Após preocupar os fãs ao aparecer com uma tipoia no braço, Ivete Sangalo contou que precisou passar por uma cirurgia. Em uma postagem no Instagram na manhã desta sexta-feira (12), a cantora apareceu na cama de um hospital, com o braço enfaixado. A artista, no entanto, tranquilizou os fãs, afirmando que “mainha tá zero bala”.
“Sucesso total na cirurgia ! Obrigada ao Dr. Paulo Fiuza e sua grande experiência, toda sua equipe, todos os enfermeiros e profissionais do Hospital Aliança por todo cuidado e carinho!!! Mainha tá zero bala”, escreveu.
A cantora havia quebrado o braço no início de agosto enquanto esquiava em Aspen, nos Estados Unidos. A primeira vez que ela apareceu de tipoia em público foi na gravação do DVD de Harmonia do Samba. No episódio, Carla Perez chegou a perguntar o que tinha acontecido e, bem humorada, Ivete respondeu que estava “surfando na neve”.
Antes da cirurgia, a cantora chegou a fazer também shows em Recife (PE), gravou um especial de música com Daniela Mercury, em Salvador, e o programa “Pipoca da Ivete”, na TV Globo.
Na manhã dessa quinta-feira, 11, foi realizada a leitura das cartas da Fiesp e da USP, intitulada como Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito, em um evento que tem como foco atos em defesa do Estado Democrático de Direito. A Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) recebeu a manifestação. Os documentos reúnem mais de 900 mil assinaturas de intelectuais, empresários, economistas e representantes da sociedade civil. A leitura começou às 10h, com o reitor da USP, Carlos Gilberto Carlotti Junior, abrindo o ato, com um discurso defendendo o processo eleitoral, criticando as fake news e exaltando a soberania popular. A primeira a ser apresentada foi a da Fiesp. Loga na sequência, foi a vez da carta da USP ser lida.
“No ano do bicentenário da Independência, reiteramos nosso compromisso inarredável com a soberania do povo brasileiro expressa pelo voto e exercida em conformidade com a Constituição Quando do transcurso do centenário, os modernistas lançaram, com a Semana de 22, um movimento cultural que, apontando caminhos para uma arte com características brasileiras, ajudou a moldar uma identidade genuinamente nacional. Hoje, mais uma vez, somos instigados a identificar caminhos que consolidem nossa jornada em direção à vontade de nossa gente, que é a independência suprema que uma nação pode alcançar. A estabilidade democrática, o respeito ao Estado de Direito e o desenvolvimento são condições indispensáveis para o Brasil superar os seus principais desafios. Esse é o sentido maior do 7 de Setembro neste ano. Nossa democracia tem dado provas seguidas de robustez.
Em menos de quatro décadas, enfrentou crises profundas, tanto econômicas, com períodos de recessão e hiperinflação, quanto políticas, superando essas mazelas pela força de nossas instituições. Elas foram sólidas o suficiente para garantir a execução de governos de diferentes espectros políticos. Sem se abalarem com as litanias dos que ultrapassam os limites razoáveis das críticas construtivas, são as nossas instituições que continuam garantindo o avanço civilizatório da sociedade brasileira.
É importante que os Poderes da República – Executivo, Legislativo e Judiciário – promovam, de forma independente e harmônica, as mudanças essenciais para o desenvolvimento do Brasil. As entidades da sociedade civil e os cidadãos que subscrevem este ato destacam o papel do Judiciário brasileiro, em especial do Supremo Tribunal Federal, guardião último da Constituição, e do Tribunal Superior Eleitoral, que tem conduzido com plena segurança, eficiência e integridade nossas eleições respeitadas internacionalmente, e de todos os magistrados, reconhecendo o seu inestimável papel, ao longo de nossa história, como poder pacificador de desacordos e instância de proteção dos direitos fundamentais.
A todos que exercem a nobre função jurisdicional no país, prestamos nossas homenagens neste momento em que o destino nos cobra equilíbrio, tolerância, civilidade e visão de futuro. Queremos um país próspero, justo e solidário, guiado pelos princípios republicanos expressos na Constituição, à qual todos nos curvamos, confiantes na vontade superior da democracia. Ela se fortalece com união, reformando o que exige reparos, não destruindo; somando as esperanças por um Brasil altivo e pacífico, não subtraindo-as com slogans e divisionismos que ameaçam a paz e o desenvolvimento almejados.
Todos os que subscrevem este ato reiteram seu compromisso inabalável com as instituições e as regras basilares do Estado Democrático de Direito, constitutivas da própria soberania do povo brasileiro que, na data simbólica da fundação dos cursos jurídicos no Brasil, em 11 de agosto, estamos a celebrar.”
“Em agosto de 1977, em meio às comemorações do sesquicentenário de fundação dos Cursos Jurídicos no País, o professor Goffredo da Silva Telles Junior, mestre de todos nós, no território livre do Largo de São Francisco, leu a Carta aos Brasileiros, na qual denunciava a ilegitimidade do então governo militar e o estado de exceção em que vivíamos. Conclamava também o restabelecimento do estado de direito e a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte. A semente plantada rendeu frutos. O Brasil superou a ditadura militar. A Assembleia Nacional Constituinte resgatou a legitimidade de nossas instituições, restabelecendo o estado democrático de direito com a prevalência do respeito aos direitos fundamentais.
Temos os poderes da República, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, todos independentes, autônomos e com o compromisso de respeitar e zelar pela observância do pacto maior, a Constituição Federal. Sob o manto da Constituição Federal de 1988, prestes a completar seu 34º aniversário, passamos por eleições livres e periódicas, nas quais o debate político sobre os projetos para país sempre foi democrático, cabendo a decisão final à soberania popular.
A lição de Goffredo está estampada em nossa Constituição “Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de seus representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”. Nossas eleições com o processo eletrônico de apuração têm servido de exemplo no mundo. Tivemos várias alternâncias de poder com respeito aos resultados das urnas e transição republicana de governo. As urnas eletrônicas revelaram-se seguras e confiáveis, assim como a Justiça Eleitoral.
Nossa democracia cresceu e amadureceu, mas muito ainda há de ser feito. Vivemos em país de profundas desigualdades sociais, com carências em serviços públicos essenciais, como saúde, educação, habitação e segurança pública. Temos muito a caminhar no desenvolvimento das nossas potencialidades econômicas de forma sustentável. O Estado apresenta-se ineficiente diante dos seus inúmeros desafios. Pleitos por maior respeito e igualdade de condições em matéria de raça, gênero e orientação sexual ainda estão longe de ser atendidos com a devida plenitude. Nos próximos dias, em meio a estes desafios, teremos o início da campanha eleitoral para a renovação dos mandatos dos legislativos e executivos estaduais e federais. Neste momento, deveríamos ter o ápice da democracia com a disputa entre os vários projetos políticos visando convencer o eleitorado da melhor proposta para os rumos do país nos próximos anos.
Ao invés de uma festa cívica, estamos passando por momento de imenso perigo para a normalidade democrática, risco às instituições da República e insinuações de desacato ao resultado das eleições. Ataques infundados e desacompanhados de provas questionam a lisura do processo eleitoral e o estado democrático de direito tão duramente conquistado pela sociedade brasileira. São intoleráveis as ameaças aos demais poderes e setores da sociedade civil e a incitação à violência e à ruptura da ordem constitucional. Assistimos recentemente a desvarios autoritários que puseram em risco a secular democracia norte-americana. Lá as tentativas de desestabilizar a democracia e a confiança do povo na lisura das eleições não tiveram êxito, aqui também não terão.
Nossa consciência cívica é muito maior do que imaginam os adversários da democracia. Sabemos deixar ao lado divergências menores em prol de algo muito maior, a defesa da ordem democrática. Imbuídos do espírito cívico que lastreou a Carta aos Brasileiros de 1977 e reunidos no mesmo território livre do Largo de São Francisco, independentemente da preferência eleitoral ou partidária de cada um, clamamos as brasileiras e brasileiros a ficarem alertas na defesa da democracia e do respeito ao resultado das eleições. No Brasil atual não há mais espaço para retrocessos autoritários. Ditadura e tortura pertencem ao passado. A solução dos imensos desafios da sociedade brasileira passa necessariamente pelo respeito ao resultado das eleições. Em vigília cívica contra as tentativas de rupturas, bradamos de forma uníssona: Estado Democrático de Direito Sempre!!!!”
O cantor baiano Zelito Miranda morreu na madrugada desta sexta-feira (12), em Salvador. A informação foi confirmada pela família do artista, que tinha 66 anos. Segundo o comunicado, a morte foi provocada por problemas no pulmão. No entanto, a doença não foi detalhada.
Ainda de acordo com a família do cantor, o corpo de Zelito será sepultamento na tarde desta sexta-feira, no cemitério Bosque da Paz, no bairro de Nova Brasília. A cerimônia está marcada para acontecer às 16h30.Zelito faleceu com 40 anos de carreira e mais de 200 músicas no currículo. Ao longo da vida, ele defendeu a cultura e a tradição do forró. O artista deixa a esposa Telma, e as filhas Clarice, que espera a sua primeira neta, e Luiza.
Nascido no município de Serrinha, a 175km de Salvador, Cabeludo, como era conhecido e gostava de ser chamado pelos amigos, foi um artista multifacetado.
Embora sua intimidade com o triângulo tenha começado ainda na infância, aos 8 anos de idade, Zelito trilhou por vários caminhos, das artes plásticas, ao teatro, ao cinema até chegar a música e ao forró.
Começou na música aos 27 anos. Antes disso, ele fez parte da cultura alternativa da cidade natal, foi ator por 10 anos, era escritor e chegou a tocar MPB e rock.
Na década de 80, fez parte do grupo Novos Bárbaros, que fez sucesso nos trios elétricos em Salvador. Ao todo, foram um DVD e 12 Cd’s gravados.
O primeiro disco veio com um repertório daquilo que ele chamava de MPN (Música Popular Nordestina) mas os pedidos de shows e gravações em forró foram, aos poucos, fazendo com que o artista assumisse a herança de Gonzagão como sua carreira.
Dessa influência do rock, da MPB e da experiência em trio elétrico, ficou conhecido como o “Rei do Forró Temperado”, um som que preserva a sonoridade do gênero, mas se permite a novos instrumentos, arranjos e melodias.
Pioneiro nos ensaios do gênero nordestino nas casas noturnas da capital baiana, Zelito se dedicou a arte de misturar elementos do mais autentico forró pé-de-serra a o que há de mais moderno e cosmopolita.
João Melo – O povo de Conquista pode falar
Gordo Repórter – Cotidiano da cidade
Mateus Araújo – Sudoeste Vivo
Daniel Morais – Giro Brocado do Mamulengo
Verônica Ferraz – Destaques do Blog do Redação
Igor Novaes – Esporte
Marcus Vinicius (Boca) e Josué Marinho – Produção audiovisual
Nesta quinta-feira, 11, as Universidades Estaduais da Bahia (Ueba’s), através do Fórum de Reitores das Universidades Estaduais Baianas, publicaram um vídeo com a leitura da Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito. O documento é uma forma de reforçar a defesa da democracia e das instituições brasileiras, além de ser um manifesto de oposição aos ataques contra o processo eleitoral atual do Brasil, bem como a eficácia das urnas eletrônicas.
O vídeo conta com a participação dos reitores e reitora das quatro Instituições que representam as Ueba’s: o professor Luiz Otávio de Magalhães, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb); o professor Alessandro Fernandes de Santana, da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc); o professor Evandro do Nascimento Silva, da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs); e a professora Adriana Marmori Lima, da Universidade do Estado da Bahia (Uneb).
A nutricionista Evelyn Broocke, que tem 56 mil seguidores nas redes sociais, denunciou, nesta quarta-feira (10), nas redes sociais, que passou mal após entrar em um carro de transporte por aplicativo, em Salvador. O caso teria acontecido após ela tocar em um “gel”, no momento em que fechava a porta do veículo e tentar limpar a substância no rosto, de forma instintiva.
Segundo relato da nutricionista, o caso aconteceu na terça-feira (9), quando ela deixou a casa onde morava, no bairro da Pituba.
“Nessa hora eu pedi para ele encostar o carro, falei: ‘Encosta, encosta, encosta’. Ele não trocava palavras comigo, ele não dialogava comigo em momento nenhum. Ele não encostou quando eu pedir para ele encostar”, relatou.
Após pedir para o motorista parar a corrida e não ser atendida, ela abriu a porta do carro com o veículo em movimento. Em seguida, fugiu quando o homem encostou próximo a um posto de gasolina.
“Quando avistei um posto de gasolina, abri a porta do carro em movimento, porque eu fiquei com medo de ser tarde demais. Eu não ter mais chance de sair do carro”, disse Evelyn.
A prefeita Sheila Lemos encaminhou, nesta quarta-feira (10), à Câmara de Vereadores, o Projeto de Lei nº 25/2022, que propõe reajuste salarial para os monitores escolares em atuação na Secretaria Municipal de Educação (Smed). A proposta foi resultado de negociações entre a Prefeitura e o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sinserv) representando os monitores.
“Não tem nada melhor do que o diálogo para entrarmos em acordo”, afirmou a prefeita Sheila Lemos, que assinou o documento em seu gabinete e na presença da diretoria do Sinserv, dos secretários Edivaldo Ferreira Júnior, e de Gestão e Inovação, e Lucas Dias.

Sheila reforçou que sempre há o esforço da gestão para acatar o que é possível dentro das demandas apresentadas pelos servidores. “Tudo é bastante pensado e estudado pelos nossos técnicos, e podem ter certeza de que aquilo que for possível fazer para valorizarmos o servidor, iremos fazer”, assegurou a prefeita.
O PL propõe que o piso da categoria, composta por 198 monitores escolares, passe a ser de R$ 1.731,74. Além disso, a proposta prevê um interstício de 4% de acréscimo a cada cinco anos de serviço.
Para a diretora jurídica do Sinserv, Flávia Viana, a agilidade na aceitação, assinatura e envio do projeto deve ser destacada, já que essa era uma demanda antiga da categoria. “Estamos muito felizes com esse aceite, com a iniciativa da prefeita em encaminhá-lo para a Câmara, porque temos visto a luta dos monitores há muito tempo. Dando um passo de cada vez, vamos conseguindo essas vitórias. Esperamos agora que a Câmara de Vereadores também aceite e sensibilize com a causa dos monitores”, disse a dirigente sindical.
Será paga nesta quinta-feira (11) a parcela de agosto do Auxílio Brasil aos beneficiários que tenham o Número de Identificação Social (NIS) com final 3.
A liberação dos pagamentos teve início na nesta terça-feira (9) para os beneficiários com o NIS final 1. Os demais grupos receberão os pagamentos até o dia 22
Uma decisão da 64ª Zona Eleitoral determinou a retirada de outdoors do presidente Jair Bolsonaro (PL) em Guanambi, no Sertão Produtivo, Sudoeste baiano. Segundo o Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias, os responsáveis pela propaganda tem 24h para a remoção das peças. A medida foi tomada pela juíza Adriana Silveira Bastos, após denúncia de irregularidade em propaganda eleitoral.
Os outdoors foram fixados no município por apoiadores do presidente que é candidato à reeleição. “Considerando que o Partido Liberal não se manifestou no prazo, diligencie acerca dos responsáveis pela instalação dos outdoors, através de contato com os celulares indicados nos respectivos equipamentos. Após, intime-se para que retirem os outdoors em 24 (vinte e quatro) horas”, diz a sentença.
O Partido Liberal (PL) de Guanambi também foi notificado da decisão.
João Melo – O povo de Conquista pode falar
Gordo Repórter – Cotidiano da cidade
Mateus Araújo – Sudoeste Vivo
Daniel Morais – Giro Brocado do Mamulengo
Verônica Ferraz – Destaques do Blog do Redação
Igor Novaes – Esporte
Marcus Vinicius (Boca) e Josué Marinho – Produção audiovisual