Todos os meses, o Ministério da Cidadania vai selecionar novos beneficiários para o Auxílio Brasil, mas é preciso estar com o Cadastro Único atualizado.
A inscrição no Cadastro Único é um requisito para entrar no substituto do Bolsa Família e em outros programas sociais do governo federal, mas não garante que a família será selecionada para o programa.
Mas, caso o cadastro esteja atualizado há menos de 2 anos e não tenha ocorrido mudanças de endereço, renda ou de outras informações da família, não é necessário realizar uma nova atualização.
O fato de a família estar inscrita no Cadastro Único, com dados atualizados e elegíveis, não resulta na imediata concessão do Auxílio Brasil. A família estará numa lista reserva, que será executada à medida que o governo tenha recursos no orçamento.
Já as famílias com dados inconsistentes no Cadastro Único poderão ser impedidas de ingressar no programa até que sejam sanadas as inconsistências identificadas. A falta de atualização leva à exclusão do registro no CadÚnico depois de quatro anos.
Todos os anos, o governo federal revisa os dados e chama as famílias com informações desatualizadas para corrigir a situação, sendo que as famílias, no momento da inscrição, comprometem-se a atualizar os dados a cada dois anos no máximo.
As prefeituras, que têm autonomia para operar o cadastro, também podem fazer a convocação. A chamada ocorre por cartas, telefonemas ou mensagens em extratos bancários.
A atualização só pode ser feita em um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) ou em postos de atendimento do CadÚnico ou do Bolsa Família. Em caso de mudança de endereço, de telefone, de estado civil, de renda mensal ou em eventos de nascimento, adoção ou falecimento na família, por exemplo, o cadastro deve ser atualizado o mais rápido possível.
É possível saber se a família está cadastrada e se precisa atualizar as informações por meio do aplicativo Meu CadÚnico. A ferramenta informa se o cadastro está desatualizado ou em processo de averiguação e permite a impressão de comprovantes.
Caso o usuário não tenha internet, deve procurar algum CRAS ou um posto de atendimento do CadÚnico.
O ministro da Cidadania, João Roma, foi exonerado do cargo, conforme publicação nesta terça-feira (16) no Diário Oficial da União.
Segundo o jornal O Globo, é uma saída temporária, já que está previsto que já na sexta-feira (19) volte ao cargo. Assim como aconteceu na semana passada com Onyx Lorenzoni, Roma é deputado federal licenciado e precisa voltar ao Congresso para destinar suas emendas parlamentares.
E, também assim como o colega, deixou o Ministério da Cidadania temporariamente para cuidar das suas emendas parlamentares na Câmara.
Por volta das 22h20 deste domingo (14/11) a guarnição do PETO da 8ªCIPM realizava rondas na Rua América, bairro Primavera (Itapetinga), quando abordou um homem de 16 anos que estava em atitude suspeita em uma esquina frequentemente relatada como ponto de tráfico. Ao ser interpelado sobre o que fazia no local este informou que estava esperando um lanche na frente da sua residência. Um segundo homem, morador da residência, se apresentou a guarnição relatando ser irmão do menor e disse que este morava na casa ao lado, com seu pai, que é deficiente visual. Foi mantido contato com o genitor do homem e este, juntamente com seu filho, autorizaram a entrada da guarnição na residência. Logo na entrada foi visualizado sobre o sofá um pacote contendo diversas pedras de substância analóga a crack e dentro de uma bolsa que estava atrás do sofá foi encontrado o restante do material. Que diante dos fatos os policiais apresentaram o autor e o material encontrado na 21ª COORPIN/Itapetinga para adoção de medidas cabíveis.
Material apreendido:
145 pedras de substância analóga a crack;
01 porção pequena de substância analóga a crack;
Cédulas diversas totalizando R$ 117,30;
01 celular Samsung;
Diversas embalagens plásticas para acondicionamento de droga.
Embora não tenha confirmado oficialmente que será candidato à Presidência em 2022, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não descartou nesta segunda-feira (15) que o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) possa vir a ser candidato a vice na sua eventual chapa ao Palácio do Planalto.
“Tenho uma extraordinária relação de respeito com o Alckmin. Fui presidente quando ele foi governador. Conversamos muito. Não há nada que aconteceu entre mim e o Alckmin que não possa, sabe, ser reconciliado. Não há”, afirmou Lula.
O petista foi questionado sobre a possível parceria por uma jornalista em entrevista coletiva no Parlamento Europeu, em Bruxelas, na Bélgica, onde participa da Conferência de Alto Nível da América Latina, promovida pelo bloco social-democrata.
A presidente do grupo social-democrata no Parlamento, Iratxe García Pérez, também estava na coletiva, mas não tratou de assuntos políticos internos do Brasil.
“O vice é uma pessoa que tem que ser levada muito a sério na relação com o presidente, porque o vice pode ser presidente. Podem acontecer muitas coisas. E, depois, o vice tem que ser uma pessoa que soma com o presidente, e não que diverge com o presidente”, disse o ex-presidente.
Na sexta-feira (12), Alckmin não rechaçou a ideia de ser vice de Lula, ao ser questionado sobre o assunto após participar de uma gravação em São Paulo. Ele elogiou o “apreço pela democracia” do ex-presidente e disse ficar “muito honrado com a lembrança” de seu nome para disputar esse e outros cargos.
Lula ainda não confirmou a própria candidatura. Ele disse que tomará uma decisão em fevereiro ou março. No entanto, nos bastidores, sua entrada na disputa ao Planalto no ano que vem é dada como certo por aliados e adversários.
Nesta segunda, ele disse estar “preparado, motivado, com saúde”, se for o escolhido pelo PT. Afirmou ainda que pode se casar antes das eleições. “Para demonstrar a confiança que tenho no futuro do Brasil”, justificou.
“Meu partido vai ter candidato a presidente da República. Eu, possivelmente em fevereiro ou março, vá decidir se sou candidato ou não. Se o partido quer que eu seja candidato ou não. Se vamos construir aliança política, se vamos juntar outros partidos políticos, porque precisamos disputar, precisamos ganhar as eleições e, ao mesmo tempo, reconstruir o Brasil.”
Lula chegou a dizer já ter “22 vices, oito ministros da Economia”, embora nem tenha decidido se será candidato. “Não estou discutindo vice ainda, porque não discuti a minha candidatura. Quando eu definir ser candidato, aí, sim, vou sair a campo para procurar alguém para ser vice”, afirmou.
“Política às vezes é como um jogo de futebol, você dá uma botinada no cara, o cara cai chorando de dor, mas, depois que termina o jogo, eles se encontram, se abraçam e vão tomar uma cerveja e discutir o próximo jogo”, comparou o petista.
“Quando não há ofensa moral, quando não há ofensa pessoal, acho que nas divergências políticas todo mundo joga bruto, porque todo mundo quer ganhar. Disputei as eleições de 2006 com o Alckmin, mas quero lhe dizer que tenho profundo respeito pelo Alckmin”, completou sobre o ex-governador.
Nas declarações de sexta, Alckmin também adotou tom respeitoso e sinalizou que divergências do passado não seriam obstáculo para uma conversa com o PT. O ex-governador está de saída do PSDB, partido que ajudou a fundar. Ele negocia ingressar no PSD, no PSB ou no União Brasil.
Lula também voltou a criticar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e medidas tomadas pelo atual governo, como a tentativa de privatização de estatais.
Na sua avaliação, Bolsonaro representa hoje uma “peça importante na extrema direita, fascista, nazista” e é uma “cópia malfeita” do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump.
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Nesta terça-feira, 16, a Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC) promove uma audiência pública sobre a produção e venda de produtos derivados da mandioca no município. Proposto pelo vereador Subtenente Muniz (Avante), o debate acontecerá às 15h, no Plenário Carmen Lúcia, e contará com a participação de representantes do poder público, produtores e comerciantes.
De acordo com informações da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), o Sudoeste baiano é um dos grandes produtores de mandioca do país. Com a fécula de mandioca, é possível fabricar vários produtos, a exemplo de bolos, tapioca, além do famoso biscoito avoador, referência em Vitória da Conquista, na Bahia e no Brasil.
A audiência pública é aberta ao pública, com exigência do uso de máscaras .
Audiência Pública: Produtos derivados da mandioca
Data: 16 de novembro
Horário: 15h
Local: Câmara Municipal – Plenário Carmen Lúcia
Rua Coronel Gugé, 150, Centro
A cantora Marília Mendonça e os outros passageiros vítimas de um acidente no último dia 5 teriam morrido vítimas de politraumatismo contuso. A informação foi dada pelo médico legista do Posto Médico Legal de Caratinga (MG), Pedro Coelho, ao G1.
Isso significa que foram detectadas várias lesões em órgãos vitais das vítimas, o que indica que as mortes podem ter ocorrido de forma instantânea. Porém, ainda é preciso aguardar o resultado dos exames toxicológico e alcoolemia para emitir o laudo definitivo.
Segundo o portal, o documento deve ser concluído em até 20 dias, quando informará à Polícia Civil e ao Instituto Médico Legal em Belo Horizonte, onde estão sendo feitas análises neurológicas e cardíacas do piloto, Geraldo Medeiros, e do copiloto, Tarciso Pessoa Viana.
A baiana Roselane Silva, 29, preferiu encarar de madrugada a fila com medo de perder seu benefício. A cearense Rosimeire Custódio, 55, tenta se informar pela TV e com vizinhos sobre como será seu futuro em programas de transferência de renda.
A recifense Laudiceia Santos, que não sabe como vai comprar o próximo botijão de gás, é só incerteza se seguirá atendida com subsídio.
Relatos sobre o medo de ser cortado do programa social, a preocupação de que seja reduzido o valor do benefício ou de que simplesmente ele deixe de existir se espalham por famílias do Nordeste que são beneficiárias do Bolsa Família.
Com a extinção do programa após 18 anos, o temor de ficar de fora do substituto Auxílio Brasil –cuja fonte de receita ainda é incerta– tem levado centenas de pessoas a dormir nas filas dos postos do Cadastro Único de Salvador para atualizar seus dados.
O cadastro é a entrada para o rebatizado programa de transferência de renda do governo Jair Bolsonaro, mas cabe às prefeituras fazer a inscrição, motivo pelo qual o atendimento na sede da Sempre (Secretaria de Promoção Social) saltou de 200 para até 1.200 pessoas na capital baiana.
O atendimento na Sempre, um dos sete postos físicos na cidade, começa às 8h, mas os relatos de quem madruga ou chega na noite anterior se multiplicam ao longo da fila –que se estende por 350 metros– desde o anúncio do fim do Bolsa Família, no mês passado.
Embora a migração dos beneficiários do Bolsa Família seja automática, a autônoma Roselane Silva, 29, preferiu não arriscar. Nesta quarta-feira (10), ela encarou a fila pelo segundo dia consecutivo.
Mãe de uma criança, recebe R$ 130 do Bolsa Família desde 2015, mas não quis esperar a data agendada pela internet para manter seu cadastro ativo. Saiu por volta das 2h30 do bairro Pirajá, a 11 quilômetros de distância, para atualizar os dados no CadÚnico e assegurar o auxílio.
“Eu só sei que vai pagar R$ 400 para quem está incluso no Bolsa Família, mas ainda tem que ver se o governo [federal] vai ter esse dinheiro mesmo”, disse, em menção à dependência da aprovação pelo Congresso da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que limita gastos com precatórios.
Com o pequeno Caíque, de apenas um mês, no colo, a desempregada Camila de Jesus, 26, pegou um ônibus às 4h, para percorrer 13 km de Pituaçu ao bairro do Comércio, onde fica a Sempre, com o objetivo de desvincular o nome dela ao Bolsa Família da mãe para poder entrar no Auxílio Brasil.
A família –Camila, três filhos e a mãe– recebia R$ 89 por mês do Bolsa Família. Desempregadas, mãe e filha fazem bicos para tentar pagar o aluguel de R$ 350 e sobrevivem com doações.
“Minha vontade mesmo era não precisar estar aqui, mas ter um emprego que me desse dignidade”, disse a portadora da senha 187, na fila de prioridade. “Se não tiver auxílio nem Bolsa Família, não sei como vou sustentar meus três filhos”.
Sem tomar café da manhã há dois dias, o açougueiro desempregado Amilson de Jesus, 52, estava com o CadÚnico em dia, mas seguiu para fazer a atualização. Sem dinheiro para o transporte, chegou ao posto de atendimento graças à benevolência de um motorista de ônibus.
“Estou passando fome em casa. Minha esperança é esse auxílio sair, pois, desde que fui atropelado, em 2011, fiquei com a perna comprometida e não consigo trabalhar”, lamentou o homem, que mora de favor na casa da ex-cunhada, irmã da falecida mulher.
No Recife, o cenário não é diferente. No caso de Laudiceia Santos, moradora da comunidade Roda de Fogo, a apreensão faz a sua família ficar na incerteza sobre a renda que terá pela frente.
Ela trabalhava com faxinas em casas de família, mas com a pandemia de Covid-19 o serviço minguou. Até então, ela recebia R$ 89 mensais do Bolsa Família. Com o auxílio emergencial da pandemia, o valor subiu para R$ 600 e depois para R$ 250, na segunda fase do programa.
Laudiceia fica espera receber R$ 89, equivalente ao Bolsa Família de antes da pandemia, ou um valor maior.
“Eu só sei o que a gente vê pela televisão, mas não sei nem quando vou receber”, diz a faxineira. “Cada hora é uma coisa, uma hora diz que é R$ 400, outra hora é R$ 140 ou R$ 220. Ficamos na incerteza, com o coração apertadinho, porque estamos sobrevivendo praticamente desse dinheiro”.
A outra fonte de renda que tem são os R$ 500 que recebe da família do marido –também informal e sem atividade fixa– para cuidar da sogra.
Os benefícios ajudam nos gastos com alimentação, gás de cozinha e transporte, e também ganha cesta básica, mas considera os valores insuficientes.
“Agora meu gás está no finalzinho já, estou pedindo a Deus que coloque a mão ali e segure, porque não tem dinheiro para comprar outro botijão. A gente vai se virando, cozinha muito de uma vez, coloca logo o quilo de feijão, para não ficar ligando o fogão, porque para esquentar é mais rápido”, diz.
Em Fortaleza, a notícia da extinção do Bolsa Família causou preocupação na casa de Rosimeire Custódio, 55, no bairro Barroso.
Vivendo com apenas R$ 91 do programa, ela fez promessa para que no dia 28 consiga sacar o dinheiro do Auxílio Brasil.
“Estou rezando todos os dias para que não cancelem esse dinheiro. Eu sei que é pouco, mas sem ele vai piorar ainda mais. Se eu começar a receber esses R$ 400, vai ajudar muito”, conta.
Com uma doença rara nos ossos, Rosimeire precisa tomar entre 10 e 15 comprimidos por dia. A medicação, que custa em média R$ 600, é comprada por familiares.
O pouco que sabe do Auxílio Brasil vem das conversas com os vizinhos e do que assiste na TV. “Eu só sei que Bolsonaro vai fazer um pente-fino, e quem tem mais filhos vai ter prioridade”, fala.
As idas à unidade de assistência social do Conjunto Esperança ficaram frequentes na vida de Carina Oliveira, 34. Todas as manhãs, de segunda a sexta, leva Caio, 7, e Rodrigo, 5, para tomar mingau no local. A refeição, dada por volta das 8h, foi a única de Carina no dia anterior. Os filhos fizeram as demais refeições na escola.
Na manhã da última quinta-feira (11), a ida ao local ganhou um novo motivo. Após ouvir de uma amiga que precisaria atualizar o CadÚnico, madrugou na fila por medo de perder o novo benefício. “Não tenho o direito de perder mais nada”.
Mãe solo, ficou desempregada no início da pandemia e foi inscrita no Bolsa Família apenas em janeiro deste ano. Os R$ 218 do programa são a única renda da família, que vive em uma casa de dois cômodos cedida pelo pai de Carina.
Mesmo com a prefeitura citando a não obrigatoriedade de atualização ou recadastramento dos dados, Carina acha que o dinheiro do novo auxílio não chegará rapidamente ao bolso da população.
“A gente fica com um pé atrás. Quando envolve dinheiro assim, sempre o governo diz uma desculpa depois. E se eu perder o benefício, como fica? Vou viver de quê?”
O Brasil registrou, em 24 horas, 14.642 novos casos de Covid-19 e 731 mortes pela doença em 24 horas, segundo o boletim epidemiológico divulgado neste sábado (13) pelo Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, foram registrados 21.953.838 casos e 611.222 óbitos.
O boletim aponta que há 186.361 casos em andamento e 2.887 mortes de SRAG em investigação.
Estados
Entre as unidades da Federação, São Paulo é a que tem o maior número de mortes (153.058) e de casos (4.421.955). No número de casos, o estado do Sudeste é seguido por Minas Gerais (2.197.328) e Paraná (1.568.932). Acre (88.104), Amapá (124.030) e Roraima (127.851) registram os menores números de casos.
Rio de Janeiro (68.719) e Minas Gerais (55,917) ficam em segundo e terceiro lugares, respectivamente, em número de mortes. As unidades da Federação com menor número de óbitos são Acre (1.845), Amapá (1.995) e Roraima (2.038).
Por volta das 17 horas deste sábado (13), durante o patrulhamento tático no bairro Vila Elisa, em Vitória da Conquista, o PETO da 77ª CIPM, ao abordar indivíduos em um bar, encontrou com um deles uma quantidade de entorpecentes e dinheiro. Questionado sobre a origem do ilícito, informou que estava traficando e que em um imóvel próximo teria mais porções escondidas. O indivíduo recebeu voz de prisão e foi conduzido para o DISEP, juntamente com o ilícito, onde a ocorrência foi registrada.
➡️ *Material Apreendido:*
✔️ 51 porções de substância análoga à cocaína;
✔️ R$ 50,00;
✔️ 01 Máquina de Cartão Minizinha Pag Seguro.
*FONTE:* ASCOM da 77ª CIPM/VITÓRIA DA CONQUISTA/BA
🔛https://instagram.com/77cipm?igshid=q2g9z2b0j9o7
🔛 *DISQUE DENÚNCIA* :
_77988257471_
_*PMBA, uma Força a serviço do cidadão!*_