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Conforme informado pelo Blog do Redação, uma  farmácia localizada no bairro Guarani, em Vitória da Conquista, foi alvo de um assalto no final da tarde da  segunda-feira ( 01).

Minutos após ao roubo, policiais militares da 77ª CIPM e Rondesp Sudoeste localizaram e prenderam os envolvidos, recuperando parte dos materiais subtraídos durante a ação criminosa.

A pronta resposta reforça o compromisso da Polícia Militar da Bahia com a segurança da comunidade e o combate à criminalidade.
Veja: 

 

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Uma farmácia localizada no bairro Guarani, em Vitória da Conquista, foi alvo de um assalto no final da tarde desta segunda-feira.

A ação criminosa causou apreensão entre funcionários e clientes que estavam no estabelecimento no momento do ocorrido. As circunstâncias do crime e os prejuízos causados ainda não foram divulgados oficialmente.

A ocorrência reforça a preocupação dos moradores e comerciantes com a segurança na região. O caso deverá ser investigado pelas autoridades policiais.

📲 Mais informações a qualquer momento.

 

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Quatro mulheres foram presas e uma adolescente de 13 anos foi apreendida, suspeitas de furtos de roupas em shoppings centers de Vitória da Conquista. O grupo foi encontrado durante uma ação da Polícia Civil que aconteceu entre quinta-feira (28) e esta sexta-feira (29).

O grupo de mulheres furtava roupas em lojas de departamento e, segundo a polícia, atuava desde 2025 na cidade. Conforme informações apuradas pela TV Sudoeste, afialida da TV Bahia, todas as envolvidas são naturais de Brasília. As investigações apontam que as mulheres agiam em conjunto e utilizavam a adolescente para as ações criminosas.

Ainda segundo a polícia, o último furto realizado pelo grupo aconteceu na quinta-feira. Na ocasião, as suspeitas furtaram cerca de 500 peças de roupas infantis avaliadas em mais de R$ 60 mil.

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Uma sequência de furtos e arrombamentos praticados por um grupo de adolescentes com idades entre 15 e 17 anos tem gerado forte apreensão em Vitória da Conquista. Entre janeiro e maio deste ano, foram 30 ocorrências contra estabelecimentos comerciais, registrando invasões recentes na Avenida Régis Pacheco, na Praça da Saudade e no Candeias. Câmeras flagraram as ações rápidas dos infratores, que subtraíram telefones, drones e caixas registradoras.

O impasse ganhou contornos mais graves na madrugada desta quinta-feira (26), quando um dos jovens retornou a uma loja assaltada na terça-feira (26) e tentou entrar novamente utilizando uma chave furtada, sendo barrado pelas novas trancas. A 77ª Companhia Independente de Polícia Militar da Bahia informou que identificou os integrantes do bando e efetuou cinco apreensões recentes, encaminhando um relatório circunstanciado ao Ministério Público do Estado da Bahia para subsidiar andamentos junto à Vara da Infância e da Juventude. Por sua vez, a Polícia Civil comunicou que mantém as investigações ativas para qualificar os menores e representar pelas medidas cautelares cabíveis.

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A Polícia Militar da Bahia promove, nesta quinta-feira (28), mais uma edição da Operação Força Total. A iniciativa serve para ampliar o policiamento ostensivo e fortalecer as ações de segurança pública em todo o estado. A mobilização terá como foco a ocupação de áreas estratégicas, a intensificação da presença policial e a ampliação das ações preventivas e repressivas qualificadas.

A Força Total faz parte do conjunto de estratégias permanentes da PMBA voltadas ao enfrentamento da criminalidade e à promoção da paz social, reunindo efetivo operacional em ações coordenadas na capital, Região Metropolitana e interior da Bahia.

Nesta edição, a Polícia Militar reforça a atuação orientada por inteligência e tecnologia, utilizando ferramentas de monitoramento, análise de dados e informações estratégicas que auxiliam na identificação de áreas prioritárias e no direcionamento mais eficiente das equipes em campo.

O objetivo é ampliar a capacidade de resposta das guarnições, aumentar a efetividade das intervenções policiais e fortalecer a prevenção de ocorrências intensificando o patrulhamento, as abordagens policiais e as ações de fiscalização em pontos estratégicos previamente mapeados.

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Uma fiscalização realizada pela Receita Federal em Vitória da Conquista terminou com a apreensão de mercadorias avaliadas em cerca de R$ 120 mil. A operação ocorreu na manhã desta terça-feira (19) e teve como alvo um estabelecimento ligado ao comércio digital no município.

Durante a ação, equipes do órgão analisaram a situação fiscal dos produtos comercializados no local e identificaram indícios de irregularidades tributárias e falta de documentação fiscal em parte das mercadorias.

Conforme a Receita Federal, os itens apreendidos serão encaminhados para análise técnica e procedimentos administrativos. A depender do resultado da apuração, os responsáveis poderão ser autuados por infrações previstas na legislação tributária e aduaneira.

O órgão destacou que as fiscalizações integram ações permanentes de combate ao comércio irregular, descaminho, contrabando e sonegação fiscal. Segundo a Receita, o objetivo também é assegurar maior equilíbrio na concorrência entre empresas que atuam de forma regular.

Até o momento, o nome do estabelecimento fiscalizado e dos responsáveis pela empresa não foi divulgado oficialmente.

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Os arrombadores voltaram a agir em Vitória da Conquista. O alvo desta vez foi uma loja de moda localizada na Rua 7 de Setembro, no Centro; Conforme relato da empreendedora proprietária do estabelecimento, a Ana Bella recebeu a visita dos criminosos na madrugada deste domingo (17). Para ter acesso ao interior do comércio, os ladrões quebraram a vidraça da vitrine principal e furtaram diversas mercadorias de valor. Imagens de câmeras de segurança registraram a ação e poderão ser utilizadas nas investigações, que ficam a cargo da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos da 10ª Coordenação de Polícia do Interior. Até o momento, nenhum suspeito acabou preso. Com informações do blog do Anderson.

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Um júri popular absolveu nesta quinta-feira (14) em Vitória da Conquista, Rodrigo da Silva Matos, de 62 anos. Ele foi acusado de envolvimento na morte de dois policiais militares em julho de 2021. As vítimas foram identificadas como o tenente Luciano Libarino Neves, de 34 anos, e o soldado Robson Brito de Matos, de 30 anos.

Segundo a TV Sudoeste, o acusado, que é membro de uma família de ciganos, estava preso desde a época do crime e respondia pelos crimes de duplo homicídio triplamente qualificado, corrupção de menores e furto qualificado.

O caso aconteceu em 13 de julho de 2021, no distrito de José Gonçalves, zona rural de Vitória da Conquista. Segundo investigações da época, os policiais foram cercados por um grupo de seis pessoas, que efetuaram disparos contra as vítimas e levaram os celulares dos agentes após o crime.

Rodrigo da Silva Matos foi apontado pela polícia como líder do grupo suspeito. Após o crime, forças de segurança realizaram diversas operações policiais em Vitória da Conquista.

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A noite desta quinta-feira (7) foi marcada por uma ocorrência registrada no Bairro Brasil, em Vitória da Conquista. Um homem foi encontrado sem vida dentro de uma residência, situação que causou grande comoção entre moradores da localidade.

Segundo informações preliminares, pessoas próximas estranharam a ausência do homem ao longo do dia e decidiram ir até o imóvel para verificar o que havia acontecido. Ao entrarem na residência, encontraram a vítima já sem sinais vitais.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) foram acionadas e estiveram no local, onde confirmaram o óbito. A Polícia Militar da Bahia também compareceu para registrar a ocorrência e realizar os procedimentos necessários.

De forma inicial, a suspeita é de que a morte tenha ocorrido por causas naturais. No entanto, somente após a realização da perícia técnica será possível confirmar oficialmente a causa da morte.

O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar os procedimentos periciais, e o corpo será encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Vitória da Conquista para exames complementares.

O caso gerou tristeza entre vizinhos e conhecidos da vítima, que lamentaram profundamente o ocorrido. Novas informações poderão ser divulgadas nas próximas horas.

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Nas primeiras horas desta quarta-feira, 6, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou uma operação para desmantelar um sofisticado esquema criminoso que movimentou R$ 11 milhões em fraudes dentro de plataformas de apostas virtuais, como o chamado ‘Jogo do Tigrinho’.

Coordenada pela 18ª Delegacia de Polícia de Brazlândia, a ação cumpre mandados de busca e apreensão em sete estados, além do bloqueio de quantias milionárias nas contas dos investigados.

A operação, que cruzou as fronteiras do Distrito Federal, cumpre mandados nas seguintes unidades federativas:

Bahia
Goiás
São Paulo
Maranhão
Paraíba
Rio de Janeiro

O alvo central da investigação é uma estrutura piramidal de ilusão: influenciadores digitais que, sem profissão definida, ostentavam fortunas nas redes sociais enquanto induziam milhares de seguidores ao prejuízo financeiro.

Nove pessoas foram alvo das investigações, suspeitas de integrar a organização criminosa, com divisão clara de tarefas e atuação coordenada em diferentes regiões do país. As investigações começaram após a identificação de atividades suspeitas ligadas à divulgação de ganhos irreais em plataformas de apostas.

No centro do escândalo em Brazlândia, estão Roberth Lucas, 24 anos, e Eduarda Cavalcante, 21. A dupla ostenta nas redes sociais coisas como resorts à beira-mar com águas cristalinas, maços de notas de R$ 100 exibidos diante das câmeras, passeios de lancha, compras e roupas de grife, pagas em espécie.

Em um dos vídeos analisados pela polícia, Roberth aparece realizando o pagamento de uma compra de alto valor utilizando diversas notas de R$ 100, exibidas de forma ostensiva aos seguidores.

Lucro falso
Segundo os investigadores, o casal utilizava “contas demo” (demonstração) fornecidas pelas plataformas. Nessas contas, os ganhos são programados para serem astronômicos, criando a falsa percepção de que ganhar dinheiro era fácil.

Ao clicarem nos links fornecidos pelo casal, as vítimas entravam em plataformas manipuladas onde o algoritmo garantia a perda do capital investido.

De acordo com a polícia, o esquema funcionava de maneira altamente estratégica. Os envolvidos utilizavam tecnologia para ocultar suas identidades, como servidores proxy, dificultando o rastreamento das operações.

Em julho de 2024, as investigações tiveram um marco importante, quando foi realizada uma busca na residência do casal, em Brazlândia. A partir desse ponto, a polícia conseguiu identificar uma rede mais ampla, com atuação interestadual e conexões com plataformas estrangeiras.

Diante disso, ficou evidenciado que havia uma hierarquia dentro do grupo, com líderes responsáveis pela estratégia e recrutamento, operadores encarregados da execução técnica das fraudes e influenciadores, que atuavam na captação de vítimas.

Mais ostentação
Mesmo levando uma vida marcada pelo luxo, os investigadores verificaram que o patrimônio do casal não era compatível com nenhuma atividade profissional oficialmente declarada. Roberth dizia ser estudante, e não havia registros de empregos formais que justificassem o alto padrão de consumo exibido.

Essa inconsistência reforçou as suspeitas de que os bens teriam sido adquiridos com dinheiro proveniente de práticas ilícitas ligadas a plataformas de apostas fraudulentas.

Segundo a investigação, parte dos valores apostados pelas vítimas por meio de links divulgados por influenciadores retornava a eles como comissão. A porcentagem exata ainda está sendo apurada e deverá ser confirmada ao longo do inquérito.

também foi constatado o uso de contas bancárias em nome de terceiros, com utilização de CPFs de outras pessoas, como estratégia para dificultar o rastreamento dos recursos.

Movimentação milionária
O montante financeiro movimentado pelo grupo chama atenção. A estimativa é de que cerca de R$ 11 milhões tenham sido obtidos e posteriormente lavados pelos investigados durante o período analisado.

Um dos integrantes da organização apresentou uma média diária de movimentação em torno de R$ 48 mil, o que evidencia a elevada lucratividade do esquema.

Diante das provas reunidas, a Justiça determinou o bloqueio de R$ 11 milhões nas contas dos investigados, medida que busca interromper o fluxo de dinheiro da organização e possibilitar eventual ressarcimento às vítimas. A decisão também evidencia a gravidade dos crimes apurados e a dimensão do esquema desmantelado.

Os envolvidos poderão responder por crimes como organização criminosa e estelionato, além de possíveis acusações de lavagem de dinheiro. A Polícia Civil não descarta a identificação de novos suspeitos nem a ampliação das investigações, especialmente a partir da análise de dispositivos eletrônicos apreendidos durante a operação.

As investigações seguem em curso, e a Polícia Civil do Distrito Federal reforça a importância das denúncias feitas pela população. Informações podem ser repassadas de forma anônima pelos canais oficiais, contribuindo para o combate aos crimes digitais e à atuação de organizações criminosas no ambiente virtual.

Por Edvaldo Sales
Fonte: A Tarde

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