A Mega Rádio VCA é um meio de comunicação com sede em Vitória da Conquista. Idealizado a princípio como uma rádio web, teve suas atividades iniciadas em 12 de setembro de 2013. A estrutura montada já contava com dois estúdios, um para gravação e outro para transmissões ao vivo, sala de redação jornalística e um site onde são veiculadas as transmissões da rádio e também notícias.
Atualmente, a Mega Rádio VCA se tornou um veículo ainda mais multimídia, aprimorando os dois estúdios e realizando transmissões ao vivo por streaming. O site de jornalismo foi repaginado para atender as novas formas de comunicação, como podcasts, e também as novas plataformas digitais, como Youtube, Instagram e Facebook, se tornando um portal multimídia.
Através destes canais que os programas são também transmitidos e podem ser acessados tanto em computadores como em smartphones. Atualmente, a Mega Rádio possui uma marca considerável de ouvintes no streaming, somados aqueles que acompanham em aplicativos, no portal, e nas plataformas que fazem transmissões ao vivo.
O portal da Mega Rádio VCA prima por um conteúdo próprio e com rigor profissional. O jornalismo é composto por equipe formada em jornalismo e desenvolve um trabalho ético, com muita apuração e credibilidade.
Assim, com 10 anos de mercado, a Mega Rádio VCA tem um papel diferenciado na comunicação, com uma cobertura jornalística essencial para manter os cidadãos informados sobre eventos e notícias relevantes. Além de um portal que agrega várias formas de comunicação, a Mega Rádio também chega ao alcance da população ao oferecer o serviço de publicidade com outdoors, através da marca Mega Door.
À medida que a Mega Rádio VCA continua seu crescimento e contribuição, ela desempenha um papel crucial na comunicação e no desenvolvimento de Vitória da Conquista, fortalecendo sua posição como uma fonte confiável de informação e entretenimento para a comunidade.
Nossa programação inclui, além do jornalismo, também entretenimento com programas musicais e de entrevistas sobre diversos temas, sem distinções ou censuras aos diversos ritmos ou assuntos.
São 10 anos investindo em comunicação em Vitória da Conquista e região.
Um dia que ficou gravado na memória como um dos momentos mais sombrios da História contemporânea: 11 de setembro de 2001, quando quatro aviões foram sequestrados para atingirem as Torres Gêmeas, em Nova York, e o Pentágono, em Washington, nos Estados Unidos — uma quarta aeronave, que rumava em direção à capital americana, caiu na Pensilvânia. E embora muitos recordem esses eventos apenas através de vídeos e livros de história, seus efeitos continuam a reverberar pelo mundo.
Por Kelly Pinheiro e Denis Zanini Lima*
No admirável mundo das multitelas e em que todos são produtores de conteúdo, falar em conteúdo de marca se tornou tão urgente quanto sensível. Nos jargões do marketing, o branded content é uma forma de comunicação que busca “capturar” o cliente não pela publicidade tradicional, mas sim prestando um serviço informacional.
Cada vez mais distante dos “informes publicitários” que tentavam se travestir de jornalismo, e que ninguém (ou quase ninguém) lia, o conteúdo de marca se vale de originalidade, informação (correta!), utilidade e surpresa para promover relevância e reputação. E, a partir daí, ganhar corações e mentes. O que pode ser traduzido no mundo dos negócios, de forma geral, por likes e vendas.
Na TV aberta – sim, ela continua e continuará sendo importante ainda por décadas no Brasil! – os merchandisings e campanhas sociais são os antecessores do branded content com enorme sucesso. As emissoras conseguem segmentar o público em seus programas com enorme assertividade e hoje esse conteúdo se sofisticou, estando inserido na teledramaturgia, por exemplo, com maestria.
Ou alguém não acha perfeitamente natural que a empreendedora, sofrida e resiliente Sol (Sheron Menezes), protagonista de “Vai na Fé”, novela recém transmitida pela TV Globo, tenha procurado o Painel PJ, do Banco do Brasil, para se qualificar e ter sucesso no negócio das quentinhas?
Pois é… E aos poucos o jornalismo vem se abrindo. Até bem pouco tempo as marcas não apareciam nem como referência geográfica. A notícia era “acidente em frente a um shopping na região Norte da Capital”. Não se falava o nome do shopping nem em notícia negativa.
Pois bem, além dos clássicos patrocínios que assinavam o nome do programa – aposto que você se lembrou do Repórter Esso – até o infalível “num oferecimento de…” as marcas avançaram, mas isso ainda não é conteúdo.
De fontes nas matérias com seus especialistas, aos poucos as marcas estão não só aparecendo nos créditos, como gerando informações a análises estratégicas, capazes de ganhar minutos em alguns dos espaços mais disputados da programação.
O jornalismo, é, por sinal, a última fronteira para o avanço das marcas. O farol da imparcialidade – jamais alcançado, mas ainda assim, um farol – é a marca indelével do bom jornalismo e isso precisa ser respeitado. Quando quebrado, perde valor e, nesse caso, deixa de ser interessante para as marcas.
Mas o Jornal Nacional, apresentado pela Rede Globo, quebrou paradigmas e hoje é “oferecido” pelo Nubank. É isso mesmo que você leu! O telejornal mais assistido há décadas no Brasil é patrocinado pela instituição financeira, com a presença da marca na vinheta de abertura do programa, antes da escalada apresentada por William Bonner e Renata Vasconcellos. Vale dizer que anteriormente os patrocinadores eram exibidos somente em um intervalo de 10 segundos antes do início do programa.
Além disso, a grande novidade que chamou a atenção dos telespectadores foi o merchandising durante a exibição dos indicadores de mercado financeiro pelos âncoras. Ou seja, conteúdo de marca. Uma ação como esta só foi vista uma vez, em 2010, no projeto JN no Ar, patrocinado pelo Bradesco. Na época, a marca da instituição financeira era exibida no avião utilizado pelo jornalista Ernesto Paglia, durante suas viagens pelo país.
Não pense que esta iniciativa corrompeu o jornalismo! Para que isso acontecesse foi preciso esforço, capacitação, estratégia e muito estudo para que o patrocínio não afetasse a credibilidade das notícias. E é justamente isso que agrega valor à marca patrocinadora, afinal, se a empresa se associa ao telejornal de maior credibilidade no país, significa que também é uma marca de confiança.
Compreender o que o público quer e admite em cada plataforma não é uma tarefa fácil. Produzir conteúdos interessantes é parte do processo, mas torná-los suficientemente interessantes para ficar na memória do consumidor e – mais! – se converter em negócios, é uma outra história.
E aí, o seu branded content é capaz?
*Kelly Pinheiro é jornalista e fundadora e sócio-diretora da Mclair Comunicação
*Denis Zanini Lima é diretor da Ynusitado Marketing Digital Intelligence
A primeira missão lunar da Rússia em 47 anos falhou após sua sonda Luna-25 sair do controle e se chocar contra a Lua. A informação foi anunciada, neste sábado (19), pela agência espacial estatal russa, Roskosmos.
A empresa estatal afirmou que perdeu contato com a nave após a sonda ter sido colocada na órbita de pré-pouso no sábado (19).
“O aparelho entrou em uma órbita imprevisível e deixou de existir como resultado de uma colisão com a superfície da Lua”, diz a Roskosmos em um comunicado.
“Durante a operação, ocorreu uma situação anormal abordo da estação automática, que não permitiu que a manobra fosse realizada com os parâmetros especificados”, explicou a agência.
O fracasso da missão representa o declínio do poder espacial da Rússia desde seu apogeu na Guerra Fria, quando Moscou foi o primeiro a lançar um satélite para orbitar a Terra. O “Sputnik 1”, em 1957 foi lançado com o cosmonauta soviético Yuri Gagarin, que tornou-se o primeiro homem a viajar para o espaço em 1961.
O país não tentava realizar uma missão lunar desde a Luna-24 em 1976, quando Leonid Brezhnev comandava o Kremlin.
O objetivo era que a Luna-25 realizasse um pouso suave no polo sul da Lua nesta segunda-feira, segundo autoridades espaciais russas.
A Rússia disputa com a Índia, cuja espaçonave Chandrayaan-3 está programada para pousar no polo sul da Lua ainda nesta semana, e, de forma mais ampla, contra a China e os Estados Unidos, que têm ambições lunares mais desenvolvidas.
Na noite desta quinta-feira, a concessionária STARK RAM apresentou aos consumidores de Vitória Conquista e região a NOVA RAMPAGE que é a pick-up mais potente e tecnológica do mercado.
Esse novo modelo foi desenvolvido exclusivamente para o mercado brasileiro combinando o design robusto e imponente da Ram com desempenho e a eficiência. Além de toda potência, a nova Rampage é equipada com uma série de recursos de segurança, conforto e conectividade, como painel Full Digital com tecnologia Ram Connect, tração 4×4 nas versões diesel e gasolina, além da segurança de 7 airbags e muito mais.
Segundo Fabrício Tambori, gerente de vendas da Stark, a NOVA RAMPAGE é a pick-up ideal para quem busca aventura, sofisticação e qualidade em um só veículo. “Estamos felizes com esse lançamento que é mais uma opção para nossos clientes e também por ver que a cada dia nossos modelos RAM estão rodando pelas ruas de Conquista e região”, destaca.
A NOVA RAMPAGE reforça o conceito do poder inigualável que só uma RAM tem. O teste drive está ativo e você pode agendar diretamente com os consultores de vendas da STARK RAM via canal de whatsapp 77 2101 1080.
Fotos e informações: Blog do Rodrigo Ferraz
O número de mortos nos incêndios florestais em Maui, no Havaí, subiu para 93, segundo um comunicado do condado de Maui. Duas das vítimas foram identificadas, conforme a administração local.
“As equipes de combate a incêndios continuam a extinguir focos em Lahaina e Upcountry Maui”, informou a nota.
De acordo com a CNN Brasil, esse é o desastre natural mais mortal do Havaí, superando as 61 mortes confirmadas de um tsunami em Hilo, em 1960. No entanto, antes de o Havaí se tornar um estado, em 1959, as ilhas sofreram um tsunami devastador que matou 158 pessoas, em 1946.
Em entrevista coletiva no último sábado (12), o governador Josh Green disse que o número de mortos deve aumentar.
Pouco depois de afirmar que Igreja Católica precisa de uma “purificação”, nesta quarta-feira (2), o papa Francisco se reuniu com vítimas dos abusos sexuais praticados por membros da instituição em Portugal. O encontro aconteceu a portas fechadas na Nunciatura Apostólica, a embaixada do Vaticano, local onde o pontífice está hospedado em Lisboa por ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ).
A fala sobre purificação se deu enquanto o pontífice comandava uma celebração dirigida a membros do clero no mosteiro dos Jerônimos. Então, ele comentava a “a desilusão e a aversão” que muitas pessoas nutrem pela Igreja Católica em razão de “escândalos que desfiguraram o seu rosto”, uma referência às denúncias que vieram à tona nos últimos tempos sobre escândalos encobertos pelo Vaticano.
Em fevereiro, relatório de uma comissão independente revelou que pelo menos 4.815 menores foram abusados sexualmente por membros da instituição em solo português desde 1950. Cerca de 96% dos abusadores são do sexo masculino, e 77%, padres.
A cifra indicada pelo grupo, calculada com base em investigações e em relatos espontâneos das vítimas, foi classificada como conservadora, representando “apenas a ponta do iceberg” da dimensão real dos abusos.
Segundo informações da Santa Sé, Francisco recebeu “13 vítimas de abusos por parte dos membros do clero, acompanhadas por alguns representantes de instituições da Igreja portuguesa, responsáveis pela proteção dos menores”. A informação oficial é de que o encontro, que durou cerca de uma hora, decorreu em uma “atmosfera de intensa escuta”.
Além de ouvir relatos de cada um dos presentes, o pontífice também recebeu cartas de outras vítimas que não estiveram na reunião. Ele ainda recebeu o psiquiatra Pedro Strecht, presidente da comissão independente que apurou os abusos em Portugal.
“Este encontro do Santo Padre representa a confirmação do caminho de reconciliação que a Igreja em Portugal tem vindo a percorrer neste âmbito, colocando as vítimas em primeiro lugar, colaborando na sua reparação e recuperação, de forma que lhes seja possível olhar o futuro com esperança e liberdade renovadas”, afirmou, em nota, a Comissão Episcopal Portuguesa (CEP).
A comissão independente de Portugal foi criada a pedido da CEP em meio à onda de escândalos de abusos sexuais contra menores na Igreja Católica em diversos países. Na França, uma investigação independente revelou que mais de 200 mil crianças e adolescentes foram abusados em um período de 70 anos.
O papa se reuniu com vítimas de abuso sexual pela primeira vez em 2014, um ano depois de assumir o pontificado. Na ocasião, ele pediu perdão a um grupo de seis pessoas, oriundas do Reino Unido, da Irlanda e da Alemanha, em uma missa privada no Vaticano.
O primeiro dia de Francisco em Lisboa ainda foi repleto de eventos com políticos. Depois de sobrevoar a capital lusa num avião escoltado por dois caças F-16, Francisco foi recebido com honras militares pelo presidente Marcelo Rebelo de Sousa no Palácio de Belém, sede do Executivo federal.
O pontífice também participou de encontro com políticos, membros do corpo diplomático e representantes da sociedade civil. Ao fim da tarde, ele se reuniu com o premiê, António Costa.
Antes de se recolher para almoçar, Francisco cumprimentou fiéis que o aguardavam. Na manhã de quinta-feira (3), ele visitará a Universidade Católica, onde se reunirá com estudantes e membros de uma organização católica. No fim da tarde, comandará a primeira cerimônia oficial na JMJ, num dos palcos principais do evento.
Na sexta (4), o papa tem mais uma maratona de compromissos e encontros, incluindo um período em que participará da confissão de jovens inscritos na jornada. No sábado (5), ele fará uma breve viagem ao santuário de Fátima. Após rezar o terço com jovens doentes, o papa comandará o início da vigília.
O argentino despede-se de Portugal no domingo (6), após celebrar uma missa e participar da cerimônia de encerramento, na qual será anunciada a próxima cidade a sediar a JMJ.
Na onda do filme, entenda como a Mattel potencializou o projeto de branding da marca
Por Kelly Pinheiro e Denis Zanini Lima*
Desejo de meninas do mundo inteiro há mais de seis décadas, eis que a Barbie cresceu e chegou ao mundo adulto. Sim, o tema de hoje é o live action “Barbie”, mas não foi só lá que a boneca se mudou para o mundo real. O filme – que não é para crianças – vem causando uma verdadeira comoção mundial. O que se viu na estreia foram filas intermináveis de gente – homens e mulheres – vestida de rosa (movimento Barbie-core) e até fantasiada de Barbie, brigando por um balde de pipocas igualmente rosa (o balde e a pipoca!)
De milk-shake cor de rosa a linha de roupas e maquiagem na paleta usada pela personagem, a Mattel fez parceria com mais de 100 marcas. Barbie, a marca, já foi capaz de elevar o valor das ações da fabricante. No dia 20 – estreia no Brasil – os papéis avançaram 1,09% na Bolsa de Nova York. Mas o movimento começou bem antes. No último mês o avanço foi de 18,95%, levando o valor de mercado da companhia para US$ 7,53 bilhões.
E até quem não fez parceria com a marca, anda lucrando. A OLX, por exemplo, uma das maiores plataformas de compra e venda online, já registra um crescimento de 104% na busca por acessórios e de 30% de pesquisas de bonecas. Enquanto isso, o sistema também apurou uma alta de 30% nas buscas por itens ligados ao personagem Ken, na comparação com os mesmos produtos no ano de 2022.
O sucesso da onda rosa
A “onda rosa” ainda atingiu prédios, assistentes virtuais do varejo, contas oficiais de governos e até o transporte coletivo.
Logo na estreia, o filme arrecadou R$ 22,7 milhões em bilheterias no Brasil, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex (Abraplex). O filme reuniu 1,2 milhão de brasileiros nas salas de cinemas e foi a maior bilheteria de estreia desde 2019, atrás apenas de Vingadores Ultimato.
Se Barbie fosse um filme infantil, talvez pudéssemos explicar o sucesso pelo incrível poder de persuasão das crianças, mas não é esse o caso. Existe até (pasmem!) um movimento que propõe algo como “não leve seu filho para ver Barbie”. Não porque ele não é indicado para crianças, mas porque elas “atrapalhariam” a concentração dos adultos.
Mas como compreender, então, a força da marca Barbie para além do saudosismo de mães e avós que partilharam seus sonhos com o brinquedo ou tiveram, justamente, na impossibilidade de ter a boneca, algo que marcou fortemente a infância delas?
Marketing e investimento
Bem… um bom roteiro cheio de referências, atuações seguras, uma direção firme e o uso da tecnologia em prol da diversão e não dela mesma, também colaboram muito, mas sabemos de grandes obras cinematográficas que não atraíram público.
Fontes do mercado estimam que a Mattel tenha investido cerca de US$ 100 milhões no lançamento do filme. Os primeiros teasers começaram a circular há quase um ano. Mas também conhecemos histórias de retumbantes fracassos que escoaram milhões de dólares pelo ralo. Dinheiro resolve quase tudo, mas só quase.
Barbie, lançada em 1959, nos Estados Unidos, e introduzida no Brasil em 1982, soube se transformar para continuar sendo ela mesma. Se na década de 1960 a boneca exalava os valores norte-americanos, hoje ela é engajada com temas globais, se preocupa com o futuro do planeta e (eventualmente) se veste de cores locais.
A construção de uma marca forte exige dedicação e persistência. Desde os primeiros burburinhos sobre o filme, em 2021, quando o live action foi anunciado, a Warner Bros soube fomentar o assunto nas redes sociais, engajando os fãs da boneca e aguçando a curiosidade de quem ainda não estava convencido.
“Barbie – o filme” – é candidatíssimo a blockbuster do ano e tem potencial para se desdobrar em incontáveis licenciamentos, ações de marketing, exibições em diferentes plataformas, além de uma franquia de cinema. Se com o mesmo apelo, não sabemos. Mas o certo é que “Barbie – marca” segue fazendo história.
E aí, já separou o look rosa para próxima sessão de cinema?
*Kelly Pinheiro é jornalista e fundadora e sócio-diretora da Mclair Comunicação
*Denis Zanini Lima é diretor da Ynusitado Marketing Digital Intelligence
Apesar de lutar muito, a Seleção Feminina do Brasil saiu do Brisbane Stadium, na Austrália, derrotada neste sábado (29). A equipe treinada por Pia Sundhage perdeu por 2 a 1 para a França e deixou a liderança do Grupo F da Copa do Mundo.
Le Sommer abriu o placar no primeiro tempo. Debinha chegou a conquistar o empate na etapa final, mas Wendie Renard fez a diferença e garantiu a vitória e a liderança para as europeias, que chegaram a quatro pontos.
Agora na segunda colocação, com três pontos, o Brasil tem que torcer para que a Jamaica não vença o Panamá neste sábado, em jogo que será disputado no Perth Rectangular, para não sair da zona de classificação para o mata-mata.
O próximo compromisso do Brasil será contra a própria Jamaica, na quarta-feira (2), às 7h, no Melbourne Rectangular, em Melbourne (AUS).
A goleada do Brasil sobre o Panamá, por 4 a 0, na estreia da Copa do Mundo da Austrália e Nova Zelândia, conta algumas histórias. A principal delas, claro, da meia-atacante Ary Borges. A jovem de 23 anos que fez um hat-trick em sua estreia em Mundiais e ainda deu um passe de calcanhar para o quarto gol de Bia Zaneratto. E já é a artilheira da competição.
Ary é a representação da evolução do Brasil no ciclo sob o comando de Pia Sundhage, que renovou metade do elenco, mas conta com larga experiência internacional. Se ainda não pode ser colocada na prateleira das maiores favoritas, a seleção certamente será competitiva contra qualquer adversária. Bem diferente do time de 2019, que também estreou com boa vitória sobre a então estreante Jamaica por 3 a 0, mas não transparecia tanta confiança para o futuro.
Qualquer análise da vitória desta segunda-feira, no entanto, vai ter a ponderação da fragilidade do Panamá. O desafio não era dos maiores. A seleção da América Central foi a última a se classificar para a Copa do Mundo — venceu o Chile na repescagem — e não figura entre as 50 melhores do mundo. O ponto positivo é que o Brasil soube impor sua superioridade nos 90 minutos. Um dado reflete a disposição da equipe: em determinado momento, o time levava apenas sete segundos para recuperar a bola. Se era muito melhor que a adversária, provou por quê.