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A Prefeitura de Vitória da Conquista, por meio da Defesa Civil, informa que choveu uma média de 98,97 mm de domingo (21) até hoje (23). Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o município segue com o alerta laranja, que faz referência às chuvas intensas, até a sexta-feira (26).

 

De acordo com os dados dos pluviômetros da Defesa Civil, a região do Bateias foi a maior atingida pelo temporal, com uma precipitação de 125,1 mm; em segundo lugar, ficou o bairro Bruno Bacelar, também na zona oeste da cidade, com 118,51 mm, e o Patagônia, na sequência, com 106,49 mm.

Quanto ao volume de chuva previsto até a próxima quinta-feira, 25, a Defesa civil informa que poderá haver uma precipitação de até 145mm. Sendo 50mm nesta terça-feira, 15 mm na quarta-feira e 50mm na quinta-feira.

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Na edição do quadro ‘Pingo nos is’, do jornal UP Notícias desta segunda-feira (22), o radialista e comunicador Deusdete Dias fala sobre diversos assuntos referentes a Vitória da Conquista, como a muralha digital e as fortes chuvas que caem em Vitória da Conquista desde o último domingo (21).
A prefeita Sheila Lemos afirmou em coletiva de imprensa que o número de precipitação de chuva foi além do esperado. Neste contexto Dias questiona: “ A prefeita está mal assessorada?”; “A gestora não sabia que o índice de chuva seria maior?” Ele fala sobre o funcionamento também da muralha digital.

Ouça na íntegra no link: 

https://www.4shared.com/s/fzGnuSCL_ku

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A Prefeitura de Vitória da Conquista está empenhada em acompanhar de perto a situação das estradas rurais, após as chuvas intensas que atingiram a região na noite deste domingo (21). Desde a madrugada desta segunda-feira (22), as secretarias de Desenvolvimento Rural (SMDR), Meio Ambiente (Semma) e a Defesa Civil trabalham em várias frentes para mitigar os impactos e garantir a segurança e a mobilidade dos moradores.

 

 

Serviço executado em estrada de José Gonçalves

De acordo com uma verificação feita pela SMDR, algumas áreas rurais foram mais afetadas do que outras. Além disso, medidas já estão sendo tomadas para a manutenção e a recuperação das vias. Presente nesta mobilização, o secretário de Desenvolvimento Rural, Breno Farias, descreveu a situação preliminar das estradas rurais que ligam os principais distritos.

Ao norte do município, na região de José Gonçalves, o povoado de Lagoa do Arroz apresentou pequenos atolamentos, enquanto que em Muritiba será necessário refazer o trabalho com as manilhas. No mesmo distrito, em Itapirema, e no distrito de São Sebastião, a situação está estável e as estradas estão em boas condições.

Na região da sede do município, as estradas de Volta Grande, Estiva e São Domingos estão em bom estado, sem grandes problemas devido às chuvas.

Na estrada do Pradoso em direção à Gameleira, na região oeste, a situação também está favorável, sem grandes problemas após o temporal. Em Bate- Pé, foi constatada a presença de buracos e valetas nas imediações do Baixão. Entretanto, máquinas já estão a caminho para realizar os reparos necessários. Algumas árvores também caíram, mas a equipe da Semma já foi acionada. Em São Mateus, as estradas também estão em boas condições.

No distrito de Inhobim, ao sul, as chuvas foram mais brandas, o que resultou em um menor impacto nas estradas dessa região. A Limeira também foi visitada no decorrer desta segunda-feira e foram identificados dois pontos com erosão, que já estão passando por manutenção. O secretário ressalta a importância de os moradores da zona rural ficarem atentos às informações divulgadas pelos órgãos da Prefeitura e seguirem as orientações, a fim de  evitar transtornos e garantir uma circulação segura durante este período chuvoso.

Máquina na Limeira

Segundo Breno, a SMDR continuará atuando para assegurar a qualidade das estradas e a comodidade dos usuários. “As máquinas estão trabalhando no dia de hoje para desobstruir, mas foram poucos os pontos que estão impedindo o ir e vir das pessoas. Temos seguido com a manutenção nas estradas que, apesar de alguns trechos mais complicados, conseguimos manter o devido controle”, salientou.

Extensão da Zona Rural de Vitória da Conquista

Os maiores desafios em relação à manutenção das condições das estradas se referem aos seus 2.600 quilômetros de extensão que, a efeito de comparação, superam a distância entre Vitória da Conquista e Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul (com 2.579,3 km via BR-381). A extensão da zona rural do município também compreende uma área superior a 3 mil quilômetros quadrados.

Segundo informações da Defesa Civil, choveu em poucas horas mais de 69mm, sendo que a previsão inicial era de apenas 3mm. O alerta do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) continua na cor laranja que refere-se ao nível perigo. A chuva para essa semana está prevista entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, com ventos intensos (60-100 km/h). Além disso, existe o risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

A Prefeitura está em alerta para eventuais chamados em decorrência da chuva e informa que, além do 199, a população pode entrar em contato com a Defesa Civil pelos números de celular (77) 98834-8844, 98852-2266 ou 98879-3361 ou pelo WhatsApp (77) 8856-5070.

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Na manhã desta segunda-feira (22), o Comitê de Crise, formado pelo Gabinete Civil, pela Defesa Civil, pelas secretarias municipais de Infraestrutura, de Desenvolvimento Rural, de Desenvolvimento Social, de Comunicação, do Meio Ambiente, e de Serviços Públicos, pela Guarda Municipal e pelo Deserg, se reuniu na sede do Deserg para avaliar os danos causado pelas fortes chuvas de ontem (21) e definir as intervenções prioritárias.

Segundo informações da Defesa Civil, choveu em poucas horas 69mm, sendo que a previsão era de apenas 3mm. “Por conta disso e do excesso de raios, tivemos 42 chamadas, sendo a maioria dela por conta de árvores que caíram” informou a coordenadora da Defesa Civil, Rosa Freitas.

A prefeita Sheila Lemos pediu todo o empenho da equipe nesta segunda-feira para diminuir o impacto da chuva. “Toda a nossa equipe está neste momento em ação na zona urbana e rural e as intervenções que nós estamos fazendo desde o final do ano passado para evitar essa situação de alagamento na cidade, têm dado resultado. Então, nós estamos fazendo um trabalho, não só no período das chuvas, mas, principalmente, antecipando o trabalho para que não haja grandes danos nesse momento de fortes chuvas na nossa cidade”, explicou Sheila.

O Município também já acionou a Coelba para resolver a situação de alguns pontos onde a rede elétrica foi danificada e também a Embasa para situação de transbordamento da rede de esgoto no bairro Senhorinha Cairo.

Segundo o secretário Jackson Yoshiura, o impacto foi menor na infraestrutura das vias devido às obras já realizadas pelo Governo Municipal. “Apesar do volume de chuva ter sido maior agora com relação à outra chuva deste mês, o impacto nas vidas foi bem menor. Hoje, nossas equipes estarão trabalhando junto a outras secretarias para diminuir os danos”.

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Dois fazendeiros foram presos após o assassinato da indígena indígena Maria de Fátima Muniz de Andrade, a Nega Pataxó, na tarde deste domingo (21), no Extremo Sul da Bahia. Ela é irmã do cacique Nailton Muniz Pataxó, do povo indígena Pataxó-hã-hã-hãe, que também foi baleado na ação.

Segundo informações da Secretaria da Segurança Pública (SSP), os fazendeiros foram autuados por homicídio e tentativa de homicídio. Quatro armas de fogo e munições foram apreendidas com a dupla. As pistolas e revólveres foram encaminhados ao Departamento de Polícia Técnica (DPT), para perícia.

Equipes de unidades especializadas das Polícias Militar e Civil foram enviadas à região de Potiraguá para impedir novos conflitos entre indígenas e ruralistas. Ainda segundo a SSP, os agentes devem auxiliar na investigação dos crimes graves contra a vida.

Policiais militares e civis do Batalhão de Choque, da CATI, entre outras unidades atuarão por tempo indeterminado na região. “Me solidarizo com toda a comunidade indígena. Os autores desses crimes graves serão responsabilizados. Dois suspeitos foram presos e as possíveis armas utilizadas apreendidas. Enviamos reforço para a região por tempo indeterminado”, enfatizou o secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner.

Ação violenta

O caso aconteceu após um conflito entre indígenas, policiais militares e fazendeiros no território Caramuru, município de Potiraguá, no extremo sul da Bahia. A informação é da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib).

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Nega Pataxó, irmã do cacique Nailton Muniz Pataxó, do povo indígena Pataxó-hã-hã-hãe, foi assassinada na tarde de hoje (21) após um conflito entre indígenas, policiais militares e fazendeiros ocorrido no território Caramuru, município de Potiraguá, no extremo sul da Bahia. A informação é da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib).

Segundo a Apib, além dela, o cacique e uma outra liderança indígena também foram baleados. O estado de saúde deles não foi informado até este momento.

Além disso, duas pessoas foram espancadas, uma mulher teve o braço quebrado e outras pessoas foram hospitalizadas, mas sem gravidade. Dois fazendeiros foram presos por porte ilegal de arma.

De acordo com a Apib, a retomada de uma fazenda por parte dos indígenas como parte do território Caramuru teve início na madrugada de ontem (20).

Após mobilização dos ruralistas da região pelo Whastapp, os indígenas foram cercados por homens que chegaram ao local com dezenas de caminhonetes. A mobilização via internet convocava os fazendeiros e comerciantes para realizar a reintegração de posse da fazenda com as próprias mãos.

“A região enfrenta os desmandos de fazendeiros invasores que se dizem proprietários das terras tradicionais e acusam o povo de ser ‘falso índio’. A aprovação do marco temporal acentua a intransigência dos invasores, que se sentem autorizados a praticar todo tipo de violência contra as pessoas”, critica a Apib.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram um dos feridos no chão, cercado pelo grupo de ruralistas comemorando a ação violenta, narra a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil. Policiais, informou a Apib, teriam participado dessa violência contra os indígenas.

“Exigimos acompanhamento das autoridades e apuração do caso. Reiteramos que a demarcação das terras indígenas é o único caminho para amenizar a escalada de violência que atinge os povos da região sul da Bahia”, disse a Apib, por meio de nota.

A Agência Brasil tentou contato por e-mail com o Departamento de Comunicação Social da Polícia Militar da Bahia, mas não teve retorno até o fechamento dessa reportagem.

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A Defesa Civil do município está em alerta para eventuais chamados em decorrência da chuva e informa que, além do 199, a população pode entrar em contato pelos números de celular (77) 98834-8844, 98852-2266 ou 98879-3361 ou pelo WhatsApp (77) 8856-5070._

*Acesse e confira* https://www.pmvc.ba.gov.br/defesa-civil-disponibiliza-mais-linhas-telefonicas-para-registro-de-ocorrencias-e-realiza-monitoramento-da-chuva/

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A Prefeitura, por meio da Defesa Civil, informa as previsões de chuvas para esta semana em Vitória da Conquista. Há possibilidade de pancadas de chuva deste domingo (21) até o dia 26 de janeiro. Nesta manhã, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) também emitiu um alerta laranja, que se estende até às 18h de segunda-feira (22), e salientou que as regiões Extremo Sul, Sul e Sudoeste da Bahia, incluindo Vitória da Conquista, estão situadas na área sob alerta._

*Acesse e confira* https://www.pmvc.ba.gov.br/previsao-de-chuva-para-vitoria-da-conquista-a-partir-deste-domingo/

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Pela primeira vez, especialistas identificaram uma região de clima árido no Brasil, um dado surpreendente e alarmante que tem uma explicação clara: as mudanças climáticas causadas pelo homem.

O trecho de quase 6 mil km² fica no centro-norte da Bahia e abrange toda a área das cidades de Abaré, Chorrochó e Macururé, além de trechos de Curaçá, Juazeiro e Rodelas, municípios baianos que fazem fronteira com o sertão pernambucano. (Veja no mapa abaixo.)

📝 Contexto: A aridez é a falta crônica de umidade no clima, indicando um desequilíbrio constante entre a oferta e a demanda de água. Ela é permanente e, por isso, difere da seca, período temporário de condições anormalmente secas.

Além desse dado inédito, o estudo feito por pesquisadores do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) revelou também que o avanço do semiárido vem ocorrendo num nível acentuado pelo país.

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