Em pleno centro da cidade (viaduto do Guarani), em frente à antiga Escola São João Batista, cujo propriedade pertence à Maçonaria, invariavelmente toda semana junta-se as folhas secas das arvores com o lixo da antiga escola e colocam fogo de forma criminosa para as pessoas que transitam no viaduto e, principalmente, para os vizinhos que passaram a ter problemas respiratórios com o constante inconveniente da fumaça provocada pelo fogo.

Nesse momento de pandemia, em que as pessoas têm passado mais tempo dentro de casa fazendo trabalhos remotos, tem sido um transtorno a poluição provocada pela fumaça que adentra a vizinhança.
Então, temos que perguntar a prefeitura se ao invés de coletar lixo ela tem orientado a colocar fogo no lixo? A Secretaria de Serviços Públicos que paga uma fortuna pela coleta de lixo da cidade tem negligenciado a limpeza naquela região? Ou não fiscaliza a ação? A Secretaria de Meio Ambiente se considera errado colocar fogo no lixo, por que não fiscaliza? E a Maçonaria/escola tem orientado os seus funcionários a fazer a coleta adequada do lixo?

Aproveitando o ensejo, a prática de queimar lixo na região central e a não fiscalização tem sido algo comum, a exemplo da área do reservatório de água de Embasa que também tem feito queimadas no canto do muro próximo ao viaduto do Guarani.
Se a cidade tivesse gestores competentes uma questão tão simples como essa não precisaria ser denunciada, bastaria colocar para funcionar a sua fiscalização. Ademais caso o problema persista, o caminho é o Ministério Público, inclusive observando os danos causados a saúde de terceiros.

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Texto produzido por moradores.