Pesquisa Ibope divulgada há pouco aponta o ex-presidente Lula mais uma vez na liderança da corrida pela presidência da República, embora sua candidatura ainda não esteja liberada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pelo fato de ele estar preso em decorrência de condenação em segunda instância na Operação Lava Jato.
Lula aparece com 37% das intenções de voto; seguido por Bolsonaro (PSL), com 18%; Marina Silva (Rede), com 6%; Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB), com 5% cada; Álvaro Dias (Podemos), com 3%; e Eymael (DC), Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB) e João Amoêdo (Novo), com 1% cada.
Os candidatos Cabo Daciolo (Avante), Vera (PSTU) e João Goulart Filho (PPL) não pontuaram. Intenções de votos brancos e nulos somaram 16%. Os eleitores que não sabem em quem vão votar ou não quiseram responder somaram. 6%.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de São Paulo. É o primeiro levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral.
No cenário em que o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad aparece como substituto de Lula, Bolsonaro assume a liderança, com 20% das intenções de voto. Em seguida estão Marina, com 12%; Ciro, com 9%; Alckmin (PSDB), com 7%; Haddad, com 4%; Álvaro Dias (Podemos), com 3%; Eymael, Boulos, Meirelles (MDB), Amoêdo (Novo), Daciolo, Vera (PSTU) e João Goulart aparecem com 1% cada.
Branco e nulos somam. 29%. Não sabe/não respondeu soma 9%. A margem de erro da pesquisa é de 2% para mais ou para menos.
O Ibope ouviu 2002 eleitores em 142 municípios, entre os dias 17 a 19 de agosto. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR‐01665/2018.
Jaques Wagner disse ao Valor que Lula vai arrastar sua candidatura de chicana em chicana:
“Se conheço bem meu amigo Lula, ele vai até a undécima hora. Para nós, acaba que também acumula votos, porque ficamos falando o nome dele. Ainda não nos proibiram falar o nome dele”.
O jornal perguntou:
“Quando chegar o prazo final, 17 de setembro, o que o PT vai fazer?”
Jaques Wagner respondeu:
“É difícil falar porque o patrimônio eleitoral é dele. Quando fui falar com ele que achava um absurdo o pessoal falar em plano B, ele disse: ‘Galego, diga ao pessoal lá que eu tenho cinco vezes mais votos que qualquer plano B’”.
A Câmara dos Deputados desembolsa por ano R$ 15,7 milhões para cobrir as despesas com sua frota de veículos, conforme levantamento da Coluna do Estadão. Em média, os gastos representam R$ 1,3 milhão por mês. A conta inclui aluguel, lavagem, combustível, motoristas e operadores de tráfego.
A assessoria da Casa Legislativa informa que possui seis veículos e aluga outros 77 para atender deputados com cargos na Mesa Diretora e outros órgãos.
O contrato mais caro é o de terceirização de motoristas e chega a R$ 9,6 milhões por ano. A Coluna revelou na semana passada que a Câmara gasta R$ 563 mil por ano apenas com a lavagem dos 83 veículos.
Mais 120 homens da Força Nacional de Segurança e 36 voluntários na área de Saúde deverão seguir para Pacaraima (RR), após os tumultos entre imigrantes venezuelanos e moradores brasileiros ocorridos neste sábado, 18. As medidas foram decididas em reunião do presidente Michel Temer com um grupo de ministros, concluída na tarde deste domingo, 19. A informação consta de nota divulgada pelo Palácio do Planalto.
“O Governo Federal continua em condições de empregar as Forças Armadas para a Garantia da Lei e da Ordem em Roraima”, informa o texto. “Por força de Lei, tal iniciativa depende da solicitação expressa da Senhora Governadora do Estado.”
Os 120 homens da Força Nacional seguirão em duas etapas: 60 já estão em prontidão em Brasília, conforme informado mais cedo pelo Estadão. E mais 60 poderão seguir nos próximos dias. Os 36 voluntários na área de saúde atuarão no atendimento aos migrantes, em parceria com hospitais universitários.
Na reunião, ficou decidido também que os esforços de interiorização de venezuelanos para outros Estados serão intensificados. Isso deverá reduzir a pressão sobre Roraima, que tem sido a principal porta de entrada para os migrantes do país vizinho. A interiorização consiste no envio dos venezuelanos para outros Estados. Grupos já foram enviados para São Paulo, Mato Grosso e Brasília, entre outros.
Será criado um “abrigo de transição” em Roraima, entre Boa Vista e Pacaraima, para dar suporte aos imigrantes enquanto eles aguardam a interiorização, “de forma a reduzir o número de pessoas nas ruas”, diz a nota.
Ficou decidido também que uma comissão interministerial seguirá para Roraima, “para avaliar medidas complementares, que se somarão às anteriores já tomadas.”
Amanhã, será realizada uma nova reunião para “concluir as negociações para o início das obras do ‘linhão’ que permitirá a integração do Estado de Roraima ao sistema elétrico nacional.” O Estado utiliza energia gerada na Venezuela, mas tem sido frequentes os “apagões”.
“O Governo Federal, atento à segurança e ao bem-estar dos brasileiros de Roraima, tem envidado esforços abrangentes para apoiá-los, reduzindo o impacto do afluxo migratório sobre a população local”, diz a nota, acrescentando que o presidente Michel Temer esteve no Estado por duas vezes.
Segundo a nota, as providências já adotadas para lidar com a crise humanitária na fronteira somam mais de R$ 200 milhões. Estão nesse cálculo a construção de dez instalações para abrigar temporariamente os venezuelanos, das quais duas estão prestes a ser concluídas, o processo de interiorização e o ordenamento da fronteira, “com controle e triagem adequados, e com a ampliação da presença da União nas áreas social e de segurança.”
A nota informa ainda que o Itamaraty está em contato com autoridades venezuelanas. “No dia de ontem (sábado), esse diálogo serviu, também, para que cerca de trinta brasileiros, que se encontravam em território venezuelano, pudessem retornar em segurança ao Brasil.” Com informações do Estadão Conteúdo.
Além de participar de uma caminhada em Salvador, o candidato a vice na chapa de Lula, Fernando Haddad, vai gravar vídeos para o programa eleitoral de Rui Costa (PT), governador e postulante à reeleição, segundo informou ao Metro1 o presidente do PT na Bahia, Everaldo Anunciação.
O petista paulista desembarca na capital baiana na próxima terça-feira (21). Ao lado da comunista Manuela D’Ávila, Haddad estará na caminhada que inicia na frente da Senzala do Barro Preto, no bairro da Liberdade.
Antes, o ex-prefeito de São Paulo vai se reunir com os presidentes dos partidos da base de Rui Costa, por volta das 10 horas. Depois de Salvador, Haddad segue para Aracaju. O petista paulista é o provável substituto de Lula, caso a candidatura do ex-presidente seja indeferida pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Se nas redes sociais a Mulher Melão causa Frisson, na rua não seria diferente. A funkeira, Renata Frisson, conseguiu causar um acidente em Copacabana após uma sessão de fotos completamente nua no meio da rua.
Dois motoristas ficaram distraídos com a nudez da artista e acabaram provocando uma batida. Apesar do susto ninguém saiu ferido do acidente.
Em entrevista ao ‘Uol’ a ex-dançarina se gabou do feito e riu da situação. “Foi uma loucura. As pessoas gritavam, queriam tirar fotos, queriam me abraçar e até atravessavam os carros no meio da pista para acompanhar a sessão de fotos. Teve batida. Me diverti muito”, disse.

O ensaio feito na última terça-feira (14) foi para um site especializado e só deve sair em outubro, mas nas redes sociais já é possível ter ideia do que esta por vir.
Segundo a artista a sessão de fotos foi inspirada na personagem Rosa, vivida por Letícia Colin na novela ‘Segundo Sol’. “Quis encarnar a Rosa da rua, a Rosa da vida real que batalha todos os dias, que se expõe por todos os cantos dessa cidade e de tantas outras pelo Brasil”, contou.
Este é o sétimo ensaio nu da artista. Mulher Melão havia dito que iria parar, mas após pedidos dos fãs resolveu ceder. “Verdade. Não queria, mas foram tantos pedidos, tanta cobrança dos fãs, que eu resolvi fazer mais um. O cachê também foi muito bom”
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A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deve decidir na próxima terça-feira (20) se mantém o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu em liberdade. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, encaminhou documento à Corte nesta sexta (17) pedindo que os ministros revejam a decisão.
Dirceu foi condenado em segunda instância a 30 anos e 9 meses de prisão por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Ele começou a cumprir pena em maio. No entanto, a Segunda Turma do (STF) decidiu soltar o ex-ministro no fim de junho.
As próximas eleições podem ficar para história e registrar o fim da era da televisão aberta como o principal meio de informação dos brasileiros para acompanhar a disputa de votos por cargos públicos. Especialistas ouvidos pela Agência Brasil têm como hipótese a possibilidade de a internet ter mais peso do que nunca na decisão, e mudar em definitivo, a maneira de se fazer campanha eleitoral no país.
Pesquisadores de comunicação e consultores eleitorais assinalam que os 147,3 milhões de eleitores brasileiros escolherão seus representantes sob influência inédita de conteúdos compartilhados nas redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas, em especial no Facebook e no WhatsApp.
“Tem se especulado que esse pleito possa vir a ser a primeira eleição onde a internet assuma papel protagonista”, resume o sociólogo e cientista político Antônio Lavareda, que já trabalhou em mais de 90 eleições majoritárias (campanhas para presidente, governador e senador).
Nas plataformas da internet, diferente da televisão e do rádio, que veiculam o horário eleitoral gratuito, a comunicação é individualizada e interativa. Os conteúdos são mediados pelos usuários, em lugar de vídeos e peças sonoras veiculados para grandes audiências – sem possibilidade de resposta ou de reencaminhamento.
“A mensagem encaminhada, que consegue penetrar em grupos, é mais influente do que aquela que vem pela televisão”, afirma o estatístico e doutor em psicologia social, Marcos Ruben.
Fábio Gouveia, coordenador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), assinala que “a atenção não está mais concentrada na televisão” e, nesta campanha, os usuários “assumem papel de filtros disseminadores”, repassando ou retendo mensagens às pessoas com quem estão conectadas.
Christian Dunker, professor titular do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), aponta que a internet “viabiliza informação para uma quantidade grande da população que estava excluída do debate político”. Segundo ele, “isso ajuda a entender as formas de tratamento, usos de imagem, estratégias de retórica intimidativa e bipolarizante [hoje verificados] que eram menos acessíveis quando tínhamos a campanha baseada na televisão”.
Riscos – Os especialistas não desconsideram os riscos da próxima campanha eleitoral como a circulação de notícias falsas, deformação de mensagens, difamações generalizadas e manifestações de ódio e intolerância.
Para o jornalista Mário Rosa, especialista em gestão de crises de imagem, há forte possibilidade que, em paralelo à campanha positiva e com propostas no horário eleitoral, haja forte campanha negativa na troca de mensagens. “O disparo do WhatsApp não pode ser monitorado e nem auditado. Podem atacar e não vai se saber qual a origem dos ataques”, alerta Mário Rosa ao lembrar que “o objetivo da campanha eleitoral não é informar, mas convencer”.
Na mesma linha, Christian Dunker não afasta a possibilidade, especialmente ao fim da campanha, de serem disseminados “fatos políticos que possam vampirizar candidaturas e interferir nos resultados”.
Números – O Facebook chegou a 127 milhões de usuários neste ano no Brasil e o WhatsApp tinha cerca de 120 milhões de pessoas ligadas no ano passado (20 milhões a mais do que em 2016). Facebook e WhatsApp não informaram o crescimento de usuários que tiveram entre a eleição de 2014 e até o momento.
Segundo o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal (SinditeleBrasil), nos últimos quatro anos, o número de usuários de aparelhos celulares 3G e 4G (que permitem acesso a redes sociais) passou de 143 milhões para 188 milhões – diferença de 45 milhões, superior à população da Argentina.
O deputado federal Paulo Magalhães (PSD) é o candidato à reeleição que declarou o patrimônio mais robusto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Conforme levantamento feito pelo Bahia Notícias, baseado no sistema Divulga Cand, o parlamentar declarou R$ 16.683.655,72. Seguida aparece Lucio Vieira Lima (MDB), com bens de R$ 11.235.928,92. Cláudio Cajado aparece logo atrás, com R$ 11.124.956,55.
Chama atenção é que, dos quatro com menor patrimônio, dois são do PRB. A presidente da legenda na Bahia, Tia Eron, aparece com R$ 38,3 mil, e Marcio Marinho, com R$ 309.028,06, ambos da Igreja Universal do Reino de Deus.
Confira abaixo a lista completa:
1 – Paulo Magalhães (PSD): R$ 16.683.655,72;
2 – Lucio Vieira Lima (MDB): R$11.235.928,92;
3 – Claudio Cajado (PP): R$11.124.956,55;
4 – José Rocha (PR): R$7.286.824,48;
5 – Aleluia (DEM): R$ 6.257.041,86;
6 – José Nunes (PSD): R$4.285.968,31;
7 – Jonga Bacelar (PR): R$3.719.709,13;
8 – Elmar Nascimento (DEM): R$3.092.652,53;
9 – Carletto (PP): R$2.931.612,84;
10 – Felix Mendonça (PDT): R$2.414.766,83;
11 – Mario Negromonte JR (PP): R$2.281.417,64;
12 – Antonio Brito (PSD): R$2.178.108,34;
13 – Arthur Maia (DEM): R$ 1.789.813,86;
14 – Paulo Azi (DEM): R$1.671.368,80;
15 – Imbassahy (PSDB): R$1.670.429,09;
16 – Alice Portugal (PCdoB): R$1.217.987,08;
17 – Benito Gama (PTB): R$1.063.155,77;
18 – Waldenor Pereira (PT): R$1.011.070,73
19 – Sergio Brito (PSD): R$1.000.901,58;
20 – Daniel Almeida (PCdoB): R$939.020,00;
21 – José Carlos Araújo (PR): R$858.741,83;
22 – Cacá Leão (PP): R$819.034,57;
23 – Jorge Solla (PT): R$646.715,27;
24 – Pelegrino (PT): R$600.000,00;
25 – Caetano (PT): R$ 476.500,00;
26 – Bacelar (Podemos): R$413.246,77;
27 – Josias Gomes (PT): R$400.412,38;
28 – Afonso Florence (PT): 385.743,71;
29 – Marcio Marinho (PRB): R$309.028,06;
30 – Uldurico Junior (PPL): R$145.577,65;
31 – Erivelton Santana (Patriota): R$56.700,00;
32 – Tia Eron (PRB): R$38.347,10.
Nova pesquisa do Instituto Paraná mostra que o lançamento oficial das candidaturas dos presidenciáveis não alterou o ânimo do eleitor.
Embora não possa concorrer por ser ficha-suja, Lula mantém a liderança com 30,8%. No cenário real, sem o presidiário, Jair Bolsonaro lidera com 23,9% das intenções de voto.
O tucano Geraldo Alckmin alcança no máximo 8,5% dos votos, atrás de Marina Silva com 13,2%. Quase 30% do eleitorado ainda não tem candidato.