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O presidente Jair Bolsonaro (PL) desembarcou em Orlando, nos Estados Unidos, na noite desta sexta-feira (30). O chefe de estado, que vive seu último dia de mandato, está hospedado na casa de férias do ex-lutador do UFC José Aldo, dentro de um condomínio fechado em Kissimmee.

 

De acordo com o site UOL, a chegada de Bolsonaro na propriedade de Aldo foi acompanhada por 30 brasileiros, que gritaram “mito”. O presidente do Brasil saudou os apoiadores. Já sua esposa, a primeira-dama Michele Bolsonaro, entrou na residência sem acenar, seguida por auxiliares que carregavam suas malas, caixas e vários cabides embalados sugerindo conter vestidos longos.

 

Segundo um site de aluguel por temporada, a casa de José Aldo está com diárias avaliadas entre US$ 519 a US$ 1 mil, o equivalente a R$ 2.743 a mais de R$ 5 mil. O imóvel possui oito quartos, cinco banheiros completos, além de cozinha gourmet, piscina privada, spa, cinema e sala de jogos.

José Aldo demonstrou apoio ao candidato Bolsonaro em diversas ocasiões durante o processo eleitoral de 2022. Lenda do MMA nacional e internacional, ele foi campeão dos pesos-pena (66kg) do UFC. Em setembro deste ano, ele entrou em acordo com o Ultimate para encerrar o contrato sem fazer uma última luta de despedida. Aos 36 anos, o lutador tem um cartel com 31 vitórias e apenas oito derrotas. Fora da franquia, ele deverá se aventurar no boxe, seguindo os passos de outros grandes nomes como Anderson Silva e Vitor Belfort, ou no muay thai e jiu-jítsu.

 

Com a viagem para os Estados Unidos, Bolsonaro não participará da posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva neste domingo (1º) em Brasília.

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O ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), multou os partidos da coligação do presidente Jair Bolsonaro (PL) – PP e Republicanos – em R$ 22,9 milhões pelo relatório de auditoria em que o PL pede anulação de votos do segundo turno das eleições 2022, sem apresentar provas. No documento, o ministro diz considerar que a ação do PL não traz qualquer indício ou circunstância que justifique a reavaliação de parte das urnas e determinou o bloqueio e a suspensão dos repasses do Fundo Partidário às siglas até que a multa seja quitada.

Moraes rejeitou o pedido de verificação extraordinária do resultado das eleições 2022 e definiu a multa por identificar, na conduta dos partidos, “litigância de má-fé” – quando alguém aciona a Justiça intencionalmente com má intenção ou deslealdade, para causar tumulto. O ministro ainda citou no despacho o “possível cometimento de crimes comuns e eleitorais com a finalidade de tumultuar o próprio regime democrático brasileiro”.

 

Moraes também determinou a abertura de um processo administrativo pela Corregedoria-Geral Eleitoral para apurar “eventual desvio de finalidade na utilização da estrutura partidária, inclusive de Fundo Partidário”; o envio de cópias do inquérito ao Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da investigação sobre a atuação de uma suposta milícia digital para atacar a democracia e as instituições.

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) fez nesta terça-feira (1º), dois dias após o resultado do segundo turno, o primeiro pronunciamento após perder a eleição. Bolsonaro fez uma fala curta, de dois minutos, em que disse que continuará cumprindo a Constituição. Depois, o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, afirmou que dará início à transição de governo.

Em seu pronunciamento, Bolsonaro discordou de ser chamado de antidemocrático e disse que sempre jogou “dentro das quatro linhas da Constituição”.

“Sempre fui rotulado como antidemocrático e, ao contrário dos meus acusadores, sempre joguei dentro das quatro linhas da Constituição. Nunca falei em controlar ou censurar a mídia e as redes sociais. Enquanto presidente da República e cidadão, continuarei cumprindo todos os mandamentos da nossa Constituição”, afirmou.

 

Bolsonaro também disse que “manifestações pacíficas são bem-vindas” e criticou ocupações. Caminhoneiros que apoiam o presidente fazem bloqueios em estradas do país desde o fim do domingo (30).

 

“Quero começar agradecendo os 58 milhões de brasileiros que votaram em mim no último dia 30 de outubro. Os atuais movimentos populares são fruto de indignação e sentimento de injustiça de como se deu o processo eleitoral. As manifestações pacíficas sempre serão bem-vindas, mas os nossos métodos não podem ser os da esquerda, que sempre prejudicaram a população, como invasão de propriedade, destruição de patrimônio e cerceamento do direito de ir e vir”, continuou.

O resultado das eleições foi confirmado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 19h57 de domingo, quando 98,81% das urnas já tinham sido apuradas. Àquela hora, Lula, tinha 50,83% dos votos válidos e não poderia mais ser alcançado por Bolsonaro, que contabilizava 49,17% de votos válidos.

Ao todo, com 100% das urnas apuradas, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva obteve 60,3 milhões de votos, e Bolsonaro, 58,2 milhões de votos.

No pronunciamento, Bolsonaro não citou o nome de Lula. Tradicionalmente, candidatos derrotados ligam para os vitoriosos. De acordo com o PT Bolsonaro não havia procurado Lula até a tarde desta terça.

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O candidato à reeleição à presidência da República, Jair Bolsonaro (PL) chegou para votar na Vila Militar, Zona Oeste do Rio, pouco antes das 8h deste domingo (30).

Ao entrar na seção eleitoral, o presidente cumprimentou os mesários e deixou o local rapidamente.

“Expectativa de vitória, pelo bem do Brasil. Só tivemos boas notícias nos últimos dias. Se Deus quiser, seremos vitoriosos hoje à tarde. Ou melhor, o Brasil será vitorioso hoje à tarde”, disse ele aos jornalistas do lado de fora.

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O presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), levou a melhor sobre Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no Japão, no segundo turno da corrida ao Palácio do Planalto. Os brasileiros que vivem em diversos países da Oceania e da Ásia já votaram neste domingo (30).

 

Como no primeiro turno, o atual presidente foi a preferência dos eleitores que vivem no Japão. Em Nagoya, o presidente ficou com 84% dos votos, cerca de 3,4 mil. Em Cingapura, Bolsonaro também venceu com 230 votos, contra 123 para Lula.

 

O ex-presidente Lula venceu na Austrália, Coreia e Nova Zelândia.

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Pesquisa do Ipec divulgada nesta segunda-feira (17), encomendada pela Globo, aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 50% de intenção de votos no segundo turno e que o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 43%.

O novo levantamento foi feito entre sábado (15) e nesta segunda, e os resultados se referem à intenção de voto no momento das entrevistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

  • Lula (PT) 50 %
  • Bolsonaro (PL) 43%
  • Branco e nulo: 5%
  • Não sabem/não responderam: 2%
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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue liderando o segundo turno da corrida presidencial, de acordo com o novo levantamento do Ipec, publicado na noite desta segunda-feira (17).

Lula, que tinha 51% das intenções de votos totais na pesquisa anterior, oscilou negativamente para 50% nesta semana. O atual presidente Jair Bolsonaro (PL), por outro lado, saiu de 42% para 43% da preferência.

As intenções de votos brancos e nulos somam 5%, enquanto 2% dos entrevistados ainda se disseram indecisos quanto ao quadro eleitoral para a presidência.

Considerando apenas os votos válidos, quando não se contabiliza brancos, nulos e indecisos, Lula aparece com 54%, contra 46% de Bolsonaro.

O Ipec entrevistou 3.008 eleitores presencialmente em 184 municípios brasileiros, entre os dias 15 e 17 de outubro. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o nº BR-02707/2022.

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A uma semana do primeiro turno, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida presidencial em 14 das 27 unidades da federação. Jair Bolsonaro (PL), o atual presidente, está à frente em outros 7 estados. Há empate técnico em 5 estados.

O levantamento foi feito pelo g1 neste sábado (24), em que foi possível reunir ao menos duas rodadas do Ipec nos 26 estados do país, mais o Distrito Federal. As pesquisas foram divulgadas entre 12 e 24 de setembro, com exceção da pesquisa do Ceará, divulgada no domingo (25).

Não está na relação a pesquisas Ipec em Mato Grosso do Sul — a divulgação foi suspensa pela Justiça Eleitoral. Em Mato Grosso do Sul, a suspensão atingiu todo o conjunto de pesquisas (corrida para governador em primeiro e segundo turnos, disputa para o Senado, rejeição do governo, rejeição dos candidatos ao governo e disputa para a Presidência da República entre eleitores do estado); no Ceará, a pesquisa presidencial foi suspensa, mas a decisão foi revertida e o levantamento liberado neste domingo (25).

O g1 fez o mesmo levantamento em 5 de setembro. Na ocasião, Lula liderava em 15 estados e Bolsonaro em 5, mais o Distrito Federal. Em outros 6 estados, houve empate técnico.

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O candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, continua liderando as intenções de voto, mas diminui a distância para o segundo colocado Jair Bolsonaro (PL), é o que mostra a mais recente rodada da pesquisa divulgada pela FSB e BTG Pactual nesta segunda-feira (29).

 

No último levantamento, no dia 22 de agosto, Lula apresentava 45% da preferência do eleitorado e agora aparece com 43%. Já Bolsonaro se manteve com 36%. A diferença que era de nove pontos, caiu para sete pontos percentuais. O cenário é estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos eleitores.

 

Na terceira colocação aparece Ciro Gomes (PDT), com 9% e em seguida Simone Tebet (MDB), com 4%. Verá Lúcia (PSTU) e Pablo Marçal (PROS) estão empatados com 1%. Felipe D’Ávila (NOVO), Soraya Thronicke (União), Eymael (DC), Sofia Manzano (PCB), Léo Péricles (UP) e Roberto Jefferson (PTB) não pontuaram. Os indecisos são 3% e aqueles que não votam apresentam-se com 4%.

 

A pesquisa foi feita por telefone entre os dias 26 e 28 de agosto de 2022, com 2 mil pessoas. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. E está registrada no TSE com o código BR-08934/2022.

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O ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles e o deputado federal André Janones (Avante) protagonizaram uma briga nos bastidores do primeiro debate presidencial realizado na noite deste domingo, 28, nos estúdios da Band, em São Paulo.

O clima na área vip esquentou enquanto o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) respondia a pergunta feita pelo presidente, Jair Bolsonaro (PL), no primeiro embate do evento.

A campanha de Bolsonaro reagiu a réplica do petista, que citava a queda do desmatamento em seu governo, com gritos de ‘mentira’. Em meio a gritaria, Salles partiu para cima de Janones, mas foi repreendido pelos seguranças. Após o incidente, a segurança foi reforçada na área vip, local onde jornalistas e integrantes das campanhas dos presidenciáveis acompanham o debate.

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