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Como divulgado por nossa equipe de reportagem, o colégio CIENB sofreu ameaças nesse último final de semana sobre um possível atentado. O responsável pelas ameaças já se encontra na delegacia prestando depoimento. Em nota, o delegado Fabiano Aurich falou a respeito do assunto.
Leia a nota na íntegra: 

Há uma semana uma onda de ameaças em escolas e outros estabelecimentos tem deixado muita gente preocupada em Vitória da Conquista. Na manhã desta segunda-feira (10) o Comando Regional da Polícia Militar reforçou o policiamento para trazer a tranquilidade a Comunidade Conquistense. A boa notícia que acaba de chegar ao BLOG DO ANDERSON vem da 10ª Coordenadoria de Polícia do Interior dando conta da localização de um suspeito.

Informamos que a Polícia Civil, por meio da 10ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior, ao tomar conhecimento de ameaças, de que ocorreria uma tragédia em um estabelecimento de ensino na cidade, iniciou imediatamente as investigações, e na manhã desta segunda-feira (10), localizou o suspeito e o mesmo já foi conduzido para a delegacia, onde é realizada a coleta de depoimento. As equipes da unidade continuam monitorando as redes sociais e averiguando com a agilidade que a situação requer”, diz a nota assinada pelo delegado Fabiano Santos Aurich.

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O IPTU é a sigla para Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana, pago por quem tem imóvel. O valor do IPTU é composto por em três variáveis: o valor de avaliação do imóvel na época de elaboração da planta genérica de valores; o preço do metro quadrado na região onde o imóvel se localiza; e a alíquota do imóvel, definida pela Lei Complementar nº 2.645, de 21 de junho de 2022.

Para chegar ao valor estimado para o imóvel, considera-se, entre outros critérios, o zoneamento – ou seja, a região da cidade onde ele se localiza –, a metragem de área efetivamente construída, o valor do metro quadrado, na zona em questão, e as características construtivas do imóvel.

De acordo com a legislação mencionada, as alíquotas são de 1% para imóveis construídos; 1,5% para terrenos com muro; 2% para os imóveis sem muro, que estão situados em regiões mais afastadas do centro da cidade; e 3% para os terrenos que não são murados e que estão localizados na região central da cidade.

Importante registrar que essas alíquotas não sofreram aumento em 2023, o que a Prefeitura fez foi somente aplicar o índice de inflação do ano passado, que foi de 5,9%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Nos casos em que o valor veio com aumento acima do reajuste inflacionário, a explicação é que, a atualização digital do cadastro de imóveis realizada no ano passado mostrou que cerca de 40% sofreram algum tipo de acréscimo. Por exemplo, uma área maior do que a informada no cadastro, ou aumento no imóvel construído (ampliação, mais um andar, etc.) ou mesmo nova construção, quando a informação cadastral era apenas de terrenos, mas hoje são casas, edifícios, lojas e centros comerciais

*Para esclarecimentos e correções*
Caso o contribuinte identifique alguma distorção nas informações sobre seu imóvel pode comparecer à sede da Sefin e protocolar um pedido de revisão. O setor enviará um fiscal para fazer uma nova medição e verificar se há, de fato, alguma incorreção nos dados – e, portanto, no valor cobrado. A Sefin está localizada na Rua Zeferino Correia, no Edifício Laudionor Brasil (na lateral da Prefeitura, próximo à Catedral de Nossa Senhora das Vitórias).

O telefone é (77) 3424-8542.

*IPTU está disponível on-line*
O IPTU deste ano já está disponível para pagamento. O contribuinte pode optar pela parcela única, com desconto de 10% até o dia 28 de abril, ou parcelado em até oito vezes, com a primeira vencendo também no dia 28. Quem ainda não recebeu o carnê impresso pela Prefeitura pode pagar acessando a Sefin On-line, clicando no link ou pelo site da Prefeitura.

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Um balanço divulgado pela CIPRV (Companhia Rodoviária de Policiamento Rodoviário) de Brumado, registrou quatro acidentes com uma vítima fatal em Vitória da Conquista e municípios contíguos nesse último feriado de Semana Santa.

As ocorrências foram registradas na Serra do Marçal, na estrada entre Vitória da Conquista e Barra do Choça e na Serra dos Pombos, próximo à Anagé.

O acidente na estrada de Barra do Choça (BR-415), um capotamento, resultou em uma vítima fatal. Na Serra do Marçal, ocorreram dois acidentes: uma colisão traseira entre um carro e um ônibus e um choque com obstáculo fixo, sem vítimas. Já na Serra dos Pombos, também ocorreu um capotamento, desta vez sem informações de vítimas.

De acordo com a CIPRV, “Neste ano, foram registrados quatro acidentes com uma vítima fatal, três acidentes a menos que em 2022. O número de mortes também diminuiu, com uma acidente a menos”.

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A Comissão de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo recebeu nesta terça-feira (4) o presidente da Via Bahia, José Bartolomeu, em uma audiência para prestar esclarecimentos sobre a atuação da concessionária no estado, que é responsável pela administração da BR-324, entre Salvador e Feira de Santana, e da BR-116 até a divisa com Minas Gerais.

Por unanimidade, os deputados aprovaram a criação de um grupo de trabalho responsável por pautar o tema em Brasília, além de convidar a Via Bahia e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para uma discussão conjunta dos atuais problemas enfrentados pelos motoristas baianos.

“Queremos que os baianos tenham uma condição diferenciada de trânsito com melhores parques de pedágio, pontes, viadutos e acostamentos. Queremos segurança e qualidade em nossas estradas”, pontuou o presidente da Comissão, deputado Eduardo Salles.

Entre os questionamentos feitos pelos parlamentares estava a manutenção das rodovias pedagiadas, os engarrafamentos constantes enfrentados pelos motoristas, sobretudo no período de festas, além das questões de segurança, como buracos nas estradas, falta de iluminação e manutenção dos acostamentos.

O diretor-presidente da Via Bahia abriu a reunião apresentando um balanço detalhado dos projetos previstos pela concessionária, ouviu as demandas dos deputados e destacou que existe um orçamento de R$8 bilhões, que no momento está represado em função de discussões sobre um reequilíbrio do contrato, para ser aplicado em obras a partir do segundo semestre. “Vamos discutir e repassar esses pontos com a equipe para ver como conseguimos melhorar”, afirmou o presidente José Bartolomeu.

O deputado Eduardo Salles ainda reforçou o papel dos parlamentares em apresentar a insatisfação dos baianos com o serviço, buscando soluções definitivas para esse antigo problema. “Agradeço a presença do presidente aqui e ressalto que é nosso papel, como representantes do povo baiano, cobrar melhorias”, destacou o parlamentar.

Além do presidente da Comissão, participaram da audiência os deputados Fabrício, Bobô, Raimundinho da Jr, Marcinho, Tiago Correia, Penalva, Eures Ribeiro, Hassan e a deputada Cláudia Oliveira.

ASCOM – Deputado Estadual Eduardo Salles. Fotos reprodução

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O governador Jerônimo Rodrigues visitou, neste domingo (9), duas linhas de produção da fabricante de veículos elétricos chinesa BYD. A primeira, na cidade de Hangzhou, produz ônibus 100% elétricos, e a segunda, na cidade de Chengzhou, carros de passeio com a mesma tecnologia. Juntas, as unidades fabricam mais de 400 mil veículos por ano e empregam mais de 9.200 pessoas. Inaugurada em 2021, a fábrica de carros chega a entregar 1.150 veículos, por dia, num processo que tem 93% de automação.

“Domingo de trabalho nesta Páscoa, e hoje começamos cedo na visita de uma fábrica de ônibus da BYD. Vamos batalhar para levar essa indústria para Bahia. Na parte da tarde, conhecemos uma fábrica de automóveis de passeio da mesma empresa”, disse Jerônimo.

Com tecnologia criada por um grupo de desenvolvimento próprio, que conta com cerca de 40 mil engenheiros espalhados em diversas fábricas pelo mundo, os carros elétricos da BYD têm autonomia de 450 km por carga de bateria, uma das maiores do mercado. A empresa está em negociação para ocupar a planta industrial da Ford, em Camaçari.

Conforme o governador, o tema será tratado também em âmbito federal. “A comitiva do presidente Lula chega, na terça ou na quarta-feira, e vou compor o grupo. A intenção é que a gente feche acordo, feche negócios para que essa indústria seja instalada na Bahia. Estamos trabalhando para isso, para gerar empregos e renda”, declarou.

A comitiva baiana é formada pelos secretários estaduais da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), Angelo Almeida; e de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), André Joazeiro; além do superintendente da SDE, Paulo Guimarães.

 

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O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) completa cem dias nesta segunda (10) sob críticas de aliados, que reclamam de entraves para deslanchar projetos e da falta de uma nova marca ao terceiro mandato do petista.
Até então, apontam ministros e parlamentares que apoiam Lula, o governo reciclou programas antigos e foi palco de embates entre expoentes da equipe ministerial, que se desentenderam publicamente sobre o lançamento de propostas do governo.
Auxiliares do presidente afirmam que o slogan do governo é “União e Reconstrução”, o que justifica o relançamento de iniciativas de gestões anteriores, como o Minha Casa, Minha Vida e o Bolsa Família, retomado no lugar do Auxílio Brasil, e que eles voltaram turbinados.
Alegam que houve retrocesso no governo Jair Bolsonaro e que a fome recrudesceu no país.
Esses colaboradores de Lula dizem que os últimos meses foram para “arrumar a casa” e que novos projetos serão lançados depois dos cem dias. Segundo integrantes do núcleo de governo, nesta segunda, por exemplo, Lula terá reunião com ministros em que reforçará o que já foi anunciado, mas não deve ser apresentada novidade.
Parlamentares e até ministros, porém, apontam demora excessiva para colocar a máquina federal para trabalhar. A reclamação é que ainda há cargos vagos a preencher e que pouca verba foi desembolsada. Essa morosidade é apontada por integrantes do Congresso como elemento da dificuldade do governo para formar uma base de apoio.
Apesar da justificativa sobre a falta de uma nova marca com a ideia de que o slogan do governo é de reconstrução, o próprio Lula tem expressado ansiedade. Na semana passada, ele cobrou de ministros agilidade na entrega de projetos e ampla divulgação dos programas na execução.
A própria centralização das decisões pelo presidente e pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, é apontada como um dos fatores que geram demora na execução de tarefas.
Em mais de uma ocasião, Lula fez questão de reforçar publicamente que todas as políticas do governo precisam passar pelo seu aval e da pasta. Em uma delas, disse ser importante que nenhum ministro anuncie “genialidades” sem o crivo do Planalto.
As declarações foram dadas como forma de reprimenda do presidente a seus auxiliares. Nesses meses, por exemplo, já houve ao menos dois casos de chefes de pastas relevantes que anunciaram programas, que não foram lançados e, pior, que foram desautorizados pelo presidente.
O ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, chegou a divulgar intenção do governo de fechar acordo com companhias aéreas para vender passagens a R$ 200 por trecho a aposentados, estudantes e servidores. Após o episódio, tanto o ministro da Casa Civil como Lula o desautorizaram.
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, anunciou, por sua vez, redução da taxa de juros dos empréstimos consignados concedidos a aposentados e teve que recuar.
Integrantes do Palácio do Planalto avaliam que esse tipo de atitude gera ruído desnecessário do governo com o mercado e o Congresso, pouco ajudando na governabilidade.
O fato de o ministério ser composto em grande parte por ex-governadores e potenciais candidatos a cargos eletivos em 2026 é também apontado como uma fonte de inquietação interna.
Do total de 37 ministros, 8 já ocuparam função de governador. Integrantes do governo apontam que eles estavam acostumados a ter a palavra final sobre as decisões que tomavam. Agora, porém, precisam esperar aval da Casa Civil.
Isso gera, na avaliação de aliados de Lula, ansiedade nos titulares das pastas por não verem seus programas avançarem na rapidez que desejam.
A Esplanada de Lula abriga ao menos quatro potenciais presidenciáveis para 2026: Rui Costa, Geraldo Alckmin (Indústria e Comércio), Simone Tebet (Planejamento) e Fernando Haddad (Fazenda) são considerados pré-candidatos desde a campanha passada.
Costa e Haddad, titulares das duas principais pastas, já protagonizaram ao menos dois momentos de entrevero nesses cem dias. Um deles sobre a política de desoneração dos combustíveis.
Na primeira fase, em janeiro, Costa saiu vitorioso e conseguiu segurar a reoneração por 60 dias. Na segunda, em fevereiro, Haddad teve uma vitória parcial, conseguindo garantir a tributação.
Depois, ambos voltaram a se desentender, desta vez a respeito do marco fiscal. Haddad não mostrou a proposta antecipadamente ao ministro da Casa Civil, alegando, nos bastidores, temor de vazamento. Em seguida, Rui Costa pediu tempo para analisar o projeto.
O incômodo ficou tão evidente no governo que os dois tiveram de fazer um encontro e divulgá-lo como forma de mostrar que haviam selado a paz.
As divergências entre Costa e Haddad são tratadas como diferenças históricas entre as chamadas alas política e econômica, porém agravadas pelo fato de eles serem potenciais candidatos à Presidência.
Se ele próprio não disputar a reeleição em 2026, Lula definirá o nome a ser endossado —e, até lá, aliados temem embates por protagonismo.
Integrantes do governo e do Congresso reclamam da demora nas nomeações. O processo para formalizar uma contratação passa por análise da Casa Civil, da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e da Secretaria de Relações Institucionais.
As análises são sobre o passado jurídico, criminal, profissional e político da pessoa, o que acaba alongando o processo.
O próprio Lula pediu cautela nas nomeações e quer evitar que apoiadores ferrenhos de Bolsonaro ocupem cargos considerados chaves. Mas, sem as nomeações, bolsonaristas persistem na Esplanada.
No Congresso, a projeção também é de dificuldades. Hoje, na Câmara principalmente, o governo não tem uma base própria e está a reboque de aliados do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL).
A partir da metade de abril, o Planalto tentará aprovar o novo marco fiscal, apresentado por Haddad. O projeto, embora elogiado pelo mercado, enfrenta resistência no PT. A tendência é que seja aprovado porque será relatado por um aliado de Lira, mas que o texto final a ser aprovado não será exatamente o enviado.

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Circula pelas Redes Sociais informações falsas de um possível massacre que aconteceria nas escolas de Vitória da Conquista e em outros municípios da Bahia nesta segunda-feira (10). Após as denúncias destas fakes News, a Polícia Militar de Vitória da Conquista, por meio do Coronel Ivanildo Silva,  reforçou o patrulhamento e colocou viaturas nas portas da escolas na manhã de hoje, como forma de coibir qualquer tipo de ataque.

Veja:

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Com gols de Felipe, Matheus Coelho e Alexandre koki, o Bodinho vence o Leônico pelo placar de 3×0 e conquista a segunda vitória consecutiva no Baianão sub-20. No próximo domingo(16), às 15h, no Estádio Edvaldo Flores, enfrentaremos a equipe do Barcelona de Ilhéus.

 

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Remarcada para terça-feira (11), a viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à China deve incluir o anúncio de um balanço de novos negócios entre os governos e as empresas dos dois países.
As tratativas foram realizadas por representantes do governo brasileiro e empresários que estiveram no país asiático no final de março. O petista não participou dessa primeira rodada de conversas devido a um quadro de pneumonia que o impediu de viajar.
Entre os negócios avançados e que deverão ser anunciados estão a venda de 20 aeronaves da Embraer (a empresa brasileira de aviação está há cinco anos sem vender para a China), a assinatura de acordo entre Suzano e a empresa de navios chinesa Cosco para a construção de 17 embarcações para transporte de celulose, a compra de 280 caminhões elétricos da empresa chinesa JAC pela Seara, entre outros.
Eles não foram anunciados anteriormente devido à ausência de Lula na excursão.
As relações entre Brasil e China ficaram estremecidas durante a gestão Jair Bolsonaro (PL), com ataques do então presidente, seus filhos e ministros ao maior parceiro comercial do país.
O restabelecimento dos elos diplomáticos com a China tem sido apontado como prioridade por Lula e ministros como Carlos Fávaro, da Agricultura, e Mauro Vieira, das Relações Exteriores.

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