té esta quinta-feira (29), o boletim epidemiológico contabiliza 26.568 pessoas que já se infectaram com a Covid-19 em Vitória da Conquista. Desse total, 25.452 já estão recuperadas e 692 pacientes seguem em recuperação – 74 internados e 618 em tratamento domiciliar.
Outros 1.372 casos notificados por suspeita de infecção pela Covid-19 aguardam classificação final por investigação clínico-epidemiológico e/ou laboratorial. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) confirmou o falecimento de três pacientes em decorrência de complicações da Covid-19, somando 424 óbitos de moradores do município.

422º óbito – Homem de 72 anos, morador do bairro Alegria, portador de Obesidade. Internado no Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC) no dia 08 de abril, veio a óbito em 27 de abril.
423º óbito – Homem de 83 anos, morador do bairro Jurema, portador de Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus. Foi internado dia 12 de abril, no HGVC, onde faleceu em 28 de abril.
424º óbito – Mulher de 73 anos, moradora do bairro Santa Teresinha, portadora de Hipertensão Arterial e doenças reumáticas. O óbito ocorreu em 27 de abril no HGVC, onde estava internada desde 08 de abril.
Ocupação de Leitos– Neste momento, 109 pacientes estão internados em parte dos 148 leitos disponíveis (78 enfermarias e 70 leitos de UTI) na rede SUS para tratamento de pacientes confirmados ou com suspeita de infecção pelo novo Coronavírus.
Além de moradores de Vitória da Conquista, estão internados residentes dos seguintes municípios: Anagé, Barra do Choça, Belo Campo, Brumado, Caatiba, Caculé, Candiba, Cândido Sales, Carinhanha, Caturama, Condeúba, Eunápolis, Firmino Alves, Guanambi, Ibiassucê, Ibicoara, Iguaí, Itambé, Itapetinga, Ituaçu, Jussiape, Livramento de Nossa Senhora, Malhada de Pedras, Oliveira dos Brejinhos, Paramirim, Planalto, Poções, Riacho de Santana, Tanhaçu, além de Guarulhos – SP e São Paulo capital.
A Bahia se mantém livre da febre aftosa há vinte e quatro anos, através de duas etapas de vacinação anual. Em 2021, a primeira etapa de vacinação começa neste próximo sábado (01).
O diretor-geral da ADAB/ Maurício Bacelar, alerta que os produtores que não vacinarem os animais terão as propriedades interditadas e serão multados.
A campanha vai até o dia trinta e um de maio e é destinada aos bovinos e bubalinos de todas as faixas etárias. A previsão é imunizar cerca de dez milhões de animais. O diretor-geral da ADAB ressalta que é preciso declarar a imunização do rebanho.
OUÇA:
Na noite do dia 27/04/2021, por volta das 19h uma residência foi invadida por homens armados que atingiram uma mulher.
Os criminosos anunciaram o sequestro do dono da casa e deram orientações à família sobre como deveria ser pago o resgate de R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais).
Na manhã do dia 28/04/2021 a Polícia Civil foi informada e uma equipe da Coordenação de Operações Especiais com um Negociador de reféns se deslocou para a cidade afim de coordenar as ações para o resgate da vítima.
Policiais Civis do Draco e da 13ª Coorpin realizaram incansáveis diligências de campo na tentativa de localizar o cativeiro e libertar a vítima.
Na tarde desta quinta-feira, 29/04/2021, Policiais Civis localizaram um dos veículos e um dos criminosos que recebeu voz de prisão, na sequência da Operação foi identificado o local onde a vítima era mantida refém. Durante a incursão os Policiais foram recebidos por disparos de arma de fogo e revidaram à injusta agressão alvejando dois criminosos e libertando a vítima sem ferimentos. Os criminosos foram identificados como *F.S.M* – sobrinho do falecido criminoso AMAURI FRANCISCO DE SOUZA, vulgo BABÁ – e BOCÃO, ambos com antecedentes criminais. O preso foi identificado como B.F.F.S., que foi conduzido à sede da 13ª Coorpin onde será flagranteado. Foram apreendidas armas, drogas e aparelhos celulares no local do cativeiro.
*Fonte: DEPIN, DRACO e COE.*
A 1ª dose da vacina contra a Covid-19 será retomada, nesta sexta-feira (30), para as pessoas com 62 anos ou mais, das 9h às 16h. A vacina será aplicada no drive-thru, na Universidade Federal da Bahia (Ufba), no bairro Candeias, e nos pontos fixos para pedestres: quadra da Igreja Batista Nova Sião (Alto Maron), Escola Municipal Professora Fidelcina Carvalho Santos (Urbis VI), Colégio Paulo VI (Ibirapuera), Paróquia Rainha da Paz (Patagônia), salão paroquial da Santa Luzia (Urbis V) e quadra esportiva da Fainor (Candeias).

2ª DOSE: Também será retomada a aplicação da segunda dose da Oxford/Fiocruz, das 9h às 16h, no Comando de Policiamento da Região Sudoeste (CPRSO), no bairro Kadija, por meio do drive-thru.

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) reforça que as pessoas não devem deixar de tomar a segunda dose da vacina. Ela é indispensável para garantir a imunização completa.
Segue a nota na íntegra:
*NOTA À IMPRENSA*
*Casos de pessoas
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Vitória da Conquista informa que tem conhecimento da ocorrência de três casos de pessoas que receberam segunda dose da vacina contra Covid-19 de laboratório diferente da primeira dose recebida.
A Diretoria de Vigilância em Saúde esclarece que as notificações ocorreram após divulgação de nota à imprensa, no dia 24 de abril, quando a SMS informou ainda não ter ocorrido caso semelhante no município.
A Diretoria de Vigilância em Saúde está acompanhando os casos, que foram devidamente notificados ao sistema de informação oficial do Ministério da Saúde, até o desfecho final de cada ocorrência, que é feito por uma equipe técnica do Governo do Estado.
A SMS segue a Nota Informativa 21, do Ministério da Saúde, que preconiza que se o usuário tomou doses de laboratórios diferentes, em um intervalo maior que 14 dias entre uma dose e outra, não há necessidade de reagendamento ou de administração de outra dose. Se isso ocorre em intervalo menor que 14 dias é necessária uma nova dose, respeitando o intervalo recomendado segundo o tipo de vacina da primeira dose.
É importante destacar que a Secretaria Municipal de Saúde preza pela confidencialidade dos dados de cada usuário, não sendo necessário sujeitar os pacientes à exposição, tendo em vista que os órgãos competentes estão acompanhando cada caso.
Secom, 29 de abril de 2021
Após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) rejeitar o pedido de aprovação emergencial da vacina Sputnik V, que previne a Covid-19, os fabricantes do imunizante afirmaram, nesta quinta-feira (29), que entrarão com um processo contra o órgão. A afirmação foi feita no Twitter dos fabricantes.
Para justificar a reprovação, a Anvisa disse que não há comprovações científicas suficientes acerca da segurança do imunizante. Segundo reportagem do jornal O Globo, a agência entendeu que o adenovírus presente na Sputnik V se replica, e não se sabe quanto tepo ele fica presente no organismo.
Isso poderia causar danos à saúde dos pacientes, especialmente entre aqueles que possuem sistema imune comprometido. O Instituto Gamaleya, responsável por desenvolver a vacina, e o Fundo Russo, contudo, têm contestado essa informação.
“Anvisa fez declarações incorretas e enganosas sem ter testado a vacina Sputnik V real. E desconsiderando ofício de Gamaleya Inst. que nenhum RCA está presente, e apenas vetores não replicantes são usados com E1 deletado”, afirma a publicação.
O voto do relator do tema na Anvisa, diretor Alex Campos, indica que os limites de vírus replicantes presentes nas amostras estão “consideravelmente acima” de parâmetros internacionais. Ele toma como base a média da agência regulatória americana, Food And Drug Administration (FDA).
Uma bicicleta roubada no município de Vitória da Conquista foi recuperada, na quarta-feira (28), por integrantes da 77ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) depois do criminoso anunciar a venda pela internet. O roubo ocorreu na terça-feira (27).
Conforme explicado pelo subcomandante da unidade, capitão Ricardo Moreira, as guarnições foram acionadas pelo proprietário da bike que deslocaram até o local indicado pela denúncia e onde conseguiram recuperar a bicicleta.
O criminoso foi preso em flagrante e apresentado no Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep).
Fonte: Ascom/ Silvânia Nascimento
Como no ano passado, quando a pandemia do novo Coronavírus estava no começo, a tradicional festa de São João não acontecerá em Vitória da Conquista. Também não deverá ter comemoração festiva do aniversário de emancipação da cidade. E o Natal é uma hipótese remota, de acordo com a prefeita Sheila Lemos.
“Não há nenhuma condição de pensar em São João este ano, só poderemos pensar em festa quando a população estiver imunizada e possamos nos considerar livres da pandemia”, diz Sheila, adiantando que considera difícil até mesmo comemorar festivamente o aniversário da cidade, em 9 de novembro.
“Estamos com esperança de poder voltar a festejar o nosso Natal, que é uma tradição que foi engrandecida na gestão do ex-prefeito Herzem Gusmão e é uma das marcas da cidade”, comentou a prefeita. Segundo ela, tudo depende da vacina e a Prefeitura de Vitória da Conquista está atuando com organização e celeridade para vacinar e está no consórcio que negocia a compra de imunizante, para atender toda a população.
“A nossa Secretaria de Saúde tem feito um trabalho que merece nossos aplausos, tanto é que Vitória da Conquista é um dos municípios que mais vacinam, entre os que recebem maior número de doses. Quando não vacinamos é porque não chegaram novas doses. Por isso, aderimos ao consórcio da Frente Nacional de Prefeitos para adquirir vacinas e insumos contra a Covid-19 e estamos aguardando as negociações com os laboratórios”, explica Sheila Lemos .
“Havendo vacina e dando tempo, vamos voltar a festejar com entusiasmo nossas datas comemorativas, mas só depois de vacinar”, enfatizou a prefeita de Vitória da Conquista.
Com o desprezo do governo federal e da população pelos riscos da Covid-19, passando pela insistência do presidente em investir em remédios sem eficácia contra a doença até a demora na compra de vacinas, entre outros tropeços, o Brasil ultrapassou nesta quinta-feira (29) a marca de 400 mil mortes provocadas pelo coronavírus, 14 meses após a deteccão da doença no Brasil e apenas 37 dias depois de registrar 300 mil óbitos.
Às 12h41 desta quinta, o consórcio de veículos de imprensa formado por Folha, O Estado de S. Paulo, O Globo, G1, Extra e UOL registrava 400.021 mortes no país, com mais de 14,5 milhões de casos desde fevereiro de 2020. É o segundo maior saldo absoluto de mortos no mundo, superado apenas pelos mais populosos Estados Unidos (574 mil), onde a epidemia já dá sinais de declínio.
Sob a premência dos números e com a pressão de uma CPI para investigar sua gestão da pandemia, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem sido aconselhado a atenuar seu discurso a respeito da maior crise sanitária em cem anos.
Enquanto cruzavam as marcas de 100 mil cadáveres (em 8 de agosto de 2020), 200 mil (em 7 de janeiro deste ano) e de 300 mil (em 24 de março), os brasileiros ouviam da maior autoridade do país que o Sars-Cov-2 é uma “fantasia da grande mídia”, uma “gripezinha” e um “mimimi”.
As frases de Bolsonaro coincidem com a escalda de mortes e, com falhas de gestão em todos os níveis e o fatalismo de parte da população, ajudam a explicar por que o Brasil virou preocupação mundial na pandemia.
A pequena inflexão no discurso presidencial, simbolizada pelo uso esporádico em público da máscara de proteção que tanto criticava e pela ênfase na vacinação ainda podem estancar o agravamento da crise, mas não são suficientes, a essa altura, para reverter o quadro nem apagar um saldo de mortos que supera, por exemplo, o total das baixas de soldados britânicos na Segunda Guerra Mundial.
Colapsos simultâneos dos sistemas de saúde pelo país já ocorrem, com falta de insumos que vão de de oxigênio a medicação para intubação. Acelerar a vacinação, com a encomendas de vacinas tardiamente fechadas e as entregas frequentemente atrasadas, ainda não é uma realidade.
Apenas recentemente Bolsonaro passou a trabalhar pela vacinação. “Estamos fazendo e vamos fazer de 2021 o ano da vacinação dos brasileiros. Somos incansáveis na luta contra o coronavírus”, disse em pronunciamento e rede nacional no fim de março. Nem sempre foi assim. Com a Coronavac, vacina que vem garantindo a imunização dos brasileiros, o presidente colocou em dúvida a eficácia da droga por sua origem chinesa (algo que o ministro Paulo Guedes ecoou nesta semana) e travou guerra com o governador João Doria (PSDB), seu ex-alido que adquiriu o produto.
Os primeiros efeitos da vacinação começam a emergir quando a pandemia já se encontra aprofundada, com grande circulação do vírus pelo país, e um cronograma incerto pela frente. Três ministros da Saúde tentaram conduzir a crise: dois deles -Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich- saíram do posto por divergências com Bolsonaro. O terceiro, o general do Exército Eduardo Pazuello, mais alinhado ao presidente ficou quase um ano no cargo. Saiu pela má gestão e como um dos investigado na CPI da Covid-19.
Cabe agora ao médico paraibano Marcelo Queiroga, o quarto ministro, conter a múltipla crise. Com discurso mais modulado, em que reafirma seu apreço à ciência, Queiroga ainda não promoveu grandes mudanças na gestão da pandemia.
O país, em nenhum momento, conseguiu algum grau duradouro de controle sobre a doença. Mesmo ao pairar em patamares mais baixos, como de setembro a novembro de 2020, com médias móveis de mortes variando acima de 300 óbitos por dia, o Brasil registrava mais de 20 e 30 mil casos diários (também em média móvel).
O rastreamento e isolamento de casos da doença (e de suspeitos), pilares para o controle e preconizado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) desde o início, nunca foram colocados em prática no Brasil. Até mesmo a testagem para diagnóstico continua pouco acessível para muitos, segundo especialistas.
Apesar do cenário já grave no ano passado, o maior volume de óbitos veio em 2021. Em menos de quatro meses completos do ano atual, o Brasil já soma 203.367 mortes. Em 2020 inteiro, com as primeiras mortes no país em março, foram 194.975 óbitos.
Em parte, de acordo com pesquisadores, a maior letalidade se deve às novas variantes do Sars-CoV-2, com maior potencial de infecção e, consequentemente, com disseminação mais rápida. Uma delas é a P.1, identificada inicialmente em Manaus, capital que acabou servindo como sentinela para a gravidade das duas ondas -até aqui- da pandemia.
Somam-se a isso as ações ou a demora em agir do governo Bolsonaro. “Tudo agora é pandemia. Tem que acabar com esse negócio. Lamento os mortos, todos nós vamos morrer um dia. Não adianta fugir disso, fugir da realidade, tem que deixar de ser um país de maricas”, disse ele, no dia em que o país registrava mais de 162 mil mortes, em novembro de 2020.
O governo brasileiro também andou na contramão do mundo ao dar status de remédio que cura à cloroquina, integrante do chamado “Kit Covid”, mesmo diante de estudos padrão-ouro (com grupo controle, randomizados e duplo-cego) mostrando a ineficácia do medicamento.
Não bastassem as palavras e as indicações incorretas, o presidente constantemente desrespeitou regras sanitárias básicas, ao não usar máscara e promover e incentivar aglomerações com apoiadores –o que continua a fazer.
Por fim, enquanto o mundo corria por vacinas, o governo brasileiro recusava ofertas de doses que poderiam ter começado a ser aplicadas ainda em 2020.
O presidente continua se recusando a ser inoculado, afirmando que só tomará a vacina após todos os brasileiros estarem imunizados. “Eu sou chefe de Estado, tenho que dar exemplo. O meu exemplo é este: já que não tem para todo mundo ainda, o mundo todo não tem vacina ainda, tome na minha frente”, disse.
Nos bastidores, o assunto ainda é tratado com cuidados. O ministro da Casa Civil, general Luiz Eduardo Ramos, afirmou, sem saber que estava sendo gravado, que tomou escondido a vacina contra a Covid e que tenta convencer Bolsonaro a se vacinar.
A Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC) vem a público esclarecer que a devolução de equipamentos pertencentes ao Poder Legislativo Municipal pelos ex-parlamentares que deixaram de ocupar cadeiras na Casa ao final da Legislatura 2017-2019, tem ocorrido normalmente.
Faz-se necessário informar, a bem da verdade, que nenhum prazo legal foi descumprido até o momento.
A Câmara esclarece também que mais de 61% do material já foi devolvido pelos ex-parlamentares, número que vem aumentando, já que os equipamentos vem sendo entregues paulatinamente.
O processo tem sido acompanhado de perto pela corregedora da Casa, vereadora Márcia Viviane de Araújo Sampaio (PT) e pelo procurador jurídico Dr. Wagner Santos Alves Dias.