Deu negativo o primeiro teste para constatar infecção por coronavírus para o presidente da República Jair Bolsonaro. As informações foram confirmadas pelas redes sociais no início da tarde desta sexta-feira (13).
Após especulações acerca da sua saúde, o presidente utilizou as suas redes sociais para confirmar que o teste feito para detecção do Corona Vírus deu negativo.
Com o objetivo de injetar fôlego à economia brasileira em um momento de avanço do novo coronavírus no País, o governo federal decidiu antecipar a primeira metade do 13º de aposentados do INSS e vai propor a redução dos juros e a ampliação de margem e prazo para empréstimos consignados desses beneficiários.
As medidas foram discutidas no âmbito de um comitê de monitoramento instituído pelo Ministério da Economia para avaliar os impactos econômicos da pandemia no Brasil. O grupo é constituído por representantes das oito secretarias especiais da pasta e será coordenado pelo secretário-executivo, Marcelo Guaranys.
Segundo o secretário especial de Previdência e Trabalho, a primeira parcela do 13º dos aposentados e pensionistas do INSS será paga entre o fim de março e o início de abril. A expectativa é de que sejam injetados R$ 23 bilhões na economia com essa antecipação.
A equipe econômica também avalia liberar uma nova rodada de saque imediato aos cotistas do FGTS.
A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) anunciou, nesta quinta-feira (12), a suspensão de todas as atividades por conta da pandemia do novo coronavírus. Segundo nota da reitoria, a medida vale de 13 a 29 de março e inclui os campi de Campinas (SP), Piracicaba (SP) e Limeira (SP). Somente serviços essenciais e de saúde serão mantidos.
O Ministério da Educação (MEC) informou que não tem notícia de nenhuma outra universidade, pública ou privada, com atividades suspensas por conta do Covid-19. Nesta quarta (11), inclusive, publicou no seu portal uma orientação a respeito:
“O Ministério da Educação (MEC) informa que tem orientado às instituições de ensino o reforço nas ações preventivas contra o coronavírus, seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde. Neste momento, não há recomendação para suspensão de aulas.”
Um estudo do Instituto Pensi – centro de pesquisa clínica em pediatria do Hospital Infantil Sabará afirma que o Brasil poderá chegar ao número de 4.000 pessoas infectadas pelo coronavírus num período de 15 dias e cerca de 30 mil em 21 dias, após a confirmação 70° caso.
Isso se dá porque, segundo o estudo, a partir da confirmação de 50 casos, vários países apresentaram evoluções surpreendentemente rápidas e semelhantes. Exemplo, a Coreia do Sul, Irã e Itália. “O grande desafio é a velocidade com que o novo coronavirus-19 se espalha e gera pacientes graves”, explica o estudo.
De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil passou dos 50 casos confirmados de coronavírus e já atingiu a marca de 70 casos da Epidemia.
Diante disso, o país poderá necessitar de, aproximadamente, 2.100 leitos hospitalares, sendo 525 em UTI (unidades de Terapia Intensiva) apenas nos primeiros 21 dias após o 50º caso, se levar em consideração a a semelhança com a quantidade de casos graves e críticos na China e os períodos de internação desses casos.
Esta análise foi elaborada para contribuir nas medidas e ações apropriadas para enfrentar as consequências de um possível aumento significativo de casos no Brasil nas próximas semanas.
Diante do avanço no número de casos de coronavírus no Brasil, o líder do governo no Congresso Nacional, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), disse que o governo deve editar uma medida provisória (MP) para liberar cerca de R$ 5 bilhões. O montante deverá ser destinado ao combate à doença.
Até o último boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, o Brasil possui 52 casos confirmados. Porém, o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, registrou diagnóstico positivo para mais 16 pessoas após a divulgação do boletim oficial.
Segundo informações do G1, a declaração de Gomes foi feita após uma reunião entre parlamentares e os ministros da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e da Economia, Paulo Guedes. Os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), também participaram do encontro.
A expectativa é de que a medida seja publicada no Diário Oficial da União (DOU) ainda nesta quinta-feira (12). Se confirmada, ela terá força de lei imediatamente, mas precisará ser aprovada pelo Congresso em até 120 dias para virar lei em definitivo.
MADRI — Em uma palestra na 25ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP-25), em Madri, sobre o papel dos jovens no combate às mudanças climáticas, a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva pediu desculpas à ativista sueca Greta Thunberg, de 16 anos, que foi chamada de “pirralha” esta terça-feira pelo presidente Jair Bolsonaro.
— É uma satisfação ver esse diálogo entre gerações de idosos, adultos, adolescentes, crianças e jovens — disse Marina. — E eu queria iniciar fazendo um pedido de desculpas à Greta em nome de meu país, o Brasil. Pela forma como o presidente Bolsonaro desrespeitosamente e agressivamente se dirigiu a ela, chamando-a de pirralha, porque ela se solidarizou com os índios que foram assassinados no Brasil.
Greta foi ofendida por Bolsonaro quando jornalistas lhe perguntaram, na saída do Palácio da Alvorada, se ele estava preocupado com a morte de indígenas da etnia Guajajara no último sábado. Greta denunciou o ataque nas redes sociais no fim de semana, atribuindo-o às tentativas da população nativa de defender o seu território contra o desmatamento ilegal.
— Como é, índio? Qual o nome daquela menina lá? Aquela Tábata, não. Como é? Greta. A Greta já falou que os índios morreram porque estão defendendo a Amazônia. É impressionante a imprensa dar espaço para uma pirralha dessa aí. Uma pirralha — disse o presidente, nesta terça-feira.
Em resposta ao insulto de Bolsonaro, Greta mudou a descrição de seu perfil nas redes sociais, apresentando-se apenas como “pirralha”.
Por Renato Grandelle – O Globo
*O jornalista viajou a convite do Instituto Clima e Sociedade
A taxa de desemprego no Brasil ficou em 11,6% no trimestre encerrado em outubro, atingindo 12,4 milhões de pessoas, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Trata-se da primeira queda na série do indicador desde o trimestre encerrado em junho. No período entre maio e julho, a taxa estava em 11,8%. Já no trimestre encerrado em outubro do ano passado, a taxa foi de 11,7%. Veja gráfico abaixo:
Apesar de redução de 0,2 ponto percentual em relação ao trimestre que vai de maio a julho, o IBGE considera que houve que a taxa de desemprego segue estatisticamente estável.
De acordo com a analista da pesquisa Adriana Beringuy, a “estabilidade” está relacionada a um crescimento menor da população ocupada.
A população ocupada no país somou 94,1 milhões, o que representa um avanço de 0,5% (mais 470 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e de 1,6% (mais 1,4 milhão de pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2018.
Já o número de desempregados recuou em 202 mil na comparação com o trimestre anterior, mas aumentou em 58 mil frente ao mesmo período do ano passado, quando eram 12,309 milhões de trabalhadores brasileiros desempregados.
Apesar do desemprego ainda alto, os dados do IBGE mostram que o mercado de trabalho prossegue em trajetória de recuperação gradual, ainda que puxada pelo avanço da informalidade, que em 2019 atingiu nível recorde.
“Isso já está consolidado. Não tem como a gente não observar esse movimento de alta da informalidade. Quando abrimos a análise, vemos que o emprego sem carteira assinada e o trabalho por conta própria são os que mais impulsionam esse movimento”, destacou a pesquisadora do IBGE.
No trimestre encerrado em outubro, o emprego sem carteira assinada e trabalho por conta própria voltaram a bater recorde.
O número de empregados sem carteira de trabalho assinada atingiu novo patamar recorde de 11,9 milhões de pessoas, o que representa um crescimento anual de 2,4% (mais 280 mil pessoas).
A categoria por conta própria chegou a 24,4 milhões de pessoas, o que representa uma alta de 3,9% (mais 913 mil pessoas) em relação ao mesmo período de 2018.
A taxa de informalidade no mercado de trabalho ficou em 41,2%, o que representa uma estabilidade frente ao trimestre móvel anterior, reunindo um contingente total de 38,8 milhões de brasileiros
Já o número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado somou 33,2 milhões, o que segundo o IBGE representa uma estabilidade na comparação com o trimestre anterior e na comparação anual.
O Brasil gerou 70.852 empregos com carteira assinada em outubro, de acordo com números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados na semana passada pelo Ministério da Economia. Nos dez primeiros meses deste ano, foram criados 841.589 empregos com carteira assinada.
A taxa de subutilização da força de trabalho caiu, passando de 24,6% no trimestre móvel anterior para 23,8%, o que representa 972 mil pessoas a menos. Mesmo assim, ainda são 27,1 milhões de pessoas nessa condição, o que representa uma estabilidade frente ao mesmo período de 2018.
O número de desalentados também recuou, para 4,6 milhões, com queda de 4,5% (menos 217 mil pessoas) em relação ao trimestre móvel anterior, mas estatisticamente estável frente ao mesmo trimestre de 2018.
O número de subocupados por insuficiência de horas trabalhadas diminuiu 4,5% em relação ao trimestre anterior, com uma redução de 332 mil pessoas, mas também ficou estável em relação ao mesmo trimestre de 2018, atingindo 7 milhões de trabalhadores.
Na análise por setores da economia, a maioria das atividades registrou estabilidade do número de ocupados. Apenas a agricultura registrou queda – cerca de 200 mil trabalhadores a menos – enquanto a única alta estatisticamente relevante foi observada no segmento de construção, com um aumento de 197 mil trabalhadores.
De acordo com a analista do IBGE, a melhora do trabalho na construção tem sido puxada pelo setor imobiliário, sobretudo na Região Sudeste, mas também tem caráter predominantemente informal.
“A ocupação na construção está crescendo porque ao longo do ano está tendo um incentivo tanto da parte de crédito para aquisição de imóveis, como venda de imóveis já construídos, o que impulsiona todo o setor imobiliário, demandando obras de reforma e acabamentos. O grosso desse aumento é de trabalhadores por conta própria e empregados sem carteira assinada no setor privado”, disse.
O rendimento médio real do trabalhador ficou em R$ 2.317 no trimestre no trimestre encerrado em outubro, ante R$ 2.292 no trimestre anterior e R$ 2.298 na comparação anual. Já a massa de rendimento real foi estimada em R$ 212,8 bilhões.
Quando comparada ao trimestre móvel de maio a julho de 2019, cresceu 1,8%, ou cerca de mais R$ 3,7 bilhões. Segundo o IBGE, foi o primeiro aumento estatisticamente significativo desde o trimestre de agosto a outubro de 2017.
Fonte : G1
Sábado, 23 de novembro de 2019. Data em que todas as gerações vivas de torcedores do Flamengo podem se olhar com o mesmo sentimento. Os rubro-negros de 40 e poucos anos ou mais novos, que não tinham nascido ainda em 1981 ou que eram pequenos demais na época, cresceram ouvindo as façanhas daquele time mágico de Zico e companhia. Narrativas que soavam mais como ficção do que realidade para quem não "viu com os próprios olhos". A veracidade de uma história, por mais "baseada em fatos reais" que seja, só ganha contornos lúdicos na vivência. E hoje, eles podem dizer: "Pai, agora eu sei como é".
Foram décadas na fila, amargando decepções na elite do continente enquanto flertava com o perigo em campeonatos nacionais. Mas o time versão 2019, com um novo futebol que encanta (embora tenha ficado aquém do esperado na final), foi coroado no Estádio Monumental de Lima, no Peru. O Flamengo de Jesus, Gabigol, Bruno Henrique, Arrascaeta & Cia. destronou o copeiro River Plate na Libertadores em uma decisão histórica, a primeira em jogo único e campo neutro: 2 a 1, de virada, com um gol de Borré para os argentinos e dois de Gabigol "para inglês ver" (o jogo foi transmitido ao vivo em Londres). Falando em Inglaterra, Liverpool, Mundial... Seria sonhar demais "botar os ingleses na roda" de novo?
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Torcida do Flamengo vai à loucura no Monumental de Lima (Foto: Antonio Lacerda/EFE)[/caption]
E agora seu povo pede o mundo de novo
Como canta a torcida, o Flamengo terá a chance de conquistar o mundo de novo. O título deu a classificação para o Mundial de Clubes, que esse ano acontece entre os dias 11 e 21 de dezembro em Doha, no Catar. O Rubro-Negro estreia no dia 17, uma terça-feira, contra o campeão da Ásia ou o Espérance, da Tunísia, no Estádio Khalifa (VEJA A TABELA AQUI).
Título em dose dupla? No mesmo final de semana em que conquistou a Libertadores, o Flamengo pode confirmar o título do Campeonato Brasileiro mesmo sem entrar em campo. Segundo colocado, o Palmeiras enfrenta o Grêmio às 16h (de Brasília), na Arena Palmeiras, e se não vencer não poderá mais calcançar o Rubro-Negro matematicamente.
O herói artilheiro
Assim como Zico em 1981, quando fez os dois gols da vitória por 2 a 0 na final contra o Cobreloa em Montevidéu, no Uruguai, Gabigol foi o herói em 2019 ao construir a virada por 2 a 1 nos minutos finais. O artilheiro rubro-negro, que chegou a 40 gols em 54 jogos pelo Flamengo, definiu o jogo em três minutos, aos 43 e 46 do segundo tempo. Que fase espetacular do camisa 9 rubro-negro, que terminou como artilheiro da Libertadores com nove bolas na rede.
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Bruno Henrique foi eleito o melhor jogador da América em 2019 (Foto: Antonio Lacerda/EFE)[/caption]
Melhor da América
Gabigol foi o artilheiro da Libertadores e o melhor jogador da partida para a Conmebol. Mas a entidade sul-americana elegeu Bruno Henrique como o craque da América do Sul. O atacante, que fez cinco gols no torneio em 2019, não fez uma partida brilhante na final, mas foi decisivo ao construir a jogada do gol de empate.
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Jorge Jesus comemora com a bandeira de portugal (Foto: Antonio Lacerda/EFE)[/caption]
Com sotaque europeu
Campeão internacional pela primeira vez, Jorge Jesus se torna o segundo europeu a conquistar a Libertadores da América como treinador. O primeiro foi o croata Mirko Jozić, que faturou o título pelo Colo-Colo, do Chile, em 1991. Chegou a vez do português, que comemorou com uma bandeira de seu país.
Fonte: G1Faltando menos de um ano para os Jogos Olímpicos de Tóquio, a delegação brasileira começa a se tornar mais numerosa, mas ainda com poucos nomes definidos. As últimas duas semanas foram importantes neste quesito, com várias vagas vindas através dos Jogos Pan-Americanos de Lima, além das seleções masculina e feminina de vôlei, que venceram seus pré-olímpicos mundiais. No total, o Brasil agora tem 104 vagas confirmadas em 2020.
No Pan de Lima, o destaque ficou por conta do hipismo, que conseguiu classificar a equipe nas três categorias: adestramento, CCE e saltos. O país ainda garantiu um lugar no tênis de mesa, tênis e pentatlo moderno, além da dupla da classe 49er da vela.
Na maioria dos esportes, os nomes ainda não estão garantidos, mas o Brasil já tem um lugar assegurado. Casos dos quatro esportes coletivos femininos – rugby, handebol, futebol e vôlei – e dos revezamentos da natação. Em outras modalidades, alguns atletas estão praticamente certos, casos de Robert Scheidt, Martine Grael, Kahena Kunze e Jorge Zarif da vela, além de Iêda Guimarães do pentatlo.
Vale lembrar que alguns brasileiros já atingiram o índice olímpico no atletismo, mas como a Confederação Brasileira (CBAt) ainda não definiu o critério de classificação, os nomes não estão contabilizados.
Vagas brasileiras
-18 atletas no futebol feminino
-12 rugby feminino
-12 vôlei feminino
– 12 vôlei masculino
-14 hand feminino
-12 natação (revezamentos 4x100m e 4x200m livre, e 4x100m medley)
-10 vela (classes 49erFX, 49er, 470 feminino, Laser, Finn e Nacra 17)
-1 Águas abertas (Ana Marcela nos 10km)
-1 Pentatlo (Ieda Guimarães)
– 9 atletas no hipismo (adestramento, CCE e saltos por equipes)
– 1 tênis (João Menezes – precisa estar entre os 300 do ranking mundial em junho do ano que vem)
– 1 tênis de mesa
– 1 tiro com arco
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Fonte: Globo Esportes
Foto: Abelardo Mendes Jr/rededoesporte
O Brasil conquistou seu nono título Copa América ao vencer o Peru por 3 a 1 no Maracanã, neste domingo. Everton Cebolinha, Gabriel Jesus (expulso no segundo tempo) e Richarlison (de pênalti) fizeram os gols do Brasil, e Guerrero, também de pênalti, marcou pela seleção peruana.
O Uruguai ainda é o recordista de títulos, com 15, um a mais do que a Argentina, que tem 14. Paraguai, Chile e Peru têm dois títulos cada, enquanto Colômbia e Bolívia conquistaram apenas uma vez a Copa América. Dos países sul-americanos filiados à Conmebol, Equador e Venezuela são os únicos que nunca venceram a competição.
A próxima edição da Copa América será já em 2020, sediada de maneira conjunta por Argentina e Colômbia. Depois disso, o torneio será disputado sempre de quatro em quatro anos, seguindo o calendário da Euro.
Lista de campeões da Copa América
| Ano (sede) | Campeão | Vice-campeão |
| 1916 (Argentina) | Uruguai | Argentina |
| 1917 (Uruguai) | Uruguai | Argentina |
| 1919 (Brasil) | Brasil | Uruguai |
| 1920 (Chile) | Uruguai | Argentina |
| 1921 (Argentina) | Argentina | Brasil |
| 1922 (Brasil) | Brasil | Paraguai |
| 1923 (Uruguai) | Uruguai | Argentina |
| 1924 (Uruguai) | Uruguai | Argentina |
| 1925 (Argentina) | Argentina | Brasil |
| 1926 (Chile) | Uruguai | Argentina |
| 1927 (Peru) | Argentina | Uruguai |
| 1929 (Argentina) | Argentina | Paraguai |
| 1935 (Peru) | Uruguai | Argentina |
| 1937 (Argentina) | Argentina | Brasil |
| 1939 (Peru) | Peru | Uruguai |
| 1941 (Chile) | Argentina | Uruguai |
| 1942 (Uruguai) | Uruguai | Argentina |
| 1945 (Chile) | Argentina | Brasil |
| 1946 (Argentina) | Argentina | Brasil |
| 1947 (Equador) | Argentina | Paraguai |
| 1949 (Brasil) | Brasil | Paraguai |
| 1953 (Peru) | Paraguai | Brasil |
| 1955 (Chile) | Argentina | Chile |
| 1956 (Uruguai) | Uruguai | Chile |
| 1957 (Peru) | Argentina | Brasil |
| 1959 (Argentina) | Argentina | Brasil |
| 1959 (Equador) | Uruguai | Argentina |
| 1963 (Bolívia) | Bolívia | Paraguai |
| 1967 (Uruguai) | Uruguai | Argentina |
| 1975 (sem sede fixa) | Peru | Colômbia |
| 1979 (sem sede fixa) | Paraguai | Chile |
| 1983 (sem sede fixa) | Uruguai | Brasil |
| 1987 (Argentina) | Uruguai | Chile |
| 1989 (Brasil) | Brasil | Uruguai |
| 1991 (Chile) | Argentina | Brasil |
| 1993 (Equador) | Argentina | México |
| 1995 (Uruguai) | Uruguai | Brasil |
| 1997 (Bolívia) | Brasil | Bolívia |
| 1999 (Paraguai) | Brasil | Uruguai |
| 2001 (Colômbia) | Colômbia | Mèxico |
| 2004 (Peru) | Brasil | Argentina |
| 2007 (Venezuela) | Brasil | Argentina |
| 2011 (Argentina) | Uruguai | Paraguai |
| 2015 (Chile) | Chile | Argentina |
| 2016 (EUA) | Chile | Argentina |
| 2019 (Brasil) | Brasil | Peru |
Lista de títulos por seleções
| País | Títulos | Última conquista |
| Uruguai | 15 | 2011 |
| Argentina | 14 | 1993 |
| Brasil | 9 | 2019 |
| Chile | 2 | 2016 |
| Paraguai | 2 | 1979 |
| Peru | 2 | 1975 |
| Bolívia | 1 | 1963 |
| Colômbia | 1 | 2001 |