A vereadora Lúcia Rocha (MDB), em seu pronunciamento durante a Sessão Ordinária desta sexta-feira, 17, na Câmara Municipal de Vitória da Conquista, destacou a visita do governador Jerônimo Rodrigues (PT) à cidade, em uma agenda extensa de 3 dias, visitando áreas rurais e analisando as atuais demandas do município.
A vereadora o acompanhou em toda sua agenda “de muito trabalho e realizações”, afirmou. Ela ainda lembrou que foi a primeira vez que um governador realizou uma agenda tão extensa em Conquista, demonstrando seu compromisso com o povo, inclusive visitando a região de Bate Pé, onde a população o aguardava para anunciar a pavimentação asfáltica da estrada que liga o distrito de Pradoso ao distrito de Bate Pé, nas palavras de Lúcia. O projeto será realizado após a licitação, e, em breve, a assinatura da ordem de serviço.
Além disso, informou que a comunidade rural está sem água e fez um apelo ao Governador e à Prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos, para que instalem poços artesianos nessas regiões que sofrem com a escassez.
No último sábado (08) aconteceu em Vitória da Conquista o lançamento da pré-candidatura da até então vereadora Lúcia Rocha à Prefeitura de Vitória da Conquista. O presidente do MDB na Bahia, Lúcio Vieira Lima, marcou presença no evento. Em entrevista o Blog, Lúcio afirmou que espera que o PT indique o nome para concorrer a vice de Lúcia e descartou a possibilidade do seu partido compor a base da atual prefeita Sheila Lemos (UB).
O Viera Lima foi firme ao dizer que “não há hipótese do MDB marchar com a atual prefeita”. Ele explica que não é algo pessoal, e sim discordância política. “Só dela [Sheila Lemos] chegar à prefeitura já merece nosso respeito, apesar de não ter chegado por voto. Quem foi eleito foi Herzem, mas por conta da constituição e arranjos ela tá lá e merece respeito”, pontou. ” Mas nós discordamos do projeto político que ela está implementando em Vitória da Conquista. Uma cidade que já teve Pedral Sampaio e tantas outras lideranças importantes para Bahia, não podemos reduzir ao discussão de: vou dar uma secretaria ou um cargo, vou liberar uma verbinha para um vereador que tem liderança ali. Isso é muito pouco para a importância de Conquista”, frisou.
O presidente de honra do MDB Bahia ainda confirmou que recentemente ocorreu uma conversa com Sheila Lemos, mas ele ressalta que não foi firmado nenhum compromisso. “Foi uma conversa para esclarecer alguns mal-entendidos que ficou desde a morte de Herzem. Conversamos, dialogamos, mas sem nenhum compromisso. Ela não falou comigo em política e nem eu falei nada com ela”, garantiu. Com informações do blog do Sena.
“Quero iniciar hoje falando sobre o maior orçamento público da história de Vitória da Conquista”, foi assim que a vereadora Lúcia Rocha (MDB) iniciou seu pronunciamento durante a sessão ordinária realizada na manhã desta sexta-feira, 03, na Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC). “Mais de R$ 1 bilhão e não se veem obras de macro e microdrenagem, requalificação de avenidas, revitalização de espaços de lazer, e pior, não vejo investimento na saúde”, completou.
Ela questionou ainda se “as escolas, creches, ambulatórios, postos, funcionarão nos padrões de qualidade recomendados? com o mínimo de conforto e eficiência? Os cidadãos ficarão satisfeitos com os serviços municipais? Eu quero entender como o município vai gastar isso da melhor maneira, com a maior transparência”.
Lúcia disse que a população já sabe e sente os efeitos de aumento de IPTU, aumento da taxa de alvará e o excesso de aplicação de multas. “Eu sou totalmente favorável à legalidade, ao cumprimento das leis, mas a população está sendo multada por não pagar estacionamento da Zona Azul, quando não se encontra o pessoal da empresa, para efetuar o pagamento, o que é um grande absurdo”, lamentou, cobrando ações eficazes do Executivo Municipal.
Sobre suas visitas aos bairros da cidade, Lúcia contou que esteve no Posto de Saúde da Urbis V, e relatou que “pude encontrar uma equipe de pessoal dedicada, que não mede esforços para atender a população da melhor forma, porém com uma estrutura física deteriorada, paredes e tetos mofados, macas rasgadas, janelas e cadeiras quebradas, o mato invadindo o fundo do Posto de Saúde, trazendo insetos, escorpiões, tudo que não poderia haver em uma Unidade de Saúde que atende os conquistenses que precisam desse serviço”, finalizou.
O partido do ex-prefeito Herzem Gusmão está sob novo comando em Vitória da Conquista.
Trata-se da vereadora Lúcia Rocha, que passa a presidir a sigla, conforme nova comissão divulgada nesta quarta-feira (07).
Em contato com a nossa reportagem, a edil, que é pré-candidata a deputada estadual, confirmou a informação.
A comissão ainda é composta pelo presidente da Câmara, Luís Carlos Dudé, os ex-vereadores Álvaro Pithon e Gilmar Ferraz, além do presidente do sindicato dos rodoviários, Álvaro Silva. *Blog do Rodrigo

No início da tarde deste domingo (1º), a cantora e compositora Ava Rocha esteve no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima para uma coletiva de imprensa. A artista se apresenta logo mais, na abertura da Mostra Cinema Conquista – Ano 14, logo após da exibição dos filmes “Não Falo com Estranhos” e “Inferninho”.
A apresentação será uma versão do seu show “Trança”, exclusivamente preparada para a Mostra Cinema Conquista. Sobre isso, a cantora e compositora comenta que “o show se trança com o local, com o momento, com as possibilidades, então, ele está sempre se reinventando”.

Coletiva: Ava Rocha
Segundo Ava, a performance de hoje será dedicada a algumas pessoas bastante significativas em sua vida. “Esse show de hoje é especialmente dedicado a minha avó, Lúcia Rocha, que pariu Glauber, é a mãe dele e é a mãe, de certa forma, do cinema brasileiro. E, portanto, ao meu pai, a minha tia e todas as pessoas queridas da minha família, a minha memória e as minhas raízes”, declarou.
A Mostra Conquista tem início hoje (1º), às 19h, seguindo até o dia 6 com exibições, conferências, oficinas, lançamentos de livros, entre outras atividades. O evento acontece no Centro de Cultura, quadra esportiva da Urbis VI e nos distritos de Iguá, Inhobim, Bate-Pé, São Sebastião e Pradoso, em Vitória da Conquista (BA).
A Mostra Cinema Conquista – Ano 14 tem o apoio cultural do Instituto de Radiodifusão do Estado da Bahia, da Diretoria Audiovisual do Estado, do Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima, da TV Sudoeste, da Cervejaria Devassa e do Restaurante Maria do Sertão. Recebe o apoio institucional da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, através do Curso de Cinema e Audiovisual, Programa Janela Indiscreta e Sistema Uesb de Rádio e TV Educativas. A Mostra Cinema Conquista é uma produção da Movimenta Cultura e Arte e realização do Instituto Mandacaru de Inclusão Sociocultural. Tem o apoio financeiro da Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista e do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia.
A Câmara Municipal de Vereadores de Vitória da Conquista, por meio das Comissões de Direitos Humanos, Cidadania e Defesa da Mulher e de Saúde e Assistência Social, manifesta repúdio ao despacho do Ministério da Saúde (3/5/2019) que considerou o termo “violência obstétrica” ter conotação inadequada. Estas comissões entendem que a exclusão da expressão atrapalha o trabalho humanizado com parturientes e o pleno exercício dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres.
A postura do Ministério da Saúde dificultará a identificação da violência de gênero ocorrida durante a assistência do ciclo gravídico-puerperal, impactando negativamente a saúde pública. Ressalte-se que a violência de gênero ocorrida contra a mulher em estabelecimento de saúde, público ou privado, durante a sua assistência, é considerada um agravo de saúde pública e deve ser objeto de notificação compulsória, conforme disposto na lei federal nº 10.778/2003.
O ato de amenizar condutas violentas cometidas contra as mulheres, sem observar casos específicos e o reflexo do despacho no mundo jurídico, fere o artigo 20 da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro. Também contraria fortemente as políticas públicas de proteção e erradicação da violência contra a mulher e a Convenção de Belém do Pará, além da já citada Lei Federal nº 10.778/2003.
A medida também constitui ato de censura contra importantes atividades científicas desenvolvidas em todo país sobre o tema, por limitar a utilização de dados e evidências nos programas que serão desenvolvidos pelo Ministério da Saúde.
Desta forma, o despacho fere os direitos fundamentais das mulheres, as políticas públicas de identificação, prevenção e erradicação da violência contra mulher e o interesse público.
Para nós, a violência obstétrica continua sendo qualquer ato de irresponsabilidade ou agressão praticado contra gestantes e o bebê durante o atendimento nas maternidades. A Câmara de Vereadores se solidariza com todas as mães do Brasil e reafirma a sua luta contra qualquer violência à mulher, seja ela física, psicológica, verbal, simbólica e/ou sexual.
Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Defesa da Mulher
Comissão de Saúde e Assistência Social