As notas límpidas, intensas e equilibradas do piano de Soneca alcançaram o discretíssimo contrabaixo de Peteca e a batida jazzisticamente sofisticada – paradoxalmente, quase-silenciosa – de um endiabrado Papel e sustentaram uma formidável arquitetura musical cuja clave em ascensão era o próprio sol: Joyce Cândido, misteriosa amálgama de dança, canto, pintura, música e poesia.
Disparada – clássico absoluto de Vandré e Théo de Barros – reexperimentou-se em formato-jazz e foi a primeira gota de uma saborosa chuva musical a espraiar-se em Lamento Sertanejo até chegar o primeiro convite para o banho coletivo com Saudosa Maloca, sucesso retumbante de Adoniran Barbosa com o qual Joyce Cândido se projetaria no Youtube com as milhares de visualizações, aplausos sonoros na grande rede.
Em Samba e Amor – ela agora ao piano –, Joyce derrama toneladas de jazz sobre a obra de Chico e nada mais apropriado que um cobertor de lã para ouvi-la sem ter que prestar satisfação ao sono que virá mais tarde, num delicioso espreguiçar. E então, do jazz ao erudito é um pequeno passo e – acreditem – é Amadeus Mozart quem convida Beto Guedes para expressar seu Amor de Índio.

Arquiteta inquieta, Joyce Cândido convida Elis e Belchior ao teatro e – sinal aberto pra nós, que somos jovens –, ela encanta o público ao criar uma nova juventude para Como Nossos Pais. E é mais uma vez com Chico, de Roda Viva à indefectível Geni, que ela traz para mais perto de si um público já definitivamente cativado e plenamente identificado com a grandeza de sua arte.
Daí em diante, com canções próprias ou passeando pelos clássicos, de Caymmi e Caetano, de Dona Ivone Lara a Gonzaguinha e Noel Rosa, foi só prosperidade. Samba e jazz: primeiro em gotas, depois em cascatas, até ver-se uma plateia de tal maneira embebida da musicalidade que já não era sequer possível manter-se fixa às cadeiras do teatro. Timidez jogada ao canto, dança, canto, mexidos e requebros foram aos poucos ganhando forma e o espetáculo espraiou-se do palco à plateia.
Pedro Alexandre Massinha, descobridor dos setes mares musicais, autor da ideia e promotor do espetáculo, eufórico e exibindo aquele seu sempre largo e sincero sorriso, resplandecia. “Me diga, me diga. É a música em pessoa ou não é, Fabinho?”. Definitivamente, sim, Massinha: Joyce Cândido é dança, é canto, é pintura, é música e é poesia. Uma enxurrada de poesia.
Fonte: Siga News
Já é tradição: no mês de junho, o forró toma conta de Vitória da Conquista, na cidade e zona rural! Este ano, o Arraiá da Conquista, promovido pela Prefeitura, vai acontecer de 12 a 24 de junho na Praça Nove de Novembro, na feirinha do bairro Brasil, no Centro Glauber Rocha e nos onze distritos do município.
Para fazer a festa, a Prefeitura publicou nesta quarta (2), o edital para a seleção de até 51 atrações musicais e grupos de teatro e de dança que irão compor a programação do evento. “Nosso objetivo é incentivar a cultura e o turismo local, bem como valorizar os artistas, grupos e bandas de forró tradicional da nossa região”, destaca a secretária municipal de Cultura, Tina Rocha.
Para participar do processo de seleção, os artistas e grupos devem se inscrever até o dia 17 de maio na Gerência de Compras da Prefeitura Municipal, apresentando, por escrito, a proposta e a documentação exigida. Além disso, os interessados devem estar cadastrados no Censo Cultural.
Após habilitação no processo, a avaliação da proposta e do material artístico inscrito será realizada por uma comissão de curadoria, composta por cinco membros. Uma das novidades do edital de 2018 é a possibilidade da inscrição de proposta através de pessoa física.
Para conferir o edital na íntegra e baixar a ficha de inscrição, clique nos links abaixo:
A carioca Joyce Cândido desembarca logo mais no aeroporto Otacílio Figueredo, em Vitória da Conquista, onde se apresentará no próximo dia 05 de maio, às 21h, no auditório do CEMAE, apresentando músicas de grandes compositores da MPB, além de canções de sua própria autoria.
Joyce é um talento incontestável, dona de uma belíssima voz, ela é capaz de prender a atenção do público com um repertório de altíssimo nível recheado de sambas e de clássicos da MPB. A contora, compositora e pianista é também dona de uma simpatia e beleza envolventes.
Os ingressos estão disponibilizados na Banca Central, inteiras e meias.
Nesta sexta-feira (29), o cantor da banda Parangolé, Tony Salles, foi internado após sentir fortes dores. De acordo com a nota da assessoria de imprensa, o artista foi diagnosticado com Litíase Uretral – cólica renal consequente à obstrução do trato urinário – e terá que passar por um procedimento cirúrgico. Ainda segundo a assessoria, o cantor cancelou os shows e terá que ficar afastado de suas atividade por oito dias. A banda Parangolé seguirá, após os 08 dias de afastamento de Tony Salles, cumprindo com agenda de shows.
A noite de sexta (27), foi inesquecível para os conquistense, pois em Vitória da Conquista-BA, teve show do ‘O Grande Encontro’. Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Alceu Valença.
No repertório, entre trios, duetos e momentos solos em cena, eles apresetaram as músicas mais queridas pelo público : “Anunciação”, “Banho de Cheiro”, “Dia Branco”, “Tropicana”, “Moça Bonita”, “Caravana”, “Belle de Jour”, “Canção da Despedida”, “Coração Bobo”, “Táxi Lunar” e “Bicho de Sete Cabeças”.
Agildo da Gama Barata Ribeiro Filho nasceu no Rio de Janeiro em 26 de abril de 1932. Conhecido também como “capitão do riso”, o ator iniciou a carreira no rádio, mas seu reconhecimento foi após seus trabalhos cômicos na televisão. “Virou hábito: eu abro a boca e todo mundo ri. Eu nasci para ser artista”, declarou o ator em entrevista.
O ator tem dezenas de trabalhos no teatro, cinema e TV. Agildo foi o primeiro ator a interpretar João Grilo, personagem central da peça “Auto da Compadecida”, de Ariano Suassuna.
Entre os destaques na TV estão os trabalhos em “O Planeta dos Homens” (1976), “Estúdio A… Gildo” (1982), “Escolinha do Professor Raimundo” (1999) e “Zorra Total” (1999). O trabalho mais recente do ator foi no humorístico “Tá no Ar: a TV na TV”.
Na última quinta-feira (19), o IFBA campus Vitória da Conquista recebeu a Mostra e Competição de Robótica. O evento, que está em sua segunda edição, trouxe apresentações de projetos da área, além de competições nas modalidades corrida de seguidor de linha e luta de sumô entre robôs.
O professor de Engenharia Elétrica João Erivando, responsável pela Mostra, afirma que o evento promove a valorização do ensino interdisciplinar e a troca de experiências entre alunos, professores e pesquisadores. “A ideia começou de um projeto de extensão, ao ver a possibilidade de mostrar os trabalhos que estão sendo desenvolvidos aqui no instituto, como também nas outras instituições de Vitória da Conquista”, conta.
Karine Ramos, aluna do 9º semestre de Engenharia Elétrica, criou o seu projeto com base na forte produção de mangas na região. Trata-se de um sistema inteligente de seleção e classificação de frutas de acordo com o seu grau de maturação. Sobre a Mostra, ela afirma que a iniciativa estimula os alunos não só do ensino superior, mas também do médio, a conhecerem a robótica. “Aqui tem alunos que desenvolvem projetos legais na área, não só para competições, mas também com outras finalidades.”
Com o projeto de uma cadeira de rodas motorizada de baixo custo, Adriano Oliveira, também aluno do curso de Engenharia Elétrica, acredita que eventos como esse ajudam a difundir o conhecimento. “É muito interessante por conta da divulgação da robótica, que é uma área que tem tido grandes avanços, porém muitas vezes fica restrita a uma pequena parcela da população”, completa.

Adriano Oliveira e seu projeto de cadeira de rodas motorizada de baixo custo.
O talentoso cantor baiano Adelmo Casé aparecerá com a Negra Cor no primeiro capítulo de “Segundo Sol”, próxima novela das nove da Globo. A apresentação será em cima de um trio elétrico enquanto o barraco rola entre Beto Falcão (Emilio Dantas) e Karola (Deborah Secco).
Fonte: A tarde
Porta de entrada para as maiores universidades do país, o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) pode ter sido fraudado em mais de mil casos no ano passado, de acordo com a Folha.
Segundo a publicação, pelo menos 1.125 provas estão sob suspeita. A matéria aponta que as avaliações estão dentro de grupos com padrão de respostas tão semelhantes entre si que, estatisticamente, é improvável que não tenha havido algum tipo de cola.
Investigações conjuntas do Inep (órgão federal responsável pelo Enem) e da Polícia Federal confirmaram até hoje apenas 14 casos de fraude. A gestão Michel Temer diz que usa estatística e outros meios para combater as irregularidades.
O estudo da Folha identificou tanto duplas de provas suspeitas, o que indica algum tipo de cola rudimentar, quanto grupos com até 67 candidatos suspeitos, que apontam para um esquema mais sofisticado de transmissão de respostas.
A pesquisa considera apenas candidatos que ficaram entre as 10% melhores notas, entre as edições 2011 e 2016, o que representa um montante total de 3 milhões de provas analisadas. Com a pontuação, o candidato consegue ingressar em cursos concorridos como Medicina, Direito ou Administração.
Fonte: Metro 1
Será lançada no dia 25 de abril de 2018, às 19 horas, em um coquetel na Casa Memorial Régis Pacheco, na Praça Tancredo Neves, a coleção de livros “Uma Conquista Especial: Vitória da Conquista, quero te conhecer”, de autoria da professora Dra. Ana Emília de Quadros Ferraz, do Departamento de Geografia da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia.
Trata-se da trilogia iniciada em 2001, com o livro “Vitória da Conquista: quero te conhecer”, ampliada em 2007, com o livro “Um Presente Especial”, e concluída agora, com “Uma Aventura por Conquista”. A obra completa é apresentada em uma caixa com os três livros, numa edição ampliada e atualizada.
Esta coleção, nos seus três livros, apresenta a história e a geografia do município de Vitória da Conquista, numa linguagem infanto-juvenil. Traz muitas ilustrações, mapas e fotografias, que ajudam a compor um texto envolvente e atrativo para esse público. O conteúdo é apresentado por dois personagens, Alice e João Pedro, moradores de Vitória da Conquista, que com as suas vivências vão conversando com o leitor e dando suporte ao desenvolvimento dos temas abordados.
Qualquer pessoa que goste de Vitória da Conquista e que a queira conhecer vai encontrar muita informação pautada em pesquisas de campo e análises teóricas que resgatam a produção do espaço geográfico numa perspectiva da relação tempo-espaço. A trilogia busca suprir uma lacuna de conhecimento e material sobre a geografia local, motivo pelo qual foi escrita.
Sempre houve uma dificuldade para que as escolas abordassem temas específicos sobre o município. Este material, com conteúdo sobre a história e a geografia local vem suprir essa lacuna e hoje a comunidade conquistense já pode contar com essa obra, agora completa, com três volumes.
Portanto, todos estão convidados para esta noite de comemoração e para a leitura dos livros, que já estão disponíveis em livrarias da cidade.
