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Está chegando a terceira edição da Feira Literária de Mucugê – Fligê

Evento que tem deslocado, desde 2016, o eixo da produção literária e cultural da capital baiana para a Chapada Diamantina. A data e o tema desta edição já foram divulgados nos perfis oficiais da feira nas redes sociais, mas outros detalhes serão apresentados pelo Coletivo Lavra à imprensa e convidados na próxima sexta-feira, dia 11 de maio, no Museu Regional de Vitória da Conquista.

Neste ano, a Fligê acontece de 16 a 19 de agosto, com o tema “Literatura e Resistência: a vida nos rastros da palavra”. Seu objetivo é promover atividades relacionadas ao conhecimento, a formação, a produção e a difusão do livro e da literatura brasileira, baiana e regional, proporcionando à população e visitantes da Chapada Diamantina uma nova experiência literária.

A programação inclui conferências, rodas de conversa, lançamento de livros, oficinas, leituras performadas, contação de estórias e oferece espaços dedicados à música (shows e concertos), ao cinema (FligeCine), ao público infantil (FligeZinha) e visita à vila de Igatu (Fligêetu), entre outras atividades.

Com apoio de emendas parlamentares dos deputados federais Waldenor Pereira (PT) e Jean Wyllys (PSOL), por meio do Ministério da Cultura e do Governo do Estado da Bahia, e de parceiros locais do município de Mucugê, a Fligê é uma realização do Coletivo Lavra, sob curadoria da professora Ester Figueiredo.

SERVIÇO

Lançamento da Fligê 2018

Dia 11 de maio, às 9 horas

Local: Museu Regional Henriqueta Prates

Praça Tancredo Neves, 114, Centro – Vitória da Conquista (BA)

Mais informações:

Assessoria de Comunicação – Ailton Fernandes

ascom.flige@gmail.com | (77) 99155 2408

Acompanhe a Fligê na internet:

flige.com.br

facebook.com/fligemucuge

Instagram: @fligemucuge

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Semanalmente, o projeto Curta Cuarta abre espaço para cenas curtas de teatro e curtas-metragens produzidos pelos artistas de Vitória da Conquista e região. O Curta Cuarta acontece na CazAzul Teatro Escola, toda quarta-feira, a partir das 19h. A entrada é sempre franca!

Confira a programação desta quarta (9 de maio):

TEATRO:

· DE REPENTE, JOGO: Espetáculo de teatro construído com jogos de improvisação, realizados a partir da proposta de temas, locais e situações sugeridos pela plateia.

Preparação e condução do jogo: Adriana Amorim
Elenco: Yarle Ramalho, Mateus Costa, João Pedro Santana e João Vicente Amorim.

DOCUMENTÁRIO:

· 🎬A CASA CUBANA – (Um filme de João Barreto) : Gravado em Havana durante os nove dias de luto oficial a Fidel Castro, o documentário retrata as peculiaridades das casas cubanas, como foram adquiridas após a revolução no país e como o governo controla o processo de alteração dos imóveis.

· MEMÓRIAS E RUÍNAS – (Um filme de Isac Flores): Memórias e Ruínas fala sobre as memórias emotivas de três personagens que guardam consigo as vivências do Clube Social da cidade de Vitória da Conquista – BA. São eles: Zeniel, um dos administradores do clube, João Torres e Geovani, frequentadores assíduos das festas que ocorreram por lá. O documentário narra a trajetória desse que é um dos espaços de lazer mais importantes que a cidade já teve, do seu início até a sua demolição, com uma linguagem poética e metafórica.

· DEBATE CINEMA, MEMÓRIA e MORADIA – Os realizadores dos curtas, João Barreto, Isac Flores e o pesquisador Euclides Mendes, sob mediação da Prof. Adriana Amorim, discutem sobre como a experiência da memória e as questões pertinentes ao direito à moradia recebem tratamento nas obras apresentadas e em outras realizações do audiovisual.

A CazAzul Teatro Escola fica localizada na Travessa Otávio Santos, n 60, Recreio.

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As notas límpidas, intensas e equilibradas do piano de Soneca alcançaram o discretíssimo contrabaixo de Peteca e a batida jazzisticamente sofisticada – paradoxalmente, quase-silenciosa – de um endiabrado Papel e sustentaram uma formidável arquitetura musical cuja clave em ascensão era o próprio sol: Joyce Cândido, misteriosa amálgama de dança, canto, pintura, música e poesia.

Disparada – clássico absoluto de Vandré e Théo de Barros – reexperimentou-se em formato-jazz e foi a primeira gota de uma saborosa chuva musical a espraiar-se em Lamento Sertanejo até chegar o primeiro convite para o banho coletivo com Saudosa Maloca, sucesso retumbante de Adoniran Barbosa com o qual Joyce Cândido se projetaria no Youtube com as milhares de visualizações, aplausos sonoros na grande rede.

Em Samba e Amor – ela agora ao piano –, Joyce derrama toneladas de jazz sobre a obra de Chico e nada mais apropriado que um cobertor de lã para ouvi-la sem ter que prestar satisfação ao sono que virá mais tarde, num delicioso espreguiçar. E então, do jazz ao erudito é um pequeno passo e – acreditem – é Amadeus Mozart quem convida Beto Guedes para expressar seu Amor de Índio.

Joyce Cândido e seu trio de ouro: Soneca ao piano, Papel na bateria e Peteca no contrabaixo.

Arquiteta inquieta, Joyce Cândido convida Elis e Belchior ao teatro e – sinal aberto pra nós, que somos jovens –, ela encanta o público ao criar uma nova juventude para Como Nossos Pais. E é mais uma vez com Chico, de Roda Viva à indefectível Geni, que ela traz para mais perto de si um público já definitivamente cativado e plenamente identificado com a grandeza de sua arte.

Daí em diante, com canções próprias ou passeando pelos clássicos, de Caymmi e Caetano, de Dona Ivone Lara a Gonzaguinha e Noel Rosa, foi só prosperidade. Samba e jazz: primeiro em gotas, depois em cascatas, até ver-se uma plateia de tal maneira embebida da musicalidade que já não era sequer possível manter-se fixa às cadeiras do teatro. Timidez jogada ao canto, dança, canto, mexidos e requebros foram aos poucos ganhando forma e o espetáculo espraiou-se do palco à plateia.

Pedro Alexandre Massinha, descobridor dos setes mares musicais, autor da ideia e promotor do espetáculo, eufórico e exibindo aquele seu sempre largo e sincero sorriso, resplandecia. “Me diga, me diga. É a música em pessoa ou não é, Fabinho?”. Definitivamente, sim, Massinha: Joyce Cândido é dança, é canto, é pintura, é música e é poesia. Uma enxurrada de poesia.

Fonte: Siga News

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Já é tradição: no mês de junho, o forró toma conta de Vitória da Conquista, na cidade e zona rural! Este ano, o Arraiá da Conquista, promovido pela Prefeitura, vai acontecer de 12 a 24 de junho na Praça Nove de Novembro, na feirinha do bairro Brasil, no Centro Glauber Rocha e nos onze distritos do município.

Para fazer a festa, a Prefeitura publicou nesta quarta (2), o edital para a seleção de até 51 atrações musicais e grupos de teatro e de dança que irão compor a programação do evento. “Nosso objetivo é incentivar a cultura e o turismo local, bem como valorizar os artistas, grupos e bandas de forró tradicional da nossa região”, destaca a secretária municipal de Cultura, Tina Rocha.

Para participar do processo de seleção, os artistas e grupos devem se inscrever até o dia 17 de maio na Gerência de Compras da Prefeitura Municipal, apresentando, por escrito, a proposta e a documentação exigida. Além disso, os interessados devem estar cadastrados no Censo Cultural.

Após habilitação no processo, a avaliação da proposta e do material artístico inscrito será realizada por uma comissão de curadoria, composta por cinco membros. Uma das novidades do edital de 2018 é a possibilidade da inscrição de proposta através de pessoa física.

Para conferir o edital na íntegra e baixar a ficha de inscrição, clique nos links abaixo:

Chamada Pública 01/2018

Anexo 1 – Ficha de Inscrição

Anexos 2 e 3 – Termo de Referência e Minuta de Contrato

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A carioca Joyce Cândido desembarca logo mais no aeroporto Otacílio Figueredo, em Vitória da Conquista, onde se apresentará no próximo dia 05 de maio, às 21h, no auditório do CEMAE, apresentando músicas de grandes compositores da MPB, além de canções de sua própria autoria.

Joyce é um talento incontestável, dona de uma belíssima voz, ela é capaz de prender a atenção do público com um repertório de altíssimo nível recheado de sambas e de clássicos da MPB. A contora, compositora e pianista é também dona de uma simpatia e beleza envolventes.

Os ingressos estão disponibilizados na Banca Central, inteiras e meias.

 
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Nesta sexta-feira (29), o cantor da banda Parangolé, Tony Salles, foi internado após sentir fortes dores. De acordo com a nota da assessoria de imprensa, o artista foi diagnosticado com Litíase Uretral – cólica renal consequente à obstrução do trato urinário – e terá que passar por um procedimento cirúrgico. Ainda segundo a assessoria, o cantor cancelou os shows e terá que ficar afastado de suas atividade por oito dias. A banda Parangolé seguirá, após os 08 dias de afastamento de Tony Salles, cumprindo com agenda de shows.

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A noite de sexta (27), foi inesquecível para os conquistense, pois em Vitória da Conquista-BA, teve show do ‘O Grande Encontro’. Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Alceu Valença.

No repertório, entre trios, duetos e momentos solos em cena, eles apresetaram as músicas mais queridas pelo público : “Anunciação”, “Banho de Cheiro”, “Dia Branco”, “Tropicana”, “Moça Bonita”, “Caravana”, “Belle de Jour”, “Canção da Despedida”, “Coração Bobo”, “Táxi Lunar” e “Bicho de Sete Cabeças”.

Confira as fotos:

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Agildo Ribeiro morreu aos 86 anos. A morte do ator foi anunciada neste sábado (28) pela GloboNews.

Agildo da Gama Barata Ribeiro Filho nasceu no Rio de Janeiro em 26 de abril de 1932. Conhecido também como “capitão do riso”, o ator iniciou a carreira no rádio, mas seu reconhecimento foi após seus trabalhos cômicos na televisão. “Virou hábito: eu abro a boca e todo mundo ri. Eu nasci para ser artista”, declarou o ator em entrevista.

O ator tem dezenas de trabalhos no teatro, cinema e TV. Agildo foi o primeiro ator a interpretar João Grilo, personagem central da peça “Auto da Compadecida”, de Ariano Suassuna.

Entre os destaques na TV estão os trabalhos em “O Planeta dos Homens” (1976), “Estúdio A… Gildo” (1982), “Escolinha do Professor Raimundo” (1999) e “Zorra Total” (1999). O trabalho mais recente do ator foi no humorístico “Tá no Ar: a TV na TV”.

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Na última quinta-feira (19), o IFBA campus Vitória da Conquista recebeu a Mostra e Competição de Robótica. O evento, que está em sua segunda edição, trouxe apresentações de projetos da área, além de competições nas modalidades corrida de seguidor de linha e luta de sumô entre robôs.

O professor de Engenharia Elétrica João Erivando, responsável pela Mostra, afirma que o evento promove a valorização do ensino interdisciplinar e a troca de experiências entre alunos, professores e pesquisadores. “A ideia começou de um projeto de extensão, ao ver a possibilidade de mostrar os trabalhos que estão sendo desenvolvidos aqui no instituto, como também nas outras instituições de Vitória da Conquista”, conta.

Karine Ramos, aluna do 9º semestre de Engenharia Elétrica, criou o seu projeto com base na forte produção de mangas na região. Trata-se de um sistema inteligente de seleção e classificação de frutas de acordo com o seu grau de maturação. Sobre a Mostra, ela afirma que a iniciativa estimula os alunos não só do ensino superior, mas também do médio, a conhecerem a robótica. “Aqui tem alunos que desenvolvem projetos legais na área, não só para competições, mas também com outras finalidades.”

Com o projeto de uma cadeira de rodas motorizada de baixo custo, Adriano Oliveira, também aluno do curso de Engenharia Elétrica, acredita que eventos como esse ajudam a difundir o conhecimento. “É muito interessante por conta da divulgação da robótica, que é uma área que tem tido grandes avanços, porém muitas vezes fica restrita a uma pequena parcela da população”, completa.

Adriano Oliveira e seu projeto de cadeira de rodas motorizada de baixo custo.

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O talentoso cantor baiano Adelmo Casé aparecerá com a Negra Cor no primeiro capítulo de “Segundo Sol”, próxima novela das nove da Globo. A apresentação será em cima de um trio elétrico enquanto o barraco rola entre Beto Falcão (Emilio Dantas) e Karola (Deborah Secco).

Fonte: A tarde

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