A Rússia pretende ser o primeiro país do mundo a aprovar uma vacina contra o novo coronavírus, segundo a imprensa dos EUA. De acordo com os relatos de fontes russas, os pesquisadores trabalham para conseguir a aprovação até o dia 10 de agosto, daqui a duas semanas.
A pesquisa, no entanto, ainda não divulgou nenhum dado sobre eficácia ou segurança para análise independente, o que pode indicar um medicamento com pouca segurança. O estudo é realizado pelo Instituto Gamaleya, do governo russo e supostamente terá seus resultados divulgados em breve.
De acordo com fontes ouvidas pela CNN norte-americana, os trabalhadores da saúde da Rússia serão os primeiros a receber a nova vacina.
“É um momento como o do Sputnik”, disse Kirill Dmitriev, diretor do fundo soberano russo que financia a pesquisa. Em 1957, a antiga União Soviética largou na frente na corrida espacial da Guerra Fria ao colocar em órbita o Sputnik, o primeiro satélite artificial do mundo.
A história aconteceu na Palestina. A senhora Rasmi, de 73 anos, morreu em 16 de julho, enquanto seu filho a observava sentado na janela do quarto.
Quando a palestina Rasmi Suwaiti, de 73 anos, foi internada por causa da Covid-19, seu filho, Jihad Al-Suwaiti, de 30 anos, passou a visitá-la todos os dias no hospital.
Sem poder entrar no local por causa do risco de contaminação, a solução encontrada por Jihad foi escalar a parede até a janela do quarto em que sua mãe estava.
Segundo informações da rede Al Jazeera, Jihad visitou a mãe pela janela do quarto do hospital todos os dias até a data da morte dela, ocorrida em 16 de julho. Matéria: G1.com
Após o presidente Donald Trump revelar que os Estados Unidos poderiam restringir a entrada de brasileiros, a medida foi confirmada, neste domingo (24). Segundo informações do G1, por meio de um decreto, ele veta, a partir do dia 29 de maio, a entrada de qualquer pessoa proveniente do Brasil em seu país. “Não quero que as pessoas venham aqui e infectem o nosso povo”, disse ele à época, explicando que a iniciativa se daria para conter o avanço do novo coronavírus.
“Hoje o presidente tomou a ação decisiva para proteger nosso país, ao suspender a entrada de estrangeiros que estiveram no país [Brasil] durante um período de 14 dias antes de buscar a admissão nos Estados Unidos”, informou a secretária de imprensa da Casa Branca, Kayleigh McEnany, em comunicado.
“A ação de hoje irá garantir que estrangeiros que estiveram no Brasil não se tornem uma fonte adicional de infecções em nosso país. Essas novas restrições não se aplicam aos voos comerciais entre os EUA e o Brasil”, acrescenta. Hoje o Brasil é o segundo país com maior número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus, atrás apenas dos Estados Unidos.
A medida, no entanto, não será aplicada a pessoas residentes nos EUA, pessoas casadas com cidadãos americanos ou tenham residência no país. Ficam de fora também filhos ou irmão de americanos ou residentes permanentes, desde que sejam menores de 21 anos. Podem entrar ainda membros de tripulações de empresas aéreas ou pessoas que convidadas pelo governo dos Estados Unidos.
O rock’n’roll está de luto. Little Richard, um dos pioneiros do gênero, morreu neste sábado (9), aos 87 anos. A causa ainda é desconhecida.A informação foi confirmada por Danny Penniman, filho do músico, em entrevista para a revista Rolling Stone.
Nos últimos anos, Little Richard estava com a saúde debilitada, com problemas no quadril, além de ter sofrido um derrame.Little nasceu em 5 de dezembro de 1932, em Macon, na Geórgia. Ainda na adolescência, na década de 40, ele iniciou seu envolvimento com a música.
Ao longo de sua carreira, Little Richard vendeu mais de 30 milhões de disco no mundo. Ele foi responsável por hits como “Long Tall Sally”, Tutti Frutti”, “Rip It Up” , “Lucille”, “Good Golly Miss Molly”, entre outros. Além disso, influenciou bandas e artistas como o Beatles, Otis Redding, Creedence Clearwater Revival e David Bowie.
No mundo de 2020, confinado devido à pandemia de COVID-19, o dia 1º de Maio, sem as tradicionais passeatas, será totalmente inédito, mas os sindicatos aproveitarão a data para ressaltar o papel crucial dos trabalhadores na linha de frente da crise de saúde.
Este Dia do Trabalho, evento coletivo por excelência, será “inédito na história sindical”, destaca o historiador francês Stéphane Sirot, especialista em movimentos sociais.
“É como um 1º de Maio em tempos de guerra. Mas é a primeira vez que a situação de saúde entra em jogo”, afirmou à AFP.
No momento em que metade da humanidade está confinada e depois que o novo coronavírus matou mais de 200.000 pessoas, as manifestações estão proibidas, mas os sindicatos imaginam outras formas de mobilização.
“Embora estejamos confinados, vamos todos nos manifestar em 1º de Maio com faixas, bandeiras, ou invadindo as redes sociais, e dar a este dia uma verdadeira força coletiva”, escreveram vários sindicatos na França, onde geralmente acontecem grandes passeatas nesta data.
Os sindicatos pretendem homenagear em especial os “esquecidos” e “invisíveis” da sociedade, que continuam trabalhando, com frequência colocando a própria vida em risco, como os profissionais da saúde, funcionários dos supermercados, ou garis.
Na Itália, um dos países europeus mais afetados pela pandemia, com mais de 25.000 mortos, o grande show que tradicionalmente é organizado pelas principais centrais sindicais nesta data, em Roma, acontecerá sem a presença do público.
Vários artistas foram convidados para uma apresentação no Auditorium, grande palco musical da capital, para um espetáculo que recebeu o título “Trabalho seguro: construindo o futuro”, que será exibido ao vivo pelo canal público Rai 3.
Os sindicatos do Reino Unido também cancelaram os eventos planejados, mas destacaram que é “mais importante do que nunca destacar a contribuição dos trabalhadores” em tempos de crise.
Os britânicos receberam o pedido para publicar um vídeo curto nas redes sociais com o agradecimento a um trabalhador que fez a diferença em sua vida.
Na Grécia, país com forte tradição sindical, a Confederação de Trabalhadores do Setor Privado (GSEE) afirmou que “respeita as instruções relativas à proibição de reuniões com mais de dez pessoas”.
Diante do fantasma de uma nova recessão após dez anos de crise, não está descartado, porém, que os sindicatos comunistas organizem um comício simbólico diante do Parlamento de Atenas.
– Em casa –
Em Cuba, a Central dos Trabalhadores (CTC; única) pediu às pessoas que celebrem em suas casas e estimulou iniciativas nas redes sociais.
“A comemoração desta data terá nossos lares como palco, nesta ocasião, hoje convertidos, junto à família, em trincheira decisiva na batalha crucial contra a pandemia que nos assola, que exige de todos cada vez mais disciplina social, responsabilidade individual e coletiva”, afirmou o secretário-geral, Ulises Guilarte.
“Dia 1º de Maio: Mais fortes juntos, mas cada um por sua conta”. Este é o lema na Dinamarca, onde o Dia do Trabalho será exclusivamente virtual, liderado pela maior organização sindical, FH, que reúne todas as iniciativas no Facebook.
Na Suécia e Noruega, as celebrações também acontecerão na Internet, sob o lema “segurança para a saúde e o trabalho”.
– Controvérsias –
No Uruguai, a maior central sindical, PIT-CNT, solicitou ao presidente Luis Lacalle Pou autorização para uma transmissão nacional de rádio e televisão para divulgar uma mensagem que substitua o tradicional grande ato de 1º de Maio.
Lacalle Pou rejeitou a possibilidade, argumentando que a política governamental sobre o uso deste recurso “contempla apenas necessidades de caráter nacional que envolvam as instituições governamentais”.
A central sindical optou por organizar quatro “pequenos atos” que cumpram os critérios das autoridades de saúde, com a leitura de um discurso de cinco a seis minutos.
Na Indonésia, os sindicatos pretendem manter as manifestações do Dia do Trabalho em Jacarta, que reúnem dezenas de milhares de pessoas, apesar da proibição da polícia.
Na China, onde o coronavírus foi detectado em dezembro, a situação retornou à normalidade, e o governo ampliou por mais dois dias o tradicional feriado de 1º de Maio com a esperança de estimular o comércio e o turismo.
Além do símbolo do 1º de Maio, a verdadeira questão, segundo o historiador Stéphane Sirot, é como se desenvolverá a ação sindical nos próximos meses, ante uma “fratura social” que deve afetar a maioria dos países.
“A ação dos sindicatos será muito complicada. As concentrações em massa, uma de suas ferramentas essenciais, continuarão proibidas mesmo após o fim dos confinamentos estritos”, argumentou.
“O ativismo sindical se baseia em passeatas, reuniões, manifestações, contatos, mas, em uma época de distanciamento social, isto vai ser complicado”, conclui Sirot.
TEXTO: Estado de Minas.
Gene Deitch, ilustrador que fez episódios de desenhos como “Tom e Jerry” e “Popeye”, morreu aos 95 anos na madrugada de sexta-feira (17) em Praga, na República Tcheca.
Seu editor, Petr Himmel, disse à agência Associated Press que ele morreu “inesperadamente”, mas não deu mais detalhes sobre a causa.
Deitch nasceu em Chicago, nos EUA, mas vivia em Praga desde 1959. Ele ilustrou episódios de “Tom e Jerry” e “Popeye” no início dos anos 1960.
Ele também dirigiu o curta de animação “Munro”, que ganhou o Oscar em 1961 – o prêmio foi, oficialmente, para o produtor do filme, William L. Snyder.
Fonte: G1.com
Um estudo assinado por pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, indica que o distanciamento social terá que ser mantido, de modos diferentes e em estratégias intermitentes até 2022. O objetivo é evitar que o novo coronavírus continue a colocar em risco os sistemas de saúde do mundo.
Os pesquisadores utilizaram dados sobre o novo coronavírus e sobre outras formas de vírus da mesma família para tentar simular uma enorme variedade de cenários de evolução da Covid-19 ao longo dos próximos anos, chegando até 2025.
Os resultados da pesquisa foram publicados na revista especializada Science.
Reportagem da Folha destaca que em meio a inúmeras incertezas está o fato de que ainda não está claro como ficará a imunidade das pessoas que já tiveram a doença e se recuperaram.
Mas, considerando tudo o que sabe sobre os parentes do vírus que circularam ou ainda circulam pelo planeta, a resistência ao parasita, criada por uma primeira infecção que o organismo debelou produzindo anticorpos, será temporária, durando apenas um ou dois anos.
A partir disso foi possível constatar que a tendência é que o novo coronavírus, Sars-CoV-2, passe a circular todos os anos, ou a cada biênio, tal como outros coronavírus que hoje causam formas de resfriado.
Informações: Bahia Notícias.
O vulcão Anak Krakatau (também conhecido como Anak Krakatoa), na Indonésia, entrou em erupção após uma violenta explosão no início da madrugada deste sábado (11). Não há registro de vítimas.
A coluna de fumaça e cinzas subiu até 500 metros. A explosão, que foi ouvida na capital, Jacarta, a 150 km do vulcão, foi a mais violenta e a mais longa desde dezembro de 2018, quando desencadeou um tsunami que matou 281 pessoas e deixou mais de mil feridos na Indonésia.
Anak Krakatoa é uma pequena ilha vulcânica que surgiu no oceano meio século depois da letal erupção do vulcão Krakatoa em 1883. É um dos 127 vulcões ativos da Indonésia.
O país sofre com frequência terremotos violentos, o mais recente deles na cidade de Palu, na ilha Célebes, onde milhares de pessoas morreram vítimas de um tremor e posterior tsunami.
A Rainha Elizabeth 2ª fará neste domingo (5) um pronunciamento na TV sobre a pandemia do novo coronavírus.
O anúncio foi feito pelo Palácio de Buckingham. O pronunciamento real está programado para ir ao ar às 16h, no horário de Brasília (20h no Reino Unido). É apenas a quarta vez na história que a rainha faz uma transmissão especial. A última foi em 2002, após a morte da rainha-mãe. As outras foram após a morte da princesa Diana, em 1997, e sobre a Guerra do Golfo, em 1991.
Em 25 de março, o príncipe Charles, filho da rainha Elizabeth, recebeu o diagnóstico de coronavírus. No dia 1º de abril, o herdeiro do trono britânico afirmou que estava curado. Até a manhã deste domingo (5), o Reino Unido registra 42.480 casos de coronavírus, com 4.313 mortes.
Já são mais de 700 mil os infectados pelo novo coronavírus (covid-19) no mundo. Os mortos somam mais de 33 mil. Os dados foram compilados às 13h30 deste domingo (29).
O país com mais casos registrados são os Estados Unidos (131.248). Isso se deve ao procedimento de testagem em massa adotado pelos norte-americanos nos últimos dias.
Ao todo, 33.662 mortes no mundo, 718.798 infectados em 150 países
A Itália tem o maior número de mortes: 10.779. Em seguida estão Espanha (6.606), China (3.300), Irã (2.640) e França (2.606). O Brasil contabiliza 4.256 casos e 136 óbitos.
Fonte: Salvador notícia