GOVERNO DO ESTADO - EMBASA
GOVERNO DO ESTADO - AÇÕES
CORTINA E CIA COLCHÕES
VickPark 1

Aumento da tarifa, redução do ISS, maior fiscalização no transporte clandestino. Esses foram alguns dos tópicos discutidos entre o Sindicato dos Rodoviários e o prefeito Herzem Gusmão numa reunião no início de março.

Durante entrevista ao Redação Brasil,na manhã desta quinta-feira (22), Álvaro Souza, presidente do sindicato, criticou a nota veiculada pela ATUV (Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Vitória da Conquista).

Confira a entrevista:

Novo Paraiso
BLOG DO REDAÇÃO - INSTAGRAM

Em entrevista ao programa Resenha Geral da Brasil FM 107.7, de hoje (19). O prefeito de Vitória da Conquista Herzem Gusmão , defende as Vans com unhas e dentes.

Irritado com a nota da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Vitória da Conquista – ATUV, Herzem reafirmou que será feita uma revisão para aumentar o número de vans para atuarem de forma regular na capital do Sudoeste baiano.

“Se precisar eu coloco 200, 300, 400 vans. O que as empresas querem eu não topo. O PT não fez nada para o transporte coletivo”, diz Herzem.

Ainda na entrevista Herzem destaca que já falou com os donos das duas empresas, Vitória e Cidade Verde.

Ouça a entrevista:

BLOG DO REDAÇÃO - INSTAGRAM
Novo Paraiso

PMVC: Transporte Coletivo

Em seu editorial do programa Redação Brasil da Brasil FM 107,7 e Mega Rádio VCA, desta segunda-feira (19). O radialista Deusdete Dias destaca mais uma vez o transporte público de Vitória da Conquista.

O prefeito já admite permissão para 150 vans e não mais apenas 80. Na entrevista o prefeito destacou que conversou com o BNB que poderá assegurar linha de crédito para aquisição de uma frota zero Km.

Confira o editorial e entrevistas:

Novo Paraiso
BLOG DO REDAÇÃO - INSTAGRAM

O prefeito já admite permissão para 150 vans e não mais apenas 80

Em entrevista concedida ao Blog do Rodrigo Ferraz na tarde deste domingo (18), o prefeito Herzem Gusmão (MDB), ao ser indagado sobre a nota da ATUV – Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Vitória da Conquista manifestou insatisfação com o conteúdo da nota.

O prefeito já admite permissão para 150 vans e não mais apenas 80. Na entrevista o prefeito destacou que conversou com o BNB que poderá assegurar linha de crédito para aquisição de uma frota zero Km.

Linhas

O projeto de implantação do transporte alternativo feito por vans – será mais generoso. Linhas mais rentáveis e cobiçadas serão incluídas no roteiro a ser operado pelas vans.

A Secretaria de Mobilidade Urbana irá alterar o Edital para permitir a circulação de 150 vans e mudanças nas linhas.

O Governo responde a nota da associação: “Vamos ampliar a parceria com os vanzeiros”. Em outras entrevistas concedidas o prefeito Herzem tem sido contundente: ” Feira de Santana tem várias empresas de ônibus, mototáxi, vans e até BRT. Aqui em Conquista querem me convencer em manter somente a Vitória e Cidade Verde. Vamos avançar na regulamentação do transporte alternativo”, disse o prefeito.

Novo Paraiso
BLOG DO REDAÇÃO - INSTAGRAM

Falência do Transporte Público em Vitória da Conquista.

O transporte coletivo da cidade de Vitória da Conquista passa por dificuldades na cidade, a situação é delicada e crítica.

Em carta aberta aos conquistenses sobre a falência do Transporte Público, ATUV, Viação Cidade Verde e Viação Vitória, conclamam a sociedade, a Câmara de Vereadores, Câmara de Dirigentes Lojistas, Prefeitura, Autoridades da Segurança Pública, Conselho das Pessoas com Deficiência, Defensoria Pública, OAB e imprensa para um profundo e realista debate sobre o tema.

“Se eu fosse prefeito já tinha tirado a viação Vitória da cidade”. Diz presidente da Câmara Municipal de Vitória da Conquista Hermínio Oliveira, em entrevista ao programa Redação Brasil da Brasil FM 107,7 desta sexta-feira (16).

BLOG DO REDAÇÃO - INSTAGRAM
Novo Paraiso

É sabido por todos que os “vanzeiros” não respeitam e nem vão respeitar tais direitos, seja pelo costume da vivência na clandestinidade, seja pela inviabilidade financeira de se cumprir todas as regras, como eles mesmos já se queixam

O Transporte clandestino é uma realidade que se aprofundou no Brasil desde 1990. Chamá-lo de “transporte alternativo” é um eufemismo, pois, na realidade, trata-se de um transporte nascido, crescido e mantido à margem da lei, que deve ser encarado como assunto de segurança pública, antes de qualquer discussão. Além de expor em risco a sociedade e acarretar prejuízos financeiros às empresas de ônibus, as vans subtraem direitos de minorias. Os direitos de crianças, idosos e Portadores de Necessidades Especiais (PNE), direitos personalíssimos a ser exercido pelos consumidores, ficam a descoberto com o transporte dito “alternativo”.

É sabido por todos que os “vanzeiros” não respeitam e nem vão respeitar tais direitos, seja pelo costume da vivência na clandestinidade, seja pela inviabilidade financeira de se cumprir todas as regras, como eles mesmos já se queixam. Essa é uma realidade que não pode ser desconsiderada agora, sob o risco de se tornar uma “bola de neve” de problemas para toda a sociedade.

As consequências da falta de controle do transporte clandestino são sentidas de forma mais dramática hoje por passageiros, funcionários e gestores da Viação Vitória, que representa apenas a ponta do iceberg de um problema que tem raízes encravadas no fértil terreno da clandestinidade predatória das vans, que há anos vem sangrando as finanças das duas empresas de ônibus.

A direção da Viação Cidade Verde, maior responsável por colocar a cidade entre as que tinham a frota mais nova do País e ainda cumpridora de todas as “regras do jogo”, já sinalizou que a complacência da administração municipal com o transporte ilegal por vans pode conduzir à inviabilidade da execução do contrato de concessão até seu prazo final por parte da empresa.

Os fatos preocupantes são comprovados por dados matemáticos. A Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Vitória da Conquista – ATUV, agência de comercialização da moeda eletrônica (vale transporte e passe escolar), fechou o mês de fevereiro deste ano com praticamente o mesmo faturamento em espécie obtido em 2015. No entanto, o que chama mais ainda a atenção, é que há três anos atrás a tarifa era R$2,40, valor 40% menor dos R$3,30 de hoje.

Ou seja, o governo aumentou a tarifa, mas o faturamento em dinheiro despencou. Há algo de profundamente errado e quem está pagando pelo erro é o povo, juntamente com as empresas de ônibus. O sistema de transporte, outrora bem planejado e que demandou milhões de reais para ser montado, hoje encontra-se FALIDO e a caminho do SUCATEMENTO. Isso é muito grave.

Outro dado que identifica a futura ruptura do sistema de transporte é a redução no número de vidas transportadas durante todo o ano de 2017. O sistema perdeu 2 milhões e 300 mil passageiros, que migraram para o serviço clandestino, ocasionando um prejuízo de aproximadamente 6 milhões de reais.

Não adianta apenas aumentar tarifa, no caso dos passageiros, isto tem inclusive um efeito contrário no sentido de trazê-los de volta aos ônibus. É necessário que uma rigorosa fiscalização contra o transporte clandestino comece imediatamente.

O transporte clandestino é excludente, não se preocupa com as leis, ao contrário, impõe as suas próprias regras. Os ônibus não fazem exclusão, não selecionam os passageiros, estão à disposição de todos. As empresas legalizadas de ônibus, oferta meio milhão de créditos gratuitos e 500 mil passes estudantis. As empresas de ônibus não escolhem horários bons ou ruins para operarem as linhas, geram em Conquista 1.200 empregos diretos, empregos estes que agora estão ameaçados pela entrada, sem planejamento, das vans, que além de detonar o sistema, não obterão lucro na forma legal, como eles mesmos já afirmam.

Algumas perguntas precisam ser respondidas pela Prefeitura:

Qual o modal a ser implantado? Serviço seletivo? Serviço complementar? Serviço alimentador do sistema por ônibus?

Qual o mecanismo jurídico? Permissão? Concessão? Absorção por parte das empresas?

Quem gerenciará este modal? Uma cooperativa? O município diretamente? As empresas de ônibus?

Vale lembrar que dos três mecanismos jurídicos de implantação, dois exigem licitação – permissão ou concessão – apenas o modo absorção que não.

Ao optar pelo modo que exige LICITAÇÕES, surgem mais questões: Podemos licitar o que já foi licitado? Podemos criar linhas com origem e destinos semelhantes aos já licitados?

Como o município exigirá dos concessionários por ônibus investimentos milionários se não pode garantir o equilíbrio econômico e financeiro dos contratos de concessão?

Estas perguntas precisam URGENTE e CLARAMENTE ser respondidas, para então avaliarmos se as respostas condizem com o que foi defendido nestes últimos 14 meses.

O transporte público é uma ciência complexa, com ramificações que podem desencadear, sem o devido cuidado, em mazelas IRREPARÁVEIS para toda a cidade. Os conquistenses precisam saber que decisões erradas tomadas agora, trarão prejuízos aos cofres públicos, pois a Prefeitura Municipal estará sob o risco de ser legalmente obrigada a pagar condenações milionárias às empresas de ônibus. O sistema de transporte público pode ir à falência e o prefeito corre o risco de responder por improbidade administrativa.

A ATUV, Viação Cidade Verde e Viação Vitória, conclamam a sociedade, a Câmara de Vereadores, Câmara de Dirigentes Lojistas, Prefeitura, Autoridades da Segurança Pública, Conselho das Pessoas com Deficiência, Defensoria Pública, OAB e imprensa para um profundo e realista debate sobre o tema.

A anunciada licitação de transporte coletivo por vans é também o anúncio da destruição do sistema de transporte coletivo legal e sob controle. O momento de agir é agora, dentro do ordenamento jurídico, embasado em estudos científicos e observando as tendências internacionais.

BLOG DO REDAÇÃO - INSTAGRAM
Novo Paraiso

Uma reunião no sindicato dos rodoviários de Vitória da Conquista neste sábado (17) decidiu que haverá uma paralisação geral dos funcionários da Viação Vitória e Cidade Verde na próxima semana. Ainda segundo o Blog do Rodrigo Ferraz. Tudo isso porque a categoria vai pressionar a prefeitura para que seja realizada, de uma vez por todas, a regulamentação do transporte alternativo, que visa autorizar a circulação de 80 vans na capital do Sudoeste baiano.

“Todos os funcionários estarão se dirigindo ao prédio da prefeitura para cobrar essa regulamentação, porque do jeito que está não pode ficar. Hoje, com a circulação de vans e carros de passeio está causando um prejuízo enorme ao transporte coletivo, inclusive com demissões, atraso de salários, por isso os rodoviários aprovaram essa manifestação geral na quarta ou quinta-feira da próxima semana para que a prefeitura tome uma decisão”, disse o presidente do sindicato, Álvaro Silva.

Novo Paraiso
BLOG DO REDAÇÃO - INSTAGRAM

Devido à programação carnavalesca no centro da cidade, diversas linhas do transporte coletivo urbano terão horário especial. A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana, informa que as alterações acontecem a partir do domingo (10), até a terça (13). A partir de quarta-feira (14), as linhas voltam ao seu horário normal.

Confira:

R01 – VILAS SERRANAS x Centro

R02 – CIDADE MARAVILHOSA x Centro

R11 – CONVEIMA I x Centro

R13 – GUARANI x Centro

R19 – RODOVIÁRIA x Centro

R25 – MIRO CAIRO x Centro

R28 – JARDIM CANDEIAS x Centro

D30 – VILAS SERRANAS x UESB

D31 – BRASIL x UESB

D32 – NOSSA SENHORA APARECIDA x UESB

D39 – MIRO CAIRO x UESB

P50 – VILAS SERRANAS x Conquista VI

BLOG DO REDAÇÃO - INSTAGRAM
Novo Paraiso

Os funcionários da empresa Viação Vitória paralisaram na manhã desta terça-feira (23) suas atividades.  afeta linhas de transporte urbano.

A paralisação foi confirmada pelo Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Vitória da Conquista (Sintravc) por meio de nota.

Nesse exato momento, acontece uma reunião com os representantes da empresa e do sindicato para deliberar se a paralisação continua.

As primeiras informações divulgadas para nossa reportagem destaca que parte do pagamento dos funcionários foi pago ontem, mas devido ao sistema bancário os valores não caíram ainda nas respectivas contas.

Atualmente, 30 % da frota da Viação Vitória está em atividade e há uma negociação para que esse percentual aumente para 50%.

Confira a nota oficial

“O Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Vitória da Conquista (Sintravc) confirma aos veículos de comunicação em todos os segmentos, bem como aos usuários do transporte coletivo urbano, que nesta terça-feira (23/01/2018), os funcionários da VIAÇÃO VITÓRIA LTDA iniciarão greve a partir das 10h30, horário no qual os ônibus estarão sendo recolhidos do Terminal Rodoviário Urbano, na Avenida Lauro de Freitas, para a garagem da empresa.

O movimento de greve tem início após a Viação Vitória não cumprir os prazos determinados para o pagamento do salário referente ao mês de dezembro de 2017. O Sintravc apoiará logística e juridicamente a decisão dos trabalhadores e reafirma seu compromisso com a categoria, bem como a manutenção e cumprimento de seus direitos”.

Novo Paraiso
BLOG DO REDAÇÃO - INSTAGRAM

A Viação Vitória já solicitou a Prefeitura o reajuste da tarifa do transporte coletivo. A expectativa da empresa é que o prefeito autorize o aumento no próximo mês.

Segundo apurou o Blitz, a Vitória deseja que a tarifa seja de R$ 4,05. Hoje o valor é R$ 3,30. Se assim ocorrer, o reajuste será de 23% ou R$0,75, valor muito acima da inflação do período.

A Viação Vitória justifica a suposta crise financeira ao “defasado” valor da tarifa. De acordo com a empresa, a suposta defasagem provocou o desequilíbrio financeiro.

No início do ano a empresa solicitou o reajuste, prontamente concedido pelo prefeito Herzem Gusmão Pereira, sob a justificativa de que o TAC – Termo de Ajuste de Conduta firmado entre a empresa e a Prefeitura só poderia ser cumprido com o incremento da tarifa. Agora, a empresa solicita novo reajuste sem cumprir a maioria das cláusulas contratuais e acordos do TAC, conforme publicou a administração Municipal em Diário Oficial.

Além dos ônibus com idade média superior a quatro anos, como determina o contrato, a Vitória não pagou a outorga que ultrapassa os R$ 30 milhões.

Ao que indica a empresa pode dar calote nos cofres públicos municipais.

Na semana anterior uma das advogadas da empresa concedeu entrevista a um blog local e afirmou que a outorga está sendo discutida em sigilo com a Prefeitura. A declaração foi amplamente divulgada nas redes sociais pelo fato de que a outorga é pública e não pode ser discutida sigilosamente.

O reajuste da tarifa não garante que o serviço prestado pela Vitória melhore, pois os reajustes são baseados em perdas do período de um ano, não garantindo incremento para investimentos futuros.

Fonte: Blitz Conquista

BLOG DO REDAÇÃO - INSTAGRAM
Novo Paraiso