No programa Redação Brasil desta terça-feira (18), o Jornalista Deusdete Dias, em seu editorial, fez um apanhado dos gastos que o município de Vitória da Conquista tem com a inexistente guarda municipal.
Entre os valores ressaltados pelo jornalista, está a quantia de 50 mil reais mensais com o pagamento dos salários de profissionais que, segundo informações, seria equivalente ao custo de 1040 cestas básicas para distribuição à população mais carente da cidade.
Deusdete destaca também o importante papel da câmara de vereadores em fiscalizar e legislar sobre os gastos municipais. Principalmente no que diz respeito ao suposto serviço da guarda municipal que é teoricamente é ofertado para a população, mas prática não funciona.
Confira o editorial do Redação Brasil com Deusdete Dias
Editorial com Deusdete Dias – Guarda Municipal foi as compras
Entrevista com Valdemir Dias – Manifestação dos prestadores de serviço no transporte
João Melo – O povo de Conquista pode falar
Gerson Gonzaga – Ruas de Conquista
Luciana Nery – Universo Diverso
Daniel Morais – Giro Brocado
Verônica Ferraz – Destaques do Blog do Redação
Igor Novaes – Esporte
Mateus Araújo – Produção audiovisual
Entrevista com Cabo Herling – Pré-candidato a prefeitura de Conquista
João Melo – O povo de Conquista pode falar
Gerson Gonzaga – Ruas de Conquista
Luciana Nery – Universo Diverso
Daniel Morais – Giro Brocado
Verônica Ferraz – Destaques do Blog do Redação
Igor Novaes – Esporte
Mateus Araújo – Produção audiovisual
Entrevista com Padre Ariosvaldo – Festejos de Nossa Senhora das Vitórias
João Melo – O povo de Conquista pode falar
Gerson Gonzaga – Ruas de Conquista
Luciana Nery – Universo Diverso
Daniel Morais – Giro Brocado
Verônica Ferraz – Destaques do Blog do Redação
Igor Novaes – Esporte
Mateus Araújo – Produção audiovisual
Entrevista com Dep. João Roma – Emendas para Vitória da Conquista
João Melo – O povo de Conquista pode falar
Gerson Gonzaga – Ruas de Conquista
Luciana Nery – Universo Diverso
Daniel Morais – Giro Brocado
Verônica Ferraz – Destaques do Blog do Redação
Igor Novaes – Esporte
Mateus Araújo – Produção audiovisual
No programa Redação Brasil desta quarta-feira (12), o Jornalista Deusdete Dias, em seu editorial, destacou a importância de uma figura pública saber ponderar suas palavras diante da sociedade.
“Qualquer ação de um gestor municipal irá repercutir para o bem ou mal”. Destaca o jornalista.
O prefeito Herzem Gusmão teve algumas atitudes impensadas na sua última viajem a capital baiana e isto, sem dúvidas, repercutiu na imprensa de todo o Estado. Vários noticiários enfatizaram uma atitude descortês que o prefeito assumiu, ao criticar a gestão do prefeito ACM Neto, entre outras particularidades.
É importante, destaca Deusdete Dias, que o prefeito Herzem esteja ciente que a imprensa busca respostas e, exceto por uma minoria que se vende ao poder, o jornalismo feito com responsabilidade tem o papel de expor à sociedade as atitudes dos nossos governantes, tanto boas quanto ruins.
Confira o editorial do Redação Brasil com Deusdete Dias
Editorial com Deusdete Dias – Saber o que fala e a hora que deve falar!
João Melo – O povo de Conquista pode falar
Gerson Gonzaga – Ruas de Conquista
Luciana Nery – Universo Diverso
Daniel Morais – Giro Brocado
Verônica Ferraz – Destaques do Blog do Redação
Igor Novaes – Esporte
Mateus Araújo – Produção audiovisual
Entrevista Dr. Nivaldo Burgos – Pediatra
Entrevista com Fernando Vitor – Entrega empreendimento MRV
João Melo – O povo de Conquista pode falar
Gerson Gonzaga – Ruas de Conquista
Luciana Nery – Universo Diverso
Daniel Morais – Giro Brocado
Verônica Ferraz – Destaques do Blog do Redação
Igor Novaes – Esporte
Mateus Araújo – Produção audiovisual
D. Pedro Casaldáliga, sua morte foi uma irresponsabilidade.
Logo agora, você se vai.
Um dia, depois de tanto ouvir sobre o seu combate, li num de seus textos:
Nasci às margens do rio tecelão Llobregat em 1928 e em uma leiteira (“Maldito seja o latifúndio, salvos os olhos de suas vacas”). De uma família Católica e direitista, o que naqueles tempos eram uma coisa só. Com a pujante raiz da terra, pelo lado de meu pai, na solarenga fazenda de Candáliga. Pelo lado de minha mãe, com a vista e a palavra e o dinamismo de uma longa dinastia de “Marchantes” (creio na Justiça e na Esperança).
Você tinha tudo para ficar acomodado na Europa. Mas não. Preferiu embrenhar-se num Brasil autoritário e injusto. Meteu-se lá no Norte Araguaia, em Mato Grosso. Estava doido para falar aos pobres, indígenas e não indígenas. Foi fixar-se em São Felix do Araguaia. De nada adiantou dizer que viver na América Latina era ariscoso: Havia uma brutalidade institucionalizada.
“No dia 26 de janeiro de 1968, Manuel e eu trocávamos os 11 graus abaixo de zero de Madri pelos 38 graus acima de zero do aeroporto do Galeão, Rio de Janeiro. Era um pulo no vazio do outro mundo. Eu tinha conseguido, finalmente o que tinha sonhado e pedido e procurado, raivosamente, durante todos os dias de minha vida de vocação: “as Missões”. Um clima heroico para viver heroicamente – dizia-me então para mim mesmo, ingênuo e obstinado. (Creio na justiça e na esperança).”
E, depois, luta contra a grilagem das terras dos pequenos lavradores, luta em defesa dos índios, solidariedade concreta aos pobres. Você viveu intensamente seus gestos, suas palavras, sua crença.
As perseguições chegaram logo. As ameaças dos grileiros aumentaram. Os boçais da ditadura militar o ameaçavam de expulsão a todo instante, prisão, tortura. Você resistiu.
A ditadura se foi, dizem. Você continuou aqui. Continuou amando sua gente, que eram os despossuídos.
Enfim, você se foi. Cumpriu o que um dia você disse, um pouco diferente, mas tão igual no morrer, morreu moralmente de pé:
Eu morrerei de pé como as árvores.
“Eu morrerei de pé como as árvores.
De pé me matarão.
O sol, como testemunha maior, porá seu lacre
sobre meu corpo duplamente ungido.
E os rios e o mar
se farão caminho
de todos os meus desejos
enquanto a selva amada sacudirá de júbilo suas cúpulas.
A minhas palavras eu direi:
– Eu não mentia ao gritar-vos!
Deus dirá a meus amigos:
– Certifico
que ele viveu convosco este dia.
De súbito, com a morte,
minha vida se fará verdade.
Por fim, terei amado!
D. Pedro Casaldáliga, sua morte é uma irresponsabilidade.
Agora você caminha entre as estrelas da memória daqueles que estudam seus textos, daqueles que admiram sua trajetória, dos indígenas, dos poceiros e camponeses, dos pobres, dos amigos e camaradas.
(D. Pedro Casaldáliga, da Ordem Claretiana, foi Bispo de São Felix do Araguaia, Mato Grosso, faleceu em 08/08/2020).
*Por Ruy Medeiros advogado e professor doutor em Memória, Linguagem e Sociedade
Entrevista Zé Raimundo – Pré-candidato a prefeito
Entrevista com Marco Aurélio – Rádio Difusora – Afastamento prefeito de Itabuna
João Melo – O povo de Conquista pode falar
Gordo Repórter – Cotidiano e Polícia
Gerson Gonzaga – Ruas de Conquista
Luciana Nery – Universo Diverso
Daniel Morais – Giro Brocado
Verônica Ferraz – Destaques do Blog do Redação
Igor Novaes – Esporte
Mateus Araújo – Produção audiovisual