Um laudo da Justiça Federal concluiu que o autor da tentativa de homicídio contra o presidente Jair Bolsonaro sofre de uma doença mental. Segundo informações da TV Globo, o documento defende que Adélio Bispo de Oliveira não pode ser punido criminalmente pelo fato.
O laudo foi entregue à Justiça no último mês e diz que Adélio tem uma doença chamada transtorno delirante permanente paranoia. O documento aponta ainda que Adélio, em entrevistas com psicólogos e psiquiatras, disse que não terminou sua missão e iria matar Bolsonaro saindo da cadeia.
Adélio confessou o ataque a facada contra Bolsonaro durante um ato da campanha eleitoral na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais. Ele está preso preventivamente desde o dia do crime.
O secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, confirmou hoje (6) que a tecnologia do reconhecimento facial, utilizada pela primeira vez no Carnaval de Salvador deste ano, será integrado à Micareta de Feira de Santana, que ocorre em abril.
De acordo com o Correio, Barbosa disse que a ideia é melhorar a ferramenta em seu aspecto técnico para o Carnaval do próximo ano.
O reconhecimento facial permite identificar rostos procurados pela polícia nos portões de acesso ao Carnaval. Um homem foi preso ontem após ser capturado pela tecnologia.
Matéria bacana do site BuzzFeed, que mostra provas de que o Carnaval é uma das coisas mais legais do Brasil. uma delas é – O pessoal que parou tudo e fez uma vaquinha para o catador de lata. A menina que cantou com Alceu Valença.
Outra foi – O bloco carioca Boi Tolo, que “nunca para de tocar”, ficou em silêncio por alguns minutos para que uma criança perdida encontrasse a mãe.
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Luiz Antônio Bonat, de 64 anos, vai ser o responsável por assumir a posição de juiz da Operação Lava Jato no Paraná no lugar de Sérgio Moro, ex-juiz que assumiu o Ministério da Justiça no governo de Jair Bolsonaro.
Nascido em Curitiba, Bonat é juiz federal há 25 anos. Atualmente especializado na área previdenciária, ele também tem experiência em casos criminais: já interrogou ex-governador, apurou casos de lavagem de dinheiro e atuou na investigação de desvios no banco Banestado, nos anos 90.
No comando da 13ª Vara Federal de Curitiba, dedicada exclusivamento aos processos da Lava Jato, Luiz Antônio Bonat vai assumir ao menos 38 ações, segundo levantamento da Folha de S. Paulo. Entre eles estão os casos de réus como os ex-ministros Antonio Palocci e Guido Mantega; os ex-deputados Eduardo Cunha e Cândido Vaccarezza; empresários como César Mata Pires Filho, sócio da OAS; ex-diretores e funcionários da Petrobras; além do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A primeira audiência do novo juiz da Lava Jato vai acontecer nesta quinta-feira (7), quando irá conduzir o depoimento do doleiro Alberto Youssef, do empresário Ricardo Pessoa, da UTC, e de Fernando Migliaccio da Silva, da Odebrecht, numa ação que julga desvios na construção do prédio da Petrobras em Salvador.
No decorrer de uma hora aproximadamente,três pessoas foram baleadas na noite desta quarta-feira em Vitória da Conquista.
A primeira tentativa de homicídio ocorreu no bairro Nova Cidade. A segunda pessoa à ser baleada foi na rua Colômbia no bairro Jurema.
A terceira vítima foi na rua Poções entre os bairros Kadija e Conveima 1. Todas as vítimas foram encaminhadas ao hospital,o estado de saúde e identificação dos mesmos ainda não foi divulgado. Com informações do Blog do Léo Santos
A Mangueira é a campeã do Carnaval do Rio de Janeiro em 2019. A escola contou neste ano “a história que a história não conta”, sobre personagens importantes do país que não são retratados nos livros: índios, negros e pobres.
A Mangueira é a segunda maior vencedora do Carnaval do Rio, com 19 conquistas, atrás apenas da Portela. A última delas havia sido em 2016, com o enredo sobre Maria Bethânia, do mesmo carnavalesco deste ano, Leandro Vieira.
Foi difícil ver alguém sentado no sambódromo da Sapucaí durante a passagem da Mangueira no penúltimo desfile desta segunda (5). Foi fácil, porém, ver choro e olhos marejados ao som do refrão repetido em coro durante a cerca de uma hora de desfile.
Comuns também foram as manifestações em broches e placas relembrando Marielle Franco, vereadora do PSOL assassinada há quase um ano.
A última ala levou à avenida homens e mulheres favelados que superaram o preconceito e alcançaram notoriedade, tendo à frente a viúva de Marielle, Mônica Benício. Antes do desfile, ela disse à Folha que aceitou o convite não para celebrar, mas por um ato político.
Atrás deles, vinham bandeirões com o rosto da parlamentar e de outros símbolos negros, como os sambistas Noel Rosa e Candeia, nas cores da escola, verde e rosa. Ao final, o deputado federal Marcelo Freixo e o vereador do Rio Tarcísio Motta (PSOL) carregavam junto a membros da escola um bandeirão com os dizeres “Índios, negros e pobres”.
A Mangueira desfilou caricaturas do que chamou de “heróis emoldurados”. Na comissão de frente, aristocratas andavam de joelhos, diminuídos ao lado de índios. Mais à frente, Pedro Álvares Cabral foi retratado como “171”, com roupa de presidiário.
Em outra ala, D. Pedro 1º surgiu em cima do cavalo, como eternizado no quadro “Brado do Ipiranga”, e depois jocoso, num burro. O Marechal Deodoro da Fonseca, que assumiu a República mas era monarquista, apareceu com o símbolo da república no peito e uma coroa na cabeça.
Entre os personagens que a escola homenageou estão Cunhambebe, chefe indígena que comandou índios tamoios contra colonizadores portugueses no século 16, e Luísa Mahin, africana vendida no Brasil que articulou revoltas de escravos no século 19.
Um carro trouxe “o sangue retinto por trás do herói emoldurado”, com uma versão do Monumento às Bandeiras manchado de vermelho. Outro recriou o quilombo dos Palmares, com o presidente de honra da escola, o músico Nelson Sargento, representando o líder Zumbi.
Em uma das alegorias que retratavam a luta negra, porém, a maioria das desfilantes eram brancas. Em compensação, em um carro que trazia os dizeres “Ditadura assassina” e livros gigantes com imagens de Princesa Isabel, Duque de Caxias e outros, todas as empurradores eram mulheres negras -normalmente são homens.
A Mangueira, que ficou em quinto lugar no ano passado mas já era um dos desfiles mais aguardados neste ano, saiu da avenida muito aplaudida, aos gritos de “é campeão”. Com informações da Folhapress.
Especialistas ouvidos pelo jornal O GLOBO nesta quarta-feira classificaram como inadequadas as publicações feitas pelo presidente Jair Bolsonaro em relação a atos obscenos no carnaval de rua. Bolsonaro compartilhou na noite de terça-feira um vídeo em que dois foliões do Blocu, em São Paulo, praticavam o fetiche chamado de “golden shower” (chuva dourada, que envolve o ato de urinar no parceiro ou na parceira) ao ar livre — no dia seguinte, ele perguntou a internautas do que se tratava a expressão em inglês. Junto às imagens, o presidente fez ponderações sobre as manifestações carnavalescas e disse que era preciso “expor a verdade” sobre o que têm “virado muitos blocos de rua”.
Para Roberto Romano, professor de Ética e Filosofia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a postura do presidente revela uma falta de conhecimento dele sobre o cargo para o qual foi eleito em outubro do ano passado. O filósofo compara as postagens de Bolsonaro a declarações dos ex-presidentes Fernando Collor de Mello (que em 1991 disse que tinha nascido com “aquilo roxo”) e Luiz Inácio Lula da Silva (em 2000, quando chamou a cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, de “exportadora de veados”).
“Bolsonaro cometeu um atentado ao decoro público, ao decoro do cargo e da República brasileira. Foi um dos atentados mais violentos que um chefe de Estado já fez à moralidade pública. É ainda pior, para além das imagens, ele ter afirmado que esse comportamento é comum nas festas de carnaval do país. Ele atribuiu o comportamento de duas pessoas a milhões e milhões delas. Com que direito ele faz isso?”, questiona Romano.
O especialista disse ainda que o presidente repetiu o comportamento do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, que em entrevista à revista “Veja” classificou turistas brasileiros no exterior como “canibais” que roubam objetos de hotéis e aviões.
“Um chefe de Estado não pode caluniar o próprio povo. A suposição de que todos o Brasil vive à beira de uma eclosão obscena não pode ser provada. Bolsonaro precisa ter cuidado com as próximas publicações, ou vai conseguir conquistar a antipatia da população”, projetou Romano.
Professor titular da Universidade de São Paulo (USP) e especialista em marketing político, Gaudêncio Torquato chamou a publicação de “lamentável” e disse acreditar que Bolsonaro até poderia tecer críticas ao carnaval, mas sem compartilhar as imagens. A publicação do conteúdo teria representado uma quebra da liturgia presidencial.
“O presidente tem que cumprir uma liturgia do poder. O cargo exige comportamentos e atitudes que contemplam a cena escatológica e pornográfica. Se ele tinha a intenção de mostrar que o carnaval tem práticas como essa, não poderia recorrer a esse fato dantesco”, disse Torquato.
Para o profissional, o discurso de Bolsonaro vai contra à ideia que o próprio presidente costuma defender quando afirma que a socidade brasileira não pode se dividir em grupos maioritários e minoritários, mas sim ser tratada com unidade.
“A atitude dele acirra o discurso do “nós contra eles”. Separa a socidade e faz com que nasçam mais barreiras entre grupos sociais”, sustenta Torquato.
No campo do marketing político, Roberto Gondo, professor de Comunicação Política da Universidade Mackenzie, acredita que a atitude de Bolsonaro foi inadequada e desaconselhável mas está, em partes, coerente à estratégia que o presidente e os filhos têm adotado ao utilizar as redes sociais.
“O clã dos Bolsonaro têm apelado muito mais para a impulsividade, usa mais a emoção do que a razão. Na tentativa de agradar a um determinado grupo, o presidente acabou se posicionando de forma agressiva para um ocupante do cargo. Mas ele e os filhos sabem exatamente o caminho que as redes percorrem, tanto que abusaram disso durante a campanha eleitoral. Seria mentira dizer que são ingênuos quando adotam posturas como essa” defende Gondo.
O propósito de não demonstrar uma opinião equilibrada sobre o carnaval e outros inúmeros temas é, para o docente, um reforço da imagem responsável por conquistar a preferência do eleitorado e da expressiva base de admiradores bolsonaristas:
“A postagem o coloca ao lado dos eleitores mais cativos. Se ele deixar de posicionar como o “mito” que construiu, as pessoas podem identificá-lo como frágil. Dentro das percepções de comunicação estratégica, trata-se de um erro. Mas Bolsonaro nunca se vendeu como uma pessoa que busca o equilíbrio e tenta atender a todos os grupos”, pontua Gondo. Agência O Globo
O presidente Jair Bolsonaro chamou de “piada” o convite de Daniela Mercury para que os dois conversassem sobre a Lei Rouanet. Bolsonaro usou as redes sociais para se pronunciar sobre as declarações de Daniela.
“A Lei Rouanet foi usada para cooptar parte dos artistas “famosos” num projeto de Poder. Em meu Governo, sua utilidade será para artistas em início de carreira. Quanto a possibilidade de receber ‘renomados’ que já se beneficiaram da referida, para discuti-la, não passa de piada”, escreveu no tweet.
A confusão com Daniela Mercury começou quando Bolsonaro reclamou da música “Proibido o Carnaval”, da cantora e Caetano Veloso. “Esse tipo de ‘artista’ não mais se locupletará da Lei Rouanet”, escreveu o presidente.
Veja o texto de Daniela Mercury na íntegra:
“Sr. presidente, sinto muito que não tenha compreendido a canção Proibido o Carnaval, que defende a liberdade de expressão e é claramente contra a censura. Mas acho que isso nem vem ao caso aqui porque percebo que há uma distorção muito grave sobre a Lei Rouanet. Parece que ela ainda não foi compreendida. Por isso, me coloco à disposição para explicar como funciona o passo a passo dessa lei. E aproveito para tranquilizá-lo. Usei muito pouco de verba pública de impostos da Lei Rouanet em cada projeto que tive aprovado.
Para que o senhor entenda, cada desfile de trio sem cordas (sem cobrança de ingresso, de graça para os foliões), custa cerca de 400 mil reais. Em 20 anos, eu tive apoio (TUDO DENTRO DA LEI) cerca de 1 milhão de reais de verba de impostos da Lei Rouanet. 1 milhão em 20 anos, ressalto!!! Dá cerca de 50 mil reais por ano, se assim dividirmos.
Considere, sr. presidente, que eu comecei o movimento de trios sem cordas, de graça para o público, há 21 anos. Eles custaram, por baixo, cerca de 10 milhões de reais! Se tive cerca de 1 milhão de verba pública nesses 20 anos, isso significa que o restante (9 milhões) paguei ou do MEU BOLSO diretamente ou com o patrocínio de empresas privadas.
Em 35 anos de carreira, fiz muitas apresentações de graça no Brasil, bancadas do meu bolso. Essa fake news sobre a Lei Rouanet criada na eleição não pode continuar sendo usada para desmerecer o trabalho sofrido e suado dos artistas brasileiros. A arte, além de tudo, tem um valor imensurável e o retorno do nosso trabalho para a sociedade, para o turismo, pra a economia é gigante.
Para que compreenda melhor, apenas com 1 ano do sucesso O Canto da Cidade (uma música “famosa” minha), Salvador ganhou 500 mil turistas a mais. Mais um exemplo: eu tenho cerca de 50 milhões de reais de retorno de mídia espontânea em cada Carnaval de Salvador.
Esse retorno, a partir de minhas apresentações (6 horas por dia cantando e dançando sem parar nem para comer – somadas a mais 5 horas prévias de preparação – e mais 2 horas pós apresentação para recuperação da voz e do corpo – durante 6 dias seguidos) traz uma valorização gigantesca para a imagem da cidade, do estado e do país. Tudo isso estimula o turismo e turbina a economia.
Tenho visto que estimular o turismo é um objetivo do senhor. Não se engane: trabalhamos muito. Quando se ataca a arte de um país, quando se ataca os ‘artistas’ brasileiros, se ataca a alma do povo desse país. Mereço respeito pelo que sou, pelo que represento e pelo que faço constantemente pela sociedade brasileira em diversas causas, não apenas na arte.
Reitero aqui a minha disposição de conversar com o senhor e com sua equipe sobre a Lei Rouanet. Se assim desejar, irei com minha esposa, que é também minha empresária, até Brasília para conversar com o senhor sobre o assunto.
Abraços e feliz carnaval.
Daniela Mercury Verçosa”
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) abre oficialmente na quarta-feira de cinzas, 6/3, a Campanha da Fraternidade (CF) 2019 com o tema “Fraternidade e Políticas Públicas” e o lema “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1,27). O lançamento acontecerá na sede provisória da entidade em Brasília (DF).
Nesta Campanha, a ser desenvolvida mais intensamente no período da Quaresma, a Igreja Católica buscará chamar a atenção dos cristãos para o tema das políticas públicas, ações e programas desenvolvidos pelo Estado para garantir e colocar em prática direitos que são previstos na Constituição Federal e em outras leis. Além disso, a
Nesta CF 2019, a Igreja no Brasil pretende estimular a participação dos cristãos em políticas públicas, à luz da Palavra de Deus e da Doutrina Social da Igreja para fortalecer a cidadania e o bem comum, sinais da fraternidade. O texto-base da campanha, que será distribuído aos jornalistas na abertura, descreve, entre outros tópicos, sobre o ciclo e etapas de uma política pública e faz a distinção entre as políticas de governo e as políticas de Estado, bem como apresenta os canais de participação social, como os conselhos previstos na Constituição Federal de 1988.
Todos os anos, a CNBB apresenta a CF como caminho de conversão quaresmal. É uma atividade ampla de evangelização que pretende ajudar os cristãos e pessoas de boa vontade a vivenciarem a fraternidade em compromissos concretos, provocando, ao mesmo tempo, a renovação da vida da Igreja e a transformação da sociedade, a partir de temas específicos. Em 2019, a Conferência convida todos a percorrer o caminho da participação na formulação, avaliação e controle social das políticas públicas em todos os níveis como forma de melhorar a qualidade dos serviços prestados ao povo brasileiro.
SERVIÇO:
Lançamento Campanha da Fraternidade 2019
Presenças: Cardeal Sergio da Rocha, presidente da CNBB; dom Leonardo Steiner, secretário-geral da CNBB; Raquel Dodge, procuradora-geral da República; Vânia Lúcia Ferreira Leite, membro da Pastoral da Criança e do Conselho Nacional de Saúde; Gilberto Vieira dos Santos, secretário adjunto do Conselho Indigenista Missionário; e doutor Geniberto Paiva Campos, médico cardiologista.
Data: 6 de março – Hora: 10h
Local: Sede provisória da CNBB – SGAN 905, Bloco C – ASA NORTE – Brasília-DF – Indicação: Em frente ao autódromo (kart Ferrari), ao lado do Colégio Militar.
Contato: Assessoria de Imprensa: Padre Rafael Vieira – Assessor de Imprensa. Jornalistas: Bruno Feittosa, Larissa Carvalho, Luiz Lopes e Willian Bonfim
Fone: 061 2103 8300
E-mail: imprensa@cnbb.org.br
TRANSMISSÃO:
O lançamento será transmitido ao vivo pela Rede Vida de Televisão, Rede Nazaré de Televisão e Rede Século 21. Na TV Horizonte os telespectadores poderão acompanhar a solenidade às 22h; na TV Imaculada às 18h45 e na TV Evangelizar às 13h.
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Antes que a Mancha Verde entrasse na avenida, no sábado (2), seu presidente, Paulo Serdan, disse que ninguém tiraria o título da escola desta vez. E ele estava certo. Com posições cada vez melhores nos últimos anos, a Mancha conseguiu seu primeiro título do Carnaval em 2019.
A melhora de desempenho da Mancha Verde a cada ano se explica, em grande parte, pela ajuda financeira que passou a receber da Crefisa, patrocinadora do Palmeiras. A escola é uma extensão da torcida organizada do clube.
O dinheiro doado para a organizada faz parte da estratégia da dona da Crefisa, Leila Pereira, de conseguir apoio na política do Palmeiras. Para o desfile de 2019, doou R$ 3,5 milhões para que a Mancha fizesse seu desfile. Desde 2016, quando começou a passar dinheiro para a organizada, já deu mais de R$ 6 milhões.
Na avenida,a escola usou o enredo “Oxalá, salve a princesa! A saga de uma guerreira negra” para contar a história da princesa africana Aqualtune, e, por meio dela, discutir escravidão, intolerância religiosa e direitos humanos. Para este ano, a Mancha contratou o renomado carnavalesco Jorge Freitas.
A escola apostou em fantasias com texturas que supostamente remetiam à tradição africana, com cores arenosas e terrosas e padrões de pele de onça e de tigre. Máscaras africanas despontaram de todos os lugares. A riqueza de detalhes foi um ponto forte.
A religiosidade também teve papel de destaque no desfile, com Iemanjá como principal atração em um dos carros e Nossa Senhora do Rosário em outro. Com informações da Folhapress.