Na sessão desta quarta-feira (9), na Câmara Municipal, o vereador Luis Carlos Dudé (União Brasil) chamou à atenção da Casa Legislativa para um assunto que, em suas palavras, o tem incomodado e precisa ser revisto pelos representantes da população conquistense: A construção exacerbada de postos de combustível em Vitória da Conquista.
De acordo com Dudé (UB) é fundamental que haja a criação de uma comissão da câmera de vereadores para um estudo das questões relacionadas a quantidade de postos de combustíveis no município; “porque em cada esquina nós estamos vendo a construção de novo posto de gasolina em Vitória da Conquista”. Disse.
Em diversos trechos de Vitória da Conquista, na avenida Integração, por exemplo, não existe sequer a distância com metragem mínima de 1.200 metros quadrados entre alguns estabelecimentos. Existem outros locais da cidade em que os postos ficam quase em frente uns aos outros.
Diante disso, Dudé enfatizou, em seu discurso, a responsabilidade do poder fiscalizador que os vereadores têm como representantes da população; “Está casa tem sobretudo a responsabilidade do papel fiscalizador para a sociedade da nossa Joia do Sertão Baiano”, disse.
Durante o seu pronunciamento na Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC), realizada na manhã desta quarta-feira (9), a vereadora Cris Rocha (MDB) levantou a possibilidade de o Governo do Estado assumir a administração do Hospital Esaú Matos. Rocha contou que a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher já foi à unidade para buscar entender o que está acontecendo com a administração do equipamento.
“Nós fomos apurar algumas situações e demandas que nos são solicitadas constantemente e também conversar sobre o funcionamento daquele hospital para que a gente possa garantir que continue sendo um equipamento que atenda com excelência”, disse. “A gente também quer propor um diálogo com a secretária estadual de Saúde, Roberta Santana, para que a gente possa identificar a possibilidade de aplicação de recursos e fortalecimento daquele hospital. A gente precisa analisar e entender: é aplicação de recurso? É transformação em maternidade estadual, já que a gente já atende a mulheres de toda a região? O que pode ser feito? Vamos estar lá para fazer essas tratativas e tentar buscar a melhor solução para que o Esaú Matos continue funcionando”, complementou.
Demandas de Malvinas – Cris Rocha contou que esteve reunida com moradores da região de Malvinas, onde recebeu uma lista de demandas: extensão da linha de ônibus, iluminação do campo das Malvinas e também a revitalização da quadra de São Sebastião. “Todas essas indicações já foram protocoladas por mim”, anunciou ela.
A agência Gente Propaganda, de Vitória da Conquista (BA), foi destaque na 33ª edição do FestVideo, um dos mais importantes festivais de filmes publicitários do país. O evento foi realizado no Theatro Pedro II, em Ribeirão Preto (SP), pela Associação dos Profissionais de Propaganda de Ribeirão Preto (APP Ribeirão).
A agência conquistense recebeu duas premiações na categoria “Órgãos Públicos”, com campanhas desenvolvidas para a Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista. A campanha “Conquista de Todos” ficou com a medalha de prata, enquanto “Acelera Conquista” levou o bronze.
A Gente Propaganda foi representada no festival por Geo Filho, diretor de Atendimento, João Maciel, motion designer, e Vinícius Santos, diretor de arte.
Com as novas conquistas, a agência soma 32 prêmios em nove anos de participação em festivais promovidos pela APP. Entre os principais reconhecimentos já obtidos estão os títulos de Agência do Ano e Grand Prix no FestDigital, Melhor Trabalho Criativo no FestVideo e Redator do Ano no FestGraf, este último vencido pelo publicitário Lucas Caires.
Criado em 1990, o FestVideo é parte do calendário oficial de eventos de Ribeirão Preto e do Estado de São Paulo, e tem como objetivo valorizar os melhores trabalhos publicitários do Brasil, promovendo a inovação, a criatividade e o uso de novas tecnologias no setor.
A premiação reforça o protagonismo da publicidade produzida no interior da Bahia, com Vitória da Conquista se consolidando como um polo criativo no cenário da comunicação nacional.
Aos 57 anos, faleceu Aurelino Moreira Fernandes Júnior. Ele faleceu em casa por complicações de saúde.
Colaborador da Rodaleve Honda, Galego, como era carinhosamente conhecido pelos amigos, deixa um legado admirável não apenas no campo profissional, mas também entre velhos e novos camaradas.
O velório acontece no Salão Prime da Pax Nacional [Rua Olavo Bilac, nº 04], com sepultamento previsto para às 16 horas desta quarta-feira (9), no Cemitério da Saudade.
Um avanço histórico na saúde pública de Vitória da Conquista. A Joia do Sertão Baiano tornou-se o primeiro município do interior da Bahia habilitado para realizar transplantes de fígado e rim pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Os procedimentos serão feitos no Hospital São Vicente de Paulo, da Santa Casa de Misericórdia de Vitória da Conquista, que passou por uma série de adequações estruturais, aquisição de equipamentos e formação de equipe especializada com mais de vinte anos de experiência. O projeto faz parte de um processo de interiorização dos serviços de transplante na Bahia, promovendo maior acesso e melhores condições de acompanhamento para os pacientes.
Com isso, Vitória da Conquista se consolida como um polo regional de captação e transplante de órgãos, contribuindo para a redução das filas de espera e oferecendo mais chances de vida a quem precisa. A iniciativa também reforça a importância da cultura da doação de órgãos e da valorização do SUS.
*Matéria: Bahia Meio Dia, reprodução: Blog do Anderson.
A Câmara Municipal de Vitória da Conquista realizou na tarde desta terça-feira (8), audiência pública para marcar duas datas: o Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março, e o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, comemorado em 2 de abril. A atividade foi proposta pelo mandato da vereadora Márcia Viviane (PT).
A Síndrome de Down é uma alteração genética que afeta cerca de 1 a cada 700 nascimentos. Já o Transtorno do Espectro Autista, segundo o IBGE, pode afetar aproximadamente 2% da população brasileira. Esses números falam de milhares de famílias, de crianças, adolescentes, jovens e adultos que têm buscado dignidade, respeito e políticas públicas efetivas.
Segundo a parlamentar, Vitória da Conquista precisa avançar na oferta de atendimentos qualificados, no diagnóstico precoce, na inclusão escolar e na atenção à saúde dessas pessoas. “É urgente garantir acesso aos direitos previstos em lei, com estruturas adequadas e profissionais preparados”, afirmou Viviane, ressaltando a importância de uma luta coletiva.
“Sabemos que a jornada das famílias, especialmente das mães, é marcada por desafios diários: dificuldade de acesso a especialistas, ausência de atendimento contínuo, longas esperas por laudos e acompanhamentos, e a sobrecarga emocional e financeira. A rede municipal precisa reconhecer e responder a essas demandas com responsabilidade, sensibilidade e compromisso”, afirmou.
A vereadora Cris Rocha (MDB) destacou sua trajetória de mais de 20 anos em defesa das pessoas com deficiência e cobrou ações concretas para garantir acessibilidade, inclusão e atendimento digno. Com base em sua experiência pessoal e institucional, ela defendeu melhorias na saúde pública, mobilidade urbana e educação inclusiva, e apresentou três projetos de lei: o Selo de Acessibilidade, semáforos sonoros e a criação de um Centro de Referência para pessoas com TEA. “Acreditem, porque tem pessoas no legislativo que querem lutar por vocês”, afirmou, reforçando a importância da união na luta por direitos reais e efetivos.
“Que inclusão social é essa do nosso dia a dia?”: Maria do Carmo de Jesus Ferreira, presidente da APAE, destacou que muitas vezes se fala em inclusão social, mas na prática as ações não são efetivas. Ela ressaltou que ainda faltam medidas concretas na educação, na saúde e no mercado de trabalho para garantir uma inclusão verdadeira, pois, apesar das leis e discursos, não há inserção nas práticas do cotidiano. Como exemplo, citou a falta de profissionais qualificados para acompanhar alunos especiais. No mercado de trabalho, apontou que, embora a contratação de pessoas com deficiência seja garantida por lei, faltam políticas que assegurem a permanência desses profissionais, já que a locomoção é difícil e as condições de trabalho nem sempre são acessíveis. “Precisamos juntar forças e buscar efetivamente a inclusão, que é tanto falada, com respeito e paciência”, concluiu.
União por direitos das pessoas com deficiência: A presidente do Conquista Down, Geisa Barros, fez um apelo por mais representatividade e políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência, criticando a ausência de parlamentares à audiência: “Nós também votamos, também elegemos vocês”, disse, defendendo a criação de um Centro de Referência para atender todas as deficiências. “A cidade precisa de um centro para todos”, conclamou, denunciando problemas no transporte coletivo. “Se cada um lutar sozinho, não vamos conseguir nada.” Geisa encerrou sua fala celebrando uma conquista: “Conseguimos abrir as portas da Conquista Down, mesmo que em uma sede provisória”.
Empatia e políticas públicas para famílias atípicas: Sinthia Tenório, mãe e representante do Instituto Girassol, cobrou mais empatia, respeito e políticas públicas eficazes voltadas às pessoas com deficiência, especialmente crianças com autismo e síndrome de Down. “Os pais estão adoecidos porque seus filhos não têm acesso a terapias, fraldas, cuidadores e direitos básicos”, afirmou. Ela denunciou o abandono de muitas mães, a ausência de vereadores nas discussões e o alto custo de consultas médicas.
“Quando uma mãe adoece, internada por álcool ou drogas, não é só ela, são quatro pessoas em sofrimento, porque os filhos vão para o acolhimento”, alertou. Sinthia também ressaltou o papel das famílias como formadoras e multiplicadoras de conhecimento. “Nós estudamos, damos formação, porque quando nasce uma pessoa com deficiência, nasce também uma mãe, um pai que se capacita”. Por fim, reafirmou que a luta por inclusão precisa ser coletiva e contínua, dizendo: “Nada sobre nós, sem nós”.
Ativista denuncia agressão a autista e cobra apoio político: João Teixeira iniciou sua fala denunciando um caso recente de agressão, relatando que “uma criança autista levou uma rasteira de um professor de capoeira dentro da escola”. Atuante na defesa dos direitos das pessoas com TEA no Sudoeste baiano, João cobrou mais representatividade política: “Cadê os vereadores? Três apenas abraçam essa causa, pelo amor de Deus”. Diagnosticado com TDAH, ele compartilhou sua trajetória pessoal e reforçou: “Mexeu com autista, mexeu comigo”, afirmando que levará a pauta ao deputado estadual Fabrício Falcão.
Mães atípicas enfrentam sobrecarga e falta de apoio adequado: A professora e mãe atípica Daniela Magalhães se emocionou ao relatar a realidade de mulheres que criam filhos com deficiência. “Somos a mãe que ninguém quer ser, mas que exige de nós sermos as melhores”, afirmou. Ela destacou o impacto físico e emocional da jornada dupla enfrentada por essas mães, citando pesquisas que apontam redução de até 30% na expectativa de vida dessas mulheres. Daniela também criticou o mercado que lucra com o autismo, cobrando preços abusivos por produtos e serviços voltados a crianças atípicas. “Só queremos que nossos filhos vivam sua humanidade como qualquer outro”, disse.
“Inclusão é prática sempre”: Rosilene Oliveira, vice-presidente do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência e mãe de uma criança autista nível dois, destacou que mais importante do que saber que a inclusão é necessária, é entender como colocá-la em prática. Segundo ela, a graduação não prepara o professor para lidar com o neuro divergente, o que prepara é o convívio com as diferenças. Rosilene ressaltou que é nas associações que se aprende mais sobre a inclusão, pois é nesses espaços que se encontra a prática real.
Ela defendeu que o município valorize e leve para dentro dos espaços de formação as pessoas que representam essa vivência na prática, para que possam compartilhar o conhecimento real da inclusão. “Muito mais que redução de custos, devemos enxergar essas pessoas como vidas que merecem inclusão de verdade”, afirmou. Por fim, colocou-se à disposição para contribuir nesse processo de ensino e informou que as reuniões do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência acontecem toda segunda e na última terça-feira do mês, às 8h30.

Por mais políticas públicas: Amanda Amaral Lopes, representando a Associação Conquista Down e também as pessoas com síndrome de Down, destacou em sua fala as inúmeras dificuldades enfrentadas no dia a dia, inclusive a aquisição do passe livre que, apesar de ser um direito, apresenta desafios para sua aquisição. Além disso, Amanda reforçou a necessidade de um olhar mais atento para a saúde, cobrando que as políticas públicas realmente se façam valer para quem precisa.
“Hoje não é dia de comemoração, é dia de luta: Dr. Náfille Brito, representante da Comissão da Pessoa com Deficiência da OAB e pessoa autista, destacou que o mundo ainda não é feito para pessoas autistas, e que essa luta é principalmente das mães, que enfrentam diariamente o descaso e a negligência. Náfille também criticou a superficialidade com que o autismo é tratado pela sociedade: “nossa comunidade é preconceituosa e só lembra do autista em abril. E, mesmo nas comemorações, não pensam nos autistas. Fazem caminhada que muitos de nós não podemos participar.” Para ele, quem não é atípico ou não convive diretamente com o autismo não tem propriedade para falar sobre o assunto, pois não conhece a dor real dessas pessoas.
Compromisso com a inclusão: Denis Márcio Jesus Oliveira, representando o secretário municipal de Desenvolvimento Social, destacou a importância de reafirmação do compromisso com as pessoas com deficiência. Ele lembrou que, ao longo da história, muitos anos foram marcados pela exclusão social, mas o Brasil vem evoluindo, especialmente com a criação de legislações como a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Em Vitória da Conquista, segundo Denis, a gestão da prefeita Sheila Lemos (UB) tem demonstrado compromisso com a inclusão, garantindo acesso a políticas públicas. Ele finalizou reforçando que datas como essa devem servir de lembrança de que é preciso seguir avançando constantemente nas melhorias que assegurem uma sociedade mais justa, acessível e verdadeiramente inclusiva.
Discussão com Estado e União: Fernanda Maron, secretária municipal de Saúde, destacou que a pauta da inclusão não é apenas um desafio local, mas precisa ser discutida com o Estado e a União. Segundo ela, Conquista avançou significativamente nos atendimentos psicossociais, já contando com psiquiatra, já tendo havido a contratação recente de um neuropediatra. Fernanda reforçou que não é mais necessário chegar de madrugada às unidades de saúde, pois os horários de atendimento foram reorganizados. Ela ressaltou que a Secretaria está sempre de portas abertas para dialogar, especialmente com as mães, afirmando a importância da participação social para aprimorar os processos de inclusão. “Estamos aqui para ouvir e construir juntos,” finalizou.
Na tarde de ontem (07/04/2025), compareceu na Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Vitória da Conquista, uma mulher de 19 anos, registrando o *BO nº 00263208/2025-A01-DRFR/VCA, onde alega que desde a data de 06/04/2025, um indivíduo desconhecido encaminhou algumas mensagens através de áudios, textos e ligações via aplicativo WhatsApp. Ele estava ameaçando e extorquindo a mesma, sua mãe (uma mulher de 50 anos) e seu amigo (um homem de 19 anos). Através das mensagens, o bandido ameaçava de morte as pessoas mencionadas, exigindo das vítimas o pagamento do valor de *R$ 50.000,00 (CINQUENTA MIL REAIS).* O Autor dos fatos ameaçava de morte todas as pessoas envolvidas caso não fossem pagos os valores exigidos num prazo de 24 horas.
Imediatamente foram iniciadas as investigações pela Equipe da *DRFR/VCA-DEIC,* para localizar e identificar o suposto-autor.
Ver essa foto no Instagram
Nos dias 5, 6 e 8 de maio, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) realiza audiências públicas na Bahia para tratar sobre a nova concessão da BR-116 e da BR-324, trecho de 663 km que está sob administração da Via Bahia. Os encontros acontecerão em Salvador, Feira de Santana e Vitória da Conquista.
O objetivo é colher sugestões e contribuições às minutas de edital e contrato, ao Programa de Exploração da Rodovia e aos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental, que visa à concessão para exploração do lote rodoviário. Uma quarta audiência será realizada em Brasília, no dia 16.
Com o encerramento do contrato com a empresa Via Bahia, o trecho da concessão volta a ser administrado pelo Governo Federal a partir do dia 15 de maio. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, explicou que até a escolha da nova empresa concessionária, o DNIT assume os serviços de manutenção da rodovia.
“Pedi ao ministro Renan Filho que entre com força total, para dar uma trafegabilidade, para consertar essa buraqueira e para diminuir o risco nas duas estradas. Nós vamos tentar concluir toda a licitação e contratar a nova empresa ainda esse ano”, afirmou Rui Costa.
Os documentos e as demais orientações referentes à Audiência Pública estão disponíveis no Sistema ParticipANTT (https://participantt.antt.gov.br/public), no local destinado à Audiência Pública nº 02/2025. Outras informações e esclarecimentos poderão ser obtidos pelo e-mail ap002_2025@antt.gov.br.