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A atriz e cantora Olivia Newton-John, mais conhecida pelo seu papel em “Grease – Nos Tempos da Brilhantina”, morreu aos 73 anos. A informação foi confirmada pelo TMZ. Ao portal, o marido de Olivia, John Easterling, contou que ela morreu em paz, em seu rancho no sul da Califórnia na manhã de hoje, cercada por familiares e amigos.
Veja a apresentação dela 

Olivia lutava contra o câncer de mama há mais de 30 anos. A causa da morte não foi confirmada pelo marido, mas de acordo com uma fonte do TMZ, “depois de uma jornada de 30 anos contra o câncer, ela perdeu sua batalha contra o câncer de mama metastático.

 

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Começa nesta terça-feira (9), o pagamento do auxílio gás no valor de R$ 110 a 5,6 milhões de famílias (veja o calendário abaixo). O pagamento, que foi antecipado, originalmente ocorreria no período de pagamento seria de 18 a 31 de agosto.

O valor médio integral da unidade do botijão será pago nos meses de agosto, outubro e dezembro. Em janeiro de 2023, as famílias voltarão a receber o valor médio de 50% do botijão de gás de 13 kg.

O acréscimo no valor do benefício – que antes correspondia a 50% do valor médio do botijão – faz parte do pacote social pré-eleitoral criado pela chamada PEC Kamikaze, promulgada pelo Congresso no dia 14 de julho. Entre outros pontos, a emenda constitucional aumentou o valor do Auxílio Brasil de R$ 400 para R$ 600, ampliou o vale-gás e criou um “voucher” para caminhoneiros e um auxílio para taxistas. O custo total do pacote pré-eleitoral chega a R$ 41,2 bilhões. No caso do vale-gás, o total liberado é de R$ 1,05 bilhão.

O Nordeste é a região com maior número de beneficiários, com 2,7 milhões de famílias com direito a receber o benefício em agosto. Na sequência estão as regiões Sudeste (1,8 milhão), Norte (545 mil), Sul (356 mil) e Centro-Oeste (180 mil).

O estado com maior número de famílias atendidas é São Paulo. São 748 mil. A lista segue com Bahia (711 mil), Rio de Janeiro (512 mil), Minas Gerais (491 mil), Pernambuco (449 mil) e Ceará (406 mil).

Do total de 5,6 milhões de beneficiários em agosto, 4,8 milhões estão em lares em que o responsável familiar é mulher (86%).

 

Como é calculado o valor

Para averiguação do valor do benefício, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulga mensalmente, até o 10º dia útil do mês, o valor da média dos seis meses anteriores referentes ao preço nacional do botijão de 13kg de GLP.

Não são computados para o cálculo de renda mensal os benefícios do Auxílio Brasil. O recebimento de outros benefícios não é impedimento para ter direito ao vale-gás.

Em junho, o valor foi de R$ 53. No mês, 5,68 milhões de famílias receberam o benefício, totalizando um repasse de R$ 301,2 milhões. Em abril, o valor do benefício foi de R$ 51.

Quem tem direito

  • Famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico), com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo nacional (R$ 606);
  • Famílias que tenham entre seus membros residentes no mesmo domicílio quem receba o Benefício de Prestação Continuada da assistência social, o BPC, que prevê um salário mínimo mensal (R$ 1.212) à pessoa com deficiência e ao idoso com 65 anos ou mais que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção nem a família;
  • A lei estabelece que o auxílio será concedido “preferencialmente às famílias com mulheres vítimas de violência doméstica que estejam sob o monitoramento de medidas protetivas de urgência”.

Como é feito o pagamento

Os pagamentos do vale-gás são feitos nos meses pares, nas mesmas datas das parcelas do Auxílio Brasil – que se baseiam no final do Número de Identificação Social (NIS). Assim, os beneficiários devem olhar as datas dos meses de agosto, outubro e dezembro de 2022.

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Literatura, ancestralidade e expressões artísticas prometem marcar a 5ª edição da Feira Literária de Mucugê – Fligê. O evento literário acontece entre os dias 10 e 14 de agosto, na cidade de Mucugê, região da Chapada Diamantina. Este ano, a feira traz como tema Literatura e Ancestralidades.

De acordo com a curadora do evento, Ester Souza, a temática contempla as matrizes ancestrais que foram esquecidas na história e na literatura brasileira. “O tema desta edição recompõe o fluxo de produção e de conhecimento literário que não aconteceu devido à pandemia. Ele ressalta que a ancestralidade é um encontro intergeracional, dos ancestrais que não vingaram ou tiveram suas histórias apagadas, bem como daqueles que se perpetuam nas transmissões orais e visuais”, informa Souza.

De acordo com a curadora, as mesas literárias foram baseadas nas raízes ancestrais presentes nas obras e nos temas de cada convidado. Há rodas de conversa que discutem também acerca do ofício da escrita dos autores participantes.

“As mesas da programação principal se orientam pela presença da ancestralidade em relação à obra literária de cada convidado. A mesa 1, por exemplo, tem como personagem o rio Paraguaçu, leito literário de mais de oito feiras. Vai abordar suas águas ancestrais e narrativas literárias em diferentes épocas e autorias. Outras mesas recuperam o específico da escrita do convidado para enquadrar as dimensões de gênero e espiritualidade, buscando recepção do público para essa reverberação cultural”, explica Ester.

A programação aborda ainda histórias e narrativas dos povos originários. “Eles estão em autorias tupinambás, payayá, fulkaxó e pankararu, nas mesas e expografias Manto Tupinambá, E(m)Trancados Sonhos, e em sessão de cantigas e histórias para crianças. Estão também na relação da literatura com o meio ambiente e com o planeta em suas dimensões de cuidado da terra indígena” ressalta a porta-voz.

Além de reverenciar as raízes e origens ancestrais, a Fligê representa uma grande importância para a cultura, literatura, educação e economia da cidade de Mucugê, de acordo com Ester.

“Um evento literário como esse, que já está na sua quinta edição, além de impactar na economia local, forma públicos leitores, tanto da infância como de outros grupos. A maior relevância é constatar que coletivos culturais e educacionais da cidade abraçam a feira como um espaço de formação literária e humana”, aponta a organizadora.

Povos originários

Reverberando as matrizes indígenas e africanas, o evento tem, nesta atual edição, o objetivo de compartilhar os saberes, as culturas e os estudos literários acerca das ancestralidades. Além disso, as expressões culturais da região da Chapada também serão discutidas no evento.

“As matrizes são a presença indígena e africana. A pesquisa literária narra essas culturas, como, por exemplo, o livro Torto Arado, de Itamar Vieira Júnior, que foi lançado na Fligê de 2019 e inclui o jarê como uma das manifestações dos encantados. O jarê é uma espiritualidade específica da Chapada Diamantina, bem como os cantos dos anciãos. A presença da matriz africana se relaciona em manifestações de dança, música e culinária”, observa Ester Souza.

Quem também estará participando do evento é a escritora carioca Eliana Alves Cruz. A autora chega para discutir a respeito da importância da escrita ancestral na literatura e na memória do país.

“A gente vai abordar a forma como a memória é colocada e exercitada na nossa literatura. Vamos falar desse passado e principalmente do presente. Nós, autores, somos testemunhas do nosso tempo, temos uma responsabilidade com a memória do futuro. A memória é algo muito importante e crucial para se discutir. É a partir disso que vamos pensar. O Brasil não possui uma identidade somente, mas várias”, exclama a escritora.

A importância da matriz africana dentro da literatura e cultura brasileira é outro ponto que será reverberado pela autora.

“Esse tema é muito importante para mim. Tudo que escrevo é para questionar o apagamento negro do Brasil. Temos uma herança vinda de povos africanos que a gente precisa resgatar na nossa escrita e literatura. O continente africano está em nós. Desde as palavras do nosso vocabulário, até os hábitos e a culinária. Isso tudo está entranhado na essência do Brasil, faz parte de todos, brancos, negros, indígenas. O que tento fazer é só evidenciar e trazer isso à tona”, revela a carioca.

Segundo o escritor Ednaldo Muniz, a feira exaltará também os anciãos e servirá de referência para o aprendizado dos mais novos. “Este evento será por nós e pelos nossos mais velhos, griôs e anciãos. Mostrará para os nossos jovens negros que podemos ser artista, escritor, médico e doutor. Esse é o significado de estar participando da Fligê. Fortalece o movimento, tira do esquecimento e imortaliza nossos mais velhos, mostrando aos mais novos que eles também podem ser príncipes ou princesas”, informa Muniz.

Já a ancestralidade indígena será tema da Mesa 3 com a escritora Denizia Kawany, que promete apresentar seus saberes e suas histórias de maneira bastante explicativa.

“Tenho três narrativas que marcam muito a história do meu povo e da literatura indígena como forma de luta e resistência. Tem narrativas também que contam como a gente se prevenir das doenças. Trago histórias sobre o marco temporal. Serão quatro narrativas que vou levar para a feira de uma forma mais política, didática e dinâmica”, comenta Kawany.

Vasta programação

Além das mesas literárias da programação principal, a Fligê terá também outras expressões culturais. Serão atividades dedicadas a todos os públicos. Para as crianças, a Fligêzinha terá uma programação especial que aproxima os pequenos da literatura, além de apresentações de histórias, cantigas e de curtas-metragens.

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Desta quarta (10) até sexta-feira (12), a comunidade dos condomínios residenciais do Vila Elisa, Morada Imperial e Bela Vista 1 e 2 poderão participar de mais uma edição do projeto Prefeitura Móvel voltado para a área da saúde. A ação acontecerá em frente à creche municipal José Captulino Teles, das 8h às 14h, com o objetivo de facilitar o acesso da população local a atendimentos médicos, exames e educação em saúde.

Durante os três dias, serão realizados atendimentos clínicos, ortopédicos, oftalmológicos e odontológicos e exames como eletrocardiograma, preventivo, ultrassom, raio-x, mamografia, aferição de pressão arterial e glicemia, teste rápido e diagnóstico de sífilis e hepatite. A comunidade terá acesso ainda a serviços do Cartão SUS, ações do Programa Saúde na Escola, pesagem do Programa Auxílio Brasil e palestra sobre arboviroses (dengue, zika, chikungunya, etc.).

Durante toda a programação da Prefeitura Móvel Saúde, também haverá vacinação contra a Influenza e a Covid (3ª dose para adolescentes com 12 anos ou mais e 4ª dose para adultos acima de 40 anos).

O diferencial da quinta-feira (11) serão os atendimentos ginecológicos. E na sexta (12), a comunidade terá acesso a consultas pediátricas e atualização da caderneta da vacinação infantil.

Além de tudo isso, nos dias 10 e 11 haverá palestra sobre planejamento familiar e distribuição de métodos contraceptivos. Já nos dias 10 e 12, a comunidade poderá assistir a uma palestra sobre doença de chagas.

 

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Na noite de sábado (6), um homem foi morto a tiros, em Jequié. Conforme a Polícia Civil, o jovem identificado como Rodrigo Afonso Santos Júnior foi alvejado por 13 disparos de arma de fogo, sendo oito deles na região das costas, na Rua Pedro Novaes, por volta das 19h30. O caso será investigado pela 9ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin) de Jequié. Ainda não há detalhes sobre a autoria e motivação do crime.

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O estado da Bahia pode ser um dos principais polos mundiais de produção do Hidrogênio Verde, apontado como o combustível do futuro. E a movimentação para isso já começou. A pedido do governo estadual, o Senai Cimatec está desenvolvendo o Mapa do Hidrogênio Verde (H2V), um estudo para identificar as áreas prioritárias com vocação para a produção do componente que é feito sem a queima de carbono, ou seja, sem a produção dos gases de efeito estufa.

O potencial baiano no setor foi identificado por outros dois trabalhos publicados pelo Senai Cimatec: o Mapa Eólico, de 2013, e o Mapa Solar, de 2018, ambos apontando os potenciais energéticos provenientes do vento e do sol, abundantes na Bahia.

São necessárias fontes de energias renováveis para realizar a produção do hidrogênio verde. A eletrólise, que é processo químico que quebra as moléculas da água em hidrogênio e oxigênio pela eletricidade, utiliza energia solar ou eólica. Assim, não há queima ou liberação de CO² na atmosfera. O resultado final é um gás que está pronto para ser distribuído para as indústrias, mas que também atende diversos outros setores, como o de mobilidade.

Ricardo Alban, presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), explica que os ventos fortes da Bahia durante a noite e a irradiação solar durante o dia são a combinação perfeita para a produção de hidrogênio verde no estado. Ele ressalta que toda essa nova tecnologia não só vai ajudar a descarbonizar a indústria baiana como também colocar o Brasil entre os protagonistas desse combustível.

“O Brasil poderá se tornar um player importantíssimo nesse mercado, com geração de divisas e emprego estupenda, e precisamos ter muito cuidado com a regulação disso para que a gente não fique criando dificuldades em vez de propiciar condições viáveis e seguras de que esse investimento venha para o Brasil, que isso gere nova renda, para que possamos não só descarbonizar nossa indústria como sermos um player internacional nisso”, destaca o presidente da FIEB.

Ricardo explica que o processo de descarbonizar a indústria tem todo um viés ambiental, mas também econômico. Isso porque a demanda mundial por produtos que tenham origem “verde”, como um aço que usou em seu processo o hidrogênio obtido da eletrólise, está aumentando cada vez mais e a indústria brasileira deve se movimentar antes que essa necessidade apareça.

“Em algum momento o mercado vai estar cobrando isso. Nós vamos correr atrás depois de o mercado já estar cobrando, ou vamos também pari passu fazer esse mesmo movimento aqui no Brasil? Isso, na minha visão, é pensar no amanhã, é ter política industrial. E é disso que o Brasil está precisando”, destaca Ricardo.

Estudante de 17 anos ganha bolsa em uma das principais escolas técnicas da Europa

O objetivo principal do projeto consiste na elaboração de estudos, modelos e projeções que subsidiem o planejamento, incentivo e criação de políticas públicas relacionadas à economia H2V na Bahia. José Luis Almeida, coordenador do Mapa do Hidrogênio Verde, explica que o modelo vai cruzar dados, considerando a presença de fontes de águas residuais, do subsolo e salinas, além das fontes de transmissão elétrica e as fontes de energia limpa, como a fotovoltaica, solar e hidroelétrica.

Ele também destaca que o mapa vai conter a parte de regulamentação do hidrogênio verde dos cinco países mais avançados, bem como a forma de financiamento e de fomento, nesses países, do novo combustível. Para isso, integrantes do projeto estão visitando os países protagonistas nessa pesquisa: Alemanha, Portugal, China, França e Espanha. “Eu acredito e todos nós acreditamos, inclusive a Europa, toda ela acredita e está pesquisando também, que o hidrogênio será o combustível do futuro”, aponta José Luis.

“Nós não podemos substituir hoje todos os hidrocarbonetos que geram gases do efeito estufa, NOX, CO² rapidamente. Então, existe um processo de descarbonização, existe uma transição energética. A importância do Cimatec é produzir tecnologia para que cada vez mais os setores da indústria química, a indústria de uma maneira geral seja pouco a pouco descarbonizada, sustentavelmente. E como isso acontece? Substituindo o hidrogênio cinza, de reforma a vapor, gradativamente em todos os setores da indústria.”

Atualmente a indústria já utiliza hidrogênio em vários processos e a queima dele não produz nada agressivo ao meio ambiente, apenas vapor de água. O problema é que a maioria é chamada de “cinza”, já que ele é obtido da queima de hidrocarbonetos, como o gás natural, por exemplo. O hidrogênio verde, como é retirado da água por meio de eletrólise, cujos aparelhos são alimentados por energia solar, eólica ou hidráulica, permanece verde do início ao fim do processo.

Mais empregos
Vânia Almeida, superintendente de Inovação e Desenvolvimento Ambiental da Secretaria do Meio Ambiente da Bahia, explica que o objetivo com a produção do hidrogênio verde vai muito além da questão econômica. Além de colocar o estado na vanguarda dos investimentos que permitirão substituir combustíveis fósseis por energias renováveis, há um foco especial nas questões ambientais e sociais.

“Quando você traz uma inovação, você traz desenvolvimento e isso reflete na questão social. Esse potencial que a Bahia tem, eólica e solar, fez com que colocássemos o hidrogênio verde como pauta para avançar nessa questão das energias renováveis”, relata.

Segundo Vânia, além da questão ambiental, muito importante para o estado, há ainda a oportunidade de geração de empregos, já que toda a cadeia de produção do hidrogênio verde, que inclui também transporte e armazenamento, vai demandar mão de obra especializada e gerar postos indiretos.

“Quando uma empresa for instalar uma planta, por exemplo, envolve construção civil, ou seja, essa cadeia vai precisar de uma série de profissionais no estado que não têm necessariamente ligação com o hidrogênio”, destaca a superintendente.

Fertilizantes
A produção de hidrogênio verde ainda pode resolver outro grande problema nacional: a dependência de importação de fertilizantes. Apesar de ser um dos maiores produtores de alimento do planeta, o Brasil importa mais de 80% dos fertilizantes utilizados na agricultura. Algo que, segundo o coordenador do Mapa, pode mudar em breve.

“Os nossos projetos que temos hoje abrangem, por exemplo, os fertilizantes. Nós podemos, gradativamente, se esses projetos forem adiante – e irão adiante –, vão aumentar a produção de fertilizantes verdes no Brasil de maneira a suprir toda a nossa necessidade em fertilizantes e, talvez, até para exportar. Porque nós temos um potencial solar, eólico e hidráulico enorme no estado da Bahia”, observa José Luis.

A amônia é um dos principais componentes dos fertilizantes e para produzi-la é necessário hidrogênio. Segundo o presidente da FIEB, o mundo demanda cada vez mais por produtos da economia verde, até mesmo de uma agricultura que use adubos produzidos sem a proliferação de gases do efeito estufa. E isso só é possível com o hidrogênio verde.

“A demanda por uma agricultura realmente verde também está aumentando, com fertilizantes não gerados do gás, que vem de hidrocarbonetos, mas que sejam gerados do hidrogênio que é usado para fazer amônia, que seja gerado de energia verde, o que gera a amônia verde. E isso vai diminuir a demanda de fertilizantes do Brasil”, acredita.

Ricardo Alban aponta também mais um subproduto que será utilizado da eletrólise da água. “A produção do hidrogênio verde ainda rende na produção de oxigênio, que é usado não só como insumo industrial, como na área de saúde. Com isso, você automaticamente vai gerar um barateamento muito grande do uso de oxigênio para fins medicinais.”

O Mapa do Hidrogênio Verde deve ser finalizado pelo Senai Cimatec em novembro e faz parte das ações do Plano Estadual para Economia de Hidrogênio Verde na Bahia, lançado pelo governo em abril deste ano. A equipe envolvida no projeto conta com 19 profissionais especializados em Modelagem Matemática, Estudos Logísticos, Estudos Econômicos, Meio Ambiente e Eficiência Energética.(Brasil 61)

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O candidato ao governo do estado Jerônimo Rodrigues prometeu, nesta sexta-feira (5), a duplicação da Ponte Presidente Dutra, que liga o município de Juazeiro, no norte da Bahia, à cidade de Petrolina, no oeste pernambucano. De acordo com ele, as obras devem ser incluídas em uma possível retomada do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), caso Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também seja eleito presidente da República.

“Já conversei com o presidente Lula e, com a retomada do PAC a partir de 2023, a duplicação da ponte Juazeiro-Petrolina será prioritária e sairá do papel”, afirmou o petista, em entrevista concedida à Rádio Tropical Sat de Juazeiro.

Jerônimo assegurou ainda que a duplicação da principal ligação rodoviária entre a Bahia e Pernambuco garantirá melhorias significativas na mobilidade, contribuindo ainda mais para o desenvolvimento de toda a região.

“Novos empregos surgirão com o crescimento do comércio e fortalecimento da agroindústria, que hoje é o principal polo da fruticultura do Brasil”, analisou Jerônimo Rodrigues.

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A Câmara Municipal de Vitória da Conquista, por meio do presidente Luís Carlos Dudé (MDB) e dos demais vereadores, manifesta profundo pesar pela morte de Major Ramon, personalidade bastante popular no município.

Ramon Campelo de Queiróz era major aposentado da Polícia Militar do Estado da Bahia. Ele também atuou no Sistema Municipal de Trânsito (SIMTRANS) da Prefeitura de Vitória da Conquista, na 4° CIRETRAN, e foi diretor do Presídio Nilton Gonçalves.

A causa da morte não foi divulgada. O velório será no 9° BEIC, no bairro Brasil. As informações sobre o dia e horário do enterro ainda não foram divulgadas.

Neste momento de dor, a Casa se solidariza com os familiares e amigos de Major Ramon, por essa perda irreparável.

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A repórter Mirim do Redação Brasil Pérola Araújo não brinca em serviço e aproveitou o final de semana para conferir como está a situação da praça Mármore Neto, a conhecida ‘Praça do Boneco’ que fica localizada na Zona Oeste de Vitória da Conquista. Ela conta como anda a situação do local e pede respeito e atenção para a população que frequenta a praça.

Ouça a reportagem:

 

 

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém a liderança nas intenções voto para as eleições de outubro, segundo a pesquisa realizada FSB Comunicação por encomenda do banco BTG divulgada nesta segunda-feira (8). O levantamento mostra também que a distância para o segundo colocado, Jair Bolsonaro (PL) caiu para além da margem de erro.

Lula oscilou 3 pontos para baixo em duas semanas e está com 41%, enquanto Bolsonaro avançou 3 pontos e ficou com 34%. A pesquisa realizou 2.000 entrevistas de 5 a 7 de agosto de 2022. Está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-08028/2022. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%. Custou R$ 128.957,83 e foi paga pelo banco BTG Pactual.

 

Em seguida, seguem os seguintes candidatos: Ciro Gomes (PDT), com 7%; Simone Tebet (MDB), com 3%; André Janones (Avante), com 2% – o candidato deixou a disputa para apoiar o PT; José Maria Eymael (DC), com 1%; e Pablo Marçal (Pros), também com 1%. Felipe D’Ávila (Novo), Vera Lúcia (PSTU), Sofia Manzano (PCB), Leonardo Péricles (UP) e Roberto Jefferson (PTB) não pontuaram.

 

Em um potencial segundo turno, o petista venceria todos os adversários. Lula venceria Bolsonaro por 51% contra 39% do atual presidente. Contra Ciro, o petista venceria por 47% a 32%. No cenário entre o ex-presidente e a senadora Simone Tebet, a diferença é maior: 50% contra 29%.

 

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