Um homem de 47 anos, suspeito de manter contato com o autor do ataque que matou três pessoas na França, nessa quinta-feira (29), foi preso. Ele teria tido contato com o agressor na véspera do atentado, segundo relatos de uma fonte judicial à agência France Presse (AFP).
O crime ocorreu dentro de uma igreja, na cidade de Nice. Uma das vítimas é a baiana Simone Barreto Silva, de 44 anos. Esfaqueada, ela tentou se refugiar em um restaurante ao lado do templo, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. A brasileira, que tinha três filhos, vivia há 30 anos na França e trabalhava como cuidadora de idosos.
Já o criminoso foi identificado como tunisiano Brahim Aouissaoui, de 21 anos. Ao desferir os ataques, ele gritou diversas vezes “Allahu Akbar”, que significa “Deus é grande” em português. De acordo com o G1, ele está hospitalizado após ter sido ferido com pelo menos seis tiros.
Pela primeira vez na história, duas mulheres ganharam juntas o Nobel de Química. Emmanuelle Charpentier e Jennifer A. Doudna levaram o Prêmio Nobel 2020 em Química, anunciou a Academia Real de Ciências da Suécia nesta quarta-feira (7). Elas são responsáveis pelo desenvolvimento de um método de edição do genoma, chamado de Crispr.
Emmanuelle Charpentier é francesa, tem 51 anos e é diretora do Instituto Max Planck de Biologia de Infecções em Berlim. Já Jennifer Doudna é norte-americana de 56 anos e professora da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos.
De acordo com o G1, Charpentier falou com a imprensa logo após o anúncio do prêmio e respondeu a uma pergunta sobre o prêmio inédito para duas mulheres.
“Eu gostaria de passar uma mensagem positiva a meninas que gostariam de seguir o caminho da ciência. Acho que nós mostramos a elas que, em princípio, uma mulher na ciência pode ter impacto na ciência que elas estão fazendo. Espero que Jennifer Doudna e eu possamos passar uma mensagem forte às meninas”, disse.
Depois de o médico da Casa Branca, Sean Conley, afirmar neste sábado (3) que Donald Trump, 74, está “passando bem”, o chefe de gabinete do presidente dos EUA, Mark Meadows, disse a jornalistas que o líder republicano está passando por um período “muito preocupante” e que as próximas 48 horas serão vitais para a recuperação do americano.
As informações contraditórias -divulgadas com minutos de diferença e cercadas de polêmicas- deixaram o mundo sem saber qual é o real estado de saúde do presidente americano.
A declaração de Meadows foi inicialmente repassada sob condição de anonimato a um grupo de jornalistas que tem acesso direto aos eventos oficiais e é responsável por distribuir informações da Casa Branca aos demais repórteres.
Ao longo do dia, porém, diferentes veículos de imprensa dos EUA confirmaram que o chefe de gabinete era o responsável pela informação.
“Os sinais vitais do presidente nas últimas 24 horas foram muito preocupantes e as próximas 48 horas vão ser críticas em termos de seu tratamento”, disse Meadows a jornalistas logo após Conley dar uma entrevista coletiva que ia pelo caminho contrário.
O médico da Casa Branca afirmou instantes antes que não teve febre nas 24 horas anteriores, mas foi evasivo ao ser questionado sobre o uso suplementar de oxigênio pelo presidente e deixou dúvidas sobre a data exata do diagnóstico de Covid-19 dado ao líder republicano.
“Estamos extremamente felizes com o progresso do presidente”, disse, em frente ao hospital militar Walter Reed, para onde Trump foi transferido no fim da tarde de sexta-feira para receber atendimento médico imediato caso seja necessário. Não há, entretanto, segundo o médico, uma previsão de alta para o líder americano.
De acordo com Conley e outros membros da equipe que atende o presidente, Trump teve febre baixa, tosse e congestão nasal, mas o médico da Casa Branca deu respostas vagas quando questionado se o republicano precisou de oxigênio suplementar.
Mais de uma vez, Conley afirmou que Trump não estava usando oxigênio neste sábado, mas, diante de perguntas mais específicas dos jornalistas presentes, ele evitou cravar uma resposta definitiva.
“Quinta-feira, sem oxigênio. Nenhum neste momento, e ontem [sexta-feira (2)], enquanto estávamos todos aqui, ele não estava recebendo oxigênio”, disse o médico.
A afirmação levantou dúvidas sobre o uso de oxigênio suplementar pelo presidente ainda na Casa Branca, antes da internação no hospital militar. O jornal The New York Times afirmou já neste sábado que Trump precisou receber oxigênio na sexta na residência oficial da Presidência e que, por isso, ele foi internado.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que foi diagnosticado com o novo coronavírus. Sua esposa, Melania Trump, também foi infectada.
De acordo com o mandatário norte-americano, os dois entraram em quarentena imediatamente após a confirmação do diagnóstico. Eles fizeram o exame depois que uma assessora de Trump, que esteve com ele no debate presidencial realizado nessa quarta-feira (30), testou positivo para a doença.
O jornal “Le Monde” informou que duas vítimas precisaram ser socorridas em estado de “urgência absoluta”. A rua Nicolas Appert, onde o episódio ocorreu, foi completamente bloqueada. A polícia informou que perímetro de segurança foi estabelecido no torno das antigas instalações por causa de um “pacote suspeito”.
O grupo terrorista Al-Qaeda lançou recentemente novos apelos para atacar o jornal depois que ele republicou as charges do profeta Maomé.
O ataque desta sexta acontece enquanto ocorre o julgamento dos considerados cúmplices dos ataques de janeiro de 2015 que deixaram 17 mortos – 11 deles na redação do jornal satírico.
Robert Pattinson testou positivo para Covid-19, segundo o site da revista “Vanity Fair”. De acordo com a publicação, ele foi o membro da equipe de “The Batman” que causou a nova interrupção nas gravações anunciada nesta quinta-feira (3) pelo estúdio.
A revista diz que a informação foi confirmada por “fontes em cargos elevados”, mas a Warner Bros. afirmou que não comentaria sobre casos individuais. Representantes do ator também não responderam.
Oficialmente, o estúdio interrompeu as gravações por causa de uma pessoa não especificada.
“Um membro da produção de ‘The Batman’ testou positivo para Covid-19, e está isolado de acordo com protocolos estabelecidos”, afirmou um porta-voz da Warner em nota. “As gravações estão pausadas temporariamente.”
Mais de 1 milhão de estudantes do Uzbequistão, país da Ásia Central, estão fazendo vestibular nesta quarta-feira (2), ao ar livre, dentro de uma arena esportiva. O objetivo é evitar a propagação do coronavírus.
No Brasil, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), considerado o maior vestibular nacional, foi transferido para janeiro, também devido à pandemia. No entanto, o planejamento do governo federal não inclui provas ao ar livre, mas sim maior quantidade de salas para aplicação da prova e uso obrigatório de máscaras.
O vestibular no Uzbequistão tem duração de três horas. As mesas para o 1,4 milhão de estudantes foram colocadas em pistas de corrida de um estádio. Eles disputam 150 mil vagas em universidades em um sistema centralizado de admissão.
Steve Bannon, ex-estrategista-chefe da Casa Branca da gestão de Donald Trump, foi indiciado e preso nesta quinta-feira (20) sob a acusação de desviar dinheiro de uma campanha de apoio à construção de um muro entre os Estados Unidos e o México — uma das promessas da campanha de Trump em 2016.
Três supostos cúmplices também foram presos. Eles teriam usado fundos de campanha de forma inconsistente com aquela que havia sido propagandeado. A campanha “We Built That Wall” (nós construímos o muro, em tradução literal) arrecadou US$ 25 milhões (cerca de R$ 142 milhões) que foram doados por centenas de milhares de pessoas.
Segundo o Departamento de Justiça, ao menos US$ 1 milhão (aproximadamente R$ 5,64 milhões) teria ido para o próprio Bannon, que usou o dinheiro em outras de suas organizações ou para ele mesmo.Ao menos uma parte desse montante “foi usado por Bannon para cobrir centenas de milhares de dólares em despesas pessoais”, disseram os promotores.
Além dessa fraude, Bannon também foi indiciado por conspiração para lavagem de dinheiro. Cada um dos crimes pode levar à pena máxima de 20 anos de prisão.
Promotores federais em Nova York anunciaram que, além de Bannon, foram acusados Brian Kolfage, Andrew Badolato e Timothy Shea.
Para esconder o fluxo ilícito de dinheiro, os quatro faziam repasses do montante arrecadado com a campanha por uma organização sem fins lucrativos de Bannon, e por uma empresa de fachada controlada por um dos outros acusados, segundo a acusação.
Kolfage, que foi descrito como o rosto público e fundador da campanha, recebeu milhares de dólares que usou para ele mesmo, segundo a acusação. A rede MSNBC ouviu pessoas ligadas a Bannon que afirmaram que ele não deverá se declarar culpado. Ele deve ser ouvido em uma corte ainda na tarde desta quinta-feira. G1
O irmão caçula de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, Robert Trump morreu na manhã do último sábado (16) aos 71 anos. A informação foi divulgada pelo próprio chefe de Estado norte-americano, segundo o portal Metrópoles.
A causa do óbito não foi informada pela Casa Branca. Robert faleceu um dia após o presidente dos EUA visitá-lo, no Hospital Presbiteriano, em Nova York.
“É com o coração pesado que compartilho que meu maravilhoso irmão, Robert, faleceu pacificamente esta noite. Ele não era apenas meu irmão, ele era meu melhor amigo. Sentiremos muito sua falta, mas nos encontraremos novamente. Sua memória viverá no meu coração para sempre. Robert, eu te amo. Descanse em paz”, disse Donald Trump.
Robert era empresário e irmão mais novo de Trump, que tem 74 anos. De acordo com o jornal The News York Times, Robert Trump teve um sangramento cerebral após sofrer uma queda. Já a CNN informou que ele estava doente há muitos meses.
O Papa Francisco nomeou seis mulheres, incluindo a ex-tesoureira do príncipe Charles, para o conselho que fiscaliza as finanças do Vaticano. As nomeações para uma das instituições mais importantes da Santa Sé são a mais recente tentativa do pontífice de cumprir a promessa de melhorar o equilíbrio de gênero na administração da cidade-Estado, feita há alguns anos. No entanto, grupos pelos direitos das mulheres afirmam que as mudanças têm sido muito lentas.
Francisco nomeou mulheres para os cargos de vice-ministra de Relações Internacionais, diretora dos Museus do Vaticano, e vice-diretora de Imprensa, além de quatro mulheres como conselheiras do Sínodo dos Bispos, que prepara as reuniões mais importantes da Igreja Católica.
A nomeação que ocorreu nesta quinta-feira (6), é o maior número de mulheres já nomeado de uma só vez para cargos no Vaticano. Até então, o Conselho Econômico, que tem 15 vagas, era composto apenas por homens. Um cardeal é o coordenador e os outros 14 cargos são divididos igualmente entre o clero e pessoas não-religiosas.
A parcela não-religiosa agora tem seis mulheres e um homem. Duas são britânicas, duas espanholas e duas alemães. O único homem é italiano. Entre as britânicas está Leslie Jane Ferrar, que foi tesoureira do príncipe Charles entre 2015 e 2017. A outra é Ruth May Kelly, que foi secretária de Estado para Educação e para os Transportes em governos do partido Trabalhista entre 2004 e 2008. As outras quatro mulheres têm formação em Negócios, atuação no setor financeiro e na Academia.
O Papa Francisco criou o Conselho Econômico, que fiscaliza o orçamento e regula políticas da Santa Sé, em 2014 como um organismo internacional para fiscalizar as sempre problemáticas finanças do Vaticano. O novo conselho começa seu trabalho em meio à pandemia do novo coronavírus que atingiu duramente as finanças da Santa Sé, forçando o uso de reservas e a implementação do mais severo controle de custo já feito pela pequena cidade-Estado. Fonte: TNH1