AÇÕES BAHIA - PROJETOS INSTITUCIONAIS 0526 (2)
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AÇÕES BAHIA - PROJETOS INSTITUCIONAIS 0526 (1)

A Polícia Federal, deflagrou, na manhã desta terça-feira (27), a Operação Astreia 2, segunda fase da operação ocorrida há uma semana. A PF representou por novos mandados, a partir de desdobramentos ocorridos durante a primeira fase da ação policial. Essa nova ofensiva tem como objetivo dar cumprimento a mais dois mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão temporária de novos membros da organização criminosa investigada, especializada em tráfico de drogas para os estados da Bahia e Pernambuco.

 

Para a nova deflagração, foram mobilizados cerca de 16 policiais. Foi deferido, ainda, o sequestro de bens e bloqueio de valores dos dois novos investigados. As apurações revelaram a conexão do grupo criminoso com uma série de delitos, dentre eles tráfico de drogas, tráfico de armas e homicídios, e que causaram aumento significativo da violência local.

 

Mesmo após a deflagração da primeira fase da operação policial, a organização criminosa manteve-se ativa, praticando novos crimes. Os investigados responderão pelos crimes de Organização Criminosa, Tráfico de Drogas e Lavagem de Dinheiro, cujas penas somadas podem chegar a 33 anos de reclusão e poderão ser elevadas ainda de 12 a 30 anos, caso sejam comprovados os homicídios atribuídos à ORCRIM.

 

A ação conta com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais do MPBA (Gaeco) e da Polícia Militar da Bahia.

 

CHEFÃO PRESO

Na primeira fase da operação, o homem apontado como chefe de uma facção criminosa foi preso em Aracaju (SE). Informações obtidas pelo Bahia Notícias apontam que Manoel Luiz dos Santos Neto foi um dos fundadores do grupo criminoso Bonde do Maluco (BDM). Manoel saiu do BDM e fundou o próprio grupo denominado Honda.

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Na data, hora e local acima descritos, dando continuidade à Operação Unum Corpus, policiais civis da DT de Condeúba, com o apoio da 10a COORPIN, diligenciaram objetivando cumprirem 03 mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão domiciliar, resultando na prisão em flagrante delito de um homem, de 57 anos de idade, sob as imputações da prática de crimes de violência doméstica, consistindo nas condutas de estupro de vulnerável, ameaça, injúria real e injúria, cujas vítimas foram as suas próprias filhas adolescentes. Importa registrar que o aludido criminoso também estuprou a sua filha adulta, a qual gerou uma filha dele.

Dois outros criminosos encontram-se foragidos em lugar incerto e não sabido.
Das diligências, restaram consubstanciadas as circunstanciais em que ocorreu um delito de furto duplamente qualificado de alta monta.

▪️Providências Adotadas: Lavratura do APFD.

Fonte: DT de Condeúba.

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A Polícia Civil da Bahia, por intermédio do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP), deflagra, nesta terça-feira (23), a segunda fase da Operação Falso Consórcio. Mandados de prisão e de busca e apreensão estão sendo cumpridos em São Paulo, Rio de Janeiro e Tocantins.

 

As determinações judiciais a serem cumpridas são resultado da análise da documentação apreendida na primeira etapa da operação, ocorrida em agosto de 2022. O mote desta fase são golpes aplicados em plataformas de compra e venda online, com o uso de bens móveis e imóveis para atrair clientes de baixa instrução para a fraude.

 

As investigações, presididas pela delegada Gabriela Macedo, contam com o apoio do Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco), do Ministério Público da Bahia. As solicitações de mandados foram apreciadas pela Vara dos Feitos Relativos a Delitos Praticados por Organização Criminosa, do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia.

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A Polícia Federal realiza uma operação, na manhã desta sexta-feira (5), para apreender diversos carros e motos de luxo de uma quadrilha que atua contra o sistema financeiro usando criptomoedas. Os veículos estão avaliados em mais de R$ 3 milhões.

O principal alvo é Arthur dos Santos Leite, investidor que já trabalhou com Glaidson Acácio dos Santos, o Faraó dos Bitcoins. A Operação McQueen é desdobramento da Operação Kryptos, que está na 7ª fase.

De acordo com a PF, os criminosos se desfizeram de parte da frota de veículos apreendidos pela Operação Kryptos. Para evitar a dissolução do patrimônio dos investigados, a polícia realizou a apreensão de 10 carros e motos de luxo.

Cerca de 30 policiais federais cumpriram 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 3ª Vara Federal Criminal, nos municípios de São Paulo, Rio de Janeiro, São Pedro da Aldeia e Cabo Frio.

Os investigados respondem por prática dos crimes de operação sem autorização de instituição financeira, gestão fraudulenta, organização criminosa e apropriação indébita, cujas condenações podem chegar a 40 anos de reclusão.

O nome da operação faz alusão ao modelo de um dos carros de alto valor que foi apreendido durante as diligências.

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A Polícia Federal cumpre, na manhã desta quinta-feira (15/12), seis mandados de busca e apreensão, nos municípios baianos de Irecê, Livramento de Nossa Senhora, Rio de Contas e Vitória da Conquista, em investigação de combate à prática do crime de lavagem de dinheiro. Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado da Bahia.

A operação policial, denominada Serviço, investiga a utilização de empresas contratadas por prefeituras e controladas por um contador para ocultar a movimentação de recursos públicos e possibilitar o favorecimento indevido de terceiros.

Apenas uma das empresas recebeu mais de R$ 46 milhões de prefeituras em cerca de três anos. Uma parte significativa desse valor foi movimentada para conta pessoal do contador, também utilizada para transferências em favor de secretários municipais, outros agentes públicos, parentes de um prefeito e suas empresas.

As investigações continuam em curso pela Polícia Federal para identificação de todos os envolvidos no esquema descortinado que alcança, no período de apuração, contratações vultosas que orbitam o valor de mais de R$ 48 milhões.

Maiores informações poderão ser obtidas através da Comunicação Social.

Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia
cs.srba@pf.gov.br | www.pf.gov.br
(71) 3319-6124/(71) 3319-6002 (WhatsApp)

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Três homens e uma mulher foram detidos por mandados de prisão preventiva, nesta sexta-feira (18), durante uma operação da Polícia Civil contra suspeitos de tráfico na Chapada Diamantina. Eles foram encontrados nas cidades de Itaetê, Marcionílio Souza e Nova Redenção.

De acordo com a polícia, os quatro são lideranças de grupos criminosos na Bahia, e tinham importante articulação dentro dessas organizações.

Além das quatro prisões, a polícia também cumpriu 16 mandados de busca e apreensão nas três cidades e em Ibiquera, que também fica na região da Chapada. O município paulista de Ribeirão Preto também foi alvo dos mandados. Fonte: G1.Bahia.com

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O primeiro dia de barreiras para inibir o transporte intermunicipal de passageiros resultou na abordagem de 423 veículos nas estradas da Região Metropolitana de Salvador.

A operação conjunta, fruto da parceria entre a Secretaria de Infraestrutura da Bahia, através da Agerba, e a Polícia Militar da Bahia, por meio do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv/Ba), tem como objetivo impedir o transporte coletivo de passageiros, como medida para conter a disseminação do coranavírus(COVID-19) entre cidades com casos confirmados com cidades sem registro de contaminação.

Durante as blitze, realizadas nas rodovias BA-099 (Linha Verde), BA-526 (CIA/Aeroporto), BA-001 (Ilha-Ponte do Funil) e BA-093 (Palmares) e BA-052, aproximadamente 800 pessoas foram abordadas e 11 motoristas foram autuados pela Agerba após serem flagrados realizando transporte irregular de passageiros.

Além disso, 29 autos foram emitidos pelo BPRv por infrações de trânsito, 09 documentos de veículos e motoristas foram retidos e 202 veículos foram obrigados a retornar ao seus lugares de origem. A operação segue sendo realizada nas estradas da Bahia, como medida preventiva.

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Três mandados de prisão e nove de busca e apreensão foram cumpridos na manhã desta sexta-feira, dia 13, contra um grupo que causou um prejuízo de mais de R$ 22 milhões aos cofres públicos com sonegação de impostos. Denominada “Operação Sem Fronteira”, a ação foi deflagrada por uma força-tarefa formada pelo Ministério Público estadual e pelas secretarias estaduais da Fazenda (Sefaz) e da Segurança Pública (SSP). Os alvos são empresas que atuavam em um esquema de sonegação no setor atacadista de alimentos operado a partir do município de Tucano, no nordeste da Bahia. Os mandados, expedidos pela Vara Criminal Especializada da Comarca de Tucano, foram cumpridos no município e em Salvador.

  Uma investigação promovida pela força-tarefa constatou um grande volume de sonegação fiscal pelas empresas envolvidas na fraude, além da utilização de “pessoas laranjas” nos seus quadros societários e de notas fiscais falsas, denominadas pelo grupo criminoso como “notas tabajara”, que eram utilizadas para burlar a fiscalização e acobertar o trânsito de mercadorias realizado por meio de mais de 30 caminhões de propriedade do grupo fraudador ou de familiares. As empresas sonegadoras são: José Iranildo Andrade dos Santos ME, José Maurício Soares ME, Mário Sérgio de Jesus ME, M Soares de Andrade ME, Comercial de Alimentos Andrade Eireli, Rita de Cássia Rodrigues Souza ME, Maria Ivanildes Andrade dos Santos Bacelar ME e Maria Ivonete Andrade dos Santos ME.

Ao praticar os crimes de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e associação criminosa, o grupo responsável pelas fraudes lesou as finanças estaduais, desestabilizou o mercado a partir da prática de concorrência desleal e acumulou patrimônio de forma irregular.


O prejuízo ao fisco foi calculado com base nas operações registradas pelos sistemas da Sefaz, motivo pelo qual o montante real, em função da natureza das fraudes cometidas, pode ter sido bem maior. Além disso, as operações do grupo ocorriam sem a emissão do documento fiscal e fora do controle eletrônico da fiscalização.

CIRA
Parte da estratégia de combate à sonegação fiscal promovida pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira), a força-tarefa reúne o Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf) do Ministério Público, a Inspetoria de Investigação e Pesquisa Fazendária (Infip) da Sefaz-Ba, e a Delegacia de Crimes Econômicos e Contra a Administração Pública (Dececap), vinculada ao Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), da SSP.

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