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Editorial do Redação Brasil com Deusdete Dias

Em seu editorial de hoje (07), Deusdete Dias contou a historia da comunicação de Vitória da Conquista. E fala do comentário de Marcos Ferreira sobre o jornalismo da TV sudoeste.

Ouça o Editorial:

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Matéria bacana do site BuzzFeed, que mostra provas de que o Carnaval é uma das coisas mais legais do Brasil. uma delas é – O pessoal que parou tudo e fez uma vaquinha para o catador de lata. A menina que cantou com Alceu Valença.

Outra foi – O bloco carioca Boi Tolo, que “nunca para de tocar”, ficou em silêncio por alguns minutos para que uma criança perdida encontrasse a mãe.

Vale a pene ler. Clique AQUI e leia!

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Programa Redação Brasil
Apresentação – Deusdete Dias e Maciel Jr

Deusdete Dias – Editorial – A historia de uma cidade chamada Conquista

Daniel Morais – Destaques do Blog do Redação

Gordo Repórter – Polícia e Cotidiano

Igor Novaes – Esporte

Gerson Gonzaga – Cotidiano

Mateus Araújo – Produção audiovisual

Programa Redação Brasil vai ao ar pela Brasil FM 107,7 das 7:00 às 8:00 da manhã e em horário alternativo na Mega Rádio VCA das 11:00 às 12:00.

 

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Administrado pela Fundação de Saúde de Vitória da Conquista, o Laboratório Central Municipal (Lacem) oferece mais de 150 tipos de exames e atende, além da população de Vitória da Conquista, 30 diferentes municípios. Funcionando 24 horas por dia, o serviço realizou em 2018 mais de 1 milhão de exames.

Além das coletas feitas no próprio laboratório, onde são executadas as análises com controles de qualidade interno e externo, o Lacem recebe materiais coletados nas unidades de saúde, Presídio Nilton Gonçalves, Centro de Tisiologia e Hanseníase e outros serviços. Servidores também se deslocam até as residências de pacientes atendidos pelo Programa de Atendimento Municipal Domiciliar ao Idoso com Limitação (PAMDIL).

Atendendo em média 700 pacientes por dia, o Lacem conta ainda com o serviço de citopatologia (estudo das células e suas alterações morfológicas), que em 2018 liberou cerca de 24.500 laudos de exames. Em 2017, o Governo Municipal incorporou ao Lacem os serviços laboratoriais que antes eram realizados no Centro de Apoio e Atenção à Vida (CAAV).

O coordenador do laboratório, Ramon Alves, ressaltou que todos os exames liberados contam com estrita qualidade graças às rotinas de controle estabelecidas para os serviços ofertados. “Outros pontos positivos foram a descentralização do atendimento, que traz para os usuários a comodidade da coleta próximo de casa e o acesso aos resultados também por meio da internet”, disse. Outra novidade foi o fim da necessidade do jejum para a maioria dos procedimentos. “A Sociedade Brasileira de Patologia entendeu que para refletir de forma mais fidedigna possível o estado do paciente era preciso considerar suas reais condições e isto implica a alimentação, pois a pessoa fica alimentada a maior parte do dia”, explicou Ramon.

Os usuários aprovam o serviço. Para o jardineiro Edivan Carvalho, morador do bairro Conveima, a entrega dos resultados é rápida. “Sempre faço exames aqui e não demora; o pessoal que atende também é muito educado”. E a autônoma Cléia Souza completou: “a coleta é bem rápida, não precisamos ficar muito tempo esperando”.

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Luiz Antônio Bonat, de 64 anos, vai ser o responsável por assumir a posição de juiz da Operação Lava Jato no Paraná no lugar de Sérgio Moro, ex-juiz que assumiu o Ministério da Justiça no governo de Jair Bolsonaro.

Nascido em Curitiba, Bonat é juiz federal há 25 anos. Atualmente especializado na área previdenciária, ele também tem experiência em casos criminais: já interrogou ex-governador, apurou casos de lavagem de dinheiro e atuou na investigação de desvios no banco Banestado, nos anos 90.

No comando da 13ª Vara Federal de Curitiba, dedicada exclusivamento aos processos da Lava Jato, Luiz Antônio Bonat vai assumir ao menos 38 ações, segundo levantamento da Folha de S. Paulo. Entre eles estão os casos de réus como os ex-ministros Antonio Palocci e Guido Mantega; os ex-deputados Eduardo Cunha e Cândido Vaccarezza; empresários como César Mata Pires Filho, sócio da OAS; ex-diretores e funcionários da Petrobras; além do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A primeira audiência do novo juiz da Lava Jato vai acontecer nesta quinta-feira (7), quando irá conduzir o depoimento do doleiro Alberto Youssef, do empresário Ricardo Pessoa, da UTC, e de Fernando Migliaccio da Silva, da Odebrecht, numa ação que julga desvios na construção do prédio da Petrobras em Salvador.

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No decorrer de uma hora aproximadamente,três pessoas foram baleadas na noite desta quarta-feira em Vitória da Conquista.

A primeira tentativa de homicídio ocorreu no bairro Nova Cidade. A segunda pessoa à ser baleada foi na rua Colômbia no bairro Jurema.

A terceira vítima foi na rua Poções entre os bairros Kadija e Conveima 1. Todas as vítimas foram encaminhadas ao hospital,o estado de saúde e identificação dos mesmos ainda não foi divulgado. Com informações do Blog do Léo Santos

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Enredo da escola reverenciou heróis da resistência negros e índios da história do Brasil

A Mangueira é a campeã do Carnaval do Rio de Janeiro em 2019. A escola contou neste ano “a história que a história não conta”, sobre personagens importantes do país que não são retratados nos livros: índios, negros e pobres.

A Mangueira é a segunda maior vencedora do Carnaval do Rio, com 19 conquistas, atrás apenas da Portela. A última delas havia sido em 2016, com o enredo sobre Maria Bethânia, do mesmo carnavalesco deste ano, Leandro Vieira.

Foi difícil ver alguém sentado no sambódromo da Sapucaí durante a passagem da Mangueira no penúltimo desfile desta segunda (5). Foi fácil, porém, ver choro e olhos marejados ao som do refrão repetido em coro durante a cerca de uma hora de desfile.

Comuns também foram as manifestações em broches e placas relembrando Marielle Franco, vereadora do PSOL assassinada há quase um ano.

A última ala levou à avenida homens e mulheres favelados que superaram o preconceito e alcançaram notoriedade, tendo à frente a viúva de Marielle, Mônica Benício. Antes do desfile, ela disse à Folha que aceitou o convite não para celebrar, mas por um ato político.

Atrás deles, vinham bandeirões com o rosto da parlamentar e de outros símbolos negros, como os sambistas Noel Rosa e Candeia, nas cores da escola, verde e rosa. Ao final, o deputado federal Marcelo Freixo e o vereador do Rio Tarcísio Motta (PSOL) carregavam junto a membros da escola um bandeirão com os dizeres “Índios, negros e pobres”.

A Mangueira desfilou caricaturas do que chamou de “heróis emoldurados”. Na comissão de frente, aristocratas andavam de joelhos, diminuídos ao lado de índios. Mais à frente, Pedro Álvares Cabral foi retratado como “171”, com roupa de presidiário.

Em outra ala, D. Pedro 1º surgiu em cima do cavalo, como eternizado no quadro “Brado do Ipiranga”, e depois jocoso, num burro. O Marechal Deodoro da Fonseca, que assumiu a República mas era monarquista, apareceu com o símbolo da república no peito e uma coroa na cabeça.

Entre os personagens que a escola homenageou estão Cunhambebe, chefe indígena que comandou índios tamoios contra colonizadores portugueses no século 16, e Luísa Mahin, africana vendida no Brasil que articulou revoltas de escravos no século 19.

Um carro trouxe “o sangue retinto por trás do herói emoldurado”, com uma versão do Monumento às Bandeiras manchado de vermelho. Outro recriou o quilombo dos Palmares, com o presidente de honra da escola, o músico Nelson Sargento, representando o líder Zumbi.

Em uma das alegorias que retratavam a luta negra, porém, a maioria das desfilantes eram brancas. Em compensação, em um carro que trazia os dizeres “Ditadura assassina” e livros gigantes com imagens de Princesa Isabel, Duque de Caxias e outros, todas as empurradores eram mulheres negras -normalmente são homens.

A Mangueira, que ficou em quinto lugar no ano passado mas já era um dos desfiles mais aguardados neste ano, saiu da avenida muito aplaudida, aos gritos de “é campeão”. Com informações da Folhapress.

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Especialistas reprovaram atitude do presidente Bolsonaro em relação à vídeo obsceno compartilhado na web

Especialistas ouvidos pelo jornal O GLOBO nesta quarta-feira classificaram como inadequadas as publicações feitas pelo presidente Jair Bolsonaro em relação a atos obscenos no carnaval de rua. Bolsonaro compartilhou na noite de terça-feira um vídeo em que dois foliões do Blocu, em São Paulo, praticavam o fetiche chamado de “golden shower” (chuva dourada, que envolve o ato de urinar no parceiro ou na parceira) ao ar livre — no dia seguinte, ele perguntou a internautas do que se tratava a expressão em inglês. Junto às imagens, o presidente fez ponderações sobre as manifestações carnavalescas e disse que era preciso “expor a verdade” sobre o que têm “virado muitos blocos de rua”.

Para Roberto Romano, professor de Ética e Filosofia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a postura do presidente revela uma falta de conhecimento dele sobre o cargo para o qual foi eleito em outubro do ano passado. O filósofo compara as postagens de Bolsonaro a declarações dos ex-presidentes Fernando Collor de Mello (que em 1991 disse que tinha nascido com “aquilo roxo”) e Luiz Inácio Lula da Silva (em 2000, quando chamou a cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, de “exportadora de veados”).

“Bolsonaro cometeu um atentado ao decoro público, ao decoro do cargo e da República brasileira. Foi um dos atentados mais violentos que um chefe de Estado já fez à moralidade pública. É ainda pior, para além das imagens, ele ter afirmado que esse comportamento é comum nas festas de carnaval do país. Ele atribuiu o comportamento de duas pessoas a milhões e milhões delas. Com que direito ele faz isso?”, questiona Romano.

O especialista disse ainda que o presidente repetiu o comportamento do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, que em entrevista à revista “Veja” classificou turistas brasileiros no exterior como “canibais” que roubam objetos de hotéis e aviões.

“Um chefe de Estado não pode caluniar o próprio povo. A suposição de que todos o Brasil vive à beira de uma eclosão obscena não pode ser provada. Bolsonaro precisa ter cuidado com as próximas publicações, ou vai conseguir conquistar a antipatia da população”, projetou Romano.

Liturgia do cargo

Professor titular da Universidade de São Paulo (USP) e especialista em marketing político, Gaudêncio Torquato chamou a publicação de “lamentável” e disse acreditar que Bolsonaro até poderia tecer críticas ao carnaval, mas sem compartilhar as imagens. A publicação do conteúdo teria representado uma quebra da liturgia presidencial.

“O presidente tem que cumprir uma liturgia do poder. O cargo exige comportamentos e atitudes que contemplam a cena escatológica e pornográfica. Se ele tinha a intenção de mostrar que o carnaval tem práticas como essa, não poderia recorrer a esse fato dantesco”, disse Torquato.

Para o profissional, o discurso de Bolsonaro vai contra à ideia que o próprio presidente costuma defender quando afirma que a socidade brasileira não pode se dividir em grupos maioritários e minoritários, mas sim ser tratada com unidade.

“A atitude dele acirra o discurso do “nós contra eles”. Separa a socidade e faz com que nasçam mais barreiras entre grupos sociais”, sustenta Torquato.

Impulsividade do clã

No campo do marketing político, Roberto Gondo, professor de Comunicação Política da Universidade Mackenzie, acredita que a atitude de Bolsonaro foi inadequada e desaconselhável mas está, em partes, coerente à estratégia que o presidente e os filhos têm adotado ao utilizar as redes sociais.

“O clã dos Bolsonaro têm apelado muito mais para a impulsividade, usa mais a emoção do que a razão. Na tentativa de agradar a um determinado grupo, o presidente acabou se posicionando de forma agressiva para um ocupante do cargo. Mas ele e os filhos sabem exatamente o caminho que as redes percorrem, tanto que abusaram disso durante a campanha eleitoral. Seria mentira dizer que são ingênuos quando adotam posturas como essa” defende Gondo.

O propósito de não demonstrar uma opinião equilibrada sobre o carnaval e outros inúmeros temas é, para o docente, um reforço da imagem responsável por conquistar a preferência do eleitorado e da expressiva base de admiradores bolsonaristas:

“A postagem o coloca ao lado dos eleitores mais cativos. Se ele deixar de posicionar como o “mito” que construiu, as pessoas podem identificá-lo como frágil. Dentro das percepções de comunicação estratégica, trata-se de um erro. Mas Bolsonaro nunca se vendeu como uma pessoa que busca o equilíbrio e tenta atender a todos os grupos”, pontua Gondo.  Agência O Globo

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Fiéis lotaram a Catedral Metropolitana de Vitória da Conquista na manhã desta quarta-feira (06) para a realização da tradicional missa de cinzas, presidida pelo Arcebispo Metropolitano da cidade, Dom Luiz Gonzaga da Silva Pepeu.

A missa de Quarta-feira de Cinzas marca o início da Quaresma, que são os 40 dias que antecedem a ressurreição de Cristo na Páscoa.

Durante a celebração do dia, foi feita a imposição das cinzas sobre a cabeça dos fiéis. Além disso, no Brasil neste dia começa a Campanha da Fraternidade que busca chamar a atenção da população para um tema diferente a cada ano.  O tema da Campanha da Fraternidade 2019 é “Fraternidade e Políticas Públicas” e o lema “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1,27).

Nesta Campanha, a ser desenvolvida mais intensamente no período da Quaresma, a Igreja Católica buscará chamar a atenção dos cristãos para o tema das políticas públicas, ações e programas desenvolvidos pelo Estado para garantir e colocar em prática direitos que são previstos na Constituição Federal e em outras leis.

Fonte: Blog do Rodrigo Ferraz
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O gigante Leo Santana e o sertaneja Danniel Vieira comandam uma multidão nesta quarta-feira, 6, no ‘Arrastão’ promovido no Circuito Dodô (Barra-Ondina), em Salvador.

Tradicionalmente acontecendo na ‘Quarta de cinzas’, o ‘Arrastão’ promove o final da folia momesca para os foliões. Leo Santana, que participa pela segunda vez consecutiva, convidou para seu trio os cantores Falcão e Lincoln. Sua noiva, Lore Improta, também está presente no trio.

“Eu acredito que o Arrastão é a manutenção de nossa cultura. Uma honra está no arrastão do Gigante. O povo está aqui festejando, celebrando a vida”, diz Lincoln, vocalista da banda Lincoln e Duas Medidas.

A banda Psirico também participaria do Arrastão, mas anunciou na terça, 5, que não vai poder se apresentar na festa.

Fonte: Atarde

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