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O Papa Francisco tem condição crítica após sofrer uma crise de asma prologada neste sábado (22), segundo comunicado do Vaticano.

“As condições do Santo Padre continuam críticas, portanto, como explicado ontem, o papa não está fora de perigo. Esta manhã, o Papa Francisco apresentou uma crise respiratória asmática de longa duração, que exigiu uma terapia de alto fluxo de oxigênio”, informa o boletim.

O pontífice, de 88 anos, segue internado no Hospital Gemelli, em Roma, desde 14 de fevereiro após sentir dificuldade para respirar por vários dias. Ele continua sob cuidados devido a uma bronquite. No hospital, foi diagnosticado como pneumonia bilateral e infecção polimicrobiana.

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O papa Francisco, internado para tratar uma pneumonia bilateral, está se recuperando bem, mantendo-se alerta e comendo normalmente. O Vaticano informou nesta quinta-feira (20) que ele passou a noite sem problemas e se levantou pela manhã para tomar café.

Em um comunicado oficial, a Santa Sé destacou: “A noite foi tranquila, o papa se levantou e tomou café da manhã em uma poltrona.”

Com 88 anos, o papa foi hospitalizado no Gemelli, em Roma, na sexta-feira (14), após o diagnóstico de bronquite. Já na terça-feira (18), a confirmação da pneumonia bilateral foi divulgada.

Na quarta-feira (19), exames de sangue mostraram que o quadro do pontífice está estável, com sinais de leve melhora, especialmente nos níveis inflamatórios. No mesmo dia, o papa recebeu a visita de Giorgia Meloni, primeira-ministra da Itália, que o descreveu como alerta, receptivo e de bom humor.

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O Papa Francisco segue internado pelo quarto dia consecutivo nesta segunda-feira (17). De acordo com o Vaticano, ele está recebendo tratamento para uma infecção respiratória e seu estado de saúde é considerado estável.

Aos 88 anos, o pontífice passou uma noite tranquila no domingo (16), conforme informado pela agência de notícias italiana ANSA. Até o momento, o Vaticano não divulgou novas informações sobre sua condição.

Francisco foi internado na manhã de sexta-feira (14) no hospital Gemelli, em Roma, devido a um quadro de bronquite que já dura mais de uma semana. Os médicos recomendaram repouso absoluto, o que impediu o Papa de participar da oração dominical na Praça de São Pedro e de presidir uma missa especial para artistas em comemoração ao Ano Jubilar da Igreja Católica.

No domingo, o Vaticano informou que sua condição permanecia “estável” e que o tratamento estava em andamento. Também foi comunicado que ele permaneceria internado o tempo que fosse necessário para sua recuperação.

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O grupo terrorista Hamas libertou na manhã deste sábado (15), mais três reféns israelenses como parte do acordo de cessar-fogo com Israel na Faixa de Gaza. Os reféns foram entregues para integrantes da Cruz Vermelha, responsável por entregá-los em território israelense.

A libertação dos reféns ocorreu após um impasse durante a semana. O grupo terrorista e o governo israelense trocaram acusações sobre descumprimento de termos do acordo. O Hamas chegou a suspender “até nova ordem” as entregas de reféns.

Como contrapartida da libertação.Isael deve libertar 369 prisioneiros palestinos, segundo informações do G1.

Antes deste sábado (15),  16 dos 33 reféns israelenses foram sido libertados, junto com cinco tailandeses que foram entregues em uma liberação não programada. Isso deixou 76 reféns ainda em Gaza, sendo que cerca de metade deles é considerada viva, segundo a Reuters.

Em troca pela liberação dos reféns, Israel  começou a liberação de 369 prisioneiros e detidos palestinos, incluindo 36 que cumpriam pena de prisão perpétua por ataques mortais.

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O Papa Francisco, 88 anos, foi internado nesta sexta-feira (14) em um hospital de Roma para exames e tratamento de uma bronquite persistente, informou o Vaticano. O pontífice, que nos últimos dias tem apresentado falta de ar, foi internado após suas audiências matinais.

A Santa Sé anunciou na quinta-feira que o Papa realizaria suas reuniões em casa no Vaticano devido à saúde debilitada. Na véspera, ele já havia pedido a um assessor que lesse seu catecismo durante sua audiência semanal, alegando dificuldades na fala devido a um “resfriado forte”.

O Papa, que enfrenta problemas de saúde recorrentes desde que assumiu o papado em 2013, já havia demonstrado falta de fôlego durante a oração do Angelus na semana passada. Ele segue recebendo cuidados médicos enquanto mantém suas atividades, incluindo a oração pela paz mundial e pela proteção dos direitos humanos.

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Rosas Brancas é um curta-metragem estudantil premiado feito no Brasil, que foi selecionado em mais de 25 festivais ao redor do mundo!

Diogo Aurich, Conquistense, filho do casal Rosa e Julio Aurich é um dos autores desse curta que foi lançado nesta terça 02 de fevereiro, dia de Yemanjá.

Sinopse: Uma garota pede ajuda a forças maiores quando sua irmã mais nova está no hospital, mas é surpreendida pela alegria que sente ao ouvir a música de um desconhecido.

Confira o curta.

 
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Um avião com 60 passageiros e quatro tripulantes caiu nesta quarta-feira (29) após colidir com um helicóptero militar perto do Aeroporto Nacional Reagan, em Washington D.C., nos Estados Unidos. Segundo autoridades locais, a outra aeronave transportava três soldados.

Até o momento, 18 corpos foram resgatados. Não há registro de sobreviventes, até então. As causas do acidente também são desconhecidas até o momento.

Equipes de resgate confirmaram que o avião caiu no rio Potomac e que barcos do Corpo de Bombeiros estão mobilizados na área.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou pelas redes sociais neste domingo (26) que ordenou que o governo americano adote medidas de retaliação contra a Colômbia, após o país sul-americano se recusar a receber voos militares com pessoas deportadas.

Trump alegou que a ação “colocou em risco a Segurança Nacional e a Segurança Pública dos Estados Unidos”. Assim, determinou:

  • Tarifas emergenciais de 25% sobre todos os bens da Colômbia que entram nos Estados Unidos. Em uma semana, as tarifas de 25% serão elevadas para 50%
  • Proibição de viagens e revogações imediatas de vistos para autoridades do governo colombiano e todos os aliados e apoiadores.
  • Sanções de visto para todos os integrantes do partido, familiares e apoiadores do governo colombiano.
  • Inspeções aprimoradas de alfândega e proteção de fronteiras de todos os cidadãos colombianos e cargas por motivos de segurança nacional.

O republicano afirmou ainda que vai impor sanções previstas pelo Ato de Emergência Internacional e Poderes Econômicos (IEEPA, na sigla em inglês).

A lei concede ao presidente autoridade para declarar uma emergência nacional em períodos de paz e usar medidas econômicas como resposta. O presidente disse que medidas relacionadas ao Tesouro, ao setor bancário e financeiras serão completamente impostas.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (22) um decreto que suspende a entrada de migrantes pela fronteira sul do país. Essa é a medida contra a imigração mais drástica tomada pelo republicano em seus primeiros dias de volta ao cargo.

O texto do decreto não foi divulgado, mas a Casa Branca disse em nota que a ordem executiva “suspende a entrada de migrantes que participam de uma invasão dos Estados Unidos pela fronteira sul” e ordena que agências do governo federal tomem todas as medidas necessárias para “imediatamente repelir, repatriar e remover imigrantes ilegais”.

Segundo o governo, a medida também vale para quem entra nos EUA pedindo asilo, o que contraria a legislação americana. Assim, é quase certo que o decreto será questionado na Justiça, como já acontece com a ordem anunciada na terça (21) que suspendeu a concessão automática de cidadania a filhos de imigrantes em situação irregular nascidos nos EUA.

A nota da Casa Branca desta quarta diz que a Constituição americana autoriza o governo federal a suplantar a autoridade dos estados quando há uma invasão em curso —ao longo de toda a campanha eleitoral, Trump descreveu com frequência o aumento na entrada de migrantes nesses termos. Dessa forma, o presidente estaria autorizado a intervir diretamente em estados que fazem fronteira com o México, como a Califórnia e o Texas.

O governo Trump coloca ainda a culpa na crise atual no ex-presidente Joe Biden, dizendo que o antecessor “não foi capaz de proteger os americanos de milhões de imigrantes ilegais entrando nos EUA, invadindo suas comunidades, e custando bilhões de dólares aos governos locais”.

Especialistas apontam com frequência que a imigração, embora exija recursos emergenciais no curto prazo, acabam por fortalecer a economia de um país a longo prazo, e que nos EUA trabalhadores migrantes são essenciais em setores como agricultura, construção civil e serviços de saúde.

Nesta quarta, a imprensa americana também relata que o governo Trump se prepara para enviar 1.500 soldados da ativa das Forças Armadas para a fronteira com o México nos próximos dias. Citando autoridades ouvidas em condição de anonimato, veículos como o jornal The New York Times afirmam que a medida deve ser anunciada nos próximos dias.

Se os soldados mobilizados atuarem diretamente para encontrar e prender migrantes em situação irregular, como defendido por Trump, será a primeira vez em décadas que as Forças Armadas americanas são utilizadas para cumprir papel de polícia.

Soldados da ativa já foram enviados para a fronteira sul por Trump em seu primeiro mandato e pelo governo Biden. Entretanto, eles atuaram apenas como apoio logístico aos agentes de segurança que trabalham no local —entre eles, 2.500 membros da reserva da Guarda Nacional, além de agentes do Departamento de Segurança Interna e policiais.

A legislação americana proíbe que membros da ativa das Forças Armadas atuem com poder de polícia dentro dos EUA. Entretanto, autoridades do governo Trump levantam a hipótese de invocar uma lei de 1807 que permite essa atuação em caso de “insurreição interna”.

 

Victor Lacombe/Folhapress

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O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, será empossado nesta segunda-feira, 20. A cerimônia terá a presença de integrantes da família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de parlamentares brasileiros. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não irá ao evento, e o governo brasileiro será representado por Maria Luiza Viotti, embaixadora do País em Washington.

Bolsonaro não irá à posse pois está com o passaporte retido pela investigação por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. A defesa do ex-presidente pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a devolução do documento, mas teve o pedido negado pelo ministro Alexandre de Moraes.

Neste sábado, 18, Bolsonaro afirmou que se sentia constrangido por não poder ir à posse do aliado. O ex-presidente concedeu entrevista coletiva no Aeroporto de Brasília, onde acompanhou o embarque aos Estados Unidos da sua mulher, Michelle Bolsonaro (PL), que irá ao evento. O filho do ex-presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), também acompanhará a posse.

O parlamentar teve encontros em Washington com o presidente argentino, Javier Milei, e com o expoente da extrema direita americana Steve Bannon. Também neste fim de semana, esteve em um jantar promovido pelo futuro vice-presidente, J.D. Vance, e em um baile de gala para celebrar a comunidade latino-americana e espanhola nos Estados Unidos. No local, encontrou o filho de Trump, Donald Trump Jr, que perguntou pelo ex-presidente Bolsonaro.

Além de Eduardo, 19 deputados federais confirmaram ao Estadão que estarão presentes na posse, além do senador Jorge Seif (PL-SC). O número é menor do que os 39 parlamentares de oposição que manifestaram interesse em comparecer ao evento

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