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AÇÕES BAHIA - PROJETOS INSTITUCIONAIS 0526 (2)
AÇÕES BAHIA - PROJETOS INSTITUCIONAIS 0526 (1)
CORTINA E CIA COLCHÕES

Terminou nesta terça-feira (18) a 3ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) e da União Europeia (UE), em Bruxelas, na Bélgica, onde fica a sede do bloco europeu. O encontro reuniu 60 líderes dos dois continentes, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O evento não ocorria desde 2015 e foi realizado em um cenário de aproximação entre europeus e latino-americanos. A declaração final da cúpula, divulgada pelas chancelarias dos países, tem mais de 40 pontos e abrange diversos temas de interesse comum. Um dos pontos, que tem sido alvo de cobrança de governos de países pobres e em desenvolvimento, refere-se à disponibilização de recursos, por parte das nações mais ricas, para financiar projetos de mitigação e adaptação em relação às mudanças climáticas. 

“Reconhecemos o impacto que as alterações climáticas estão a ter em todos os países, afetando particularmente os países em desenvolvimento e mais vulneráveis, incluindo os pequenos Estados insulares em desenvolvimento, no Caribe, as regiões ultra-periféricas da União Europeia, os países e territórios ultramarinos associados à União Europeia e países em desenvolvimento sem litoral. Ressaltamos a importância de cumprir o compromisso dos países desenvolvidos em conjunto para mobilizar prontamente US$ 100 bilhões por ano para o financiamento climático e para apoiar os países em desenvolvimento e dobrar o financiamento para adaptação até 2025”, diz um trecho da declaração.

Em seu discurso, na abertura da cúpula, Lula voltou a criticar os países ricos por não cumprirem a promessa, feita em 2009, de destinar os US$ 100 bilhões ao ano para os países em desenvolvimento, como forma de compensação pela crise do aquecimento global e necessidade de contenção das emissões de carbono, para manter a meta de aumento de até 1,5 grau Celsius na temperatura do planeta até o fim do século, o objetivo mais ambicioso da comunidade internacional.

A declaração aponta “profunda preocupação com a guerra em curso contra a Ucrânia” e pede esforços de paz justa e sustentável na região. Em outro ponto, aborda a grave situação humanitária no Haiti, prometendo esforços internacionais para ajudar o país superar a complexa crise que vive há décadas. Sobre a Venezuela, o texto defende um diálogo construtivo entre as partes nas negociações lideradas pela Venezuela na Cidade do México. O mesmo assunto foi discutido em uma reunião paralela envolvendo os presidentes da França, do Brasil, da Argentina e Colômbia, além de representante da União Europeia, com governo e oposição venezuelanos.

O documento também reafirma diversos compromissos nas áreas de comércio justo, saúde, segurança pública, combate à pobreza e às desigualdades. A próxima cúpula Celac-UE deverá ser realizada em 2025, desta vez em algum países latino-americano ou caribenho.

Em seu último dia nesta viagem à Bélgica, o presidente Lula manteve encontros bilaterais com chefes de governo da Alemanha, Suécia, Dinamarca e Áustria. Ele também participou de um café da manhã com lideranças progressistas e democratas latino-americanas e europeias. Lula retorna ao Brasil na manhã de quarta-feira (18), após conceder uma coletiva de imprensa ainda em Bruxelas.

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O escritor tcheco Milan Kundera, autor de “A Insustentável Leveza do Ser” – um dos principais romances do século XX – morreu em Paris aos 94 anos. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (12) pelo grupo editorial francês Gallimar.

A TV estatal da República Tcheca também anunciou a morte de Kundera, que nasceu na cidade tcheca de Brno em 1929. Ele vivia em Paris desde 1975.

O escritor se exilou na França à época, após ser condenado em seu país natal por criticar a invasão de tropas soviéticas à Tchecoslováquia em 1968, que reprimiu a Primavera de Praga, como ficou conhecido o movimento de democratização feito pelo governo da época.

Em seu primeiro romance, “A Brincadeira”, de 1967, ele retratou e satirizou o regime comunista da Tchecoslováquia.

Kundera chegou a perder a nacionalidade tcheca e foi naturalizado francês. Anos depois, ele ganhou o Prêmio Nacional de Literatura de seu país de origem.

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O papa Francisco, de 86 anos, passou uma segunda noite tranquila no hospital Gemelli, em Roma, onde continua sua convalescença de vários dias após uma operação abdominal, anunciou o Vaticano nesta sexta-feira, 9.

O sumo pontífice argentino foi submetido a uma cirurgia na quarta-feira sob anestesia geral por três horas para remover “aderências” dolorosas na parede abdominal como resultado de uma operação de cólon em 2021.

“A noite passada também foi boa”, disse a assessoria de imprensa da Santa Sé em um breve comunicado na manhã desta sexta-feira, acrescentando que mais informações serão fornecidas durante o dia.

O papa está submetido a uma dieta hídrica e sua evolução é regular, informou o Vaticano na quinta-feira. “Sua saúde geral é boa, ele está acordado e respirando naturalmente”, segundo sua equipe médica.

Francisco deveria passar vários dias internado no décimo andar da Policlínica Gemelli, conhecido como o “hospital dos papas”, no mesmo quarto que João Paulo II ocupou em inúmeras ocasiões.

O Vaticano informou que todas as suas audiências foram canceladas até 18 de junho.

O papa tem um longo histórico médico. Aos 21 anos sofreu uma pleurisia, doença grave que levou à retirada parcial de um pulmão, além de problemas no joelho e no quadril.

Em várias ocasiões reduziu as suas obrigações devido ao seu estado de saúde, o que alimenta incertezas e especulações.

No final de março, o pontífice foi internado no hospital Gemelli por causa de uma infecção respiratória que o obrigou a tomar antibióticos por três dias.

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O Papa Francisco, de 86 anos, passará por uma cirurgia no intestino na tarde desta quarta-feira (7), no hospital Gemelli, em Roma, informou o Vaticano em um comunicado. Segundo o Vaticano, a expectativa é que o pontífice fique internado por alguns dias.

O comunicado do Vaticano informou que a operação foi necessária para reparar uma laparocele, uma hérnia que às vezes se forma sobre uma cicatriz geralmente resultante de uma cirurgia anterior. Também pode ser causada por obesidade, idade ou fraqueza dos músculos da parede abdominal.

A equipe médica do hospital decidiu nos últimos dias que a cirurgia – que será realizada sob anestesia geral – é necessária porque a condição estava causando oclusões intestinais dolorosas.

Francisco chegou ao hospital às 11h30 de Roma (6h30 de Brasília).

Na terça (6), Francisco foi submetido a uma bateria de exames no mesmo hospital.

No final de março, o Papa foi internado para tratar uma infecção respiratória. O porta-voz do Vaticano, Matteo Bruni, a princípio anunciou que Francisco iria fazer exames de rotina, marcados anteriormente, mas ele acabou ficando no hospital por alguns dias.

Depois, informou que o papa tinha recebido um diagnóstico de infecção respiratória. Bruni revelou que, à época, Francisco já vinha sentindo muito cansaço.

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Dois meses após ser internado com quadro de bronquite, o papa Francisco, 86, voltou ao hospital nesta terça-feira (6) em Roma, na Itália, para ser submetido a exames médicos. Questionados, o Vaticano e a unidade de saúde não comentaram o assunto.
O pontífice foi a um departamento especializado no tratamento de pacientes idosos, segundo as agências de notícias italianas ANSA e AGI. Ele chegou ao hospital às 10h40 no horário local (5h40 em Brasília).
Francisco, que celebrou dez anos de seu pontificado em março, tem sofrido com uma série de doenças nos últimos anos e costuma usar uma cadeira de rodas ou uma bengala em suas aparições públicas por causa de dores persistentes no joelho.
No mês passado, o papa precisou cancelar audiências após apresentar febre. Antes, em março, ele recebeu diagnóstico de bronquite e ficou cinco dias internado —o argentino está no geral mais exposto a doenças respiratórias por ter retirado parte de um dos pulmões quando tinha 20 e poucos anos.
Em entrevista à rede Telemundo, exibida há duas semanas, o líder disse que a doença respiratória foi “tratada a tempo”. “Se tivéssemos esperado mais algumas horas, teria sido mais grave”, afirmou.
Ao falar sobre as dores no joelho, Francisco disse estava “muito melhor”. “Já consigo caminhar, o joelho está melhorando. Alguns dias são mais dolorosos, mas isso faz parte do desenvolvimento”, acrescentou.
A hospitalização em março ressuscitou especulações sobre uma possível renúncia do argentino por razões de saúde após o precedente histórico estabelecido por seu antecessor, Bento 16 —papa emérito por quase uma década e morto no final do ano passado aos 95 anos.
Em dezembro, Francisco revelou à imprensa que assinou ainda no início de seu papado uma carta de renúncia na eventualidade de que seus problemas de saúde o impedissem de desempenhar suas funções. Ele reiterou em várias ocasiões que não descarta deixar o cargo caso seus problemas nesse âmbito se agravem —embora tenha declarado em viagem à República Democrática do Congo que renúncias do tipo não deveriam “virar moda”.
O papa ainda sofre de diverticulite, uma doença que pode infectar ou inflamar o cólon, de dor ciática crônica, e há dois anos foi operado para remover parte do intestino. Meses atrás, o pontífice disse que a condição havia retornado e estava gerando ganho de peso, mas que isso não era fonte de preocupação.
Apesar dos problemas de saúde, Francisco mantém uma agenda cheia. O Vaticano anunciou no sábado (3) planos para que ele visite a Mongólia de 31 de agosto a 4 de setembro. Antes disso, ele deve visitar Portugal de 2 a 6 de agosto para participar da Jornada Mundial da Juventude, em Lisboa, e visitar o Santuário de Fátima.

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O assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, disse neste sábado (20) que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, deseja se encontrar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para falar sobre a guerra da Ucrânia durante a cúpula do G7, em Hiroshima, no Japão.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, também propôs a Lula uma reunião bilateral durante a cúpula dos líderes no Japão.

A agenda de Lula divulgada pelo governo brasileiro para o domingo (21), último dia de atividades do encontro, não prevê a reunião com o presidente americano.

Além de Lula, Sullivan afirmou que Biden também deseja conversar com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, sobre o mesmo assunto. Modi se reuniu com Zelesnky neste sábado. O presidente ucraniano pediu que o governo indiano deixe a posição de neutralidade e reconheça a violação do território da Ucrânia pela Rússia.

Neste sábado (20), Lula se reuniu com o presidente da França, Emmanuel Macron, e com o primeiro-ministro alemão, Olaf Scholz.

Com Macron, Lula discutiu o conflito armado entre Rússia e Ucrânia, além da preservação da Amazônia, da qual a França faz parte com o território ultramarino da Guiana Francesa, e a guerra da Ucrânia.

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Um garoto de 18 anos sob posse de 3 armas de fogo saiu andando e atirando aleatoriamente em uma comunidade no estado do Novo México, nesta segunda-feira (15), deixando 3 mortos e ferindo outros 6.

Os policiais que responderam a relatos de tiros disparados encontraram o agressor em poucos minutos e o mataram.

O tiroteio foi “honestamente um dos dias mais horríveis e difíceis que Farmington já teve como comunidade”, disse o chefe de polícia de Farmington, Steve Hebbe.

As identidades do atirador e das vítimas não foram divulgadas imediatamente.

Os policiais começaram a receber relatos de tiros por volta das 10h57. O primeiro policial chegou às 11h02 e três minutos depois o atirador havia sido morto, disse Hebbe.

Um policial de Farmington foi baleado e levado para o hospital, onde foi tratado e liberado.

Mais de 220 ataques a tiros foram registrados este ano no país, segundo números da organização não governamental Gun Violence Archive. Episódios de violência com armas de fogo são frequentes nos Estados Unidos, um país no qual há mais armas do que pessoas, e onde as tentativas de reduzir a sua proliferação encontram forte resistência.

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O rei Charles III do Reino Unido foi coroado neste sábado (6) com a coroa de St. Edward, na Abadia de Westminster, em Londres – acompanhe o evento. Aos 74 anos, Charles assume a função em um momento delicado, com a economia britânica à beira de uma recessão e a família envolvida em uma série de polêmicas (veja abaixo como foi a cerimônia).

Casada com Charles, a rainha Camilla também foi coroada no evento — ela tem o título de rainha consorte, que é dado à esposa do rei vigente. Em tese, uma rainha consorte tem a mesma posição social e o status do cônjuge. Historicamente, no entanto, não possui os mesmos poderes políticos.

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Neste mês, a Índia está ultrapassando a China em tamanho de população, segundo projeções da Organização das Nações Unidas (ONU). Com isso, pela primeira vez em séculos, a China está deixando de ser a nação com mais cidadãos, e a Índia assume esse posto. A data exata desta mudança no ranking de países mais populosos não foi informada, mas a ONU previa que isso ocorreria até o fim de abril.

  • A Índia tem 1,428 bilhão de habitantes
  • A China tem 1,425 bilhão de habitantes

 

Desde 1950, quando a Organização das Nações Unidas (ONU) começou a contabilizar os tamanhos as populações do país do mundo, a China sempre foi a nação mais populosa do planeta.

A China provavelmente já era o país mais populoso por centenas de anos antes: estima-se que em 1750 havia 225 milhões de chineses, o que a tornava a mais numerosa do globo naquele ano.

Por que mudou?

 

A China tem uma população envelhecida e com crescimento estagnado. Nos anos 1980, a China instaurou a política do filho único. Um dos resultados foi a estagnação do crescimento, mesmo depois do fim da política do filho único. Agora a população chinesa está prestes a encolher. As projeções apontam que em 2050 a população chinesa vai ser 8% menor do que a atual.

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Ao menos 45 pessoas, incluindo um bebê, morreram neste domingo (26) após uma embarcação com migrantes naufragar nas proximidades da cidade de Crotone, na Itália. Mais de 80 pessoas foram resgatadas com vida.
Segundo a imprensa italiana, a embarcação transportava de 150 a 250 pessoas. Os imigrantes eram principalmente do Afeganistão, Irã e Paquistão. Algumas pessoas continuam desaparecidas.
A agência italiana AGI informou que o barco tinha excesso de peso e partiu ao meio ao ser atingido por uma grande onda. Entre as vítimas está um “recém-nascido”, segundo um dos bombeiros que participa das operações de resgate.
O naufrágio aconteceu poucos dias depois da aprovação no Parlamento italiano de novas regras para o resgate de migrantes, apoiadas pelo governo de ultradireita. A nova lei obriga os navios humanitários a fazer apenas um resgate por saída ao mar, o que, segundo os críticos da medida, aumenta o risco de mortes no Mediterrâneo central, área considerada a travessia mais perigosa do mundo para os migrantes.
A primeira-ministra Giorgia Meloni, líder do partido Irmãos da Itália, chegou ao poder em outubro com uma coalizão que prometeu a diminuição da chegada de migrantes ao país.
De acordo com o Projeto de Migrantes Desaparecidos da Organização Internacional para as Migrações, 20.333 pessoas morreram ou desapareceram no Mediterrâneo central desde 2014.

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