A Ford pode concentrar em Camaçari toda sua produção de veículos da marca no Brasil. De acordo com a coluna Satélite, do jornal Correio, a montadora quer desativar a fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.
Com o desempenho do Fiesta nas vendas abaixo do esperado – o modelo é produzido na cidade paulista junto com os caminhões das séries Cargo e F – e também a estagnação na venda de veículos de carga, a companhia quer fechar sua primeira unidade no país para reduzir custos.
Para isso, uma forma seria concentrar no município baiano a produção de dois sucessos comerciais da Ford: Nova Ka e EcoSport.
O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, vai acumular a função de ministro interino do Trabalho por tempo indeterminado, após Helton Yomura pedir demissão do cargo.
Ontem (5), Yomura foi afastado do Ministério do Trabalho por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, e, depois, apresentou a carta de demissão ao presidente Michel Temer (MDB).
O ex-ministro foi alvo da 3ª fase da Operação Registro Espúrio, que apura fraudes na concessão de registros sindicais. Com informações do Metro1
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luiz Fux, determinou que seja excluída a marca do governo federal de campanhas publicitárias que serão veiculadas durante o período eleitoral. Entre elas as campanhas de conscientização sobre o HPV, aleitamento materno e vacinação contra a poliomielite e sarampo. De acordo com a coluna Expresso, da revista Época, Fux entendeu, concordando com o Palácio do Planalto, que as campanhas são importantes, mas não deveriam estar associadas ao governo.
O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) deixou o jantar com integrantes de partidos do centrão ontem (4) sem convencer a cúpula de DEM, PP, PRB, SD e PSC que a candidatura dele tem viabilidade.
De acordo com a Folha, participantes do encontro disseram reservadamente que o tucano é bem aceito tanto pessoal quanto politicamente, mas que não consegue demonstrar condições de crescer nas pesquisas de intenção de voto. Preocupa principalmente o baixo desempenho de Alckmin em São Paulo, estado que governava até abril.
Pesquisa interna do DEM aponta que a rejeição de Alckmin é de 60% ante 52% do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento indica ainda que o PSDB e o candidato têm um nível de desgaste considerado irreversível.
A cúpula do DEM quer usar os dados para tentar mostrar aos demais integrantes do bloco que Ciro Gomes (PDT-CE) é um nome mais viável. Com a pesquisa em mãos, a ideia do comando da legenda do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), é tentar explicar ao eleitor a guinada à esquerda para um apoio ao presidenciável do PDT.
Presidente do MDB, o senador Romero Jucá descartou a possibilidade de o candidato do partido ao Palácio do Planalto, Henrique Meirelles, ser vice.
“O MDB não cogita indicar Meirelles para vice de ninguém. O convite fica para o PSDB indicar a vice do Meirelles”, afirmou, em entrevista ao jornal Folha de São Paulo.
O emedebista disse ainda que Meirelles “não pode ter vergonha” do presidente Michel Temer. “Meirelles estava sendo bombardeado com essa questão de ser candidato do governo, do presidente. Meirelles é o candidato do MDB. Temer não está na pauta, agora as ações do governo estarão. Não dá pra ter vergonha de ter trazido o crescimento e baixado a inflação”, ressaltou.
Presidente nacional do Democratas, o prefeito ACM Neto desembarca hoje (3) em Brasília para decidir o futuro do partido nas eleições presidenciais deste ano.
Segundo a Coluna do Estadão, o gestor soteropolitano vai levar na mala o resultado de uma pesquisa qualitativa. Com 43 deputados, o DEM está rachado sobre quem apoiar para o Palácio do Planalto.
Parte defende que seja o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB). Outra parte quer que a sigla apoie Ciro Gomes (PDT). Na bola dividida, o pedetista sai na frente com leve favoritismo. Há ainda uma ala menor que é a favor de apoiar Álvado Dias (Podemos).
A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) publicou ontem, no “Diário Oficial da União”, novas regras para a contratação de convênios médicos com coparticipação e franquia.
Na prática, as empresas poderão cobrar, além da mensalidade, até 40% do valor de cada procedimento, no sistema de coparticipação, ou estabelecer um valor-limite a ser pago pelo consumidor, na franquia.
A ANS apenas orientava as empresas a não cobrarem mais do que 30% de coparticipação.
(…) G1
Para ter direito à contratação do plano, o empresário individual deverá ter uma empresa que esteja em operação há pelo menos seis meses. Ele deve apresentar documento que confirme a inscrição nos órgãos competentes, assim como a regularidade cadastral na Receita Federal.
Para manter o contrato, o empresário individual deverá conservar a sua inscrição nos órgãos competentes e o cadastro na Receita Federal ativo. Operadoras e administradoras de benefícios deverão exigir esses documentos em dois momentos no ato da contratação do plano e uma vez a cada ano, no mês de aniversário do contrato.
A resolução determina que operadora ou administradora de benefícios deverão informar as principais características do plano a que o contratante está se vinculando.
As novas regras também tornam mais difícil a rescisão unilateral pela operadora. O contrato só poderá ser rescindido sem motivo após uma notificação prévia de 60 dias e somente depois um ano de vigência do contrato.
Se constatar que o contratante não apresenta documentos que comprovem sua atuação como empresário individual, a operadora poderá rescindir o contrato. O plano de saúde deverá apresentar ao contratante as razões da rescisão no ato da comunicação.
Caso não preencha os requisitos para contratar um plano de saúde empresarial, o contratante deverá recorrer a outra modalidade. Conforme prevê a Resolução Normativa nº 195, de 2009, ele deverá recorrer a um plano individual ou a um familiar.
A possibilidade do PSB e do PCdoB se unirem a Ciro Gomes (PDT) é real, segundo a coluna Painel, da Folha.
Carlos Siqueira, presidente do PSB, e Luciana Santos, do PCdoB, estiveram com o governador Paulo Câmara (PSB-PE) ontem (28). O papo ocorreu um dia após ele receber Ciro.
PP, DEM e SD, que flertam com Ciro, não veem problema na ampliação da aliança.
O ex-presidente Lula (PT) será interrogado novamente pelo juiz federal Sérgio Moro no dia 11 de setembro.
Em ofício expedido hoje (27), o magistrado responsável pela Operação Lava Jato determinou que a Polícia Federal tome as providências necessárias para escoltar o petista até a sede da Justiça Federal no Paraná.
Caso permaneça preso até lá, será a primeira vez que o ex-presidente deixará a cela da Superintendência da PF, em Curitiba, desde a prisão, em 7 de abril.
Lula cumpre pena de 12 anos e um mês pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do apartamento tríplex em Guarujá (SP).
Após passar um mês no Complexo Penitenciário da Papuda, o ex-ministro José Dirceu retornou para casa, em Brasília, na madrugada de hoje (27). A liberação do político ocorre depois de ter sido feita uma votação na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal. Dirceu havia sido condenado a 30 anos e nove meses de prisão no âmbito da Operação Lava Jato.
O ex-ministro responde por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa, mas agora, por meio da liminar, vai aguardar o julgamento em liberdade.
Na prática, não há nenhum impedimento legal para que José Dirceu deixe a capital federal. A medida também não prevê o uso de tornozeleira eletrônica.
De acordo com o portal G1, a defesa do político ainda não definiu se ele vai ficar no apartamento da família ou em outro imóvel.