81 municípios da Bahia”, apontou.

Com o tema “Literatura: Rios e Matas da Narrativa”, a feira promove reflexões importantes e atuais. “Esse ano, que é o ano da COP, um ano importante pra gente refletir a transição energética, o papel das nascentes, das florestas das matas”, lembrou o governador do estado, Jerônimo Rodrigues, ressaltando a pertinência da discussão promovida pela Fligê. “A festa literária não é só escrever livro, é teatro, é a literatura na voz, no corpo, no gesto, e isso a Fligê tem contribuído e muito, e eu espero que continue assim com todas as festas literárias da Bahia”, complementou o governador.

Também presente, a secretária estadual de Educação, Rowenna Brito, destacou o papel de referência exercido pelo evento. “A Fligê hoje é uma referência nacional e internacional de feira literária, com muito conteúdo, muito repertório, muita diversidade, muita produção literária”, Rowenna Brito.

A prefeita, Ana Medrado, falou da alegria em sediar a Fligê. “Mucugê está muito feliz, todo povo muito feliz. Essa feira é muito importante aquece a economia local, todos ganham. Isso nos deixa muito feliz”, disse Medrado.

Com programação totalmente gratuita, que conta com lançamentos, mesas literárias, apresentações culturais, expografia e espetáculos, a Fligê segue até domingo, 17.

Repórter: Guilherme Barbosa
Fotógrafo: Thiago Gama

*Este projeto foi contemplado no Edital de Apoio às Festas, Feiras e Festivais Literários (n.º 01/2024), por meio do Programa Bahia Literária, com o apoio do Governo do Estado da Bahia, através da Secretaria de Educação e da Secretaria de Cultura, via Fundação Pedro Calmon.
O edital é direcionado à modalidade de fomento à execução de ações culturais, conforme o Decreto Federal n.º 11.453/2023, a Política Estadual de Cultura (Lei n.º 12.365/2011), o Plano Estadual de Cultura (Lei n.º 13.193/2014), o Plano Estadual de Educação da Bahia (Lei n.º 13.559/2016) e a Lei Federal n.º 14.133/2021. O projeto conta ainda com o apoio cultural do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (IRDEB), vinculado à Secretaria de Educação do Estado da Bahia, por meio da Rádio Educadora FM e da TVE Bahia.

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Fotos: Vinicius Brito

“Os povos indígenas fazem um esforço enorme para entender o Brasil, mas o Brasil faz esforço muito pequeno para entender os povos indígenas”, lamentou o escritor e professor paraense, Daniel Munduruku, na abertura da 5ª edição da Fligê-Feira Literária de Mucugê, na noite de quinta-feira,11. A numerosa plateia que lotou o Centro Cultural, maior espaço fechado da feira, ficou de pé para aplaudir o ativista das causas indígenas, conferencista da feira que falou sobre o tema  “Literatura e Ancestralidade-o solo originário do gesto”.

“Foi uma fala de um humanista, antes de tudo. Excelente!”, comentou o deputado Zé Raimundo, que integrou a numerosa plateia. Também junto ao público, o deputado federal Waldenor Pereira, acompanhou atento o conferencista indígena, o qual teve a oportunidade de conhecê-lo de outras oportunidades . Waldenor foi presidente da Comissão de Legislação Participativa (CLP) até o início desse ano, e realizou várias audiências públicas sobre questões indígenas, inclusive com a participação de Daniel Munduruku. Além disso, a atuação do deputado tem dedicado atenção especial às causas indígenas, posicionando-se firmemente contra o Marco Temporal, sobre demarcações das terras indígenas no país,contra a exploração ilegal de minérios e madeira e em favor de programas de apoio às mulheres indígenas .

ABERTURA

Antes da conferência, a 5ª edição da Fligê foi declarada oficialmente aberta pela curadora do evento, Ester Figueiredo. Após a fala de Daniel Munduruku, o público se dirigiu à Praça dos Garimpeiros para assistir ao show de Mateus Aleluia. A programação, que reúne mesas de debate sobre literatura, lançamentos de livros, conversas autorais e apresentações de música, literatura, dança,  teatro, exposições artísticas e  as diversas manifestações culturais, vai até o domingo, dia 14.

Desde a sua primeira edição a Fligê é financiada integralmente com recursos de emendas parlamentares do deputado federal Waldenor Pereira e do deputado estadual Zé Raimundo, viabilizada institucionalmente via secretarias estaduais de Cultura (Secult) e da Educação (SEC), Bahiatursa e Prefeitura Municipal de Mucugê, e realizada pelo Instituto Incluso.

MAIS EVENTOS COM O INDIGENISTA

Daniel Munduruku também participará da mesa: “Ancestralidades, literatura e meio ambiente no enquadre originário dos gestos de salvar a vida” e da sessão de autógrafos no estande da Feira. Vencedor de dois prêmios Jabuti e escolhido pela Unesco para receber menção honrosa no Prêmio Literatura para crianças e jovens na questão da tolerância,  Munduruku é aclamado na literatura infanto-juvenil. Defensor do papel da cultura indígena na formação da sociedade brasileira, o escritor acredita que a saída para a crise civilizatória atual virá com o resgate dos valores dos povos originários.

Ele já publicou 57 livros no Brasil e exterior, entre eles as obras “O banquete dos deuses: conversa sobre a origem e a cultura brasileira”, “Histórias de índio”, “As serpentes que roubaram a noite”, “Contos indígenas brasileiros”, “Coisas de índio” e “Meu avô Apolinário: um mergulho no rio da (minha) memória”. Convidado para a conferência de abertura da Fligê, “Literatura e Ancestralidades: o solo originário do gesto”, o autor busca dar pluralidade a toda à diversidade dos povos indígenas, evidenciando vivências e memórias ancestrais.

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Os incêndios florestais na região da Chapada Diamantina foram decretados extintos pelo Corpo de Bombeiros Militar da Bahia, nesta segunda-feira (12). O fogo já tinha sido controlado no domingo (11), mas a área seguia monitorada, por possibilidade do retorno das chamas.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, após o sobrevoo realizado no final da tarde desta segunda, não foi identificado nenhum foco de incêndio na área atingida.

Segundo o capitão Murilo Rocha, comandante da operação, o prazo inicial de 72 horas para decretação do encerramento das atividades foi antecipado por causa de diversos fatores, incluindo os 53 milímetros de chuva que caíram na região na última noite e madrugada desta segunda.

De acordo com o capitão, em alguns pontos os rios transbordaram e a situação demonstra que houve uma grande precipitação pluviométrica.

O combate aos incêndios na região foi iniciado pelos bombeiros militares no último dia 6 de outubro, quando o fogo começou. O incêndio se concentrou no Parque Nacional da Chapada Diamantina, na cidade de Mucugê.

Desde então, o Governo do Estado viabilizou o envio de seis aviões air track e um helicóptero do Grupamento Aéreo da Polícia Militar para auxiliar na contenção das chamas. O trabalho contou com o empenho de 37 bombeiros militares e mais de 200 brigadistas ligados a órgãos ambientais e voluntários.

De acordo com o governo, as seis aeronaves lançaram mais de 450 mil litros de água na área atingida e realizaram 105 horas de voos. Com o helicóptero foram 16 horas de voos distribuídas entre atividades de monitoramento, lançamento e extração de bombeiros e brigadistas. A aeronave também foi utilizada para a entrega de equipamentos e refeições aos combatentes que se encontravam em área de difícil acesso.

Com o fim dos incêndios na região, os bombeiros, brigadistas e demais órgãos encerram todas as atividades na base montada em Mucugê na manhã de terça-feira (13).

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Acontecerá na Chapada Diamantina o desafio Solidário: Uma corrida de 70 Km entre as cidades de Mucugê e  Ibicoara, onde serão arrecadados cestas básicas para as comunidades carentes de Mucugê.

O promotor e organizador do evento, o locutor Roberto Mucugê falou com exclusividade ao Redação brasil na manhã desta sexta-feira (10), sobre a importância do evento e como se inscrever para o Desafio solidário de Mucugê

OUÇA a entrevista completa:

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A Fligê (Feira Literária de Mucugê), uma das mais expressivas feiras literárias da Bahia, será adiada em decorrência da crise de coronavírus e da precaução recomendada de distanciamento social.

A Feira, que aconteceria entre os dias 13 a 16 de agosto, está marcada para o período entre 5 a 8 de novembro.
Ester Figueiredo, curadora da Fligê, explica o adiamento: “A decisão de adiar, mesmo não sendo nosso desejo, partiu do compromisso de zelar por nosso público. Estamos trabalhando para a realização de nossa feira, encorajadas pela esperança do encontro”. O tema da Fligê em 2020 é “Literatura e Ancestralidades” e a produção informa que em
breve anunciará o autor homenageado.

Quem quiser acompanhar mais notícias da feira literária, basta acompanhar através destes endereços:

http://www.facebook.com/fligemucuge

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A 5ª edição da Fligê – Feira Literária em Mucugê,  acontecerá entre os dias 13 a 16 de agosto e tem como tema: “Literatura e Ancestralidades”, destacando os saberes intergeracionais que são matérias da arte literária.

A Feira Literária de Mucugê – Fligê abraça a arte literária com o objetivo de potencializar a formação do leitor de todas as idades, e valorizar o encontro do livro e da leitura com os diversos públicos.

Fligê é formada por conferências, mesas redondas, espetáculos, cinema, exposições, além de outras atividades que movimentam intensamente a vida cultural de Mucugê e região, antes, durante e depois da culminância do evento. Em breve, a organização irá anunciar qual será o autor homenageado desta edição.

Para acompanhar e saber mais novidades e informações sobre a feira literária, basta acessar o site oficial e o Instagram nos endereços: http://www.flige.com.br e www.instagram.com/fligemucuge.

A Feira Literária de Mucugê conta com o apoio de emendas parlamentares e do Governo do Estado da Bahia.

 

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Aviso de licitação para obra de recuperação de rodovias estaduais, publicado no último dia 6, no Diário Oficial do Estado, está sendo comemorado  pelos deputados Waldenor Pereira (federal) e Zé Raimundo (estadual), que vem se empenhando especialmente pela melhoria da estrada que liga o distrito de Sussuarana (Tanhaçu) até o município de Andaraí, passando por Tanhaçu, Ituaçu, Barra da Estiva e Mucugê.

Foram várias iniciativas dos parlamentares junto à Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra). Inclusive Waldenor e  Zé Raimundo estiveram, na segunda-feira(2), reunidos com o superintendente de Infraestrutura Terrestre/Seinfra, Saulo Pontes, que acabou cumprindo o prometido no encontro de publicar o edital no dia 6 seguinte.

“Dividimos essa vitória com lideranças da região que lutaram conosco, especialmente o companheiro Ney Santana, de Tanhaçu, que participou de várias audiências comigo e o deputado Zé Raimundo, na Seinfra, e com o governador do estado”, disse Waldenor, destacando que a recuperação dessa estrada vai beneficiar vários municípios da Chapada Diamantina, tanto pela o escoamento da sua produção quanto para facilitar o acesso para a atividade turística da região.

O trecho  solicitado pelos deputados está  discriminado no edital da Seinfra como lote 2  e deve absorver investimentos do Governo Estado da ordem de aproximadamente R$ 100 milhões. Trata-se do trecho da BA 142 que engloba uma extensão de 243 quilômetros entre o distrito de Sussuarana(Tanhaçu)  e o município de Andaraí, no entroncamento com a BR-242. A obra foi incluída no PREMAR II- Programa de Restauração e Manutenção de Rodovias no Estado da Bahia – e será realizada com recursos oriundos de empréstimo contraído junto ao Banco Mundial.

Ponte em conclusão

Com 70% de conclusão, já está quase pronta a ampliação da ponte  sobre o  Rio de Contas, no trecho da BA-142 que liga o distrito de Sussuarana ao município de Tanhaçu. Como ela integra o plano de recuperação da estrada entre Sussuarana e Andaraí, o governo se antecipou na realização da obra, outra reivindicação da região apoiada pelos deputados Waldenor e Zé Raimundo (estadual). A ponte tem  140 metros de cumprimento e  está sendo alargada para 10 metros, adequada a um fluxo de 150 veículos por dia.

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Nesse final de semana, de 15 a 18 de agosto, aconteceu mais uma edição da Feira Literária de Mucugê, na Chapada Diamantina. A Fligê homenageou o poeta Castro Alves e apresentou temas necessários e importantes em discussões sobre literatura, poesia, produções independentes e mercado editorial, mas também sobre os abismos sociais, o racismo, o fascismo, o empoderamento da mulher e do negro, a diversidade e a liberdade, em leituras que remetem ao passado, pensando no futuro.
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Os secretários estaduais de Cultura e de Educação, Arany Santana e Jerônimo Rodrigues, assim como o presidente da Assembleia Legislativa do Estado da Bahia, Nelson Leal, e o deputado estadual Rosemberg Pinto prestigiaram a programação da quarta edição. “A Fligê é um dos espaços de referência no campo da literatura baiana, onde o livro, a leitura, a escrita e a literatura se encontram com seus atores e autores para celebrar a vida e a liberdade”, afirmou Arany.
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Entre os escritores convidados, estiveram Mailson Furtado (Prêmio Jabuti 2018), Itamar Vieira Junior (Prêmio Leya 2018), Saulo Dourado, Noemi Jaffe, Meimei Bastos, Franklin Carvalho e Luís Serguilha. Nas sessões de lançamentos, participaram com suas mais recentes publicações:  Adroaldo Almeida (“A Última Flor da Terra”), Domingos Ailton (“Antônio Burokô”), Luiz Rogério Cosme (“Democracia Golpeada”), Dirlêi Bonfim (“Alquimia das Palavras”), entre outros.
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“Eu fico muito impressionado com a qualidade da homenagem que está sendo feita pela Fligê porque observo que a programação é resultado de uma curadoria muito competente, sofisticada, capaz de mapear realmente tudo o que temos de significativo em torno do poeta. Ver que outras pessoas estão embarcando no pensamento renovador, que a Feira proporciona, causa um sentimento de coletividade”, disse o dramaturgo e pesquisador da obra de Castro Alves, Edvard Passos, conferencista da abertura.
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A Fligê também contou com shows das cantoras Ana Cañas, Larissa Luz e do cantor Renato Braz. Participaram da programação o ator Jackson Costa e a atriz Tânia Toko. O encerramento foi com o concerto da Orquestra Conquista Sinfônica, com regência do maestro João Omar de Carvalho Mello. “Esse show realizado foi um dos shows mais bonitos do ano! O público baiano me emocionou diversas vezes cantando todas as músicas e manifestando carinho extremo”, agradeceu a cantora Ana Cañas.
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“Chegamos ao final mostrando que a literatura e as outras expressões artísticas dialogam com perfeição. O que a gente pode perspectivar é que a Fligê alcançou a sua maioridade e, em termos de público, nós tivemos uma diversidade, mas uma participação maior dos estudantes e da juventude”, avalia a curadora da Feira, Ester Figueiredo. “Tivemos também o registro de um público maior de pessoas do exterior, da Espanha, de Portugal, da Itália e da França, ou seja, estamos em diálogo com a literatura mundial”.
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Para o deputado federal Waldenor Pereira, que destinou emenda para a realização da Fligê juntamente com o ex-deputado Jean Wyllys, a Feira está consolidada. “Pessoas de 71 municípios registraram presença nesta edição da Fligê. Esta foi a edição com a maior participação de público. Nossa avaliação é, portanto, muito positiva, sobretudo nesse contexto e nesta conjuntura desafiadora que passa o nosso país. Através da literatura, da arte, da cultura, nós podemos debater e fazer frente à onda conservadora e reacionária que se abateu sobre o Brasil”, destacou.
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SELO FLIGÊ – Nesta edição, o Selo Fligê e o programa Alba Cultural lançaram o livro “Auto da Gamela”, de Esechias Araújo e Carlos Jehovah. A obra, original de 1981, ganhou segunda edição, revista e ampliada, incluindo versos censurados na época, e com ilustrações do artista plástico conquistense Silvio Jessé. Os exemplares foram distribuídos ao público da Fligê no estande da Alba.
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A Fligê é uma realização em parceria do Instituto Incluso, Coletivo Lavra e Governo do Estado, com patrocínio do Governo Federal.
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As fotos e a cobertura completa da Fligê podem ser conferidas no site www.flige.com.br
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Por: Ailton Fernandes/Ascom Fligê
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Confira as fotos:
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Diversão, brincadeiras e muita imaginação estão entre as atrações garantidas pela Feira Literária de Mucugê – Fligê, que desde a sua primeira edição reserva um espaço super especial para as crianças: a Fligêzinha.

Com direção artística da CazAzul Teatro Escola, a programação proporciona aos pequenos leitores encontro com escritores, apresentações teatrais, contações de histórias e, principalmente, o contato com o livro e com a escrita poética.

Como a quarta edição da Fligê homenageia o poeta Castro Alves, ele também se apresenta às crianças, com a montagem teatral baseada no livro “Cecéu, o poeta do céu”, de Adelice Souza. Logo após o espetáculo, a autora irá bater um papo com a criançada sobre a história e suas inspirações literárias.

As escritoras Rita Queiroz, Palmira Heine e Alexandra Patrocínio também terão momentos de bate-papo e serão apresentados outros espetáculos teatrais, como “O Barão nas Árvores”, do Coletivo DUO. Brincadeiras com o grupo da CazAzul e contações de histórias também mexerão com a imaginação dos pequenos.

Confira a programação do Espaço Fligêzinha. A Fligê é uma realização em parceria do Instituto Incluso, Coletivo Lavra e Governo do Estado, com patrocínio do Governo Federal.

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