O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (11) que as Forças Armadas americanas estão preparadas para realizar um ataque em larga escala contra o Irã caso o governo iraniano tente assassiná-lo. Em publicação nas redes sociais, o republicano disse que “mil mísseis estão prontos para disparo” e que outros milhares poderiam ser lançados em seguida.
Trump afirmou que as ordens já foram dadas e que os militares estão prontos para “dizimar e destruir completamente todas as áreas do Irã” por um período de um ano, com possibilidade de prorrogação. A mensagem foi publicada dias após apoiadores do governo iraniano pedirem sua morte durante o funeral do aiatolá Ali Khamenei.
Na quinta-feira (9), o The Wall Street Journalinformou que Israel compartilhou com os Estados Unidos novas informações de inteligência que apontariam para um suposto plano iraniano para matar Trump. O Irã promete retaliar o presidente americano pela morte do general Qassem Soleimani, morto em um ataque ordenado por Trump em 2020, mas nega envolvimento em qualquer conspiração para assassiná-lo.
O número de mortos provocados pelos fortes terremotos que atingiram a Venezuela no fim do mês passado subiu para 3.535. O novo balanço foi divulgado nesta segunda-feira (6) pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez. Segundo as autoridades, os tremores também deixaram 16.740 feridos e 17.854 pessoas desalojadas. O governo não informou quantos seguem desaparecidos.
A resposta internacional à tragédia está sendo coordenada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), que enviaram equipes às regiões atingidas para apoiar o atendimento às vítimas e avaliar a situação da rede hospitalar.
De acordo com o diagnóstico mais recente dos organismos, o sistema de saúde venezuelano enfrenta forte pressão. Avaliações realizadas em oito hospitais de La Guaira e Caracas, responsáveis por grande parte do atendimento aos feridos, identificaram danos estruturais em três unidades.
As entidades também informaram que todos os oito hospitais inspecionados necessitam de apoio externo imediato para manter o atendimento às vítimas e garantir o funcionamento dos serviços de saúde nas áreas afetadas.
O número de vítimas fatais dos dois terremotos que atingiram a Venezuela na noite de quarta-feira (24) subiu para 235, segundo atualização divulgada nesta sexta-feira (26) por Jorge Rodríguez, presidente do Congresso Nacional e irmão da presidente Delcy Rodríguez. De acordo com o governo, mais de 1.500 pessoas permanecem hospitalizadas.
Apesar do novo balanço oficial, organizações da sociedade civil apontam que a dimensão da tragédia pode ser ainda maior. O site Desaparecidos Terremoto Venezuela, criado para reunir informações sobre vítimas, registra mais de 57 mil pessoas desaparecidas. A plataforma permite que familiares informem dados como idade, sexo, estado civil e cidade de residência. Até o momento, o governo venezuelano não disponibilizou um sistema semelhante nem divulgou estimativas oficiais sobre desaparecidos.
O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) avalia que o total de mortos pode variar entre 10 mil e 100 mil pessoas. A projeção considera fatores como a intensidade dos abalos, a densidade populacional das áreas afetadas e a vulnerabilidade das construções.
Os tremores, de magnitudes 7,5 e 7,2, provocaram destruição principalmente no litoral de Morón, a cerca de 160 quilômetros de Caracas. O estado de La Guaira foi o mais atingido, com o desabamento de residências, edifícios e outras estruturas. Segundo a imprensa local, ao menos oito hospitais sofreram danos, obrigando a transferência de pacientes para outras unidades.
Os abalos também foram percebidos em cidades da Região Norte do Brasil. Conforme o Serviço Geológico do Brasil (SGB), moradores de Belém, Manaus, Boa Vista, Macapá e municípios vizinhos relataram os efeitos dos terremotos.
Uma série de terremotos registrada na Venezuela na noite de quarta-feira (24) deixou pelo menos 164 mortos até a manhã desta quinta-feira (25), segundo informou a presidente Delcy Rodríguez. Há mais de mil feridos e equipes de resgate ainda buscam vítimas presas nos escombros de prédios e casas que desabaram em diferentes áreas do país.
Segundo a Reuters, a presidente anunciou a criação de um fundo de US$ 200 milhões, com recursos do Fundo Monetário Internacional (FMI), para reconstrução da infraestrutura. Delcy Rodríguez afirmou, em pronunciamento, que a prioridade no momento é salvar vidas e retirar sobreviventes dos locais atingidos.
Em fala à Nação, Delcy Rodríguez disse que o estado mais afetado foi La Guaira, com “dezenas de edifícios colapsados. “É uma verdadeira tragédia”, disse a presidente. Equipes seguem mobilizadas para atendimento a feridos e buscas em áreas com estruturas comprometidas.
O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) estimou que o número de mortes pode ultrapassar 10 mil pessoas e chegar a até 100 mil. As autoridades locais e equipes de emergência continuam avaliando danos e contabilizando vítimas, enquanto ocorrem operações de resgate em locais com risco de novos desabamentos.
Uma investigação dos Estados Unidosconcluiu, nesta terça-feira (2), que 60 países, entre eles o Brasil, falharam em proibir e fiscalizar importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Como resposta, o governo americano propôs a aplicação de tarifas adicionais de 12,5% sobre todos os produtos desses países.
A decisão do Escritório de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) se baseia na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, após uma investigação iniciada em março deste ano. Esse é o mesmo texto utilizado para fundamentar a proposta de aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras.
Segundo o Itamaraty, a expectativa é que as tarifas, se adotadas, serão acumulativas.
Segundo o relatório, a prática desses países é “irracional” e restringe o comércio dos EUA ao criar uma concorrência desleal para as empresas e trabalhadores americanos.
O presidente colombiano, Gustavo Petro, disse neste domingo (31) que não aceita os resultados da contagem inicial dos votos na disputa pela sua sucessão, afirmando que aguardará os resultados finais, revisados pelos juízes.
Nenhum candidato conseguiu vencer a eleição presidencial da Colômbia em primeiro turno neste domingo (31). Com 99,92% das urnas apuradas, o candidato de direita Abelardo de la Espriella terminou na liderança com 43,7% dos votos, seguido pelo esquerdista Ivan Cepeda, que obteve 40,90%, e disputarão o segundo turno em 21 de junho.
Os dois candidatos apareciam como favoritos para a disputa presidencial.
Em postagem no X (antigo Twitter), Petro afirmou que aguardará comissões de recontagem compostas por juízes da República.
O atual presidente da Colômbia apontou que a contagem preliminar não tem efeito legal e questionou o software da empresa Thomas Greg & Sons (TGS), responsável pela logística eleitoral no país. Na publicação, Petro fez referência a uma diferença de números entre a população votante local.
“Como presidente, não aceito os resultados da pré-contagem da firma privada dos irmãos Bautista […] Há dois censos neste momento, o oficial e o do software dos irmãos Bautista que tem 800 mil pessoas adicionais”.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, chegou ao centro de detenção em Nova York no fim da noite deste sábado (3), após ser capturado por autoridades dos Estados Unidos. A prisão ocorreu durante a madrugada, em Caracas, de acordo com o governo americano.
Mais cedo, Maduro foi conduzido sob custódia ao escritório da Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA), onde foi fichado. Um perfil oficial da Casa Branca no X, divulgou as imagens do venezuelano escoltado por agentes.
O Ministério das Relações Exteriores da China afirmou neste domingo (4) que os Estados Unidos devem libertar imediatamente o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa. A declaração foi divulgada em comunicado publicado no site oficial do governo chinês.
No texto, Pequim também pediu que Washington resolva a situação na Venezuela por meio do diálogo e da negociação, em vez de ações unilaterais.
Segundo o ministério, os Estados Unidos devem ainda garantir a segurança pessoal de Maduro e de sua esposa. De acordo com a nota, a deportação do líder venezuelano violou o direito e as normas internacionais.
Na rede social Truth Social, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país realizou um ataque de grande escala contra a Venezuela e que o presidente Nicolás Maduro foi capturado, junto com sua esposa, e retirado do país por via aérea.
Segundo Trump, a operação foi conduzida em conjunto com forças de segurança americanas. Ele disse ainda que mais detalhes seriam divulgados posteriormente e anunciou uma coletiva de imprensa para as 11h (horário local; 13h em Brasília), em Mar-a-Lago, propriedade do presidente no estado da Flórida.
CRÉDITO, TRUTH SOCIAL
Explosões foram ouvidas e fumaça pôde ser vista subindo sobre a capital venezuelana, Caracas, na madrugada deste sábado.
Vídeos gravados por moradores mostravam colunas de fumaça e detonações, além de algumas aeronaves voando a baixa altitude.
Várias áreas de Caracas ficaram sem energia elétrica, segundo relatos de moradores e de jornalistas que colaboram com a BBC Mundo.
A COP 30 (Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas) começa oficialmente nesta segunda-feira (10) e segue até o dia 21 novembro. Cerca de 50 mil pessoas participam do encontro que discute ações globais contra as mudanças climáticas.
A Cúpula de Líderes terminou na sexta (7) e indicou negociações sobre acelerar a transição energética, ampliar o financiamento climático e proteger as florestas tropicais.
A expectativa do governo brasileiro é de consolidar o país como protagonista global da agenda climática e como mediador entre o Norte e o Sul Global.