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No programa Redação Brasil desta quarta-feira (06), foi anunciado que um médico conquistense faz parte da comitiva que vai buscar brasileiros que estão na cidade de Wuhan, na China, epicentro do Coronavírus. O nome do médico não foi anunciado a pedido dele.

Cada avião sai do Brasil com 18 tripulantes. Desses, sete são da área de saúde (seis médicos militares e um ligado ao Ministério da Saúde).

Antes de chegar à cidade destino, as aeronaves farão escala em Fortaleza, Las Palmas (Espanha), Varsóvia (Polônia) e Ürümqi (já na China). No retorno, as aeronaves passarão pelas mesmas cidades.

A previsão é que as aeronaves levem 62 horas no processo de ida e volta, sendo 47 horas de voo. Com isso, a chegada à China está prevista para amanhã (6) ao fim do dia (horário de Brasília). A chegada ao Brasil está prevista para sábado (8).

Após a chegada ao Brasil, todos ficarão em quarentena. A medida serve para impedir que o vírus se espalhe.

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Após três meses de debates, depoimentos e ações judiciais, o Senado dos EUA absolveu nesta quarta-feira (5) Donald Trump das duas acusações no processo de impeachment. Para destituí-lo, os democratas precisavam de dois terços dos 100 senadores – ou seja, 20 votos republicanos. Obtiveram apenas um: Mitt Romney, conhecido desafeto de Trump.

Trump é acusado de abuso de poder obstrução do Congresso. Entre julho e setembro, ele teria usado os privilégios do cargo para pressionar o governo da Ucrânia a investigar o democrata Joe Biden, pré-candidato presidencial e um dos maiores obstáculos a sua reeleição.

Após meia hora de votação, o placar mostrou 48 pela condenação de Trump, 52 em favor da absolvição na acusação de abuso de poder e 53 contra e 47 a favor na acusação de obstrução.

 

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Especificamente na região Nordeste, pesquisa revela que 70% da população já usa os recursos de IA no dia a dia

Pelo terceiro ano consecutivo, a Lambda3 – empresa referência em tecnologia e negócios digitais – realizou um estudo sobre a percepção do brasileiro em relação ao uso de Inteligência Artificial (IA). Segmentada por regiões, faixa etária e gênero, a pesquisa revela como a população vem se relacionando com os avanços tecnológicos, bem como se as pessoas já adotaram esses recursos no dia a dia.

De acordo com o levantamento, 80% das pessoas declararam que já utilizaram Inteligência Artificial pelo menos uma vez. Os millennials, também conhecidos como geração Y (nascidos de 1980 até 1995), lideram o ranking dos que mais aproveitam desta tecnologia. Além disso, os homens disseram recorrer mais às aplicações que dispõem de IA.

Especificamente na região Nordeste, 70% da população já utiliza recursos de IA. Deste total, apenas 50% das mulheres afirmou já ter usado Inteligência Artificial ao menos uma vez, enquanto 75% dos homens declararam já utilizar.

“Acreditamos que este número de mulheres que utiliza IA em Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe pode ser maior e bem equilibrado com os homens. Os dados apurados nos mostraram uma contradição, que pode ser justificada pela falta de conhecimento das pessoas sobre as infinitas funções da Inteligência Artificial”, destaca Diego Nogare, Chief Data Officer da Lambda3. Segundo a pesquisa, parte da população feminina que afirmou nunca ter utilizado esta tecnologia, também declarou fazer uso de aplicativos como Google Maps, Uber, Cabify, Waze, Facebook, Instagram, entre outros. Esses apps de transporte, por exemplo, utilizam IA para fazer todos os cálculos que buscam o motorista mais próximo e oferecem a melhor rota no trânsito. Já nas redes sociais citadas, a análise que identifica automaticamente as pessoas em determinada foto, ou o uso de filtros para alteração/animação das selfies e vídeos só são possíveis devido aos recursos de reconhecimento facial, ou seja, Inteligência Artificial.

“As pessoas ainda não deram conta que a Inteligência Artificial está nas diversas funções disponíveis em seus smartphones e outros gadgets, que facilitam sua rotina. Tanto é, que quando questionadas sobre a primeira lembrança ao mencionar IA, a maior parte das respostas está ligada a Robôs e alguns ainda relacionaram com ficção científica”, completa Nogare.

A pesquisa também apontou que a região Nordeste é a quarta que mais utiliza Inteligência Artificial no Brasil, atrás do Sul, Sudeste, Centro-Oeste e seguida pelo Norte. Sobre os setores com maior potencial de crescimento de IA na região, foram mencionados informação e comunicação, financeiro e agrícola, nesta respectiva ordem. As três empresas mais lembradas do segmento foram Google, IBM e Microsoft.

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Informações para imprensa:

MCLAIR COMUNICAÇÃO

(11) 3624-5170/ 95456-6175/ 98860-0372

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O astro da NBA Kobe Bryant, de 41 anos, morreu na tarde deste domingo em um acidente de helicóptero, na cidade de Calabasas, na Califórnia. As informações iniciais indicavam que o jogador estava ao lado de outras quatro pessoas, mas que nenhuma seria da família do astro. Depois, porém, foi confirmada a notícia de que Gianna, sua filha de 13 anos, também estava na aeronave. Além deles, outras três pessoas estavam no acidente, incluindo uma amiga de Gianna e um familiar dela e o piloto. As causas do acidente ainda não foram reveladas.

As primeiras informações diziam que Kobe não estava acompanhado de nenhum familiar. O repórter Adrian Wojnarowski, da “ESPN”, confirmou, porém, que Gianna, de 13 anos, seguia com o pai para um jogo promocional em Thousand Oaks.

Kobe Bryant ao lado da filha Gianna no All Star Game da WNBA — Foto: Reuters

O acidente foi noticiado pouco antes do início da rodada deste domingo na NBA. A liga americana ainda não havia se pronunciado oficialmente, mas houve um minuto de silêncio antes da partida entre Denver Nuggets e Houston Rockets. Pouco depois, em seu site oficial, a NBA declarou luto pela morte. No duelo entre Toronto Raptors e San Antonio Spurs, a equipe canadense deixou o cronômetro estourar nos primeiros 24 segundos em homenagem ao ex-jogador. Na sequência, os Spurs repetiram o gesto.

Foram cinco títulos (2000, 2001, 2002, 2009, 2010), um prêmio de MVP (2008), dois troféus de MVP das finais (2009 e 2010), 11 nomeações para a seleção da NBA, nove nomeações para a seleção de defesa, 18 All-Star Games, duas vezes cestinha da temporada, terceiro maior cestinha da história da liga, segunda maior pontuação em um jogo (81 contra o Toronto). Sem falar naquilo que não se mede: a liderança, o caráter, o estilo, a beleza dos movimentos, o papel inegável na popularização do basquete mundo afora. Kobe se aposentou em 2016 como terceiro maior pontuador da história, posto que perdeu na noite de sábado, para LeBron James. Em seu último jogo, marcou 60 pontos e se despediu à altura de sua grandeza.

Na derrota do seu Los Angeles Lakers para o Philadelphia 76ers por 108 a 91, na Filadélfia, o camisa 23 ultrapassou Kobe Bryant (33.643 pontos), fechou o jogo com 29 pontos e agora soma 33.655 pontos, ficando atrás apenas do líder Kareen Abdul-Jabbar (38.387) e Karl Malone (36.928).

Por GloboEsporte.com — Calabasas, EUA
Foto: GABRIEL BOUYS AFP

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Crítica: Aniara (2018) Por Luiz Andreoli

Há poucas semanas aqui mesmo no Portal do Andreoli, falei sobre a ficção-científica de origem chinesa Terra à Deriva (The Wandering Earth), uma respeitável grande produção que não fica devendo nada para os exemplares americanos do gênero. Agora, quem está com a bola são os suecos, e se em Terra à Deriva o fim do planeta é mostrado em uma movimentada superprodução, o fim da humanidade soa como uma inevitável conclusão mesmo quando os créditos iniciais começam a rolar neste Aniara (SUE/DIN, 2018). Enquanto os créditos passam na tela, imagens de inundações, incêndios e outros desastres aparecem ao fundo, e a mensagem subconsciente que fica é a de que o fim está próximo. É claro, contudo, que trata-se apenas do começo de nossa história.

Em Aniara a Terra está morrendo, e as pessoas que podem estão indo para Marte em busca uma nova chance. Trata-se de uma viagem de rotina, de três semanas de duração, e cujas naves estão equipadas como grandes navios de cruzeiro, preparadas para amenizar a viagem e torná-la memorável e relaxante, utilizando-se de lojas, restaurantes, uma academia, e uma sala de repouso de alta tecnologia que conta com um sistema de Inteligência Artificial chamado Mima, que acalma os visitantes através de visões e memórias pessoais. Mas algo dá errado com uma destas naves, a Aniara do título, quando a embarcação sai do curso e a comunicação por rádio não funciona, sem falar numa pane que faz com que todo o suprimento de combustível da nave seja jogado no espaço. Incapaz de pilotar a nave ou ajustar sua trajetória, tanto passageiros quanto tripulação encontram-se flutuando em direção ao vazio do espaço.

O filme da dupla de diretores e roteiristas estreantes Pella Kagerman e Hugo Lilja é um raro exemplo de um filme adaptado de um poema — neste caso, um poema de 1956 escrito por Harry Martinson — e o filme é incrivelmente bem sucedido em adaptar os temas fantásticos e o desespero expressos no texto para uma nova mídia. Trata-se de uma ficção-científica mais interessada nos conflitos internos da humanidade do que em missões espaciais e semelhantes, mas mesmo que o filme não apresente nenhuma sequência de ação, Aniara consegue atingir o espectador com um forte e doloroso soco no estômago. O filme é dividido em capítulos, cada um deles significando uma passagem de tempo, e o que começa com horas e semanas logo se transforma em anos. Independente do período de tempo coberto pela narrativa, Aniara não deixa de ser um filme-catástrofe, mas ao invés de colocar os personagens tentando sobreviver à um acidente imediato, o objetivo é superar seus efeitos duradouros.

A produção tem várias tomadas exteriores capturadas de maneira belíssima, que funcionam bem ao capturar a vastidão do espaço e o insignificante papel da humanidade nele. Contudo, o núcleo do filme se desenrola dentro da Aniara e seus centros de recreação, shopping center, alojamentos, etc. A nave tem todos os confortos de um lar, um lar que, ainda que nunca seja mostrado de maneira explícita, pode ter sido levado à destruição em parte pela incessante necessidade humana por ter sempre mais. Os tripulantes são tão saciados por “coisas” que poucos deles utilizam ou apreciam a experiência oferecida por Mima e a comissária do sistema, Mimaroben (a ótima Emelie Jonsson). Mas isso muda depois do acidente. Ansiedade, medo e desespero infectam a população, deixando todos desesperados por algo mais significativo. Mima, como uma espécie de devoradora de pecados eletrônica ou algo do tipo, tenta remover as emoções e imagens negativas das pessoas e substituí-las por outras mais relaxantes, porém o sistema é logo invadido pela angústia humana.

A nave comporta centenas de pessoas, mas Mimaroben funciona como nosso foco e guia ao longo da jornada. Nós seguimos seu espirituoso romance com uma piloto chamada Isagel (Bianca Cruzeiro), seu conflito com um capitão (Arvin Kananian) que luta para manter a ordem, e também suas manobras envolvendo uma passagem de tempo repleta de suicídios, cultos de atividades sombrias e depressão. Jonsson faz um bom trabalho no papel de uma humana repleta de falhas mas que tenta ser melhor para si mesma e para as pessoas ao redor. Porém, trata-se de uma difícil batalha, à medida em que o esmagador peso do vácuo espacial e a futilidade dos esforços humanos convergem numa intransponível ameaça. A nave funciona como uma espécie de microcosmo do tempo da humanidade na Terra, e nosso comportamento não é diferente em menor escala: O poder corrompe, o medo perverte e a solidão sufoca.

Aniara não é uma explosiva aventura sci-fi, mas nunca se torna monótona. O drama intenso e as cruas observações sobre a espécie humana se entrelaçam em um vívido e cativante conto que contrasta com nossas ambições extremas e limitações internas. Em um dado momento, um dos personagens sugere que haviam proteções na Terra contra todo tipo de ameaça, com exceção da humanidade em si, e esta é uma realidade que os tem seguido desde a superfície até lugares muito mais incertos. A perda das posses e segurança provoca a ascensão das religiões, que por sua vez buscam oferecer um propósito onde não há nenhum. A constatação de que milagre e acaso compartilham da mesma origem é apenas uma das muitas frias verdades do espaço.

Aniara não é exatamente um filme de horror, mas no final das contas é tão desolador e opressivo quanto muitos deles. O filme é a definição mais próxima do “cosmic horror”, à medida em que o medo e o pavor existencial abastecem uma crescente sensação de desespero. E ainda que o filme evite as mais sinistras degradações frequentemente encontradas em filmes mais apelativos do gênero, a angústia mental e emocional são apropriadamente devastadoras. Em Aniara nós estamos sozinhos, estamos eternamente longe de casa, e o universo guarda sua última risada para o final.

Aniara não tem previsão de estreia nos cinemas brasileiros, e deve chegar ao país diretamente através de sistemas de streaming e VOD.

 

Bianca Cruzeiro foi agraciada com o prêmio de melhor atriz coadjuvante

Guldbagge Award for Best Actress in a Supporting Role - Prêmio Guldbagge de Melhor Atriz Coadjuvante

O Guldbagge de Melhor Atriz Coadjuvante é um prêmio de cinema sueco concedido anualmente pelo Swedish Film Institute como parte do Guldbagge Awards para atrizes que trabalham na indústria cinematográfica sueca. As categorias de melhor atriz coadjuvante e ator coadjuvante foram introduzidas pela primeira vez em 1995.

Apresentado por: Instituto Sueco do Cinema
Atualmente com: Julia Kijowska
Criação: 1995
Categoria de: Guldbagge
Ano 2020
Bianca Cruzeiro
Aniara
Vencedor
Alba August
The Perfect Patient
Indicado
Evin Ahmad
Call Mom!
Indicado
Sissela Benn
Sune - Best Man
Indicado

*Bianca Silveira Cruzeiro, nasceu em Estocolmo na Suécia, é filha da Conquistense Gracia Silveira e Ulisses Cruzeiro, sobrinha de Albenesmar Silveira. Além de atriz,  Bianca é arquiteta formada em Hamburgo na Alemanha e morou por alguns anos em Vitória da Conquista. Já é o 4º filme da carreira e várias peças de teatro. Aniara o filme que rendeu o prêmio de atriz coadjuvante, provavelmente será lançado no Brasil ainda este ano e foi um dos pré selecionados ao Oscar.

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ANDANÇAS: O casal Zé Maria e Walmária Caires da MaxTour traz um pouco mais da história do Canal do Panamá, uma construção fantástica que liga o oceano Atlântico ao oceano Pacífico.

Confira a participação de Zé Maria no Redação Brasil desta segunda=feira (20/01)

O canal do Panamá (em castelhano: Canal de Panamá) é um canal artificial de navios com 77,1 quilômetros de extensão, localizado no Panamá e que liga o oceano Atlântico (através do mar do Caribe) ao oceano Pacífico. O canal atravessa o istmo do Panamá e é uma travessia chave para o comércio marítimo internacional. Há bloqueios e eclusas em cada extremidade da travessia para levantar os navios até o lago Gatún, um lago artificial criado para reduzir a quantidade de trabalho necessário para a escavação do canal e que está localizado 26 metros acima do nível do mar. Os bloqueios iniciais tinham 33,5 metros de largura. Uma terceira faixa de eclusas, mais larga, foi construída e entre 2007 e 2016.

 
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O secretário especial da Cultura, Roberto Alvim, foi exonerado do cargo, segundo confirmou a assessoria da pasta na manhã desta sexta-feira. Ele provocou uma onda de indignação após copiar frases de um discurso nazista em um pronunciamento oficial da pasta. A exoneração de Alvim já havia sido antecipada pela colunista Miriam Leitão.

A polêmica surgiu após um vídeo ser divulgado para anunciar o Prêmio Nacional das Artes, projeto no valor total de mais de R$ 20 milhões. Na gravação, Alvim copiou uma citação do ministro de propaganda da Alemanha nazista, Joseph Goebbels. Além disso, o anúncio traz como fundo musical a ópera “Lohengrin”, de Richard Wagner, compositor alemão celebrado pelo nazismo.

O presidente Jair Bolsonaro comunicou também, por meio de nota, a demissão de Roberto Alvim da Secretaria Especial de Cultura. De acordo com Bolsonaro, o “pronunciando infeliz” tornou a permanência de Alvim no governo “insustentável”, por mais que ele tenha se desculpado.

Bolsonaro disse repudiar as “ideologias totalitárias e genocidas” e “qualquer tipo de ilação às mesma”. Além disso, manifestou “total e irrestrito apoio à comunidade judaica”. Mais cedo, o Palácio do Planalto havia informado que não iria comentar a declaração de Alvim, alegando que o então secretário já havia se manifestado.

O vídeo e as referências ao nazismo incomodaram até mesmo o mentor de Roberto Alvim, o ideólogo Olavo de Carvalho. “É cedo para julgar, mas o Roberto Alvim talvez não esteja muito bem da cabeça. Veremos”, publicou Carvalho. Em entrevista à “Rádio Gaúcha” na manhã desta, ele lamentou a declaração do guru.

— A única coisa que me entristeceu disso tudo foi essa frase do professor Olavo, um mestre pra mim, uma pessoa que ajudou muito com seus escritos — disse Roberto Alvim.

Entenda:Quem foi Joseph Goebbels, ministro nazista que Roberto Alvim plagiou em seu vídeo

Em entrevista a meios de comunicação na manhã desta sexta-feira, Roberto Alvim negou conhecimento da frase de Goebbels, mas disse que concorda com ela. O discurso teria sido escrito em um “brainstorming”, segundo ele. A finalização do texto foi dele, no entanto.

Veja o que diz a citação de Goebbels:

Segundo o livro “Goebbels: a Biography”, de Peter Longerich, o líder nazista afirmou: “A arte alemã da próxima década será heroica, será ferreamente romântica, será objetiva e livre de sentimentalismo, será nacional com grande páthos e igualmente imperativa e vinculante, ou então não será nada”

O que disse Roberto Alvim:

Nó vídeo divulgado pela Secretaria Especial de Cultura ele afirma: “A arte brasileira da próxima década será heroica e será nacional. Será dotada de grande capacidade de envolvimento emocional e será igualmente imperativa, posto que profundamente vinculada às aspirações urgentes de nosso povo, ou então não será nada”, discursou Alvim no vídeo postado nas redes sociais.

#PrêmioNacionaldasArtes | Marco histórico nas artes e na cultura brasileira! Com investimento de mais de R$ 20 milhões, o Prêmio Nacional das Artes vai apoiar projetos de sete categorias em todas as regiões do Brasil. Dê o play e confira! pic.twitter.com/dbbW4xuKpM

— Secretaria Especial da Cultura (@CulturaGovBr) January 16, 2020

Após ser demitido pelo presidente Jair Bolsonaro, Roberto Alvim pediu perdão à comunidade judaica por ter copiado um discurso do ministro de propaganda da Alemanha nazista, Joseph Goebbels em um vídeo oficial. Em seu perfil no Facebook, Alvim disse que não sabia a origem do texto que replicou no discurso de lançamento do Prêmio Nacional das Artes.

“Se eu soubesse da origem da frase, jamais a teria dito. Tenho profundo repúdio a qualquer regime totalitário, e declaro minha absoluta repugnância ao regime nazista. Meu posicionamento cristão jamais teria qualquer relação com assassinos… Peço perdão à comunidade judaica, pela qual tenho profundo respeito. Do fundo do coração: perdão pelo meu erro involuntário”, escreveu o ex-secretário.

Fonte: O Globo
(Colaboraram Daniel Gullino e Jussara Soares)

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A corredora conquistense Suzy Ruas completou o quarto dia de desafio na Walt Disney Marathon Weekend, a prova de hoje (12) foi de 42km (maratona)

Suzy teve o seu maior desafio, quatro provas em quatro dias, 5km, 10km, 21km e por ultimo 42 Km (maratona).

Completado as 4 corridas do Walt Disney World Marathon Weekend dentro do ritmo a atleta ganha não apenas as 4 medalhas de cada evento, mas também a Medalha Goofy’s Race and a Half Challenge e a Medalha do Dopey Challenge – totalizando 6 medalhas.

Confira o recado de Suzy Ruas após completar o desafio da Maratona da Disney

 
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A corredora conquistense Suzy Ruas completou o terceiro dia de desafio na Walt Disney Marathon Weekend, a prova de hoje (11) foi de 21km (meia maratona)

“Está sendo tudo muito incrível, estou muito feliz. Estou muito focada, muito determinada”, contou Suzy, que conta com a torcida e o apoio da população conquistense e de alguns empresários que patrocinaram a viagem da atleta até Orlando, nos Estados Unidos.

Neste domingo, 12, Suzy terá o seu maior desafio, 42 Km (maratona), que formam o Dopey Challenge (o nome da prova homenageia o personagem “Dunga”, d’A Branca de Neve e os Sete Anões, da Disney).

Completando todas as 4 corridas do Walt Disney World Marathon Weekend dentro do ritmo o atleta ganha não apenas as 4 medalhas de cada evento, mas também a Medalha Goofy’s Race and a Half Challenge e a Medalha do Dopey Challenge – totalizando 6 medalhas.

Confira o recado de Suzy Ruas após completar o terceiro dia de desafio na Maratona da Disney
Fredson Costa - Atleta New Balance -7 vezes campeão da Maratona da Disney
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A corredora conquistense Suzy Ruas voltou a fazer uma boa corrida na Walt Disney Marathon Weekend, após ficar no 1º lugar geral, na primeira etapa da sequência de 4 corridas. Hoje, na corrida de 10Km, Suzy terminou em 5º lugar na classificação geral. Com os resultados, Suzy é a melhor brasileira do desafio até o momento.

“Está sendo tudo muito incrível, estou muito feliz. Estou muito focada, muito determinada”, contou Suzy, que conta com a torcida e o apoio da população conquistense e de alguns empresários que patrocinaram a viagem da atleta até Orlando, nos Estados Unidos.

Até o próximo domingo, 12, Suzy correrá mais duas provas, de 21 Km (meia-maratona) e 42 Km (maratona), que formam o Dopey Challenge (o nome da prova homenageia o personagem “Dunga”, d’A Branca de Neve e os Sete Anões, da Disney).

Completando todas as 4 corridas do Walt Disney World Marathon Weekend dentro do ritmo o atleta ganha não apenas as 4 medalhas de cada evento, mas também a Medalha Goofy’s Race and a Half Challenge e a Medalha do Dopey Challenge – totalizando 6 medalhas.

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