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Novo Paraiso

O Festival de Inverno Bahia (FIB), um dos maiores eventos de música do Norte-Nordeste, chega à sua 14ª edição, que acontece nos dias 24, 25 e 26 de agosto em Vitória da Conquista, terceira maior cidade da Bahia. Com uma enorme estrutura montada no Parque Teopompo de Almeida, o FIB retorna com ainda mais força e apostando em diversos ambientes repaginados que atraem todas as tribos: Palco reposicionado com novo layout, uma Arena inovada, dois camarotes (VIP e Open Prime), mais dois palcos que apostam em talentos regionais e locais (Palco do Forró e Arena do Rock), praça de alimentação com gastronomia variada, bares e food trucks espalhados por todo o parque, diversas ativações para entreter os públicos, posto médico completo e um esquema de segurança e conforto que reforça a festa mais desejada do inverno baiano. O que não muda, garantem os organizadores, é a diversidade musical, grande headliner do festival.

Pois bem, a grade desse evento gera bastante burburinho na cidade. E o Blog do Redação, ficou sabendo de uma possível negociação do DJ Alok, para o Festival de Inverno Bahia 2018. Vamos esperar!

Alok é um dos ícones mais proeminentes da cena eletrônica brasileira.

CORTINA E CIA COLCHÕES
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O cantor Bell Marques, é mais uma atração confirmada no São Pedro Tôa Tôa 2018, que esse ano acontece no dia 14 de julho, no Parque de Exposições Teopompo de Almeida.

Flávio José, Mastruz com Leite e Edigar Mão Branca são outros nomes que compõem a grade. “Até amanhã divulgaremos a grade completa”, disse Elves Leite, diretor do Tôa Tôa.

A tenda eletrônica, já tradicional no evento, terá Trio da Huanna e Simone Sampaio.

Veja vídeo de Bell:

 

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A Secretaria Municipal de Cultura acaba de divulgar a primeira lista de artistas que vão se apresentar durante o Arraiá da Conquista 2018, que acontece entre os dias 12 e 24 deste mês, em três espaços da cidade – Centro Glauber Rocha, Praça Nove de Novembro e comércio do bairro Brasil (próximo à feirinha). Estes artistas e grupos de teatro e dança foram selecionados por meio da Chamada Pública nº 01/2018.

E eles prometem fazer a festa de quem curtir os festejos juninos em Vitória da Conquista, com muito forró, nos espaços montados pela Prefeitura. O arrasta-pé começa dia 12 de junho nos palcos da Praça Nove de Novembro e no comércio do bairro Brasil.

Entre os dias 20 e 22 de junho, os shows acontecem no Centro Glauber Rocha, onde a Vila Junina também estará a todo vapor. Nos dias 23 e 24, é o pessoal do interior do município que forrozeia nos 11 distritos rurais.

Confira os selecionados:

Rege de Anagé, Banda Forró Chegança, Banda Forró do KAROÁ, Banda Amantes do Forró, Banda Forró Toque Mais, Banda Forrozão da Arapuca, Paulo Barros, Banda Xamego Proibido, Andrade de Sertânia, Lino do Acordeom, Rene Quirino, Maildo Nogueira, Banda Super Xote, Banda Dominantes da Bahia, Banda Xote Coração de Palha, Banda Forró Canta Brasil, Banda Forrozão Baião de Dois, Banda Zú do Acordeom, Banda Joãozinho da Gabiraba, Zezinho do Acordeom, Mauronildo Rocha dos Santos, Banda Amilton S.B., Banda Forró Lascado, Lyon Amorim e Banda Clima do Forró.

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O São Pedro Tôa Tôa, de 2018 vem de cara nova. A festa acontece no dia 14 de julho pela primeira vez no Parque de Exposições Teopompo de Almeida. Mastruz com Leite, Flávio José e Edigar Mão Branca são alguns dos nomes que irão compor a grade. Segundo a organização do evento, mais dois nomes farão parte da programação. A tenda eletrônica, já tradicional no evento, terá Trio da Huanna e Simone Sampaio.

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Amanhã dia 02 de junho, o forró vai ser bom, no Lar Santa Catarina, no Bairro Brasil em Vitória da Conquista. A festa beneficente, tem como atrações: Homens de Cabaré, Fulor do Cangaço e Jailton Ribeiro & Karine Safer. Comidas e bebidas típicas, quadrilha e muita animação. A festa começa ás 20h, ingressos no valor de R$20,00.

Ouça a entrevista:

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Por Mozart Tanajura Júnior

O Papa São João Paulo II inicia sua Carta encíclica ecclesia de eucharistia sobre a eucaristia na sua relação com a igreja a partir da seguinte afirmação:  “A Igreja vive da Eucaristia”. Ainda na mesma encíclica afirma que “esta verdade não exprime apenas uma experiência diária de fé, mas contém em síntese o próprio núcleo do mistério da Igreja”.

Há séculos, a Igreja Católica celebra o Dia santo de Corpus Christi, cumprindo não somente um preceito, mas uma vivência existencial do grandioso mistério da presença real do Cristo no pão e vinho consagrados pelas mãos sacerdotais em corpo e sangue do Senhor, tornando-se presença real. Na hóstia consagrada temos o Cristo por inteiro que se doa à humanidade por um projeto de vida e salvação que abraça a todos, independente de crenças ou posicionamentos ideológicos. A salvação atinge a todos indistintamente, pois não é mérito nosso, é pura graça divina! Por gratuidade do amor divino fomos salvos! Mas é preciso percorrermos este caminho salvífico. O itinerário se faz a partir da consciência nossa de pecadores que somos e necessitados do auxílio divino, por isso as celebrações são importantes. A cada momento celebrado mais convicção devemos ter de que precisamos melhorar o nosso modo de ser e conviver com o próximo. Deus, a todo instante, nos interpela e convida a sermos pessoas convertidas totalmente ao seu amor. A liturgia que celebramos nas missas não esgota a vivência do mistério.  Pelo contrário, é o início ou a motivação para concretizá-la em nosso cotidiano de modo geral, seja no ambiente familiar ou profissional, ou até mesmo de lazer.

O Dia de Corpus Christi deve sempre nos levar a um questionamento: Onde está o corpo de Cristo? Ao contemplá-lo na hóstia consagrada, devo imediatamente lembrar-me que o Corpo de Cristo se encontra em mais completo abandono nas situações degradantes da humanidade, fruto de um egoísmo e falta de partilha desmedidos. O Corpo de Cristo se encontra desfigurado também nos rostos sofridos dos que passam fome, das crianças abandonadas, dos escravizados pelas drogas, na face explorada das prostitutas e prostitutos, nos massacrados pelo sistema injusto em que o ter é mais valorizado que o ser, enfim em todos os rostos maltratados, que, vítimas de uma realidade de grandes injustiças sociais, perdem a sua própria dignidade de humanos, sendo tratados como se assim não os fossem. Cristo sofre neles! É nesta linha de raciocínio que São João Crisóstomo já nos alertava: “Queres honrar o Corpo de Cristo? Não permitas que seja desprezado nos seus membros, isto é, nos pobres que não têm que vestir, nem O honres aqui no templo com vestes de seda, enquanto lá fora o abandonas ao frio e à nudez. Aquele que disse: ‘Isto é o meu Corpo’, […] também afirmou: ‘Vistes-Me com fome e não me destes de comer’, e ainda: ‘Na medida em que o recusastes a um destes meus irmãos mais pequeninos, a Mim o recusastes’”(S. João Crisóstomo, Homilias sobre o Evangelho de Mateus).

Com efeito, o Corpo de Cristo é um mistério que envolve toda a humanidade. Não há como dissociar a fé da vida! Se assim o fizermos correremos o sério risco de não ter compreendido nada do Evangelho que se celebra há vários séculos. Torna-se emblemática a admoestação do Apóstolo Paulo que, nas palavras de São João Paulo II, “qualifica como ‘indigna’ duma comunidade cristã a participação na Ceia do Senhor que se verifique num contexto de discórdia e de indiferença pelos pobres (cf. 1 Cor 11, 17-22.27-34)”.

O binômio fé e vida se sustenta numa esfera em que a dimensão litúrgica não se limita como foi dito apenas ao ato celebrativo, mas se torna dinamizada em todos as nossas ações humanas. Causa-nos espanto a perspectiva cada vez mais exploradora do sistema capitalista neoliberal que, em nome da lucratividade, priva os trabalhadores do direito ao descanso e à celebração de um dia santificado. A Doutrina Social da Igreja Católica nos ajuda a pensar que a pessoa humana deve estar acima da ambição mercadológica: “As autoridades públicas têm o dever de vigiar para que não se subtraia aos cidadãos, por motivos de produtividade econômica, o tempo destinado ao repouso e ao culto divino. Os empregadores têm uma obrigação análoga em relação aos seus empregados. Os cristãos devem envidar esforços, no respeito à liberdade religiosa e ao bem comum de todos, para que as leis reconheçam os domingos e os dias de festa da Igreja como feriados” (Compêndio de Doutrina Social da Igreja Católica,  286).

Portanto, o dia santificado do Corpus Christi deve nos levar a uma profunda reflexão em torno da presença real do Cristo no pão e vinho consagrados, mas também no pão partilhado com o próximo, revelando a verdadeira face de uma dimensão religiosa que deve lutar de forma libertadora contra as amarras da ambição e do egoísmo humano tão latentes em nossa pós-modernidade, patrocinada pelo sistema solipsista do neocapitalismo.

 

*Mozart Tanajura Júnior é especialista em Teologia Contemporânea, além de possuir mestrado em Letras, e graduação em Filosofia, Teologia e Letras. Membro Titular da Academia Conquistense de Letras e professor da FAINOR.

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Três nomes de grande expressão se apresentam no próximo dia 02 de junho no Camarote da Arena Miraflores fazendo a abertura do São João na capital do sudoeste da Bahia.

Rony Barbosa caminha a passos largos para consolidar o seu nome no Nordeste, já que por aqui já é reconhecido como um dos principais nomes do interior da Bahia. Targino é aquele que podemos chamar de o “Embaixador do Forró”, é ele o principal propagador do nosso puro e autêntico ritmo. Tocador, cantor e compositor, é, asseguradamente, a grande mola propulsora da música junina pelos palcos do Brasil. E por último, Lucy Alves, ela ganhou espaço na mídia nacional sem ser “fabricada”, avançou por méritos próprios, pelo talento, pela bela voz, instrumentista e dona de uma beleza e simpatia incomuns. Lucy chega a Vitória da Conquista pela primeira vez e é aguardada com muita expectativa.

Os ingressos estão à venda na Loja Amuleto, Banca Central, Central de Ingressos e Point do Ingresso, além de meias entradas que estão sendo vendidas no Zênite Pré-Vestibular.

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Uma das dicas pós- tattoo é a não exposição ao sol, por isso, temperaturas baixas tornam o processo de cicatrização mais eficaz

Estamos no outono, e a temperatura começa a cair. Esta é uma boa razão para já começar a planejar sua tatuagem, pois o processo de cicatrização exige que a área tatuada não seja exposta ao sol. Para garantir o bom resultado, então, nada melhor que fazer o adorno quando está frio e as tentações de mostrar o desenho na praia e na piscina estão bem longe. A exposição aos raios solares pode causar reabsorção dos pigmentos deixando a tattoo com aspecto desbotado e envelhecido, além de aumentar os riscos de problemas com a pele.

De acordo com o tatuador Diogo Prandini (Dio), sócio-proprietário do 33 Home Studio, a procura por tatuagens são maiores no calor, mas nem sempre o cliente tem paciência de esperar o período de cicatrização. “Escolher o frio, nesses casos, é mais adequado, já não expomos tanto nossa pele como no verão. De todo modo, também é preciso levar em consideração alguns cuidados especiais, pois um monte de roupas abafando a área também dificulta a cicatrização.”, explica.

Além da questão do sol, a limpeza frequente evita infecções. É importante a higienização adequada antes da troca do filme plástico e a utilização de pomada específica para tatuagem para prevenir infecções de pele.

Independente da época do ano, ainda sim, quando for fazer uma tatuagem lembre sempre de escolher um bom profissional, veja os seus trabalhos, conheça o estúdio e tire qualquer dúvida antes de agendar o procedimento. “Fique atento às condições do estabelecimento e com que frequência é feita a limpeza. É fundamental que o local seja higienizado antes e depois de ser utilizado”, pontua Dio.

Sobre o 33 Home Studio

Localizado em São Paulo (SP), além de juntar profissionais talentosos e especialistas em diferentes técnicas de desenho, o estúdio de tatuagem e body piercing se destaca pelo ambiente familiar e acolhedor, planejado para receber pais com crianças e até mesmo pets. Com um conceito diferenciado, Giovanna Cima, Diogo Prandini e Lucas Felipe, sócios do estabelecimento, criaram um espaço com o propósito de estabelecer vínculos de amizade com os clientes, para que eles retornem não apenas para tatuar ou fazer uma nova perfuração, mas também para jogar videogame, tomar um café, assistir um filme ou bater um papo.

www.33homestudio.com.br
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M. CLAIR COMUNICAÇÃO

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Ivete Sangalo não para. Após receber as homenagens da família e amigos famosos, chegou a hora de atender os fãs. Porém, não é Veveta que ganhou o presente. Para a surpresa dos admiradores da cantora, ela montou um pocket show na porta do seu condomínio, onde está fazendo voz e violão para os tietes.

Foto: Milena Borges

A fã Milena Borges, chegou cedinho no local para ficar ainda mais perto de Ivete. “Quando cheguei, nem acreditei que ela faria um show pra a gente. É um sonho no qual não quero acordar”, disse emocionada.

Outro admirador de Veveta, Jorge Luís, afirma que já virou tradição essa visita na casa da artista em seu aniversário. “Todo ano fazemos isso e ela sempre nos recebe muito bem. O amor só aumenta”, revelou ele.

Foto: Nelinho Borges

Fonte: iBahia

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 Mozart Tanajura Júnior*

“A saudade é a certeza da presença de alguém que amamos no nosso íntimo” (TANAJURA JÚNIOR, 2018).

         Como o tempo passa e deixa saudades fincadas em nossos corações! Há 14 anos chorávamos a perda física de meu pai Mozart Tanajura. Foram dias de muita apreensão, quando submetido a uma cirurgia do coração veio a falecer na grande São Paulo, exatamente no dia 24 de maio de 2004. Antes mesmo de completar 68 anos, Mozart Tanajura, meu amado pai, deixava várias obras inéditas sobre a literatura  e a historiografia  regional. Para muitos estudiosos, um dos maiores pesquisadores de História Regional e um dos grandes literatos da Bahia: da prosa ao verso, dominava exemplarmente as letras. Com sua crítica literária aguçada, prefaciou mais de 40 livros e escreveu diversos artigos sobre literatura ao longo de seu itinerário acadêmico. Nascido em Livramento de Nossa Senhora em 14 de setembro de 1936, cidade da qual sempre se orgulhou e a presenteou com uma  obra ímpar: História de Livramento, a terra e o homem (2004).

Aliás, em Livramento de Nossa Senhora teve a oportunidade de publicar o seu primeiro texto no conhecido jornal local “O Lampião”, em 1962. A partir daí, não parou mais de publicar. Tendo inclusive publicado ainda “História de Conquista – Crônica de uma Cidade” (1992) e “História de uma Cidade contada por ela mesma” (2002).

         Hoje acordei com este sentimento de saudade pesando bem forte em mim. Sei que, mediante a minha fé cristã católica, quem morre não se desfaz numa completa nadificação, mas se transforma, torna-se cidadão do infinito, ressuscita com Cristo Jesus. Isso muito mais que consolo é convicção de quem acredita num projeto de vida e salvação. A morte não representa o fim, mas o início de uma nova fase existencial do ser; a morte é a perspectiva de uma passagem deste mundo material à dimensão transcendental.

         A última poesia  “Poema escrito no avião” de autoria de meu pai ratifica nossas palavras. Nota-se neste poema o aspecto metafísico, sobretudo nos últimos versos, os quais nos convidam a uma reflexão referente ao encontro entre Deus e o homem: “Agora sou atmosfera/ e me perco na imensidade do céu,/ longe dos homens, mais perto de Deus”(TANAJURA, 2014).O encontro com Deus a partir de sua inserção ontológica na “imensidade” do céu recria um estado espiritual no âmago do poeta de união com o Absoluto.

         Assim acreditamos, assim expressamos: Mozart Tanajura bateu asas e foi morar no céu: “como o passarinho que voa deixa a pena no ninho, a pessoa que parte deixa a saudade no coração de outrem” (TANAJURA, 2004). E de lá nos envia, ao contemplarmos as estrelas em noite de luar, os raios solares em dias de verão com nuvens de algodão, ou até mesmo a fina garoa que sempre recai na Serra do Periperi e faz mais bela a cidade, poesias repletas de saudades que atenuam a dor de sua partida há 14 anos.

*Mozart Tanajura Júnior, filho do Prof. Mozart Tanajura, é membro da Academia Conquistense de Letras e professor da FAINOR.

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