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CORTINA E CIA COLCHÕES

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não conseguiu registrar a sua candidatura à Presidente da República nesta quinta-feira (13). No momento, o pré-candidato aparece no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como filiado ao partido Missão, o mesmo do candidato Renan Santos.

De acordo com Renan Santos, uma pessoa acessou o e-mail de Flávio e confirmou a sua filiação ao Missão. Renan também informou que a pessoa clicou para acessar o aplicativo da militância do partido. O partido informou em nota que foi vítima de uma “tentativa de filiação fraudulenta de Flávio Bolsonaro” e diz que tentou cancelar a filiação, mas a ação foi rejeitada pelo TSE.

Flávio foi oficializado pelo PL como candidato à Presidência no final de julho, no entanto, o partido não conseguiu registrar a sua candidatura por conta da filiação no Missão. Em um relatório, o Missão informou que a pessoa que fez a filiação constou o endereço de Flávio como “Rua dos Bandidos, nº 666, Bairro Miliciano, Rio de Janeiro”.

O prazo para registrar as candidaturas na Justiça Eleitoral termina às 19h deste sábado (15). O PL acionou o TSE e aguarda o julgamento para tentar lançar Flávio como candidato.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva candidato à reeleição pelo Partido dos Trabalhadores (PT) discursou na convenção partidária que oficializou sua candidatura neste domingo (2).

Ao longo do discurso, Lula reforçou o combate à violência contra a mulher, afirmou que, aos 80 anos, está em plenas condições físicas para disputar a reeleição, e disse que, se ganhar, “não vai disputar o penta”.

Candidato à reeleição, Lula disse que, se eleito, o foco é dar um salto.

Ao longo do discurso, Lula reforçou o combate à violência contra a mulher, afirmou que, aos 80 anos, está em plenas condições físicas para disputar a reeleição, e disse que, se ganhar, “não vai disputar o penta”.

Candidato à reeleição, Lula disse que, se eleito, o foco é dar um salto.

“Agora que temos o básico garantido é a hora de dar um salto”, afirmou.

 

Além disso, o presidente listou cinco compromissos de um eventual quarto mandato:

  • Educação;
  • Programa para idosos;
  • Fortalecer a indústria da defesa;
  • Terras raras e minerais críticos como patrimônio para os brasileiros;
  • Transição energética

 

No início da fala, Lula comparou suas candidaturas presidenciais à participação de jogadores em Copas do Mundo. Disse que, se for eleito, pretende encerrar a carreira política ao fim do mandato. Também agradeceu aos partidos aliados, à militância e a lideranças políticas presentes na convenção.

“Se eu ganhar, são quatro copas. Não vou disputar o penta, porque depois de terminar essa quero tirar férias para aproveitar mais 20 anos”, afirmou.

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O presidente Lula participa nesta segunda-feira (8) de uma reunião virtual com os líderes dos países que fazem parte do Brics. A reunião está marcada para 9h.

O governo brasileiro organizou o encontro, que está no comando rotativo do bloco: Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia, Irã e Arábia Saudita.

De acordo com os integrantes do governo, o encontro não deve discutir apenas o tarifaço dos Estados Unidos. A expectativa é de que o presidente brasileiro reforce a defesa da soberania brasileira, de forma mais tranquila.

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O presidente Luiz Ínacio Lula da Silva (PT) participará do tradicional desfile do 2 de Julho, em Salvador, que celebra a expulsão das tropas portuguesas e é considerado por muitos como a verdadeira Independência do Brasil.

Lula estará acompanhado de aliados do Partido dos Trabalhadores, como o governador Jerônimo Rodrigues. Representantes de movimentos sociais, como a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), também marcarão presença. A informação foi divulgada pelo portal Metrópoles.

A festa é uma das mais importantes da cultura baiana e reúne autoridades e a população nas ruas da capital.

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O presidente do Corinthians, Augusto Melo, aproveitou seus últimos momentos no cargo para se despedir do clube. Em coletiva surpresa antes da votação do seu impeachment, o dirigente primeiro disse que estava renunciando ao cargo, mas depois se corrigiu e disse que “não é renuncia”. Melo admitiu que irá ser afastado pelo conselho de ética do comando do time. O presidente fez questão de relembrar seus feitos no Corinthians, como o contrato recentemente fechado com a empresa de estacionamentos, além dos salários em dia e o planejamento do ano, que segundo ele, daria certo.

O pronunciamento dá uma prévia do que será a votação de mais tarde, em que Melo deve deixar o comando do clube. O primeiro vice-presidente do Corinthians, Osmar Stábile irá assumir a direção, e ficará lá até a assembleia geral dos associados, que deve ser marcada por Romeu Tuma, presidente do Conselho Deliberativo, em breve.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi internado às pressas, no fim da noite desta segunda-feira (9), no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde foi submetido a um procedimento cirúrgico para drenagem de um hematoma. O presidente está internado na UTI e “encontra-se bem”, informou o hospital.

Conforme o primeiro boletim médico divulgado às 3h20 desta terça (10), Lula passou mal ainda em Brasília. Ele fez um exame de imagem após sentir dor de cabeça, ainda na unidade do hospital da capital federal.

De acordo com o boletim médico, “no momento, o Presidente encontra-se bem, sob monitorização em leito de UTI”. Um novo boletim deverá ser divulgado pela manhã, quando também será realizada uma entrevista coletiva, marcada para as 9h.

Lula está sob cuidados da equipe médica, comandada por Roberto Kalil Filho e Ana Helena Germoglio.

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O ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, foi exonerado do cargo após a divulgação de que ONG Me Too Brasil recebeu denúncias de assédio sexual contra ele.

Após reunião com Silvio Almeida, no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a situação dele é insustentável e o tirou do cargo.

“O presidente considera insustentável a manutenção do ministro no cargo considerando a natureza das acusações de assédio sexual”, afirmou nota da Presidência.

A existência das denúncias foi divulgada na quinta-feira (5) pelo portal “Metrópoles” e confirmada em nota pública pela ONG, que combate a violência sexual.

Segundo o portal, os episódios teriam ocorrido no ano passado e uma das vítimas foi a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco.

Silvio Almeida nega as acusações.

A divulgação do caso provocou uma crise no governo.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva será submetido a um novo procedimento médico para aliviar dores que vem sentindo no quadril nos últimos meses, informaram interlocutores do governo nesta quarta-feira (26).

A Presidência da República não chegou a divulgar a agenda oficial de Lula para quarta. Autoridades do governo confirmaram ao g1 que compromissos foram previstos e, depois, cancelados em razão do procedimento médico.

O presidente fará uma infiltração no quadril — quando o paciente recebe uma injeção de medicamentos diretamente na área afetada.

O procedimento será realizado no hospital Sírio Libanês em Brasília, e Lula deve ser liberado ainda nesta quarta.

A previsão é de que o presidente trabalhe do Palácio da Alvorada, residencia oficial, pelo menos até sexta (28).

Cirurgia em outubro

O presidente deve passar por uma cirurgia na região do quadril nos próximos meses para tratar uma artrose.

A artrose é caracterizada pelo desgaste da cartilagem que reveste a articulação, levando a um atrito ósseo e uma inflamação. De acordo com os médicos de Lula, a única abordagem efetiva para essa condição é a cirurgia, que envolve a substituição do osso afetado por uma prótese.

A informação sobre a cirurgia foi dada pela assessoria de imprensa da Presidência após o presidente passar no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, no domingo (23), para realizar um procedimento de infiltração na região.

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O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) completa cem dias nesta segunda (10) sob críticas de aliados, que reclamam de entraves para deslanchar projetos e da falta de uma nova marca ao terceiro mandato do petista.
Até então, apontam ministros e parlamentares que apoiam Lula, o governo reciclou programas antigos e foi palco de embates entre expoentes da equipe ministerial, que se desentenderam publicamente sobre o lançamento de propostas do governo.
Auxiliares do presidente afirmam que o slogan do governo é “União e Reconstrução”, o que justifica o relançamento de iniciativas de gestões anteriores, como o Minha Casa, Minha Vida e o Bolsa Família, retomado no lugar do Auxílio Brasil, e que eles voltaram turbinados.
Alegam que houve retrocesso no governo Jair Bolsonaro e que a fome recrudesceu no país.
Esses colaboradores de Lula dizem que os últimos meses foram para “arrumar a casa” e que novos projetos serão lançados depois dos cem dias. Segundo integrantes do núcleo de governo, nesta segunda, por exemplo, Lula terá reunião com ministros em que reforçará o que já foi anunciado, mas não deve ser apresentada novidade.
Parlamentares e até ministros, porém, apontam demora excessiva para colocar a máquina federal para trabalhar. A reclamação é que ainda há cargos vagos a preencher e que pouca verba foi desembolsada. Essa morosidade é apontada por integrantes do Congresso como elemento da dificuldade do governo para formar uma base de apoio.
Apesar da justificativa sobre a falta de uma nova marca com a ideia de que o slogan do governo é de reconstrução, o próprio Lula tem expressado ansiedade. Na semana passada, ele cobrou de ministros agilidade na entrega de projetos e ampla divulgação dos programas na execução.
A própria centralização das decisões pelo presidente e pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, é apontada como um dos fatores que geram demora na execução de tarefas.
Em mais de uma ocasião, Lula fez questão de reforçar publicamente que todas as políticas do governo precisam passar pelo seu aval e da pasta. Em uma delas, disse ser importante que nenhum ministro anuncie “genialidades” sem o crivo do Planalto.
As declarações foram dadas como forma de reprimenda do presidente a seus auxiliares. Nesses meses, por exemplo, já houve ao menos dois casos de chefes de pastas relevantes que anunciaram programas, que não foram lançados e, pior, que foram desautorizados pelo presidente.
O ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, chegou a divulgar intenção do governo de fechar acordo com companhias aéreas para vender passagens a R$ 200 por trecho a aposentados, estudantes e servidores. Após o episódio, tanto o ministro da Casa Civil como Lula o desautorizaram.
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, anunciou, por sua vez, redução da taxa de juros dos empréstimos consignados concedidos a aposentados e teve que recuar.
Integrantes do Palácio do Planalto avaliam que esse tipo de atitude gera ruído desnecessário do governo com o mercado e o Congresso, pouco ajudando na governabilidade.
O fato de o ministério ser composto em grande parte por ex-governadores e potenciais candidatos a cargos eletivos em 2026 é também apontado como uma fonte de inquietação interna.
Do total de 37 ministros, 8 já ocuparam função de governador. Integrantes do governo apontam que eles estavam acostumados a ter a palavra final sobre as decisões que tomavam. Agora, porém, precisam esperar aval da Casa Civil.
Isso gera, na avaliação de aliados de Lula, ansiedade nos titulares das pastas por não verem seus programas avançarem na rapidez que desejam.
A Esplanada de Lula abriga ao menos quatro potenciais presidenciáveis para 2026: Rui Costa, Geraldo Alckmin (Indústria e Comércio), Simone Tebet (Planejamento) e Fernando Haddad (Fazenda) são considerados pré-candidatos desde a campanha passada.
Costa e Haddad, titulares das duas principais pastas, já protagonizaram ao menos dois momentos de entrevero nesses cem dias. Um deles sobre a política de desoneração dos combustíveis.
Na primeira fase, em janeiro, Costa saiu vitorioso e conseguiu segurar a reoneração por 60 dias. Na segunda, em fevereiro, Haddad teve uma vitória parcial, conseguindo garantir a tributação.
Depois, ambos voltaram a se desentender, desta vez a respeito do marco fiscal. Haddad não mostrou a proposta antecipadamente ao ministro da Casa Civil, alegando, nos bastidores, temor de vazamento. Em seguida, Rui Costa pediu tempo para analisar o projeto.
O incômodo ficou tão evidente no governo que os dois tiveram de fazer um encontro e divulgá-lo como forma de mostrar que haviam selado a paz.
As divergências entre Costa e Haddad são tratadas como diferenças históricas entre as chamadas alas política e econômica, porém agravadas pelo fato de eles serem potenciais candidatos à Presidência.
Se ele próprio não disputar a reeleição em 2026, Lula definirá o nome a ser endossado —e, até lá, aliados temem embates por protagonismo.
Integrantes do governo e do Congresso reclamam da demora nas nomeações. O processo para formalizar uma contratação passa por análise da Casa Civil, da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e da Secretaria de Relações Institucionais.
As análises são sobre o passado jurídico, criminal, profissional e político da pessoa, o que acaba alongando o processo.
O próprio Lula pediu cautela nas nomeações e quer evitar que apoiadores ferrenhos de Bolsonaro ocupem cargos considerados chaves. Mas, sem as nomeações, bolsonaristas persistem na Esplanada.
No Congresso, a projeção também é de dificuldades. Hoje, na Câmara principalmente, o governo não tem uma base própria e está a reboque de aliados do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL).
A partir da metade de abril, o Planalto tentará aprovar o novo marco fiscal, apresentado por Haddad. O projeto, embora elogiado pelo mercado, enfrenta resistência no PT. A tendência é que seja aprovado porque será relatado por um aliado de Lira, mas que o texto final a ser aprovado não será exatamente o enviado.

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