Dois adolescentes encapuzados mataram seis pessoas na Escola Estadual Raul Brasil, de Suzano (SP) e cometeram suicídio logo em seguida, por volta das 9h30 desta quarta-feira (13), segundo a polícia. Entre os mortos estão cinco estudantes e um funcionário.
Neste momento, a instituição está isolada e muitos funcionários e alunos estão chorando. Corpo de Bombeiros e equipes do Samu fazem o atendimento no local. O helicóptero Águia, da PM, sobrevoa a escola.
A policial militar Cibele, da comunicação da PM, informou que minutos antes os agentes foram acionados para atender uma ocorrência próxima com arma de fogo. “Mas ainda não podemos precisar se os casos estão relacionados. Policiais estavam indo para esse primeiro chamado e ouviram gritos das crianças. Foram então até a escola, onde os dois criminosos acabaram se matando”, disse ela ao G1.
A escola possui 358 alunos da segunda etapa do fundamental (6º ao 9º ano) e 693 estudantes do ensino médio, segundo o Censo 2017 citado pelo G1.
O prefeito João Dória está em um helicóptero a caminho do local, juntamente com o Secretário Estadual de educação, o secretário de Segurança e o coronel Salles.
Acabo de receber a triste notícia de que crianças foram cruelmente assassinadas na escola estadual Professor Raul Brasil, em Suzano. Até o momento temos informações preliminares. Cancelei toda agenda e estamos a caminho de Suzano p/ acompanhar o resgate e atendimento aos feridos.
— João Doria (@jdoriajr) 13 de março de 2019
A coordenadora da Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ), Simone Sibilio, em entrevista coletiva na tarde de hoje (12), destacou que as investigações mostram uma motivação política para o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em março do ano passado.
“Está suficientemente indicado que houve motivação política pela atuação de Marielle em favor das minorias”, relatou a promotora de Justiça.
Segundo o Metro1, a promotora reafirmou que não é possível afirmar, ainda, se há um mandante do crime. “Nenhuma linha de investigação é descartada. É possível que não tido mandante? É possível. É possível que tenha? É possível. Possibilidades de mandantes serão trabalhados em autos desmembrados que estão sob sigilo”, disse.
O estudante de Direito, Vinícius Serra que espancou por quatro horas a paisagista Elaine Perez Caparroz não possui problemas psiquiátricos. De acordo com a última avaliação psiquiátrica, o quadro médico do estudante é estável.
Vinícius Serra, que estava preso preventivamente no Hospital Penal Psiquiátrico Roberto Medeiros, recebeu alta e será transferido para um presídio comum, conforme informações da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap).
Elaine falou que não tem dúvidas a respeito da sanidade mental do agressor e que desde as primeiras conversas, o homem sempre demonstrou ‘articulação e coerência’.
A empresária acredita ter sido dopada por Vinícius e afirmou que começou a perder os sentidos após um brinde e já acordou sendo agredida por Vinicius. A polícia não descarta a possibilidade de o crime ter sido cometido por vingança.
As buscas pelas vítimas da tragédia ocasionada pelo rompimento da barragem da Vale, em Brumadinho (MG), completam um mês hoje (25).
De acordo com o último balanço, 177 mortes foram confirmadas. Outras 133 pessoas continuam desaparecidas.
Segundo o G1, ao longo destas quatro semanas, a megaoperação passou por diferentes fases e empregou técnicas variadas.
“Agora é um momento de paciência. São escavações, que têm que ter método, ter tecnologia e ter organização”, afirma o tenente-coronel Anderson Passos.
De acordo com ele, ainda não é possível estimar por quanto tempo este esquema de trabalho vai perdurar.
Os advogados da família de Ricardo Boechat estão preparando uma milionária ação de indenização contra o laboratório Libbs, que o contratou para uma palestra e foi o responsável pela escolha da empresa de táxi aéreo que transportou o jornalista. A informação é do colunista Lauro jardim, do jornal O Globo.
Boechat morreu no dia 11 de fevereiro, aos 66 anos, após a queda de um helicóptero. O piloto Ronaldo Quattrucci, 56, também não resistiu ao acidente.
Dados divulgados nesta sexta-feira, 15, pelo Instituto Médico Legal (IML) mostram a causa da morte do jornalista Ricardo Boechat, que era um dos ocupantes do helicóptero que caiu em São Paulo na segunda-feira. De acordo com o laudo, o jornalista faleceu em decorrência de um politraumatismo causado pela queda do helicóptero e sua respectiva batida com um caminhão.
Os exames realizados pelo IML não identificaram nenhum sinal de fuligem na traqueia ou nos pulmões do jornalista. A dosagem de monóxido de carbono foi encontrada em uma concentração abaixo de 10% de carboxihemoglobina no sangue, indicando que Boechat já havia morrido antes de ser exposto ao gás.
A queda ocorreu no quilômetro 7, sentido Castelo Branco, perto do acesso à Rodovia Anhanguera. O chamado de socorro foi registrado às 12h14 e os agentes conseguiram extinguir o fogo. A CCR Rodoanel Oeste, concessionária responsável pela administração da via, resgatou uma terceira vítima com ferimentos leves; tratava-se do motorista do caminhão.
Boechat voltava de uma palestra em Campinas, no interior do estado, no momento da queda. A informação da morte foi reproduzida pelo jornalista José Luiz Datena. A aeronave tinha por destino heliponto da Band, no Morumbi, zona sul da capital paulista.
Segundo relatos de testemunhas, o helicóptero tentava fazer um pouso no acesso de quem sai do Rodoanel para a rodovia Anhanguera e acabou se chocando com um caminhão — o veículo vinha da saída de um pedágio e não conseguiu parar a tempo. O incêndio que atingiu a aeronave foi decorrente da batida.
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) faz operação, na manhã de hoje (15), em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.
As primeiras informações são de que 12 mandados de busca e apreensão e oito de prisão estão sendo cumpridos.
Os mandados seriam para oito funcionários da Vale. Um deles, Alexandre de Paula Campanha, foi preso em casa na Região Centro-Sul de Belo Horizonte.
O corpo do jornalista Ricardo Boechat começará a ser velado a partir das 22h desta segunda-feira (11), no Museu da Imagem e do Som (MIS), no bairro Jardim Europa, na capital paulista. O local estará aberto ao público.
O velório seguirá até as 14h desta terça-feira (12). Em seguida, o corpo será cremado em cerimônia reservada. A Band não informará o cemitério a pedido da família do apresentador.
O jornalista da Band morreu na queda de um helicóptero na Rodovia Anhanguera, no início da tarde desta segunda, quando retornava de uma palestra em Campinas. O piloto da aeronave, Ronaldo Quatrucci, também morreu.
A pedido do presidente Jair Bolsonaro, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, irá representá-lo no velório do jornalista. Bolsonaro disse que ele e Boechat eram amigos “há mais de 30 anos” e que ele apelidou o jornalista de “Jacaré”.
Boechat tinha 66 anos, era apresentador do Jornal da Band e da rádio BandNews FM. Ele também tinha uma coluna semanal na revista ISTOÉ.
História – O jornalista nasceu em Buenos Aires, na Argentina, quando o pai Dalton Boechat, diplomata, estava a serviço do Ministério das Relações Exteriores. Dono de um humor ácido, usava essa característica para noticiar fatos e criticar situações. O tom era frequente nos comentários de rádio, televisão e também na imprensa escrita.
Políticos, magistrados e organizações vieram a público para lamentar a morte do jornalista.
Boechat deixa mulher, cinco filhas e um filho.
Em depoimento às autoridades que investigam o acidente responsável pela morte de Ricardo Boechat, a vendedora Leiliane Rafael da Silva disse que viu um homem pular do helicóptero pouco antes do choque da aeronave com um caminhão. Leiliane estava na garupa de uma moto que passava pelo Rodoanel exatamente no momento da queda do helicóptero.
O Instituto Médico Legal (IML) afirmou que, de fato, apenas um corpo foi encontrado em meio às ferragens da aeronave, sendo que o segundo estava em um outro ponto. Ao jornal O Globo, o delegado Luis Roberto Hellmester disse acreditar que a pessoa que pulou do helicóptero era Boechat.
“Eu falei para o meu marido: eu acho que ele vai pousar na pista. Quando eu olhei para trás, eu vi uma pessoa pulando. Depois que a pessoa pulou, o helicóptero se chocou com uma carreta que vinha saindo do rodoanel e explodiu”, a vendedora detalhou.
“Também acredito que o piloto estava no comando e não deixaria o helicóptero”, complementou o delegado.
A Defesa Civil de Minas Gerais informou na tarde desta quarta-feira (30) que há 99 mortos e 259 desaparecidos após a tragédia provocada pelo rompimento da barragem da Vale – Barragem I – Mina Córrego do Feijão – em Brumadinho (MG). Até o momento, 57 vítimas já foram identificadas.
Segundo o tenente-coronel Flávio Godinho, coordenador-adjunto da Defesa Civil, a chuva forte fez com que houvesse interrupções pontuais no trabalho dos bombeiros no sexto dia de buscas.
O presidente da Vale, Fabio Schvarstman, disse estar “consternado” com o rompimento da barragem da mineradora e afirmou que não conhece as causas da tragédia nem sua dimensão exata. A empresa disse que iria enviar R$ 100 mil para cada família afetada pelo rompimento, algo que chamou de “doação emergencial” e não tem relação com futuras indenizações.
Um gabinete de crise da tragédia em Brumadinho foi estruturado na Faculdade Asa, que fica a pouco mais de seis quilômetros do local do acidente.