Na sessão ordinária desta quarta-feira (03), o vereador Coriolano Moraes (PT) usou seu tempo de fala para destacar a aprovação da Indicação Nº 1539/2020 que solicita ao prefeito municipal, emenda ao Projeto de Lei Ordinária de nº 15, de 1º de outubro de 2020, de autoria do Executivo Municipal, alterando os anexos da Lei 1.760, de 27 de junho de 2011, cria a referência 14.4 na Tabela de Vencimentos da Administração Direta (Anexo III), e transfere o cargo de monitor escolar das referências 8,4 à referência 14,4, incluindo um artigo que contemple os monitores que exercem a função oriundos dos Agentes de Serviços Especiais e Serviços Gerais.
Sobre os monitores e agentes que trabalham na educação municipal de Vitória da Conquista, o Professor Cori (PT) afirmou que “governos passam, mas esses profissionais são os que garantem na ponta a materialização da política pública e educacional”.
Cori destacou que os profissionais que exercem essas funções devem ser valorizados, e aproveitou para aos colegas parlamentares pela aprovação da indicação em pauta nesta sessão. Fonte: CMVC.
O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, fez um alerta nesta quarta-feira sobre a real capacidade de os laboratórios internacionais entregarem ao Brasil grandes volumes de vacinas contra a covid-19. De acordo com ele, quando as negociações avançam, a quantidade disponível para o estabelecimento de um cronograma confiável se mostra muito abaixo do esperado.
“Ficou muito óbvio que são muito poucas as fabricantes que têm a quantidade e o cronograma de entrega efetivo para o nosso país. Quando a gente chega no final das negociações e vai para cronograma de entrega e fabricação, os números são pífios”, afirmou ele em audiência no Congresso Nacional.
O ministro também fez críticas à propaganda feita em torno das vacinas, que sugere que já estaria tudo pronto para o início da imunização. “Na campanha publicitária está tudo bem e maravilhoso, mas, quando você vai apertar, é bem diferente”, criticou Pazuello. “Quando você vai efetivar a compra, não tem aquilo que tu quer (sic), o preço não é bem aquele”, completou o ministro, sem citar nenhum laboratório específico.
Pazuello informou que o país começará a receber em janeiro de 2021 um lote de 15 milhões de doses da vacina do laboratório AstraZeneca, desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). As entregas, segundo ele, devem acontecer até fevereiro.
O acordo para essa vacina prevê a chegada de 100 milhões de doses no primeiro semestre. Após a transferência de tecnologia, o Brasil estaria apto para produzir outras 160 milhões de doses durante a segunda metade do ano. Esse acordo foi fechado por R$ 1,9 bilhão.
Pazuello citou ainda a participação do Brasil no consórcio Covax Facility, que reúne dez laboratórios. Nesse acordo, o país teria já assegurado mais 42 milhões de doses, levando o total já negociado para pouco mais de 300 milhões de doses.
O ministro ainda disse que o custo também é um fator importante para a escolha da vacina que será comprada pelo governo para a imunização contra a covid-19.
Em audiência no Congresso, ele ressaltou que a vacina desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford terá custo de US$ 3,75 a dose. O valor, segundo ele, representa um terço das demais vacinas, em média.
“Quando há vacinas a US$ 18, US$ 20 a dose, nós precisamos ficar atentos. Os valores também fazem parte do nosso processo decisório”, afirmou o ministro.
Ele disse ainda que o governo pretende lançar uma ampla campanha de conscientização, mas que não quer que a vacina seja obrigatória. Lembrou, entretanto, que a decisão caberá ao Supremo Tribunal Federal (STF).
O volume de testes atualmente em estoque no país é compatível com o tamanho da população brasileira, segundo o ministro. De acordo com ele, a logística em torno do tema está sendo bem conduzida.
O ministro explicou que os estoques são explicados em parte pela queda no número de casos de covid-19 entre agosto e outubro, o que derrubou a demanda por testes. Ele garantiu, no entanto, que o planejamento está sendo feito de forma correta.
Muitas agressões e casos policiais foram registrados em Vitória da Conquista nas últimas 24 horas. Quem conta os detalhes é o repórter João Melo.
Ouça:
Na última terça-feira (01), a Via Bahia fechou o acesso ao Povoado da Choça que era feito pelo Anel Rodoviário. A intervenção foi feita sem aviso prévio e trouxe revolta para moradores que costumavam passar pelo local.
Da mesma forma, a concessionária está fechando o acesso ao bairro Recanto das Águas feito pelo Anel rodoviário, o que obriga motoristas que trafegam pelo local a entrar pelo bairro Henriqueta Prates, tornando o acesso mais difícil e demorado.
A empresa alega que estaria realizando melhorias nos locais, mas não especificou de fato o porquê das intervenções. Nossa equipe de reportagem tentou contato com a sede da via Bahia, mas nossas solicitações não foram atendidas.
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