A malha aérea da Bahia vai ganhar 880 voos extras da Azul Linhas Aéreas entre 13 de dezembro de 2025 e 1º de fevereiro de 2026, o que representa um crescimento de 26% nas operações e 28% no número de assentos. Serão 132,4 mil vagas adicionais ofertadas para atender à alta temporada.
Do total, 432 voos terão Salvador como destino, 300 vão para Porto Seguro e 148 para Ilhéus, com partidas de diferentes cidades de São Paulo, Minas Gerais e Goiás. O reforço é resultado da parceria entre a companhia aérea, o Governo da Bahia e o Salvador Bahia Airport (Rede Vinci).
A operadora Azul Viagens também vai ampliar a presença no estado, com 69 voos semanais conectando os principais destinos baianos a mercados estratégicos do Sudeste e do Centro-Oeste, além de Cascavel, no Paraná.
A iniciativa reforça a liderança da Bahia no turismo nacional, consolidada a partir de investimentos em infraestrutura, qualificação profissional e na promoção dos destinos turísticos do estado.
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) anunciou a cassação do Certificado de Operador Aéreo (COA) da Passaredo Transportes Aéreos, principal empresa do grupo Voepass. As atividades da empresa já estavam suspensas desde 11 de março, porém passam agora por um cancelamento definitivo. Não cabem mais recursos da decisão.
Segundo o órgão, foram identificadas “falhas graves e persistentes no Sistema de Análise e Supervisão Continuada (SASC) da companhia”. Além da cassação, foi aplicada uma multa no valor total de R$ 570,4 mil.
Dados da própria companhia dão conta de que em agosto de 2024, quando houve o acidente, ela atendia 37 destinos nacionais e se preparava para o início dos voos na Bahia, Minas Gerais e Distrito Federal.
Em janeiro de 2025, a empresa prometia reativar bases em Brasília (DF), Uberlândia (MG), Vitória da Conquista (BA) e Barreiras (BA). Só no ano de 2023, a Voepass informou ter transportado mais de 500 mil passageiros.
A Voepass esteve sob fiscalização da Anac desde que um avião da companhia caiu sobre um condomínio residencial na cidade de Vinhedo (SP), em agosto de 2024. O acidente matou 62 pessoas.
Segundo o órgão, foram identificadas falhas na manutenção obrigatória das aeronaves. Usualmente, há uma série de procedimentos classificados como itens de inspeção obrigatória, que devem ser seguidos por reparos e novamente revisados por um segundo profissional habilitado.
Procurada, a Voepass ainda não se manifestou sobre a decisão. O espaço segue aberto e o texto será atualizado caso haja resposta.
Os motivos para a decisão da Anac
Ao monitorar a Voepass, a Anac afirma ter identificado que a Voepass não cumpria com as inspeções requeridas. “O problema foi apontado pela Anac e inicialmente corrigido pela empresa, mas, ainda assim, voltou a se repetir com outras aeronaves da frota e em diversas tarefas de manutenção”, diz o órgão.
Ainda de acordo com a agência reguladora, encontrar problemas operacionais é comum em todas as operadoras. No entanto, “a estrutura da empresa deixou de oferecer garantias de que eventuais falhas seriam tratadas antes de comprometer a segurança das operações”.
A crise da Voepass
Após mais de um mês paralisada pela suspensão da Anac, a Voepass chegou a protocolar um pedido de recuperação judicial (RJ) no final de abril, em busca de reestruturar uma dívida declarada de R$ 429 milhões. A empresa já havia passado por um processo de RJ entre 2012 e 2017.
No novo pedido, a Voepass apontava o grupo chileno Latam como responsável por sua má situação financeira, já que até o acidente em Vinhedo ambas mantinham operações de codeshare (venda de passagens por uma companhia parceira).
Em meio à suspensão da operação, a Voepass anunciou, em abril, a demissão de parte do quadro de funcionários, incluindo tripulação, aeroportuários e pessoas de áreas de apoio.
A nova solicitação no entanto não foi acatada pela Justiça. No final de maio, um juiz alegou que era necessário aguardar a decisão da agência reguladora e o retorno das operações.
Antes da crise
A história da Voepass remete à Passaredo Linhas Aéreas. reconhecida como companhia aérea brasileira mais antiga em operação, com os primeiros voos realizados no ano de 1995. Em 2019, os controladores da Passaredo adquiriram o controle societário da MAP Linhas Aéreas, formando a nova marca Voepass Linhas Aéreas.
Em 2012 a empresa entrou em processo de recuperação Judicial, que foi encerrado em 2017. Meses antes ela havia sido vendida para a Itapemirim, mas o negócio foi cancelado.
Em 2019, a Passaredo comprou 100% da MAP Linhas Aéreas, que operava principalmente em destinos na região norte do país. A empresa também lançou uma nova identidade visual e passou a se chamar Voepass.
Azul e Gol assinaram, na quarta-feira (15), um memorando de entendimento para negociar uma possível fusão, que poderá concentrar 60% do mercado aéreo no Brasil. A concretização do acordo está condicionada ao término da recuperação judicial da Gol nos Estados Unidos, previsto para abril de 2025.
Também será preciso a aprovação dos órgãos reguladores brasileiros, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o que deve ocorrer até 2026.
A futura companhia será estruturada como uma “corporation”, modelo sem controlador definido, com a Abra, holding que controla Gol e Avianca, como maior acionista. A definição das participações acionárias de cada companhia dependerá do desfecho da renegociação das dívidas da Gol nos Estados Unidos.
Um avião da Voepass fez um pouso de emergência no aeroporto de Uberlândia (MG), no início da noite desta quinta-feira (15), após apresentar problemas técnicos durante o voo. A aeronave saiu de Rio Verde (GO) com destino a Guarulhos (SP).
Em nota, a companhia informou que o avião modelo ATR 72-600 precisou desviar da rota original para fazer um “pouso técnico” após identificação de uma “questão técnica”. Os 38 passageiros a bordo serão reacomodados para chegarem a Guarulhos, segundo a companhia.
A empresa não especificou qual teria sido a “questão técnica” que levou o avião a ser desviado da rota. O voo 2211 decolou de Rio Verde (GO) às 18h03, o tempo previsto de viagem até Guarulhos (SP) era de 1h54. No entanto, após 1h03 de voo, a aeronave pousou em Uberlândia (MG).
Em homenagem ao dia internacional da mulher, o repórter do Redação Brasil, Mateus Araújo conversou com a Comandante Flania Ximenes, ela que é piloto de avião há mais de 10 anos e fala sobre suas vivências nesta profissão dita ‘masculina’.
Leia a entrevista na íntegra:
1 – Como nasceu o desejo de pilotar ?
O desejo de pilotar nasceu em 2005, porém minha porta de entrada foi trabalhar como comissária para ter o recurso financeiro para dar início ao curso de pilotagem!
2- Há quanto tempo você exerce essa linda profissão?
Exerço esta linda profissão há 12 anos.
3- Qual é a sensação de se sentir responsável por tantas vidas?
Me sinto privilegiada por ser capaz de seguir minha paixão por voar! Há literalmente uma sensação de liberdade quando estou no comando, não mais limitada pela gravidade.
4- Como foi a sensação no seu primeiro voo como piloto comandante ?
A sensação do meu primeiro voo como comandante foi de satisfação e alegria pela realização profissional.
5- Sofreu algum tipo de preconceito por ser mulher e ser piloto?
O preconceito sempre esteve presente sendo velado ou declarado. A questão é voar além do preconceito e como diz Jean-Paul Sartre ‘ Não importa o que fizeram com você, o que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.
6- Qual o concelho que você dá para mulheres que sonham com essa carreira?
O conselho que eu dou para as mulheres que sonham com a carreira é perseverem naquilo que acreditam e avancem ! Afinal a fé é a certeza do que se espera e a convicção daquilo que não vê se.
Com aviões cheios de passageiros e tarifas atingindo patamares que não eram vistos desde 2009, as companhias aéreas brasileiras começam 2024 em situação parecida à de 2023: registrando bom desempenho operacional, mas ainda muito endividadas. “O enredo é o mesmo, mas a intensidade é menor”, diz o analista Alberto Valerio, do UBS BB.
Quando fala de intensidade, Valerio se refere ao problema de endividamento das aéreas, que hoje é, de forma geral, menos urgente quando comparado ao de um ano atrás. No início de 2023, sem caixa e com o crédito minguando no mercado por causa do caso das Americanas, essas empresas precisavam renegociar dívidas que haviam sido postergadas na pandemia e estavam para vencer.
Durante o ano, a Azul reestruturou a dívida negociando valores com arrendadores de aviões e com credores financeiros, além de ter levantado US$ 800 milhões (quase R$ 4 bilhões, na cotação atual) com a emissão de títulos.
A Gol recebeu uma injeção de capital e também reestruturou parte da sua dívida por meio da Abra, uma holding criada entre a aérea brasileira e a colombiana Avianca. A Latam – chilena, mas com atuação no mercado doméstico brasileiro –, por sua vez, já havia feito uma reestruturação maior durante o processo de recuperação judicial encerrado em 2022 e começou o ano passado tendo um cenário financeiro mais tranquilo.
Apesar das renegociações terem postergado o pagamento das dívidas, elas obrigaram as empresas a assumirem juros mais elevados (até 100% maiores do que os anteriores). Diante disso, o que as empresas geram de caixa hoje é suficiente apenas para pagar os juros e custear a operação.
“A Azul e a Gol fizeram acordos ótimos no início do ano. Elas conseguiram resolver o problema de 2023, mas agora precisam olhar de 2024 para frente. Precisam tornar a operação mais rentável para amortizar dívidas do passado. A situação delas não é confortável. A despesa é grande e não têm espaço para cortar custos”, diz Valerio.
Para o consultor André Castellini, sócio da Bain & Company e especialista no setor aéreo, o fato de as empresas estarem gerando caixa apenas para pagar dívidas é um dos motivos para as ações delas estarem em um patamar tão baixo. No caso da Azul e da Gol, os papéis encerraram 2023 negociados a 28% e 26%, respectivamente, do valor pré-pandemia.
Na visão dos especialistas, 2023 foi um ano para as aéreas mostrarem que podiam ter uma operação rentável – o que conseguiram com sucesso – e 2024 será o momento de começar a levantar recursos para pagar as dívidas da pandemia. A demanda resiliente, que surpreendeu o mercado ao continuar aquecida mesmo com os preços das passagens altos, pode ajudar, mas um cenário macroeconômico que favoreça o setor também é essencial, o que inclui crescimento do PIB, redução da taxa de juros, um real mais valorizado e preço do combustível em queda.
Qual o cenário de 2024 para cada empresa?
A situação da Gol é mais crítica que a das concorrentes. Dos analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Estadão, há quem a considere “marginalmente” pior do que a do início de 2023. A empresa precisa devolver 20 aviões que arrendou e cujos contratos venceram, mas, para isso, precisa que os jatos passem por uma revisão que, no total, custará entre US$ 200 milhões e US$ 250 milhões. Hoje, o caixa que a companhia gera não é suficiente para bancar isso.
No fim de dezembro, porém, a Gol anunciou que havia conseguido uma garantia para buscar linhas de financiamento com terceiros no valor de até US$ 209 milhões. Essa garantia, concedida também à Azul, é uma aprovação para acessar uma apólice de seguro de crédito recém-desenvolvida e estruturada com o apoio da Secretaria Executiva da Câmara de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, que pode ser usada para viabilizar serviços de manutenção prestados por uma unidade da GE em Petrópolis (RJ).
No mercado financeiro, a preocupação é grande porque, ao contrário do que ocorreu quando a Latam negociava com os arrendadores, a demanda por aviões em todo o mundo cresceu e as fabricantes não estão conseguindo entregar novas aeronaves no ritmo prometido. Com os arrendadores tendo facilidade para repassar os jatos para outras companhias aéreas, eles estão poucos dispostos a fazerem concessões para a Gol.
Em dezembro, em reunião com analistas do mercado, o CEO da Gol, Celso Ferrer admitiu que a negociação é mais desafiadora do que seria um ano atrás, mas a aposta é mostrar aos arrendadores que a operação da empresa está robusta. De fato, no terceiro trimestre de 2023, a companhia registrou uma taxa de ocupação de 83,7% (alta de 2,4 pontos porcentuais na comparação com o mesmo período de 2022) e um crescimento de 16,4% na receita operacional líquida.
O problema é que esse resultado ainda não é suficiente diante do volume de contas a pagar e há desconfiança no mercado financeiro se a empresa conseguirá gerar caixa em 2024. Procurada, a empresa afirmou que “os incrementos de passivos negociados durante a pandemia estão amplamente divulgados e registrados no balanço da companhia”.
Em relação à Azul, que conseguiu renegociar contratos com os arrendadores em 2023, analistas do mercado apontam que deve haver uma geração de caixa crescente a partir deste ano. O CEO da aérea, John Rodgerson, também tem afirmado que, depois de três anos e meio, 2024 será o primeiro ano com caixa positivo. O executivo diz que a companhia trabalha com a hipótese de o preço do combustível ceder, o que auxiliaria nos resultados.
“Em 2023 focamos na renegociação da dívida. O custo dela acabou mais do que dobrando. A tarifa mais alta hoje paga apenas o juro. Mas a ideia é ampliar a oferta para reduzir custos. Faremos isso conforme recebermos novos aviões da Embraer, que usam menos combustível”, acrescenta Rodgerson. A companhia pretende ampliar a oferta em 11% no ano (mesmo crescimento de 2023).
Para a Latam, que conseguiu renegociações financeiras mais favoráveis antes mesmo de 2023, o desafio de 2024 é aumentar as margens, de acordo com analistas. No terceiro trimestre do ano passado, a empresa teve uma margem operacional de 13,4%, enquanto a Gol e a Azul registraram, respectivamente, 17,7% e 19,6%.
O CEO da Latam no Brasil, Jerome Cadier, destaca que a operação doméstica da empresa já está com uma oferta entre 6% e 8% maior do que a do pré-pandemia. No internacional, a tendência é que os patamares de 2019 voltem a ser vistos no segundo semestre de 2024. “Devemos continuar crescendo com a mesma velocidade de 2023.”
Segundo Cadier, apesar do aumento da oferta, o preço das passagens deve se manter elevado, o que pode ajudar a ampliar as margens. Otimista, o executivo também não vê grandes riscos que possam alterar o cenário de 2024 para a empresa. “A única dúvida é o preço do petróleo. O resto está relativamente controlado”.
Após a polêmica envolvendo a suspensão de viagens promocionais, os donos da 123milhas serão obrigados a comparecer à CPI das Pirâmides Financeiras.
A decisão foi tomada pela ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, nesta segunda-feira, 28.
O Aeroporto Glauber Rocha foi inaugurado com todos os equipamentos necessários para uma operação segura, sob condições de voos visuais, bem como condições de voos por Instrumentos, equipamentos esses homologados pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), órgão do Comando da Aeronáutica.
Os procedimentos disponibilizados fornecem aos pilotos condições de realizarem suas operações (pouso e decolagem) com total segurança.
Atualmente os procedimentos de pouso permitem uma aproximação segura, com nuvens de até 250 (pés) ou seja, 76 (metros) de altura, sendo que no antigo aeroporto de Vitória da Conquista, eram até 700 (pés) / 213 (metros) de altura.
Visando uma maior eficiência na segurança operacional, a Socicam instalou um Indicador de Trajetória de Aproximação de Precisão (PAPI) que é um sistema de iluminação de orientação visual, que fornece uma indicação positiva da posição de uma aeronave em relação à rampa de inclinação, durante a aproximação final para pouso.
O aeroporto dispõe ainda de Estação Meteorológica de Superfície (CAT 3), que fornece dados meteorológicos, transmitidos aos aeronavegantes, pelos operadores da Estação Prestadora de Serviços de Telecomunicações e de Tráfego Aéreo (EPTA-A), também implantada no aeródromo, visando maior segurança nas operações de pouso e decolagens.
Vale ressaltar que desde o início das operações no Aeroporto Glauber Rocha – SBVC, não consta nenhum voo cancelado das empresas aéreas em nosso Banco de Informações de Movimento de Tráfego Aéreo.
Fonte: Blog do Nildo Freitas
O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu nesta quinta-feira (4) que a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) pode redistribuir os slots (autorizações de pousos e decolagens) da Avianca Brasil, o que inviabilizaria o leilão de ativos da companhia aérea, que está em recuperação judicial.
O desembargador Ricardo Negrão acolheu recurso da Anac contra decisão de primeira instância do juiz João Rodrigues Filho, que na última quinta (27) havia proibido o órgão regulador de redistribuir os slots da aérea para evitar “desintegração da situação” da Avianca. O pregão dos ativos da empresa está previsto para 10 de julho.
Em sua decisão, Negrão diz que há conflito entre os interesses da Avianca “indicados no plano de recuperação judicial (…) e as relativizações e concessões deferidas pelo Poder Judiciário”. Para o magistrado, a Justiça não pode impor restrições à atuação regulatória da Anac para garantir a continuidade da empresa. Ele afirma que a Anac deve poder “exercer integralmente suas atribuições legais”.
Com isso, a agência poderá retomar seu plano de redistribuir os slots da aérea e manter aberta a consulta pública para definir o método de distribuição das autorizações de pousos da Avianca em Congonhas, aeroporto mais disputado do país.
Pela norma vigente, 50% das autorizações devem ser distribuídas entre as atuais competidoras, e os outros 50%, para empresas que ainda não operam no mercado. Com isso, Gol e Latam, as duas maiores marcas do setor, receberiam mais autorizações.
O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e o Ministério Público Federal já haviam recomendado a mudança do percentual de slots da Avianca a serem distribuídos para as aéreas remanescentes para evitar concentração de mercado.
Esses órgãos querem que a Anac adote providências para que a repartição dos horários da Avianca seja feita “lançando mão da interpretação mais favorável à livre concorrência”. A Avianca Brasil não foi localizada para comentar o caso.
por Ivan Martínez-Vargas | Folhapress
O governador da Bahia em exercício, João Leão (PP), assinou o decreto que reduz o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para as companhias aéreas até 31 de dezembro de 2025. O texto foi publicado no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (4). O secretário estadual de Turismo, Fausto Franco, havia dito que estava pronto no mês passado.
A carga tributária incidente deverá corresponder aos seguintes percentuais: 12% para as empresas aéreas que operem nos aeroportos localizados em território baiano; 10%, desde que haja a prestação de serviço regular de transporte aéreo de passageiros para, no mínimo, quatro municípios baianos; e 7%, desde que haja a prestação de serviço regular de transporte aéreo de passageiros para, no mínimo, 10 municípios baianos.
A carga tributária será reduzida em dois pontos percentuais em caso de aumento de 15% do total de pontos vinculados a assentos ofertados por empresa nas decolagens de aeroportos baianos, tendo como base o ano de 2018.
por João Brandão
Bahia Notícias