O governador da Bahia Rui Costa comentou a saída do ex ministro Sérgio Moro do governo Bolsonaro anunciada na manhã desta sexta-feira(24).
“As declarações do agora ex-ministro da Justiça são praticamente uma delação premiada. Saiu afirmando que o Presidente da República quer botar na superintendência da Polícia Federal pessoas para quem ele possa ligar e obter informações sobre investigações que estão em andamento e interferir. Isso é gravíssimo. É uma confissão de que o presidente pretende cometer crime de responsabilidade.
É a tempestade perfeita, num momento em que governadores e prefeitos que estão focados em salvar vidas humanas têm que gastar parte do tempo para responder milicianos digitais. Espero que as autoridades competentes tomem providência com relação a isso. Parece que o foco do Presidente não é pensar na vida humana, é pensar nas investigações que estão sendo feitas com amigos ou parentes, empresários que estão financiando ataques à Democracia”. Informou Rui Costa.
OUÇA:
Segundo informações, o bairro Vila América está com um Alerta Máximo sobre a Dengue. Lá pelo menos quinze pessoas foram diagnosticadas com a doença causada pelo Aedes Aegypti que tem ganhado força em Vitória da Conquista.
No programa Brasil Notícias dessa sexta-feira (24), a Dengue voltou a ser destaque, é possível observar que as queixas chegam juntamente com o pedido de limpeza em terrenos baldios.
O matagal misturado com lixo é o habitat preferido pelo Mosquito da Dengue e um desafio para a pequena equipe de Combate as Endemias no Município de Vitória da Conquista.
Em época de Pandemia da COVID-19 esse setor enfrenta muitas dificuldades e necessita da consciência popular para reduzir o índice dessa doença até que medidas cheguem em caráter de urgência.
Informações: Blog do Anderson.
O Laboratório Central Municipal de Vitória da Conquista (Lacem), administrado pela Fundação Pública de Saúde, vai realizar o exame PCR-RT para detecção do vírus causador da Covid-19. Três farmacêuticos bioquímicos estão em Salvador, desde a última terça-feira (21), onde estão sendo qualificados pelos técnicos do Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen).
“Somos habilitados pelo Ministério da Saúde para realização de exames de biologia molecular. Assim que fomos informados pelo ministério que iríamos realizar também o teste para Covid-19, entramos em contato com o Lacen do Estado para conhecer as exigências. Por se tratar de uma amostra diferente da que estávamos trabalhando, consideramos mais prudente encaminhar uma equipe para qualificação”, explica Renata Tentis, coordenadora do Laboratório Central.
O diretor-presidente da Fundação de Saúde, Diogo de Azevedo, afirmou que a realização dos exames no Laboratório Central Municipal vai auxiliar o governo municipal na política de combate à Covid-19 e aumentar a segurança quanto ao número de pessoas infectadas. “A Prefeitura tem atuado firmemente nesta questão e a Fundação vem se unir neste momento em que precisamos atuar solidariamente para voltarmos à normalidade”, afirmou.
Funcionando em área anexa ao Hospital Esaú Matos, o Lacem atende 31 municípios, auxiliando o Estado no controle de doenças de agravo de saúde pública. Com uma equipe de 69 colaboradores, entre técnicos, auxiliares de serviços gerais, assistentes administrativos, bioquímicos e biomédicos, o Lacem realiza cerca de 90 mil exames/mês. São mais de 130 tipos de exames básicos a complexos, nas áreas de hematologia, bioquímica, imunologia, hormônios, marcadores tumoriais, parasitologia, urinálise e biologia molecular.
Atendendo às determinações de regulação e funcionamento do Ministério da Saúde, com uma área de mais ou menos 1.200 m2, dividida em recepção/coleta e área técnica, o Lacem dispõe de equipamentos automatizados para realização de exames. Seus técnicos em laboratórios possuem curso técnico em análises clínicas.
FONTE: Site PMVC
Ao longo do mês de abril, mais de 2 milhões de trabalhadores tiveram o contrato de trabalho suspenso por até dois meses em razão da crise econômica provocada pelo novo coronavírus.
Até a noite de quarta-feira (22), acordos entre patrões e empregados para suspender contratos ou cortar salários e jornadas já atingiam 3,5 milhões de trabalhadores. A permissão para essas negociações foi concedida em MP (medida provisória) editada pelo presidente Jair Bolsonaro.
Entre os que tiveram jornada reduzida, a maior parte terá corte de salário de 50% ou mais. A informação é da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. Trabalhadores afetados pelos cortes receberão uma compensação paga pelo governo federal em valor proporcional ao do seguro-desemprego.
O dado inclui acordos individuais e também acordos coletivos de categorias feitos com intermediação de sindicatos.
No total, 569 mil empresas já informaram ao governo que fizeram acordos desse tipo ao longo deste mês com base na MP, que foi editada para evitar demissões durante a pandemia do novo coronavírus.
As micro e pequenas empresas, que têm faturamento anual de até R$ 4,8 milhões, foram responsáveis por 59% desses cortes (2,1 milhões). Outros 35% (1,2 milhão) foram feitos em empresas de maior porte. Empregados domésticos e outras atividades de pessoas físicas respondem por 6% das reduções (226 mil).
Na separação por tipo de acordo, a suspensão total de contratos é maioria. Foram 2,045 milhões de acordos desse tipo, 58% do total. Há ainda 563 mil traba- lhadores com salário e jornada reduzidos em 50%, o que corresponde a 16% do total. Outras 424 mil pessoas (12%) terão corte de 70%. Também há 312 mil (9%) com redução de 25%.
Outros 167 mil trabalhadores intermitentes (5%) afetados pela medida receberão a compensação. Para esses profissionais, o governo entende que não há propriamente suspensão de contrato ou redução de jornada, mas é alta a chance de que eles não sejam chamados para trabalhar durante a crise. Por isso, receberão R$ 600 por três meses, o equivalente ao pago a informais.
Os estados que registraram o maior número de acordos são SP (29,8%), RJ (10,8%), MG (9,8%), RS (5,5%) e PR (5,4%). No dia 1º, Bolsonaro editou MP que autoriza corte salários e jornadas de trabalhadores durante a crise. As reduções poderão ser feitas em qualquer percentual, podendo chegar a 100%.
Afetados receberão uma compensação do governo que pode chegar a 100% do que receberiam de seguro-desemprego em caso de demissão. Nas contas do governo, a suspensão dos contratos ou redução de salário e jornada deve alcançar 24,5 milhões de trabalhadores com carteira assinada, mais de 70% de todos os formais do país.
O governo lançou uma página na internet que atualiza todo dia o número de trabalhadores atingidos pelos acordos (servicos.mte.gov.br/bem). O sistema foi batizado informalmente de “empregômetro”. A equipe econômica argumenta que os acordos significam empregos preservados.
Segundo o IBGE, o Brasil tinha 33,624 milhões de trabalhadores com carteira assinada no setor privado no trimestre encerrado em fevereiro. O custo total do programa aos cofres públicos é estimado em R$ 51,2 bilhões.
Por acordo individual, o empregador pode fazer cortes de jornadas e salários em 25%, 50% ou 70% por até três meses, a depender da faixa de renda. Nos acordos coletivos, é permitida redução em qualquer percentual.
O governo paga a esses trabalhadores uma proporção do valor do seguro-desemprego equivalente ao percentual do corte de salário. A compensação é de 25%, 50% ou 70% do seguro-desemprego, que varia de R$ 1.045 a R$ 1.813,03.
A suspensão de contratos, por sua vez, pode ser feita por até dois meses. Nesse caso, o empregado recebe valor integral do seguro-desemprego.
Informações: Bahia Notícias.
O repórter do Redação Brasil Ricardo Gordo trouxe na manhã desta sexta-feira(24) , os detalhes de um caso que aconteceu ontem em Vitória da Conquista.
Um senhor, de 79 anos morreu com suspeita de coronavírus; na semana passada ele chegou a ser encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento 24 Horas (UPA), foi liberado e dias depois veio a óbito. O teste para coronavírus foi feito e o resultado ainda não saiu.
OUÇA A MATÉRIA COMPLETA:
Gordo Repórter – Polícia e Cotidiano
Luciana Nery – Universo Diverso
Gerson Gonzaga – Ruas de Conquista
Daniel Morais – Giro Brocado
Verônica Ferraz – Destaques do Blog do Redação
Mateus Araújo – Produção audiovisual
O Ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, dará entrevista na manhã desta sexta-feira (24), após o presidente Jair Bolsonaro assinar a demissão de Maurício Leite Valeixo do comando da Polícia Federal.
Valeixo era considerado o braço direito de Moro no governo federal e a independência em relação ao Palácio do Planalto incomodava Bolsonaro. Com a demissão de Valeixo, Moro chegou a ensaiar uma demissão ainda nesta quarta (23).
Diante do imbróglio, a manhã na presidência está movimentada com auxiliares e aliados chegando a todo momento para reuniões com o presidente Bolsonaro. A primeira das visitas teria sido o filho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro. O parlamentar é alvo de investigações da PF por suspeita de participar de um esquema de rachadinha na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.
Ainda de acordo com informações de bastidores do site Antagonista, Jair Bolsonaro quer nomear Alexandre Ramagem para a PF. O nome seria ligado aos filhos do presidente e seu nome foi associado à Agência de Inteligência (Abin) paralela que, segundo Gustavo Bebianno, Carlos Bolsonaro pretendia implantar.
Fonte: Bahia Notícias.