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AÇÕES BAHIA - PROJETOS INSTITUCIONAIS 0526 (2)
CORTINA E CIA COLCHÕES
AÇÕES BAHIA - PROJETOS INSTITUCIONAIS 0526 (1)

Após a desistência de Joe Biden, a plataforma de arrecadação de fundos para a campanha do Partido Democrata à Presidência dos Estados Unidos arrecadou US$ 46,7 milhões (aproximadamente R$ 259 milhões). O valor foi alcançado até às 22h de domingo (21).

O que aconteceu

Arrecadação em um dia bateu recorde. A plataforma ActBlue anunciou nas redes sociais que “este foi o maior dia de captação de recursos do ciclo de 2024”.

Segundo a plataforma, os doadores estão entusiasmados com o novo momento da campanha do partido. A quantia foi arrecadada horas após o atual presidente, Joe Biden, desistir da reeleição e endossar a candidatura de sua vice, Kamala Harris.

Valor continua crescendo. Em atualização, pouco depois das 20h no horário de Brasília, e cinco horas após o anúncio de Biden, a plataforma já havia batido a marca dos US$ 27 milhões. Duas horas após, a quantia já havia chegado aos US$ 45 milhões.

Kamala inicia ofensiva mesmo sem confirmação do partido

A desistência de Joe Biden da campanha à reeleição abriu caminho para uma possível nomeação de Kamala Harris, sua vice-presidente. A democrata ainda precisa da confirmação do partido para se lançar na disputa, mas já iniciou a campanha.

 

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Um apagão cibernético afeta serviços importantes em vários países do mundo nesta sexta-feira (19/7). Empresas aéreas, de telecomunicações e de finanças enfrentam problemas. Segundo agências internacionais, as primeiras informações apontam que os mais atingidos seriam os usuários da Microsoft.

No Brasil, os primeiros relatos de problemas começaram por volta das 7h, relativos a dificuldades em acessar alguns aplicativos de bancos, como os do Bradesco, Pan, Neon e Next. Porém, ainda não há confirmação se a instabilidade está ligada ao apagão global.

A Deutsche Welle, agência de notícias alemã parceira do Metrópoles, confirmou que, de acordo com o website que monitora distúrbios técnicos Downdetector, desde a noite dessa quinta-feira (18/7) foram registrados picos repentinos de incidentes em sites que utilizam aplicativos da Microsoft.

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Ex-presidente dos Estados Unidos e candidato, Donald Trump foi ferido na orelha neste sábado (13), após tiros serem disparados durante um comício lem Butler, na Pensilvânia. Nas imagens do momento, ele aparece com a orelha direita sangrando.

Um porta-voz da equipe do ex-presidente informou que ele passa bem. Em seguida, o próprio Trump escreveu em uma rede social que o tiro atravessou a parte superior da sua orelha. “Senti a bala rasgando a pele”, disse.

A ação está sendo investigada como uma possível tentativa de assassinato. Segundo o Serviço Secreto dos EUA, duas pessoas morreram, sendo uma delas o atirador.

No momento do ataque, o ex-presidente discursava ao microfone. As imagens mostram que ele leva a mão à orelha e se abaixa após o barulho dos tiros. Agentes do Serviço Secreto logo correm e o retiram do palanque.

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Os portais dos principais jornais argentinos amanheceram neste domingo, 7, com manchetes chamando a atenção para as possíveis consequências da visita do presidente da Argentina, Javier Milei, ao Brasil. Os periódicos alertam para possível “ruptura” e “retirada do embaixador brasileiro em Buenos Aires” caso o argentino volte a ofender o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o discurso dele na Conferência de Política Ação e Conservadora (CPAC Brasil), que deve encerrar o evento neste domingo, 7.

Segundo a reportagem do “Clarín”, que afirma ter ouvido fontes da diplomacia brasileira, Lula estaria disposto a “uma represália diplomática muito forte” caso Milei volte a ofendê-lo. O texto cita sobre a possibilidade de o governo brasileiro chamar Julio Bitelli, o embaixador brasileiro no país, para consultas, caso esse cenário se concretize. Se a crise se intensificar, o próximo passo seria a retirada do diplomata da Argentina.

O jornal afirma que uma reação tão forte não ocorreria entre os vizinhos desde 1906, quando o ministro de Relações Exteriores do Brasil, Barão de Rio Branco, convocou o embaixador em meio a conflitos de demarcação de fronteiras.

O “La Nacion” também traz a mensagem que teria sido transmitida pelo governo de Lula, afirmando que, caso Milei volte a insultar o presidente brasileiro, “seria uma situação grave que poderia ter profundas consequências diplomáticas, como a retirada do embaixador em Buenos Aires, e que complicaria muito a relação bilateral, podendo até levar a uma ruptura de relações, como ocorreu com a Espanha”. O jornal afirma que Milei comentou, internamente, que não tem a intenção de atacar Lula.

Outro portal, o “Pagina 12″, publicou um artigo em que fala que Milei está em uma “conferência ultradireitista” com Bolsonaro, e que é esperado que o argentino “redobre suas críticas à Lula”.

A visita de Milei está sendo vista com serenidade pelo Itamaraty. A diplomacia brasileira avalia dois cenários, um onde o argentino sobe o tom contra a esquerda, como fez em viagem recente aos Estados Unidos, e nesse caso não há risco de mal-estar diplomático.

Outra possibilidade é ele partir para ataques pessoais, como fez na visita à Espanha, gerando uma crise entre os dois países após ignorar o premiê socialista Pedro Sánchez e acusar a primeira-dama de corrupção.

Independentemente do viés adotado, a orientação do Itamaraty é não deixar o governo Lula ser pautado pelo presidente argentino. Prevalece o entendimento de que, se for necessário responder Milei, será por meio de uma manifestação única e firme.

 

Karina Ferreira/Estadão

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O ex-comandante do Exército boliviano, Juan José Zúñiga, foi preso após uma tentativa de golpe contra o presidente Luis Arce na noite desta quarta-feira (26). A prisão aconteceu horas após militares liderados por ele invadirem a sede do governo para exigir mudança de gabinete.

Após o caso, o Ministério Público do país abriu uma investigação contra Zúñiga e seus apoiadores. Em documento, o órgão ainda alertou para uma possível fuga do ex-comandante do país. Ainda de acordo com o ofício obtido pela emissora estatal Bolivia TV, a investigação será por atentar contra a soberania do Estado e por delitos de terrorismo.

Antes de ser detido, ex-comandante do exército ainda afirmou, em entrevista, que o presidente da Bolivia teria sinalizado que era preciso “preparar algo” para aumentar a popularidade e que o mandatário estava ciente da tentativa de golpe. “Perguntei a ele se podemos retirar (os veículos militares), então ele (o presidente) respondeu que sim”, disse

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O presidente da Bolívia, Luis Arce, convocou os bolivianos nesta quarta-feira a se mobilizar contra uma tentativa de “golpe de Estado” horas depois de ter pedido respeito à democracia ao denunciar “mobilizações irregulares” de militares em frente à sede presidencial em La Paz, na Praça Murillo, em uma postagem na rede social X (antigo Twitter). Alguns soldados tentaram derrubar uma porta do palácio presidencial com um tanque, testemunharam jornalistas da AFP, pela qual entrou brevemente o general Juan José Zúñiga, destituído na véspera do cargo de comandante das Forças Armadas e nesta quarta substituído por José Wilson Sánchez Velázquez.

— O povo boliviano hoje é convocado, necessitamos que o povo boliviano se organize e mobilize contra o golpe de Estado, em favor da democracia — disse Arce em uma mensagem ao país juntamente com seus ministros desde o palácio presidencial.

Mais cedo, Zúñiga declarou que “a mobilização de todas as unidades militares” buscava expressar seu descontentamento “com a situação do país”, alertando que não permitiria uma possível nova candidatura em 2025 do ex-presidente Evo Morales, que governou a Bolívia de 2006 a 2019.

— Já basta. Não pode haver essa deslealdade — afirmou, acrescentando que continuava obedecendo ao presidente Arce “por enquanto”, mas que tomaria medidas para “mudar o Gabinete de governo”.

No X, o ex-presidente Morales conclamou a população a “defender a democracia frente ao golpe de Estado gestado sob a liderança” do general Zúñiga.

Segundo o El País, o presidente Arce não estava no local no momento do início da mobilização militar, mas na Casa Grande del Pueblo, um edifício adjacente, juntamente com outros membros do Gabinete.

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Aviões e tanques israelenses atacaram diversas localidades na Faixa de Gaza, disseram moradores, enquanto o conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, se reunia neste domingo (18) com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em meio a apelos dos Estados Unidos por uma campanha militar mais focada.

A expectativa é que Sullivan pressione Israel para que ataque os militantes do Hamas de forma direcionada, e não com ofensivas em grande escala à cidade de Rafah, no sul de Gaza, disse a Casa Branca antes das discussões.

As informações são da agência de notícias Reuters.

As forças israelenses também avançaram mais profundamente nas estreitas vielas de Jabalia, no norte de Gaza, durante a noite e neste domingo, retornando a uma área que disseram ter destruído no início do conflito, disseram moradores

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O gabinete de guerra de Israel discutiu nesta segunda-feira (15) uma série de opções para retaliar o Irã após o ataque sem precedentes com mísseis e drones do último sábado (13). Autoridades de Tel Aviv, porém, manifestaram preocupação em não ampliar a guerra na região, segundo a imprensa local.

O Canal 12, mencionando um relatório do governo ao qual teriam tido acesso, disse que a intenção é fazer ações coordenadas com os Estados Unidos, sem desencadear outra guerra regional, mas passando a mensagem de que um ataque dessa magnitude não vai ficar sem reação. O governo americano, porém, tem afirmado que não se juntaria a Israel em qualquer ataque direto ao Irã.

Não foram divulgados detalhes sobre quais ações estão sendo avaliadas pelas autoridades israelenses. O chefe do Estado-Maior de Israel, general Herzi Halevi, disse que Tel Aviv irá retaliar. Já Daniel Hagari, porta-voz das forças israelenses, limitou-se a dizer que a resposta acontecerá “na ocasião e no horário certos”.

Ele visitou uma base militar no sul do país que foi alvo da artilharia iraniana e divulgou um vídeo de uma cratera em um terreno desértico no local —os militares relataram que a instalação sofreu apenas danos leves. “Faremos tudo o que for necessário”, disse Hagari em referência à proteção do Estado de Israel.

Teerã lançou o ataque em resposta ao bombardeio à embaixada iraniana em Damasco, na Síria, que matou membros da Guarda Revolucionária do Irã, em 1º de abril. Nesta segunda, o porta-voz da diplomacia iraniana, Nasser Kanani, disse que líderes ocidentais deveriam “apreciar a moderação iraniana nos últimos meses” em vez de criticar o regime. Segundo analistas, o ataque de sábado também foi calculado de maneira que não detonasse uma guerra regional.

“Em vez de fazer acusações, os países [ocidentais] deveriam culpar a si mesmos e responder à opinião pública pelas medidas que adotaram contra os crimes de guerra cometidos por Israel”, disse Kanani, em referência ao conflito na Faixa de Gaza, iniciado em 7 de outubro, e aos ataques atribuídos a Israel contra alvos aliados de Teerã na Síria e no Líbano —Tel Aviv não costuma assumir a autoria dessas ações.

Já Hossein Amirabdollahian, chanceler do Irã, manifestou-se sobre a eventual retaliação israelense. Em linha com outras declarações já divulgadas pelo regime, ele reiterou que Teerã “responderá imediatamente e com mais força” em caso de novo ataque, mas enfatizou que o país persa não quer aumentar tensões.

O gabinete de guerra do governo de Israel já havia se reunido no domingo (14) para discutir as próximas ações, mas concluiu o encontro sem anunciar novas medidas. Enquanto as negociações se desenrolam, o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, instou a comunidade internacional a “permanecer unida” contra o Irã e ao que chamou de “agressão que ameaça a paz mundial”, segundo nota divulgada por seu gabinete.

O primeiro ataque de Teerã contra Israel desde 1979, ano em que a República Islâmica foi estabelecida no país, levou diversos líderes a se pronunciarem pedindo moderação.

O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, enfatizou a necessidade de evitar um agravamento da crise em uma série de ligações com seus homólogos de Egito, Arábia Saudita, Jordânia, Turquia, Reino Unido e Alemanha, de acordo com declarações do Departamento de Estado.

Já o chanceler britânico, David Cameron, chamou o ataque de “um fracasso total”, embora “imprudente e perigoso”. A ministra das Relações Exteriores da Alemanha, Annalena Baerbock, foi além quando questionada sobre um eventual direito de retaliação de Israel e disse que “o direito à autodefesa significa repelir um ataque”. O presidente da França, Emmanuel Macron, também pediu que Israel evite uma escalada militar.

Na guerra de versões que permeia a guerra, Hagari, o porta-voz militar de Israel, disse que os mortos no bombardeio contra o consulado iraniano em Damasco estavam envolvidos em atividades de “terrorismo contra Israel”, o que Teerã nega.

“O que sei é que os que morreram em Damasco eram membros da força Quds [ala da guarda responsável por operações no exterior]. Eram pessoas envolvidas em terrorismo contra o Estado de Israel”, disse ele, sem atribuir responsabilidade a Tel Aviv na ofensiva. “Entre esses agentes terroristas estavam membros do Hezbollah e assessores iranianos. Não havia um único diplomata lá, pelo que eu saiba. Não sei de nenhum civil morto nesse ataque”.

Militares israelenses disseram ainda que as ofensivas do Irã não desviariam o objetivo de Tel Aviv de eliminar o Hamas em Gaza e de resgatar os mais de cem reféns que continuam em cativeiros no território palestino. Nesta segunda, dezenas de bombardeios voltaram a atingir a cidade de Khan Yunis, no sul da Faixa. Dezoito corpos foram retirados dos escombros, segundo a Defesa Civil local.

Após seis meses de guerra, 33.797 palestinos foram mortos nas ofensivas israelenses em Gaza, segundo o Ministério da Saúde local, controlado pelo Hamas. A maior parte das vítimas, segundo líderes da facção, é de mulheres e crianças.

 

Folhapress

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O Papa Francisco rezou pelas vítimas do ataque terrorista em Moscou durante a Missa de Domingo de Ramos, no Vaticano. O pontífice disse que o atentado foi uma “ação desumana que ofende a Deus”.

“Garanto minhas orações pelas vítimas do vil ataque terrorista perpetrado em Moscou, que o Senhor as receba em sua paz, conforte suas famílias e converta os corações daqueles que realizam essas ações desumanas que ofendem a Deus”, disse o Papa durante missa de Domingo de Ramos, na Praça São Pedro.

O Papa pediu novamente orações por todos os que sofrem com as guerras, mencionando a Ucrânia e Gaza. No final da missa, ele foi conduzido ao redor da praça em um veículo aberto. Acenou e sorriu para as pessoas na multidão.

O Estado Islâmico, que reivindicou a autoria, disse que o atentado faz parte de uma “guerra pelo islã” contra países que, segundo o grupo terrorista, atacam a religião. O ataque terrrorista deixou pelo menos 133 pessoas mortas.

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O Palácio de Buckingham afirmou nesta segunda-feira (5) que o rei Charles III, de 75 anos, está com câncer. Não foi informado qual é o tipo de câncer e nem o estágio da doença.

Os médicos identificaram um outro problema de saúde, descrito como um tipo de câncer – no entanto até a última atualização desta reportagem, não havia sido especificado o tipo de tumor nem o estágio da doença. Além disso, uma fonte da agência de notícias Reuters informou que não se trata de câncer de próstata.

De acordo com a nota do palácio, ele já começou o tratamento. Os médicos recomendaram que ele adie algumas atividades públicas, mas o rei deve seguir com trabalho “de escritório” e obrigações de Estado (ele vai manter os encontros com o primeiro-ministro Rishi Sunak, por exemplo).

O rei está “totalmente confiante” em relação ao tratamento e quer voltar às suas funções públicas assim que possível, disse o palácio.

Ele decidiu tornar o diagnóstico público para evitar especulações e para que isso melhore a compreensão pública do que é ser afetado pelo câncer. A divulgação de uma doença é uma quebra de tradição da família real britânica. De acordo com a agência de notícias Associated Press, durante séculos a realeza do país evitou falar sobre questões de saúde.

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