A Rússia começou a vacinar seus militares contra o novo coronavírus, anunciou o ministro da Defesa, Sergei Shoigu, nesta sexta-feira (27). O imunizante desenvolvido pelo país foi batizado de Sputnik V.
No total, mais de 400 mil soldados serão vacinados nesta campanha, lançada por determinação do presidente Vladimir Putin, disse Shoigu, citado no comunicado do Exército russo.
No início de setembro, o próprio ministro disse que se vacinou com a vacina russa Sputnik V, preparada pelo centro de pesquisas Gamaleya de Moscou, em parceria com o Ministério da Defesa.
Atualmente em ensaios clínicos de fase 3, a vacina russa é 95% eficaz, de acordo com seus criadores.
A Rússia, quarto país em número de infecções, atrás de Estados Unidos, Índia e Brasil, registrou novo recorde de 27.543 casos de contágio detectados em 24 horas, além de 496 mortes.
O país acumula 2.215.533 casos de coronavírus desde o início da epidemia, com 38.558 óbitos. *G1
O corpo de Diego Armando Maradona começou a ser velado por volta das 6h desta quinta-feira (26) na Casa Rosada, a sede do governo da Argentina.
Nas primeiras horas, a entrada do público no local tem sido marcada por pequenos tumultos devido à quantidade de pessoas. O velório deve ocorrer até as 16h. Imagens mostram uma multidão formar fila na Plaza de Mayo, em frente à Casa Rosada, para prestar uma última homenagem ao ídolo argentino.
Por volta das 7h30, houve um princípio de confronto entre a polícia e torcedores que foi controlado. Algumas grades que cercam a Casa Rosada chegaram a ser arremessadas por torcedores.
Muitos tentavam entrar ao mesmo tempo no local, mas o fluxo é controlado na porta do palácio presidencial.
Dentro do palácio presidencial, torcedores emocionados jogam flores e camisetas sob o caixão, que está fechado e coberto pela bandeira da Argentina e por camisas da seleção e do Boca Juniors.
O governo do presidente Alberto Fernández declarou luto oficial de três dias, e estima-se que cerca de 1 milhão de pessoas participem do funeral. Fonte: G1.
VEJA:
Maior jogador da história do futebol argentino, Diego Armando Maradona morreu nesta quarta-feira (25) aos 60 anos.
Maradona sofreu uma parada cardiorrespiratória em sua casa em Tigre, segundo o jornal argentino “Clarín”.
Maradona já havia preocupado os fãs no começo do mês, quando foi internado às pressas, com sintomas de anemia. Na época, foi descoberta uma pequena hemorragia no cérebro, e o ex-jogador precisou passar por uma cirurgia para drená-la. Após mais de uma semana de internação, ele recebeu alta no dia 12 de novembro e teria ficado em casa no período.
Campeão mundial com a Argentina em 1986, Maradona teve sua carreira marcada pela genialidade em campo e pelas polêmicas fora dele. O camisa 10 defendeu a seleção em 91 jogos, atuando em quatro Copas do Mundo: 1982, 1986, 1990 e 1994. No Mundial dos Estados Unidos, viveu um dos piores momentos de sua trajetória, quando foi pego no exame antidoping ainda na primeira fase da competição. *GE
Joe Biden e Donald Trump disputam nesta terça (3) uma eleição presidencial que deve bater recorde histórico de participação, com mais de 150 milhões de votos.
O número se torna ainda mais impressionante ao lembrar que o voto não é obrigatório nos Estados Unidos. Em 2016, cerca de 60% dos 240 milhões dos cidadãos aptos votaram, mas este ano a porcentagem deve ficar acima dos 65%, segundo projeções.
Quando será anunciado o vencedor, porém, ainda é incerto. Diferentemente de 2016, quando Trump foi confirmado vitorioso já na madrugada seguinte ao dia da votação, é esperado que a apuração dos votos neste ano demore mais.
Isso porque alguns estados só começam a contar os votos que chegam por correspondência após o fechamento das urnas. Como é preciso validar a autenticidade da cédula e, em 2020, houve aumento nessa modalidade de votação, a demora é prevista pela maioria dos analistas eleitorais americanos.
Para vencer a eleição e se tornar presidente, não basta conquistar a maior quantidade de votos populares. Os Estados Unidos adotam o sistema de Colégio Eleitoral, que tem 538 integrantes. Um candidato à presidência precisa garantir 270 deles para chegar ao cargo.
Quando os eleitores norte-americanos votam, eles na verdade estão decidindo para quem vão entregar os delegados de seus estados. E estados com mais habitantes têm mais delegados no Colégio Eleitoral. O sistema do Colégio Eleitoral existe justamente para que estados mais populosos tenham peso maior na decisão.
Um homem de 47 anos, suspeito de manter contato com o autor do ataque que matou três pessoas na França, nessa quinta-feira (29), foi preso. Ele teria tido contato com o agressor na véspera do atentado, segundo relatos de uma fonte judicial à agência France Presse (AFP).
O crime ocorreu dentro de uma igreja, na cidade de Nice. Uma das vítimas é a baiana Simone Barreto Silva, de 44 anos. Esfaqueada, ela tentou se refugiar em um restaurante ao lado do templo, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. A brasileira, que tinha três filhos, vivia há 30 anos na França e trabalhava como cuidadora de idosos.
Já o criminoso foi identificado como tunisiano Brahim Aouissaoui, de 21 anos. Ao desferir os ataques, ele gritou diversas vezes “Allahu Akbar”, que significa “Deus é grande” em português. De acordo com o G1, ele está hospitalizado após ter sido ferido com pelo menos seis tiros.
Pela primeira vez na história, duas mulheres ganharam juntas o Nobel de Química. Emmanuelle Charpentier e Jennifer A. Doudna levaram o Prêmio Nobel 2020 em Química, anunciou a Academia Real de Ciências da Suécia nesta quarta-feira (7). Elas são responsáveis pelo desenvolvimento de um método de edição do genoma, chamado de Crispr.
Emmanuelle Charpentier é francesa, tem 51 anos e é diretora do Instituto Max Planck de Biologia de Infecções em Berlim. Já Jennifer Doudna é norte-americana de 56 anos e professora da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos.
De acordo com o G1, Charpentier falou com a imprensa logo após o anúncio do prêmio e respondeu a uma pergunta sobre o prêmio inédito para duas mulheres.
“Eu gostaria de passar uma mensagem positiva a meninas que gostariam de seguir o caminho da ciência. Acho que nós mostramos a elas que, em princípio, uma mulher na ciência pode ter impacto na ciência que elas estão fazendo. Espero que Jennifer Doudna e eu possamos passar uma mensagem forte às meninas”, disse.
Depois de o médico da Casa Branca, Sean Conley, afirmar neste sábado (3) que Donald Trump, 74, está “passando bem”, o chefe de gabinete do presidente dos EUA, Mark Meadows, disse a jornalistas que o líder republicano está passando por um período “muito preocupante” e que as próximas 48 horas serão vitais para a recuperação do americano.
As informações contraditórias -divulgadas com minutos de diferença e cercadas de polêmicas- deixaram o mundo sem saber qual é o real estado de saúde do presidente americano.
A declaração de Meadows foi inicialmente repassada sob condição de anonimato a um grupo de jornalistas que tem acesso direto aos eventos oficiais e é responsável por distribuir informações da Casa Branca aos demais repórteres.
Ao longo do dia, porém, diferentes veículos de imprensa dos EUA confirmaram que o chefe de gabinete era o responsável pela informação.
“Os sinais vitais do presidente nas últimas 24 horas foram muito preocupantes e as próximas 48 horas vão ser críticas em termos de seu tratamento”, disse Meadows a jornalistas logo após Conley dar uma entrevista coletiva que ia pelo caminho contrário.
O médico da Casa Branca afirmou instantes antes que não teve febre nas 24 horas anteriores, mas foi evasivo ao ser questionado sobre o uso suplementar de oxigênio pelo presidente e deixou dúvidas sobre a data exata do diagnóstico de Covid-19 dado ao líder republicano.
“Estamos extremamente felizes com o progresso do presidente”, disse, em frente ao hospital militar Walter Reed, para onde Trump foi transferido no fim da tarde de sexta-feira para receber atendimento médico imediato caso seja necessário. Não há, entretanto, segundo o médico, uma previsão de alta para o líder americano.
De acordo com Conley e outros membros da equipe que atende o presidente, Trump teve febre baixa, tosse e congestão nasal, mas o médico da Casa Branca deu respostas vagas quando questionado se o republicano precisou de oxigênio suplementar.
Mais de uma vez, Conley afirmou que Trump não estava usando oxigênio neste sábado, mas, diante de perguntas mais específicas dos jornalistas presentes, ele evitou cravar uma resposta definitiva.
“Quinta-feira, sem oxigênio. Nenhum neste momento, e ontem [sexta-feira (2)], enquanto estávamos todos aqui, ele não estava recebendo oxigênio”, disse o médico.
A afirmação levantou dúvidas sobre o uso de oxigênio suplementar pelo presidente ainda na Casa Branca, antes da internação no hospital militar. O jornal The New York Times afirmou já neste sábado que Trump precisou receber oxigênio na sexta na residência oficial da Presidência e que, por isso, ele foi internado.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que foi diagnosticado com o novo coronavírus. Sua esposa, Melania Trump, também foi infectada.
De acordo com o mandatário norte-americano, os dois entraram em quarentena imediatamente após a confirmação do diagnóstico. Eles fizeram o exame depois que uma assessora de Trump, que esteve com ele no debate presidencial realizado nessa quarta-feira (30), testou positivo para a doença.
O jornal “Le Monde” informou que duas vítimas precisaram ser socorridas em estado de “urgência absoluta”. A rua Nicolas Appert, onde o episódio ocorreu, foi completamente bloqueada. A polícia informou que perímetro de segurança foi estabelecido no torno das antigas instalações por causa de um “pacote suspeito”.
O grupo terrorista Al-Qaeda lançou recentemente novos apelos para atacar o jornal depois que ele republicou as charges do profeta Maomé.
O ataque desta sexta acontece enquanto ocorre o julgamento dos considerados cúmplices dos ataques de janeiro de 2015 que deixaram 17 mortos – 11 deles na redação do jornal satírico.
Robert Pattinson testou positivo para Covid-19, segundo o site da revista “Vanity Fair”. De acordo com a publicação, ele foi o membro da equipe de “The Batman” que causou a nova interrupção nas gravações anunciada nesta quinta-feira (3) pelo estúdio.
A revista diz que a informação foi confirmada por “fontes em cargos elevados”, mas a Warner Bros. afirmou que não comentaria sobre casos individuais. Representantes do ator também não responderam.
Oficialmente, o estúdio interrompeu as gravações por causa de uma pessoa não especificada.
“Um membro da produção de ‘The Batman’ testou positivo para Covid-19, e está isolado de acordo com protocolos estabelecidos”, afirmou um porta-voz da Warner em nota. “As gravações estão pausadas temporariamente.”