Um incêndio destruiu 26 veículos no estacionamento do Fórum do município de Barra do Choça, a 524 km de Salvador, na madrugada desta terça-feira (16). Quando os bombeiros chegaram ao local,18 automóveis, oito motos estavam tomados pelas chamas. .
O combate iniciou por volta das 3h30 quando uma guarnição do 7°Grupamento de Bombeiros Militar de Vitória da Conquista foi acionada e debelou o fogo. Não houve feridos e as causas do incêndio ainda são desconhecidas.
Segundo os bombeiros, os veículos incendiaram de forma rápida, pois possuem material combustível, como borrachas e plásticos, o que facilita com que as chamas se alastrem de forma rápida.
O estacionamento é localizado nos fundos da 79ª Companhia Independente de Polícia Militar de Barra do Choça e a guarnição de serviço acompanhou a ocorrência. *BNews
O repórter João Melo conversou com moradores do bairro Vila América que reclamam da falta de segurança nos pontos de ônibus. De acordo com os moradores, muitos assaltos acontecem na região e falta patrulhamento necessário para garantir segurança para a população no bairro.
Ouça a reportagem completa:
Vitória da Conquista e outras 342 cidades da Bahia irão participar do ‘toque de recolher’ anunciado pelo governo do estado. A medida, que passa valer a partir de sexta-feira (19), tem como objetivo frear o avanço da pandemia da Covid-19 no estado.
O toque de recolher será válido por sete dias, das 22h às 5h. Segundo o governo da Bahia, restaurantes e bares não poderão operar em delivery a partir das 22h. Postos de gasolinas poderão ficar abertos, mas as lojas de conveniência deverão ser fechadas
Será permitido somente o deslocamento para ida a serviços de saúde ou farmácia, para compra de medicamentos, ou situações em que fique comprovada a urgência.
A restrição não se aplica também aos servidores, funcionários e colaboradores, no desempenho de suas funções, que atuam nas unidades públicas ou privadas de saúde e segurança. As polícias Civil e Militar irão fiscalizar o cumprimento do toque de recolher e quem descumprir as regras pode ser preso e irá responder por crime contra a saúde pública.
Um estudo da Universidade de Stirling, na Escócia, identificou maiores dificuldades de bares no controle do contágio pela Covid-19.
Após passarem os primeiros meses da pandemia fechados, esses estabelecimentos reabriram e tentam desde então seguir as medidas de segurança, mas esbarram em dificuldades para garantir que o ambiente seja o mais seguro possível para o contágio pelo coronavírus.
A pesquisa identificou que o maior dos problemas é o cliente alcoolizado, que esquece as regras de segurança, abraça os colegas, tira foto junto, não usa máscara e não respeita do distanciamento entre as mesas ou na fila do banheiro, traz reportagem do portal Metrópoles, parceiro do BN.
As conclusões dos cientistas escoceses foram publicadas em um artigo na revista científica Journal of Studies on Alcohol and Drugs, e é a primeira no mundo a examinar estabelecimentos durante a pandemia. O objetivo é informar governos e especialistas em saúde pública sobre os riscos de retirar as restrições de segurança.
“Os bares expressaram intenção de trabalhar dentro das medidas, mas há desafios comerciais e práticos em tornar isso realidade. Quando os estabelecimentos reabriram, houve esforços substanciais em mudar o layout dos bares, o que pareceu funcionar em muitos locais”, disse Niamh Fitzgerald, coordenadora do estudo, ao site da Universidade de Stirling.
O pesquisador ressalta que o grupo de estudo observou vários incidentes “com muita preocupação”. Entre os exemplos ele cita clientes gritando, se abraçando, ou interagindo de perto com outras pessoas, ações que “quase nunca são coibidos pela gerência”. Além disso, citou que alguns funcionários não usam equipamento de segurança, ou abaixam a máscara para falar.
As observações foram feitas na Escócia, mas o cenário não é muito diferente no Brasil, ressalta a reportagem do Metrópoles.
A conclusão do estudo é que o risco de transmissão da Covid-19 em bares permanece alto, principalmente quando a clientela consumiu muito álcool.
Empresários e equipes apontaram aos pesquisadores que são necessárias regras mais rígidas e treinamento dos profissionais para coibir comportamentos que permitem a transmissão, mas sem constranger o cliente. Fonte: Bahia Notícias.
A vacinação contra covid-19 está suspensa em Vitória da Conquista. De acordo com a secretaria municipal de saúde, não há mais doses disponíveis no município para serem aplicadas no grupo prioritário de idosos. O cronograma de vacinação será retomado assim que a cidade receber novas doses da Secretaria de Saúde do Estado. (Sesab).

O prefeito de Vitória da Conquista Herzem Gusmão (72), permanece internado no hospital Sírio-Libanês desde o último dia 26 de dezembro do ano passado. O gestor, que foi diagnosticado com a Covid-19 no dia 07 de dezembro ainda se recupera das sequelas da doença. Segundo o último boletim médico emitido pelo hospital, Herzem Gusmão permanece com o quadro de saúde estável e não tem previsão de alta.
A equipe do programa Redação Brasil traz os últimos detalhes sobre o estado de saúde do prefeito de Vitória da Conquista.
Ouça a reportagem completa:
João Melo – O povo de Conquista pode falar
Gordo Repórter – Cotidiano da cidade
Luciana Nery – Universo Diverso
Daniel Morais – Giro Brocado
Verônica Ferraz – Destaques do Blog do Redação
Igor Novaes – Esporte
Marcus Vinicius (Boca) e Josué Marinho – Produção audiovisual
Os novos quatro decretos editados pelo presidente Jair Bolsonaro sobre armas de fogo encontram resistência em uma das principais bases de sustentação do governo: o segmento evangélico. Lideranças religiosas do Senado e da Câmara criticaram o ato do chefe do Executivo que, sem o aval do Legislativo, flexibiliza regras para compras e uso de armas e munições.
Na volta às atividades após o feriado do carnaval, parte dos parlamentares ligados às igrejas deve apoiar medidas para a derrubada dos decretos, enquanto outros defendem construir uma solução para que as medidas sejam discutidas no Congresso.
Ontem, a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) apresentou quatro projetos para sustar os decretos de Bolsonaro. A parlamentar, que integra a bancada evangélica, classificou os decretos como “uma traição à democracia”, que não se justifica “nem por interesses econômicos legítimos nem por um suposto aumento da segurança dos cidadãos frente ao crime organizado ou comum”. Saiba mais em O Globo.com