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A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta Quinta-feira (27), a Operação Rainha do Sul, com o objetivo de desarticular um núcleo estratégico do narcotráfico envolvido em tráfico de drogas, extorsão e lavagem de dinheiro. A ação, coordenada pelo Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), resultou em 15 prisões e no cumprimento de 25 mandados de busca e apreensão em cinco estados.

A ofensiva apreendeu joias de ouro avaliadas em aproximadamente R$ 1 milhão, além de celulares, dinheiro em espécie, drogas e documentos que serão analisados na continuidade das investigações. Entre os materiais recolhidos também foram encontrados um revólver calibre .357, aparelhos eletrônicos, um notebook, 520 porções de maconha, porções de cocaína, uma balança de precisão, cartões de crédito e uma placa veicular.ofensiva inclui ainda o bloqueio de bens, veículos, imóveis e contas bancárias vinculadas aos investigados.

Até o momento, foram bloqueados sete veículos automotores, um jetski, um haras com cavalos de raça avaliado em três milhões e uma usina de energia solar avaliada em cerca de R$ 1 milhão. Há bloqueios de contas e investimentos ligados a 26 CPFs e CNPJs, podendo ultrapassar R$ 100 milhões.

 

 

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Uma megaoperação tenta desarticular, na manhã desta quinta-feira (27), um grande esquema envolvendo fraude em recolhimento de impostos em cinco estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Maranhão, além do Distrito Federal.

Ao todo, são 190 mandados de busca e apreensão contra alvos ligados ao Grupo Refit, dono da antiga refinaria de Maguinhos, no Rio de Janeiro, e dezenas de empresas do setor de combustíveis. Chefiado pelo empresário Ricardo Magro, o grupo é o maior devedor de ICMS do estado de São Paulo e um dos maiores da União.

Segundo o Ministério Público de São Paulo, o “engenhoso” esquema de fraude fiscal estruturada causou prejuízos aos estados e à União estimados em mais de R$ 26 bilhões de débitos já inscritos em dívida ativa.

Segundo as investigações, os mais de 190 alvos, entre pessoas físicas e jurídicas, são suspeitos de integrarem organização criminosa e de praticarem diversos crimes contra a ordem econômica e tributária, lavagem de dinheiro, dentre outras infrações.

Foram bloqueados imediatamente R$ 8,9 bilhões contra todos os integrantes do grupo. Em paralelo, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional adotou medidas na Justiça Federal para indisponibilizar R$ 1,2 bilhão da empresa.

Batizada de Poço de Lobato, a operação tem a participação de mais de 621 agentes públicos. Participam Ministério Público de São Paulo, Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo, Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo, Receita Federal do Brasil e Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, Policias Civil e Militar.

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A Polícia Federal deflagra, nesta quinta-feira (13/11), a operação Worms 2 – “Não Seja um Laranja”, com o objetivo de desarticular uma associação criminosa especializada em fraudes bancárias, furto qualificado, estelionato majorado e lavagem de dinheiro, que utilizava contas de terceiros (“laranjas”) para movimentar valores ilícitos oriundos de furtos e fraudes contra a Caixa Econômica Federal e outras instituições financeiras.

A ação integra a Força-Tarefa Tentáculos, iniciativa que tem como um dos pilares a cooperação com instituições bancárias e financeiras para o combate às fraudes eletrônicas.

Estão sendo cumpridos 24 mandados de busca e apreensão, 23 medidas cautelares diversas da prisão e um mandado de prisão preventiva, todos expedidos pela Justiça Federal.
As diligências ocorrem em Vitória da Conquista/BA e Salvador/BA, com a participação de 52 policiais federais.

A investigação, iniciada a partir das operações Worms (2022) e Não Seja Um Laranja (2022), revelou que o grupo criminoso evoluiu para um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro, utilizando instituições de pagamento, plataformas de apostas online e criptoativos para dissimular a origem ilícita dos valores. Relatórios de inteligência financeira apontaram movimentações superiores a R$ 6,9 milhões, entre 2023 e 2024, com projeção de R$ 20,9 milhões no período de cinco anos. Há indícios de que parte desses recursos tenha origem no tráfico de drogas, reforçando a conexão com outras atividades ilícitas.

Além dos mandados, foi determinado o bloqueio judicial de contas bancárias e ativos financeiros dos investigados, visando descapitalizar a organização criminosa. Os crimes apurados incluem associação criminosa, furto qualificado, estelionato majorado e lavagem de dinheiro, cujas penas máximas somadas podem ultrapassar 30 anos de prisão.

VEJA: 

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A Polícia do Estado do Rio de Janeiro divulgou, nesta quarta-feira (29), o balanço da ação contra o Comando Vermelho (CV) realizada na Penha e no Alemão. Entre os mortos estão 103 traficantes e 4 policiais. Foram presas 83 pessoas; 111 fuzis e 38 granadas apreendidas e 30 carros roubados foram recuperados.

A operação segue em andamento na Zona Norte da cidade. Segundo números confirmados pelo Palácio Guanabara, essa é a ação mais letal da história do estado. Cerca de 2.500 agentes das forças de segurança do Rio de Janeiro saíram para cumprir quase 100 mandados de prisão.

O COR-Rio (Centro de Operações e Resiliência da Prefeitura do Rio) informou que todas as vias da cidade estão liberadas para o trânsito de veículos.

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A Polícia Federal, em ação conjunta com a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou, na última quarta-feira (23), a Operação Intercessor, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa responsável pelo desvio e lavagem de recursos públicos federais repassados à administração municipal de Poções/BA entre os anos de 2021 e 2023.

25 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos nos municípios de Poções, Encruzilhada, Barreiras e Vitória da Conquista, e, ação realizada por 68 policiais federais e 13 auditores da CGU.

As investigações apontam irregularidades graves em contratos de terceirização de mão de obra financiados com recursos do FUNDEB, SUS e FNAS, incluindo ausência de estudos técnicos, pesquisa de preços inadequada, majoração indevida de valores contratuais e prestação fictícia de serviços. O prejuízo estimado ultrapassa R$12 milhões.

A partir da investigação, foi revelado uma estrutura criminosa organizada, com atuação em diversos municípios do estado, que utilizava empresas de fachada, familiares como intermediários financeiros, movimentações bancárias suspeitas e ocultação patrimonial para realizar os desvios e a lavagem de dinheiro.

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Na manhã desta terça-feira, 12/, a Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Vitória da Conquista – DRFR deflagrou mais uma etapa da Operação Mobile 360º com finalidade de fiscalizar lojas de celulares usados e oficinas de reparo.

Veja: 

Ainda foram arrecadadas diversas carcaças de aparelhos celulares cujas etiquetas identificadoras foram retiradas deliberadamente, prática utilizada pelos criminosos para evitar o rastreamento de celulares que são vendidos aos proprietários de oficinas para que tenham suas peças retiradas e utilizadas em reparos.
O comerciante que estava na posse do aparelho com restrição foi conduzido à DRFR para adoção das medidas cabíveis.
*Fonte: DEIC/DRFR-VCA*

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Na madrugada dessa quarta-feira (16), a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) Bahia, a Polícia Militar, através do 19⁰ Batalhão, CIPE Central, CIPT Sudoeste e Esquadrão de Motociclistas de Vitória da Conquista – Falcão e a Polícia Civil, representada pela 9ª Coorpin e pela Diretoria Regional de Polícia do Interior (DIRPIN Sudoeste/Sul), deflagraram a Operação Parabellum, contra grupo criminoso em Jequié.

Mais de 80 policiais de Unidades ordinárias e especializadas cumprem mandados de prisão preventiva, temporária e busca e apreensão contra integrantes de um grupo criminoso responsável por homicídios e tráfico de drogas na região.
A Operação ainda encontra-se em andamento. Até o momento, 7 (sete) pessoas foram presas (5 mandados de prisão e 02 presos em flagrante), 2 (duas) armas de fogo, 14 (quatorze) celulares, 03 (três) tablets, 01(uma) balança de precisão, 11(onze) munições intactas, 04 (quatro) cápsulas deflagradas, drogas: unidades de maconha, 18 (dezoito) petecas de cocaína, dezenas de pedras de crack, e dinheiro foram apreendidos.

 

Fonte: Ascom 19º BPM

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Mais de 2 milhões de fogos de artifício foram apreendidos nesta quinta-feira (12) durante uma operação contra o comércio e armazenamento clandestino na Bahia. As ações ocorreram em Feira de Santana, Alagoinhas e Serrinha, e continuarão durante o período junino em várias cidades do estado.

Em Alagoinhas, foram apreendidas 2 milhões de unidades e três pessoas foram levadas à delegacia. Também foram encontrados seis trabalhadores em condição análoga à escravidão em uma fábrica clandestina, e o caso foi comunicado ao Ministério Público do Trabalho e às autoridades locais.

Em Feira de Santana, cerca de 13.500 fogos foram apreendidos em comércios, e em Serrinha, outros 7 mil. Segundo o coordenador da operação, foram encontrados diversos pontos de venda e fabricação sem autorização, com produtos irregulares, como fogos artesanais. Os locais foram lacrados para regularização.

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A Polícia Federal (PF) prepara um acordo de colaboração premiada para o empresário José Marcos Moura, conhecido como “rei do lixo”, preso na semana passada, no âmbito da Operação Overclean, sob acusação de liderar um esquema de fraudes em licitações públicas com recursos provenientes de emendas parlamentares envolvendo o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS). As informações são da CNN.

Segundo a reportagem, a polícia também pretende oferecer acordos de colaboração premiada a outros presos na operação, como os irmãos e empresários Alex Parente e Fabio Parente, que juntamente com Moura são apontados como cabeças do esquema.

A operação e as investigações revelaram uma rede de corrupção com ramificações em várias esferas políticas, incluindo o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, responsável por indicar Moura para o diretório nacional do União Brasil. A investigação apura suposto tráfico de influência ligado a Moura. De acordo com interceptações telefônicas e escutas ambientais, Moura cita um “amigo”, que segundo a PF seria o ex-prefeito de Salvador. Com o político, de acordo com os investigadores, o empresário teria conversado para resolver questões relacionadas ao pagamento da Larclean Saúde Ambiental Ltda., uma das empresas investigadas e que firmou contrato com a prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal da Educação.

A assessoria do ex-prefeito de Salvador já se manifestou em outra oportunidade informando que, segundo os autos, não há qualquer diálogo envolvendo seu nome, nem mesmo uma citação direta a ele. A assessoria ressaltou que existem apenas inferências, as quais, segundo a defesa, não estão relacionadas a qualquer ato ilícito.

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A Polícia Federal, deflagrou, na manhã desta terça-feira (27), a Operação Astreia 2, segunda fase da operação ocorrida há uma semana. A PF representou por novos mandados, a partir de desdobramentos ocorridos durante a primeira fase da ação policial. Essa nova ofensiva tem como objetivo dar cumprimento a mais dois mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão temporária de novos membros da organização criminosa investigada, especializada em tráfico de drogas para os estados da Bahia e Pernambuco.

 

Para a nova deflagração, foram mobilizados cerca de 16 policiais. Foi deferido, ainda, o sequestro de bens e bloqueio de valores dos dois novos investigados. As apurações revelaram a conexão do grupo criminoso com uma série de delitos, dentre eles tráfico de drogas, tráfico de armas e homicídios, e que causaram aumento significativo da violência local.

 

Mesmo após a deflagração da primeira fase da operação policial, a organização criminosa manteve-se ativa, praticando novos crimes. Os investigados responderão pelos crimes de Organização Criminosa, Tráfico de Drogas e Lavagem de Dinheiro, cujas penas somadas podem chegar a 33 anos de reclusão e poderão ser elevadas ainda de 12 a 30 anos, caso sejam comprovados os homicídios atribuídos à ORCRIM.

 

A ação conta com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais do MPBA (Gaeco) e da Polícia Militar da Bahia.

 

CHEFÃO PRESO

Na primeira fase da operação, o homem apontado como chefe de uma facção criminosa foi preso em Aracaju (SE). Informações obtidas pelo Bahia Notícias apontam que Manoel Luiz dos Santos Neto foi um dos fundadores do grupo criminoso Bonde do Maluco (BDM). Manoel saiu do BDM e fundou o próprio grupo denominado Honda.

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