A Cia. Aquário Produções divulgou que as inscrições para o Curso Livre de Teatro e Cinema 2026, voltado para atores iniciantes e pessoas que nunca fizeram teatro, estarão abertas a partir do dia 10 de fevereiro. As aulas vão acontecer no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima.
O curso tem foco em interpretação cênica, desinibição, oratória, comunicação e desenvolvimento humano, por meio de exercícios teatrais, jogos e práticas de cena. As turmas serão divididas entre adultos a partir de 18 anos, adolescentes de 12 a 17 anos e crianças entre 7 e 11 anos.
O curso será ministrado pela atriz, cineasta e diretora de teatro e cinema, Patrícia Chaves. Para se inscrever, é preciso entrar em contato com o telefone (77) 98159-9889.
No dia 26 de outubro, o Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima, em Vitória da Conquista (BA), será palco da 1ª edição do Festival de Teatro para Crianças. O evento promete encantar o público infantil e suas famílias com espetáculos que unem arte, diversão e aprendizado.
A programação conta com duas montagens especiais:
• Histórias do Mundão – do grupo soteropolitano Ateliê Chegança, que apresenta as aventuras de Tina e Kekeu em uma jornada lúdica pela leitura, poesia e diversidade.
• Desencaixados – espetáculo circense em que uma família transforma caixas de papelão em fonte de brincadeiras, criatividade e afeto.
O festival surge para valorizar o direito da criança à cultura e incentivar a formação de novos públicos para o teatro em Vitória da Conquista, cidade que se destaca pela qualidade de vida, mas ainda carece de eventos voltados ao público infantil.
Serviço:
📍 Local: Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima
📅 Data: 26 de outubro
🎭 Os ingressos serão vendidos on-line e no local
A Cia. Aquário Teatro e Cinema realiza no próximo final de semana uma MOSTRA TEATRAL com dois espetáculos: 02/12 LASCÔ A BOCA e 03/12 OS SALTIMBANCOS EM: O CIRCO DA BARONESA. O elenco é composto por alunos do Curso Livre de Teatro 2023.2.
LASCÔ A BOCA é um espetáculo que mostra acontecimentos inusitados em uma pacata cidade com moradores que guardam muitos segredos. Porém, os reis da malandragem: Tico, Leleco, Vitinho e Teco; se aproveitam do ponto fraco de seus vizinhos para se dar bem. Mas, será que realmente todos vão conseguir o sucesso através de suas artimanhas? Quem será o mais esperto na cidade onde de tudo acontece e todos ficam sabendo?
Textos de Luiz Fernando Veríssimo com adaptação de Patrícia Chaves e Thiago Prado.
Já OS SALTIMBANCOS EM: O CIRCO DA BARONESA é uma releitura desse clássico que mostra a história de quatro animais que, cansados de serem explorados por seus patrões, fogem para a cidade em busca de realizar um sonho: trabalhar no famoso Circo da Baronesa. O que eles não sabem é que a Baronesa também não trata bem seus funcionários. Porém, os artistas do Circo, do mesmo modo que os animais, cansados de serem humilhados, decidem que precisam fazer algo para que a Baronesa reflita sobre suas atitudes e se transforme em uma boa mulher. Será que eles vão conseguir?
O Texto é uma adaptação da Cia. Aquário com alunas do Curso.
A Direção dos espetáculos é de Patrícia Chaves, também ministrante das aulas de teatro.
SERVIÇO
MOSTRA TEATRAL
02 /12 LASCÔ A BOCA ÀS 20h
03 / 12 OS SALTIMBANCOS EM: O CIRCO DA BARONESA ÀS 19H
Local: Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima
Valor: 30,00 inteira e 15,00 meia
Ingressos a venda no WhatsApp: 98853-3199
Ingressos limitados a preço popular R$ 30,00 Inteira e 15 Meia! Vendas no Sympla, Centro de Cultura e pelo whats 77 98853-3199
Realização
Cia. Aquário Teatro e Cinema
Um Espetáculo teatral impactante!
D3 30 de Novembro à 02 de Dezembro acontece em Vitória da Conquista, no AUDITÓRIO DO CEMAE o Projeto Apocalipse 2023, Ameaça Silenciosa.
Entrada: Apenas 1kg de Alimento.
Você não pode perder!
SESSÕES:
1° 19:30h
2° 20:30h
OBS: Crianças apartir de 12 ANOS
#projetoapocalipse #vitoriadaconquista
#RadioBrasilFm
O ator Anselmo Vasconcellos Começou sua carreira na década de 1970, em peças de teatro e em programas de TV como “Os Trapalhões”, “Chico Anysio Show” e “Zorra Total”.
Em 1982, ganhou destaque na novela “Paraíso”, da TV Globo, interpretando o personagem Zé das Medalhas. A partir daí, atuou em diversas produções da Globo, como “Roque Santeiro”, “Tieta”, “O Rei do Gado” e “A Casa das Sete Mulheres”.
Além da TV, Anselmo também trabalhou no cinema, participando de filmes como “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976), “O Trapalhão na Arca de Noé” (1983) e “O Pai do Rock” (1986).
Nos últimos anos, Anselmo tem se dedicado à carreira de dublador, emprestando sua voz a personagens em filmes e séries de TV, como o vilão Sesshoumaru em “InuYasha” e o personagem Principal em “The Walking Dead: A New Frontier”.
Atualmente, o ator está em circulação nacional com o espetáculo A CAFONA e também ministrando oficinas de teatro por onde passa.
SERVIÇO
Local – Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima
Horário – 1º sessão às 19h / 2º sessão às 21h
Data – 27 de Outubro de 2023
Produção Local –
Xangai Produções
Cia. Aquário Teatro e Cinema
Acontece no mês de novembro em Vitória da Conquista o tradicional teatro cristão “Casa do Julgamento”. O evento será realizado na igreja Batista Peniel localizada no centro da cidade. O repórter do Redação Brasil, Mateus Araújo conversou com Lige de Alencar que destaca os detalhes da Casa do Julgamento 2023.
Depois de uma pausa por causa da pandemia, a CazAzul Teatro Escola anuncia a retomada das atividades de formação em teatro. Com quase sete anos de atuação em Vitória da Conquista, o retorno se dá por meio do Núcleo de Montagem da CazAzul – NumCa, responsável pelos trabalhos de formação e produção artística.
A novidade acontece em parceria com a Lá Brincante Casa de Arte com a oferta de três oficinas para aprender, brincar, experimentar e se divertir com o teatro. “O nosso objetivo é fazer arte junto, porque a gente precisa e eu me sinto muito bem só de estar retomando, porque a Cazazul é um projeto muito importante pra quem fez parte dele”, diz a atriz Adriana Amorim, idealizadora da CazAzul.
As oficinas são voltadas para o público infantojuvenil (turma para criança e adolescentes) e para mulheres adultas, com início neste mês de setembro e término em dezembro. As aulas vão acontecer no espaço Lá Brincante Casa de Arte, localizado na Avenida Luís Eduardo Magalhães, 335, bairro Candeias, em Vitória da Conquista.
O professor de teatro Vicente di Paulo é o responsável por ministrar a Oficina de Teatro para (fazer) crianças felizes e a Oficina de Teatro para adolescentes (in)quietos demais. Já a Oficina de Teatro Essencial para Mulheres Exaustas é uma ação específica do projeto de criação de solo de Adriana Amorim. Segundo a atriz, “essa oficina tem o objetivo de reunir mulheres de diferentes perfis – negras (pretas ou pardas), trans, PCD, sem marcadores sociais específicos, com e sem grana para pagar a inscrição, que se sentem exaustas pelas mais diversas razões”.
As inscrições já estão abertas e os interessados podem conferir todos os detalhes, como número de vagas, dias e horários, acessando a página da CazAzul Teatro Escola e da Lá Brincante Casa de Arte, no Instagram. Outras informações, pelo telefone (77) 98814-1042, com Leu Couto.
Outras informações:
instagram.com/cazazul
instagram.com/labrincantecasadearte
Foto: Erica Daniela/Arquivo CazAzul
Alma lavada mesmo, a chuva fria molhava o chão do estacionamento, que durante muito tempo foi o cenário das partidas de futebol na minha infância… Na benção do padre, ele trouxe um Deus artista, porque só um artista teria criado algo tão lindo e especial…
Estou me referindo ao Projeto de Literatura Vida e Arte, do Colégio Paulo VI. Fiquei encantado com tanta beleza e leveza para retratar a história da nossa arte, utilizando as linguagens da Literatura, Teatro, Dança e, principalmente, Música, por meio da qual foi feita uma viagem no tempo…
Os pequenininhos estavam com a indumentária de vagões que levaram até o Trenzinho Caipira de Heitor Villa-Lobos, o maior compositor de todos os tempos do nosso país, e que teve um papel relevante no modernismo brasileiro…
Durante as apresentações meus olhos marejaram: fiz uma viagem tão emocionante que me fez crer que, realmente, a arte salva, e vale a pena.

No repertório, Caetano cantou “Sampa”, e alguma coisa aconteceu no meu coração. (Aliás, incrível como ninguém retratou São Paulo tão bem quanto o baiano Caetano). Cantou também “Um Índio” e, por fim, “Alegria, Alegria (“sem lenço sem documento”), citando os anos de chumbo que alguns desavisados ou mal-intencionados querem de volta… Ali estavam os Tropicalistas, e ficou evidente essa presença quando escutei a voz da eterna Gal…
Depois, os Novos Baianos, representados por Moraes Carnaval Moreira, ele que poetizou o Carnaval e carnavalizou a poesia. “Chegou a hora dessa gente bronzeada mostrar seu valor. (…) Brasil, esquentai vossos pandeiros, iluminai os terreiros, que nós queremos…” a alegria da copa e da democracia! E foi um bálsamo escutar Noel Rosa, querendo saber qual foi o resultado do futebol e com que roupa ir pro samba…
Passamos então por “Carcará”, dos mestres Chico Buarque e João do Vale; a música “Cidadão”, que foi imortalizada por Zé Geraldo (“tá vendo aquele edifício, moço, eu também trabalhei lá”); e a perpetuação do samba, que nós não vamos deixar morrer: “Não deixa o samba morrer, não deixa o samba acabar, o morro foi feito de samba, de samba pra gente sambar”…
Lembrando o respeito que devemos ter pela diversidade, foi a vez de Rita Lee enaltecer a força da mulher, “por isso não provoque, é cor de rosa choque”. Em seguida foi a vez de Ney Matogrosso, um filho de coronel que, para fazer suas aparições enquanto cantor, pintava sua cara, e também de seus parceiros dos Secos e Molhados, pelo medo da repressão. Ney disse para todos escutarem: “Eu sou homem com H”. Esse “homem” da narrativa da canção, não se refere meramente à sexualidade, e sim ao respeito, e, principalmente, à liberdade de sermos o que quisermos ser…
Meus olhos voltaram a ser poças d’água quando, no meio de outra linda apresentação, um aluno cadeirante entra no palco com um cartaz dizendo:”inclusão, liberdade, respeito” e outros conceitos que minha memória não me ajuda a lembrar, mas cuja força simbólica não se deixa esquecer.

O Nordeste, muito bem representado pela cultura popular do Cordel e pelo Rei do Baião: “toda menina que enjoa da boneca é sinal de que o amor já chegou no coração”.
Na luta contra o abuso e a violência sexual, um aluno com a camisa do atleta “Robinho”, sugerindo uma grade de prisão, que é o que realmente merecem os estupradores, misóginos, vermes que existem na nossa sociedade patriarcal e cheia de “pré-conceitos” (que vamos aos poucos desconstruindo…).
A música de rua veio mostrar a violência policial contra a juventude pobre e negra das nossas comunidades, que são exterminadas cotidianamente…
A música da Bahia, que tem como base os tambores herdados da África, voltou por meio de “Protesto Olodum” (“força e pudor, liberdade ao povo do pelô”), junto com a pintura no corpo, a dança que nos trouxe o movimento de Brown, idealizador da Timbalada no Candeal…

Por fim, os professores se misturaram para fazer um Carnaval delicioso com muita alegria… “Olha a onda, olha a onda”. E que onda, viu!? Para saudar a mãe-música que tanto alimentou nossa alma no nosso eterno e maravilhoso Colégio Paulo VI.
Quero parabenizar a todas as pessoas envolvidas nessa atividade que, tenho certeza, foi uma construção coletiva, como os bons projetos devem ser… Sinalizando novos tempos, novos desafios e novos conceitos, para construção de uma sociedade mais digna, mais respeitosa, com muita arte, diversidade, e, principalmente, amor…
Voltei pra casa de alma lavada! Viva o Colégio Paulo VI!
As noites de quartas-feiras prometem ficar ainda mais animadas em Vitória da Conquista, com a quarta temporada do projeto “Curta Cuarta”, idealizado pela CazAzul Teatro Escola.
O projeto é gratuito, sendo produzido de forma independente pela CazAzul. Os encontros são realizados na Avenida Rosa Cruz 855, bairro Candeias, às 19:00 hrs, onde são apresentadas cenas curtas de teatro, leituras dramáticas, filmes de curtas-metragens, instalações e um repertório de músicas bem tradicionais.
Nesta edição serão cinco encontros, cada um apresentará aspectos artísticos, culturais e sociais que marcaram uma determinada década, apresentando ao público diferentes produtos construídos a partir da estética e do pensamento da época.
Os encontros serão nos respectivos dias:
▫11 de Março: Anos 50 – O teatro como a vida é!
▪18 de Março: Anos 60 – Resistência latino-americana!
▫01 de Abril: Anos 70 – O teatro sai do armário!
▪08 de Abril: Anos 80 – Vale tudo!
▫15 de Abril: Anos 90 – Cena preta!
Eles chegam na frente, como num Ballet, para abrir alas para Daniela Mercury passar. Foliões baianos, doe outros estados e até países como Portugal, França, Uruguai e Espanha, formaram a chamada Pipoca da Rainha nesta terça-feira (25), no Circuito Osmar.
No início do circuito, mesmo debaixo de chuva, Daniela Mercury já arrastava uma multidão, fazendo jus a fantasia de 'Rainha das Águas'. “Hoje é dia de água e Iemanjá, Oxum, mandaram água pra abençoar esse último dia de Carnaval”, falou ela, que iniciou o circuito cantando Baianidade Nagô.
O desfile começou pouco antes das 16h e alguns foliões, mesmo sem bloco, providenciaram abadás rosas com uma foto da cantora. “Não existe Carnaval com cultura sem Daniela”, opinou Eliana Rosa, 50, que desde 1987 acompanha a cantora.
Na pipoca, o público foi diverso. De foliões com salto alto a famílias, idosos e estrangeiros. “A gente ama é um vício. Todo ano saímos. Sempre saímos assim. Pensamos antes. Todo carnaval a gente pensa”, disse Juliano Silva, 43, acompanhado do marido Ricardo Arcoverde, 37. Os dois são de Recife e sempre passam o Carnaval em Salvador para acompanhar Daniela.
Um grupo de pelo menos 10 estrangeiros também veio da Europa e da América Latina para acompanhar a passagem da Rainha. “Conheço desde que tenho 11 anos, quando ela lançou Feijão com Arroz lá. Ela é diferente”, comentou o biólogo Ricardo Alves, 34, que mora em Lisboa.