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Segundo informações,  o bairro  Vila América  está com um Alerta Máximo sobre a Dengue. Lá pelo menos quinze pessoas foram diagnosticadas com a doença causada pelo Aedes Aegypti que tem ganhado força em Vitória da Conquista.

No programa Brasil Notícias dessa sexta-feira (24), a Dengue voltou a ser destaque, é possível observar que as queixas chegam juntamente com o pedido de limpeza em terrenos baldios.

O matagal misturado com lixo é o habitat preferido pelo Mosquito da Dengue e um desafio para a pequena equipe de Combate as Endemias no Município de Vitória da Conquista.

Em época de Pandemia da COVID-19 esse setor enfrenta muitas dificuldades e necessita da consciência popular para reduzir o índice dessa doença até que medidas cheguem em caráter de urgência.

Informações: Blog do Anderson.

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O Laboratório Central Municipal de Vitória da Conquista (Lacem), administrado pela Fundação Pública de Saúde, vai realizar o exame PCR-RT para detecção do vírus causador da Covid-19. Três farmacêuticos bioquímicos estão em Salvador, desde a última terça-feira (21), onde estão sendo qualificados pelos técnicos do Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen).

“Somos habilitados pelo Ministério da Saúde para realização de exames de biologia molecular. Assim que fomos informados pelo ministério que iríamos realizar também o teste para Covid-19, entramos em contato com o Lacen do Estado para conhecer as exigências. Por se tratar de uma amostra diferente da que estávamos trabalhando, consideramos mais prudente encaminhar uma equipe para qualificação”, explica Renata Tentis, coordenadora do Laboratório Central.

O diretor-presidente da Fundação de Saúde, Diogo de Azevedo, afirmou que a realização dos exames no Laboratório Central Municipal vai auxiliar o governo municipal na política de combate à Covid-19 e aumentar a segurança quanto ao número de pessoas infectadas. “A Prefeitura tem atuado firmemente nesta questão e a Fundação vem se unir neste momento em que precisamos atuar solidariamente para voltarmos à normalidade”, afirmou.

Funcionando em área anexa ao Hospital Esaú Matos, o Lacem atende 31 municípios, auxiliando o Estado no controle de doenças de agravo de saúde pública. Com uma equipe de 69 colaboradores, entre técnicos, auxiliares de serviços gerais, assistentes administrativos, bioquímicos e biomédicos, o Lacem realiza cerca de 90 mil exames/mês. São mais de 130 tipos de exames básicos a complexos, nas áreas de hematologia, bioquímica, imunologia, hormônios, marcadores tumoriais, parasitologia, urinálise e biologia molecular.

Atendendo às determinações de regulação e funcionamento do Ministério da Saúde, com uma área de mais ou menos 1.200 m2, dividida em recepção/coleta e área técnica, o Lacem dispõe de equipamentos automatizados para realização de exames. Seus técnicos em laboratórios possuem curso técnico em análises clínicas.

FONTE: Site PMVC

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Ao longo do mês de abril, mais de 2 milhões de trabalhadores tiveram o contrato de trabalho suspenso por até dois meses em razão da crise econômica provocada pelo novo coronavírus.

Até a noite de quarta-feira (22), acordos entre patrões e empregados para suspender contratos ou cortar salários e jornadas já atingiam 3,5 milhões de trabalhadores. A permissão para essas negociações foi concedida em MP (medida provisória) editada pelo presidente Jair Bolsonaro.

Entre os que tiveram jornada reduzida, a maior parte terá corte de salário de 50% ou mais. A informação é da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. Trabalhadores afetados pelos cortes receberão uma compensação paga pelo governo federal em valor proporcional ao do seguro-desemprego.

O dado inclui acordos individuais e também acordos coletivos de categorias feitos com intermediação de sindicatos.
No total, 569 mil empresas já informaram ao governo que fizeram acordos desse tipo ao longo deste mês com base na MP, que foi editada para evitar demissões durante a pandemia do novo coronavírus.

As micro e pequenas empresas, que têm faturamento anual de até R$ 4,8 milhões, foram responsáveis por 59% desses cortes (2,1 milhões). Outros 35% (1,2 milhão) foram feitos em empresas de maior porte. Empregados domésticos e outras atividades de pessoas físicas respondem por 6% das reduções (226 mil).

Na separação por tipo de acordo, a suspensão total de contratos é maioria. Foram 2,045 milhões de acordos desse tipo, 58% do total. Há ainda 563 mil traba- lhadores com salário e jornada reduzidos em 50%, o que corresponde a 16% do total. Outras 424 mil pessoas (12%) terão corte de 70%. Também há 312 mil (9%) com redução de 25%.

Outros 167 mil trabalhadores intermitentes (5%) afetados pela medida receberão a compensação. Para esses profissionais, o governo entende que não há propriamente suspensão de contrato ou redução de jornada, mas é alta a chance de que eles não sejam chamados para trabalhar durante a crise. Por isso, receberão R$ 600 por três meses, o equivalente ao pago a informais.

Os estados que registraram o maior número de acordos são SP (29,8%), RJ (10,8%), MG (9,8%), RS (5,5%) e PR (5,4%). No dia 1º, Bolsonaro editou MP que autoriza corte salários e jornadas de trabalhadores durante a crise. As reduções poderão ser feitas em qualquer percentual, podendo chegar a 100%.

Afetados receberão uma compensação do governo que pode chegar a 100% do que receberiam de seguro-desemprego em caso de demissão. Nas contas do governo, a suspensão dos contratos ou redução de salário e jornada deve alcançar 24,5 milhões de trabalhadores com carteira assinada, mais de 70% de todos os formais do país.

O governo lançou uma página na internet que atualiza todo dia o número de trabalhadores atingidos pelos acordos (servicos.mte.gov.br/bem). O sistema foi batizado informalmente de “empregômetro”. A equipe econômica argumenta que os acordos significam empregos preservados.

Segundo o IBGE, o Brasil tinha 33,624 milhões de trabalhadores com carteira assinada no setor privado no trimestre encerrado em fevereiro. O custo total do programa aos cofres públicos é estimado em R$ 51,2 bilhões.

Por acordo individual, o empregador pode fazer cortes de jornadas e salários em 25%, 50% ou 70% por até três meses, a depender da faixa de renda. Nos acordos coletivos, é permitida redução em qualquer percentual.

O governo paga a esses trabalhadores uma proporção do valor do seguro-desemprego equivalente ao percentual do corte de salário. A compensação é de 25%, 50% ou 70% do seguro-desemprego, que varia de R$ 1.045 a R$ 1.813,03.

A suspensão de contratos, por sua vez, pode ser feita por até dois meses. Nesse caso, o empregado recebe valor integral do seguro-desemprego.

Informações: Bahia Notícias.

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O repórter do Redação Brasil Ricardo Gordo trouxe na manhã desta sexta-feira(24) , os detalhes de um caso que aconteceu ontem em Vitória da Conquista.

Um senhor, de 79 anos morreu com suspeita de coronavírus; na semana passada ele chegou a ser encaminhado para a  Unidade de Pronto Atendimento 24 Horas (UPA), foi liberado e dias depois veio a óbito. O teste para coronavírus foi feito e o resultado ainda não saiu.

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O Ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, dará entrevista na manhã desta sexta-feira (24), após o presidente Jair Bolsonaro assinar a demissão de Maurício Leite Valeixo do comando da Polícia Federal.

Valeixo era considerado o braço direito de Moro no governo federal e a independência em relação ao Palácio do Planalto incomodava Bolsonaro. Com a demissão de Valeixo, Moro chegou a ensaiar uma demissão ainda nesta quarta (23).

Diante do imbróglio, a manhã na presidência está movimentada com auxiliares e aliados chegando a todo momento para reuniões com o presidente Bolsonaro. A primeira das visitas teria sido o filho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro. O parlamentar é alvo de investigações da PF por suspeita de participar de um esquema de rachadinha na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Ainda de acordo com informações de bastidores do site Antagonista, Jair Bolsonaro quer nomear Alexandre Ramagem para a PF. O nome seria ligado aos filhos do presidente e seu nome foi associado à Agência de Inteligência (Abin) paralela que, segundo Gustavo Bebianno, Carlos Bolsonaro pretendia implantar.

Fonte: Bahia Notícias.

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Enquanto sertanejos e outros artistas batem recordes de público em lives gratuitas para arrecadar donativos durante a pandemia do novo coronavírus, o duo revoltou parte do público ao lançar um projeto no qual cobra R$ 95 por sete lives sobre os bastidores da equipe que trabalhou na turnê “O Tempo é Agora”. “Levando em consideração que atividades com aglomeração de pessoas devem ser as últimas a voltar ao normal, muitos dos profissionais da nossa área ficarão sem trabalhar por tempo indeterminado. Como o show não deve parar, chamamos parte da equipe responsável pela produção dessa turnê para compartilhar um pouco das histórias de bastidores. Vamos conversar de tudo um pouco: Desde noções básicas sobre como levar um show para a estrada até curiosidades e detalhes técnicos de toda a estrutura”, detalham sobre o projeto, que consiste em sete encontros diários ao longo de uma semana, a partir de 13 de maio, sempre às 17h. Seis das lives serão com os profissionais que trabalharam na turnê e a última será com Ana Caetano e Vitória Falcão e exibirá pela primeira vez um show realizado em março do ano passado na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro. “100% da arrecadação com as inscrições será destinada aos profissionais convidados a compartilhar seus conhecimentos nesses encontros”, informam. A notícia caiu como uma bomba para muita gente. "A live deveria ser para acalentar o coração, dar um momento aos que estão em casa, cobrar e nesse cenário em que estamos tira de vcs todo o brilho… Faço votos que não apareça ninguém", comentou uma seguidora. “De graça já é caro... Esse é o caráter da turma da lacração… O filme já é uma bosta imagina isso ao vivo. Paga aí bando de trouxa… 95 pila pra ver isso”, disse um hater. “Gente,tô chateado com vocês cobrarem 100 em uma live. Vocês estão loucas ou que? Estamos em época de coronavírus e aonde consequentemente o desemprego vai aumentar, acho que vocês nunca passaram fome por isso tão cobrando este absurdo”, avaliou uma fã. Com a enxurrada de críticas, as cantoras gravaram uma série de stories no Instagram para tentar desfazer a polêmica e explicaram que o projeto é uma coisa distinta das transmissões ao vivo que tem sido feita por outros artistas. "Hoje a gente veio bater um papo com vocês sobre uns assuntos que se atravessaram aí", disse Ana, anunciando que em seguida viriam muitos stories para tratar do tema. "Eu e a ana estamos quarentenando juntas tem quase um mês, e desde quando a gente entendeu todo esse processo que estava acontecendo e decidiu vir pra uma casa juntas a gente começou a trocar ideia, como acho que está todo mundo fazendo em suas casas, entendendo o que é esse momento e o que é legal de fazer e não é legal de fazer. E não só nas nossas próprias vidas, mas dentro do próprio trabalho. Vocês viram que a gente lançou uma música e isso foi também um movimento desse pensamento e que continuamos pensando em outras maneiras de se reinventar e fazer tudo por aqui”, contextualizou Vitória, citando a música "Me Conta da Tua Janela", lançada no dia 17 de abril, e que elas prometem reverter 100% do pagamento dos direitos autorais para os profissionais autônomos da indústria do entretenimento ao vivo, impedidos de voltar a trabalhar até que as aglomerações voltem a ser permitidas. ASSISTA:   
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Nesta quinta-feira (23), vídeos que circulam nas redes sociais mostram uma partida de futebol acontecendo no espaço entre ambulantes e camelôs. Enquanto isso, mesmo sem previsão para o início das intervenções, a população que depende dos transporte coletivo já enfrenta os transtornos do fechamento. Isso porque os pontos de ônibus que estavam na Avenida Lauro de Freitas foram reposicionados nas ruas ao entorno, contudo, sem sinalização sobre as linhas e também sem cobertura e bancos para para proporcionar qualquer conforto ou proteção para a população. Assista:  No fim do último mês, a Prefeitura de Vitória da Conquista interditou e desmontou o Terminal da Avenida Lauro de Freitas, provocando diversos burburinhos em relação ao investimento que será feito na reforma da estação de transbordo, estimado em quase R$ 7 milhões, nesse período da crise do Coronavírus. Outro ponto de discordância foi o fechamento do espaço, criticado pelos comerciantes do local, que consideram que isso vai afetar os estabelecimentos. Com o terminal vazio e sem previsão para começar as obras, uma vez que os recursos do Finisa II ainda não foram liberados pela Caixa Econômica, o local já completa 22 dias interditado. Pressionado, o prefeito chegou a assegurar que não seriam destinados recursos municipais para a reforma. Contudo, no último dia 15, quando o município assinou o contrato para o início das obras com a empresa PJ Construções e Terraplanagem LTDA, vencedora da licitação, foi mencionada uma alteração no contrato que permite ao município utilizar recursos próprios para viabilizar a obra caso o dinheiro do Finisa não seja liberado. Informações: Blog do Sena.
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Um grave acidente foi registrado nas primeiras horas da manhã de hoje (sexta-feira) na estrada que liga o distrito de Inhobim a Cercadinho, na zona rural de Vitória da Conquista. Ainda não temos circunstâncias da ocorrência. O corpo da vítima será levado ao Departamento de Polícia Técnica.

Fonte: Rodrigo Ferraz.

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O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Maurício Leite Valeixo, foi exonerado do cargo nesta sexta-feira (24). A exoneração ocorreu a pedido, segundo decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, e publicado no “Diário Oficial da União” desta sexta-feira (24).

Na quinta, Moro havia dito ao presidente que pediria demissão se Valeixo fosse demitido, segundo informaram as colunistas do G1 e da GloboNews Cristiana Lôbo, Andreia Sadi e Natuza Nery. Oficialmente, o Ministério da Justiça nega que Moro tenha chegado a pedir demissão.

Questionado por apoiadores no fim da tarde, ao chegar à residência oficial do Palácio do Alvorada, Bolsonaro não respondeu.

Não foi nomeado um substituto para o comando da PF. Entre os nomes cotados estão:

  • Alexandre Ramagem, diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Foi coordenador de segurança de Bolsonaro na campanha de 2018 e se aproximou dos filhos do presidente, mas não conta com o apoio de Moro;
  • Anderson Gustavo Torres, secretário de segurança pública do DF.
  • Fabio Bordignon, diretor-geral do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), que conta com a aprovação e confiança de Moro.

Bolsonaro x Moro

Bolsonaro avisou a Moro que substituiria o diretor-geral da PF numa reunião às 9h de quinta-feira.  Relatos obtidos pelo blog da jornalista do G1 e da TV Globo Andréia Sadi indicam que não houve uma justificativa clara apresentada para a troca. Segundo esses relatos, o problema para Bolsonaro não é Maurício Valeixo, e sim o próprio ministro.

A intenção, segundo interlocutores, seria colocar na PF um nome próximo do presidente. O atual diretor-geral é visto como o braço direito de Sergio Moro na pasta. Com a troca, a avaliação é de que o sucessor não teria um perfil similar.

Valeixo foi superintendente da PF no Paraná durante a operação Lava Jato, quando Moro era juiz federal responsável pelos processos da operação na primeira instância. O ministro anunciou a escolha de Valeixo em novembro de 2018, antes mesmo da posse do governo Jair Bolsonaro.

Ao escolher Moro para o cargo, em 2018, Bolsonaro havia prometido “carta-Branca”, de maneira a que o trabalho do ministro não sofresse interferências. Mas, desde então, Bolsonaro e Moro acumulam divergências.

Em agosto de 2019, Bolsonaro já havia feito uma primeira tentativa de trocar o comando da PF, depois de a corporação resistir a uma substituição na superintendência do Rio de Janeiro, que chegou a ser anunciada pelo presidente, mas não foi concretizada.

Fonte: G1.com

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Com a decisão do Supremo Tribunal Federal ficam a cargo dos prefeitos e governadores estabelecerem suas medidas de funcionamentos de atividades econômicas durante a Pandemia da COVID-19. No entanto, um grupo empresarial recorreu à Vara da Fazenda Pública da Comarca de Vitória da Conquista para a retomada das atividades que seguem paralisadas por decreto do prefeito Herzem Gusmão Pereira. 

“Requer a concessão da medida liminar, em ordem a determinar à autoridade coatora que não impeça o funcionamento das lojas das impetrantes, uma vez que comercializam insumos para confecção de produto declarado essencial à população durante a vigência de medidas restritivas em razão da pandemia do coronavírus”, requereu a empresa.

Em seguida veio a posição da magistrada Simone Soares de Oliveira Chaves: “As atividades da parte Autora não estão entre aquelas citadas como essenciais, conforme trata o decreto municipal, e a concessão da medida pretendida configuraria verdadeiramente em risco irreversível de dano irreparável ao Requerido, periculum in mora reverso. Ante o exposto, indefiro o pedido liminar, ante a ausência dos requisitos legais”.

Informações: Blog do Anderson.

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